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  • 10/09/15--05:47: Shalom de Jerusalém
  • JULIO CESAR  DE LIMA PRATES, Shalom de Jerusalém,

    Seja bem-vindo à nossa "Chavruta", uma oportunidade excitante de aprender as porções semanais da Torá junto com a eTeacherHebrew. "Chavruta" em aramaico significa "amigos", um testemunho do poder do aprendizado entre amigos.

    Esta semana o povo judeu comemora “Simchat Torá”. A festa marca o final e também o início do ciclo de leitura anual da Torá. Vamos abrir o livro de Gênesis na primeira porção semanal da Torá – “Bereshit”. Qual é o significado secreto em Hebraico por trás da primeira palavra da Bíblia?
    Sinceramente,
    LipnikTitle_...
    Jonathan Lipnick
    Diretor do Depto. de Estudos da Terra Santa da eTeacher

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  • 10/09/15--05:50: Da anistia internacional
  • Caro Dr. Júlio Prates: 
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    Como funciona uma mobilização?
    Entenda o que acontece antes e depois que você assina a petição.
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    01.10 Vitória da mobilização: Divisão de Homicídios vai investigar mortes decorrentes de intervenção policial no Rio de Janeiro!
    Esta foi uma das principais recomendações do relatório "’Você matou meu filho’: Homicídios cometidos pela Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro", lançado em 3 de agosto pela Anistia Internacional.
    08.10 União Europeia tem de notificar formalmente a Hungria pelas violações cometidas na crise de refugiados
    A Hungria investiu mais de 100 milhões de euros em cercas e controles de fronteira para manter refugiados do lado de fora, o que é o triplo do valor gasto pelo país no acolhimento.
    06.10 Três anos após o desaparecimento do pai, jovem de 24 anos conta a história de sua família
    "Ele sempre defendeu minhas liberdades e me criou para ser uma mulher forte, independente, mas de repente, sem a sua proteção, eu estava enfrentando uma comunidade hostil."
    05.10 Negação de justiça: preso japonês morre após 46 anos no corredor da morte
    A morte na prisão de um japonês que esteve recluso por mais de 46 anos aguardando execução, após uma declaração de culpabilidade baseada em uma confissão forçada, realça a necessidade urgente de revisar todos os casos similares.
     
    Atue agora!
    ATUE AGORA!

    O Chile NÃO protege as mulheres.

    Não importa que a saúde ou a vida de uma mulher corra perigo.

    Não importa que ela tenha sido estuprada.

    Não importa que seu feto tenha uma malformação fatal.


    No Chile as mulheres não podem abortar.

    >> Assine a petição pela vida das mulheres chilenas
     
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    Judeus em Portugal

    O tema continua gerando imensa repercussão.

    Comentário de Fany Sechter Ruah, brasileira que reside em Portugal, sobre o texto de Arnaldo Grosman, publicado na última edição do ALEF (acesse): “Nada do que ele escreveu contestou o que eu disse. Só que eu tenho uma visão jornalística e realista, enquanto ele tem uma visão de empresário e de participante da comunidade de Lisboa. Minha visão é isenta. Não faço parte e posso dizer o que se passa sem nenhum outro interesse. Tenho vários amigos brasileiros judeus que conheci por acaso em diversos ambientes, que ele nem conhece e que consolidam a minha visão sobre a comunidade de Lisboa: não somos absorvidos. Depois da entrevista do ALEF, recebi ligações de outros judeus cariocas em Portugal que concordaram inteiramente comigo e querem me conhecer. Não há comunidade organizada, não há organizações sionistas, não há federações e as comunidades das várias cidades não se dão bem, e nem querem isso. Entrevistei representantes das outras comunidades, tenho as gravações, e recebi estas informações: não há interesse em entrosamento. Os grandes empresários judeus citados não se interessam pela meia dúzia de judeus daqui. Contactei várias vezes o Medina e nem ele nem a Roberta quiseram vir ao Maccabi falar com a comunidade…
    No primeiro Yom Kipur que passei em Portugal, eu havia acabado de chegar e o novo rabino da comunidade também. Não foi permitido ao rabino - contratado pela própria comunidade de Lisboa - rezar na Bimá! Quem entende isso? O Maccabi, que funciona na casa que o Arnaldo, empresário do ramo imobiliário encontrou e defendeu que fosse comprada, não existe como clube social. Aqui não há o costume de ir lá para se encontrar, não funciona aos sábados, apesar das pessoas não serem religiosas. O clube fecha nas férias… Quem procura uma forma mais intensa de religião se dirige ao Lubavitch e as pessoas de fora procuram por uma forma mais intensa. A paulista Sonia Bernfeld, citada por ele, é minha vizinha e amiga, se cansa e se esforça individualmente para fazer tudo pela sinagoga, pela comunidade e pelo próprio Maccabi, mas nunca recebeu incentivo nem agradecimento de ninguém.
    Não partilho da visão sobre São Paulo e Rio que o empreendedor Arnaldo tem. A situação no Brasil é séria, difícil, e para qualquer um que não seja empresário do ramo imobiliário como ele, ou empresário de outro ramo, é hora de procurar estudo sério e qualificação profissional em outro lado. Faculdades renomadas com meses de greve, jovens se formando com mandato na justiça, falta de emprego, instituições como a Petrobrás no caos, dólar disparado, política incerta, insegurança total e violência em alto grau não são cenário otimista. Meu marido esteve três dias em um congresso em São Paulo, foi abordado por 8 pivetes no aeroporto de Congonhas e “salvo” pelos seguranças do local. A coordenação do congresso mandou um carro blindado para busca-lo e levá-lo ao aeroporto. Isso choca muito um europeu. Além disso, no nosso último dia no Rio, aquele arrastão que veio desde a praia de Ipanema passou na porta da minha casa 15 minutos antes que eu desse de cara com eles… Para minha tristeza o Rio definitivamente NÃO continua lindo… E, nos grandes eventos, o público internacional vai ver exatamente o que eu vi: um Rio degradado, caótico e violento”.


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    Opinião da portuguesa Esther MuznikO número de judeus em Portugal é muito pequeno. É difícil quantificar precisamente, dado que o universo judaico em Portugal ultrapassa o comunitário, ou seja, o número de pessoas inscritas nas comunidades. Para vos dar apenas um exemplo, o nosso movimento Dor Hadash da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) é frequentado por crianças judias cujos pais não se encontram todos inscritos na comunidade. Há também muitos judeus que se instalaram em Portugal e que não se inscrevem nas comunidades ou porque a sua estadia é temporária ou porque simplesmente não querem “pertencer”. No entanto, segundo o último Censo de 2011, o número de pessoas que se afirmaram como judias em Portugal é de 3061. Mais de um terço na região de Lisboa, os outros dois terços, maioritariamente no Norte e Centro do país.
    Tal como a maioria das estatísticas, estas também são falíveis: em primeiro lugar porque a resposta à pergunta sobre identidade religiosa é voluntária e não obrigatória, em segundo lugar porque há muitas pessoas atualmente em Portugal que se afirmam como judias, que se apresentam como judias, que se “sentem” judias mas, segundo a lei judaica - é judeu quem é filho de mãe judia ou quem se converteu ao judaísmo – não o são.
    A comunidade judaica em Portugal - Há três pequenas comunidades em Portugal: a de Lisboa, que é a maior e mais organizada, com cerca de 600 pessoas; a de Belmonte, com aproximadamente 200, e a do Porto, com 50. Há também um grupo de judeus no Algarve que tem crescido. Falando sobre a de Lisboa que represento, é uma comunidade com 200 anos de existência pós-inquisição, com uma sinagoga inaugurada em 1904 e reconhecida juridicamente pelo governo republicano em 1912. Para além da Sinagoga, existe o Clube Macabi, onde se reúne, todos os domingos, o movimento Dor Hadash, com cerca de 50 crianças, e o Departamento de Educação Judaica, onde diariamente são realizados aulas de hebraico e de bases do judaísmo. Importante destacar que grande parte dos que frequentam estes cursos não são judeus, o que parece desmentir a ideia veiculada do “fechamento” da nossa comunidade… Também temos na comunidade de Lisboa um excelente relacionamento com as autoridades; estamos representados na Comissão Nacional de Liberdade Religiosa e na Comissão de Tempos de Emissão das confissões religiosas, com as quais temos muito boas relações. Também cooperamos estreitamente com a Embaixada de Israel. Além disso, existem dois cemitérios judaicos administrados pela comunidade, um “histórico”, de 1815, e o outro adquirido em 1865 e desde então em vigor, onde atua a Chevrá Kadishá, composta por membros da CIL, todos voluntários. Também existe o mikvé, preparação de bar e bat-mitzvot, enfim, o que é necessário para a prática do judaísmo.
    Sobre a receptividade com brasileiros - A Comunidade Israelita de Lisboa (não falo pelas outras) é muito receptiva aos judeus brasileiros porque de uma forma geral têm um forte espírito judaico e dão excelente contribuição. Temos no nosso seio várias famílias vindas do Brasil, vários membros da nossa direção são brasileiros, o diretor-executivo da nossa comunidade é brasileiro, o presidente e fundador do Macabi era até agora um brasileiro. Os judeus brasileiros são muito bem-vindos desde que queiram colaborar conosco, com amizade e sem paternalismos. Claro que, como em todas as comunidades, há problemas pessoais, pessoas mais fechadas, ideias diferentes, mas tudo isso faz parte. Do ponto de vista judaico, não é fácil sobreviver em comunidades tão pequenas e não pretendo dar a ideia de que vivemos no melhor dos mundos. Temos problemas sérios de assimilação, desinteresse e afastamento de membros, problemas financeiros e outros nada fáceis de resolver. Problemas para os quais é indispensável o espirito participativo, colaborativo e desinteressado de todos os membros e amigos.
    Antissemitismo em Portugal - Não podemos dizer que haja antissemitismo organizado ou violento. Persistem, no entanto, estereótipos antijudaicos de origem cristã medieval que atuam na cabeça das pessoas: o judeu é rico, explorador… Além disso, o sentimento antissionista presente na extrema esquerda acaba por recair em cima de nós. Mas pode-se dizer que a população de uma forma geral não tem sentimentos antissemitas nem anti-Israel.


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    Nacionalidade para
    sefaraditas de
    origem portuguesa



    Sinagoga do Porto
     
     
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  • 10/09/15--06:52: CARTA MAIOR




  • Boletim Carta Maior - 07 de Outubro de 2015

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  • 10/09/15--06:56: ESCLARECENDO
  • Eu não vou parar nunca NUNCA. Só morto. 

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    Ao assistirmos os noticiários, ao lermos jornais e revistas, a sensação que temos é que estourou uma onda mundial de estupros, pedofilia, violência sexual ilimitada...Entretanto, creio que – desse assunto – devemos fazer outras leituras. Primeiro, não acredito na onda, na bolha. O que acontece de diferente é apenas a maior publicidade; na medida em que um caso vaza, este entusiasma o outro a vazar. O que antes era reprimido, com a divulgação, agora está vindo à tona. Existe – sim – de concreto, afora a divulgação e o destaque midiático, uma ruptura com a barreira da vergonha. Assim, o encorajamento à denúncia, é reforçado pela explosão dos sucessivos relatos que eclodem. A cadeia e a teia de divulgação que se geram é apenas conseqüência de uma após a outra.

    A conclusão malfada a que a sociedade poderia chegar, se quisesse ser realista em suas leituras acerca desses fatos sociais, é que tais práticas - historicamente - existiram e nada é recente, nada é atual. Atualmente, de concreto, existe o incentivo de algumas pessoas que se debatem contra tais comportamentos e a recepção da mídia que divulga tudo. Quer dizer, quase tudo.

    Então, a reflexão precisa ser outra. O ser humano ao mergulhar no submundo da concupiscência carnal, ao dar vazão aos seus instintos mais bárbaros e cruéis, como violentar e assassinar uma criança, estuprar e currar meninas e meninos em tenra idade, abdica de sua condição humana e incorpora a condição de monstro? Seus impulsos e a força bárbara dessa crueldade advém de onde? Os sucessivos casos de incestos são produtos de mentes doentias? Onde está o limite que separa a normalidade da anormalidade?

    Eu sou pessimista nisso tudo. Acho que o pacifismo da alma – aquele que implica em auto controle dos instintos e domínio cru das situações, é a exceção, em se tratando da nossa espécie. A regra, é que somos irracionais, nossos limites entre a razão e a loucura são tênues, normalidade e anormalidade ficam no mesmo caminho e a dominação dos instintos geralmente não obedece aos controles racionais. Id, ego e supergo, questões de mecanismos de controle, domínio ou não dos impulso, são apenas teorização esquemáticas do plano teórico freudiano, que servem – quando muito – para explicar a emergência das pulsões e o nossos descontroles.

    Se focarmos nossa análise lá no Holoceno, quiçá no Pleistoceno, e adentramos na História, encontrando o Homem ultra-refinado da era pós-moderna, veremos que em nada mudaram os impulsos e os desejos. Pode-se até dizer que a ação das entidades que ditam regras éticas e morais, principalmente o peso das religiões, teve papel importante no controle dessa onda. Ninguém duvida, aliás, que são essas instâncias morais, as mais eficazes da domesticação da violência e no refinamento dos instintos.

    Entretanto, existe um erro cruel nisso tudo, que é querer que o ser humano assuma um papel metafísico, abstrato, renunciando aos seus próprios instintos, como se apenas a força subjetiva de uma instância moral pudesse anular a pressão das pulsões que emergem nas almas. E pulsões, leia-se, engloba tudo em termos de emergência da violência que todos temos dentro de nós. Seja essa violência ativa ou reativa, sexual ou não. Ou a violência institucional das guerras entre Estados onde legitimidade para matar e dar  vazão aos instintos mais cruéis encontra vazão na própria razão de ser do Estado nacional.

    As instâncias morais da atualidade estão em profunda crise, especialmente pelo descrédito do cinismo gerado pelas instituições religiosas, dos mais diferentes comportamentos de padres pedófilos, ao bispo Lugo e sua atração por meninas camponesas indefesas e miseráveis, passando pelo recente escândalo que emergiu nas escolas católicas irlandesas, onde o pavor das depravações, abusos sexuais, violências, nos remetem às cenas do clássico SALÓ, 120 DIAS DE SODOMA.

    Aliás, a leitura bem depurada desse filme, arremete-nos a uma outra grande questão da emergência carnal. É a atração mórdida pelo novo, pela pureza da carne, pelo sangue virgem, pela inocência. O filme mostra que os personagens clérigos, políticos fascistas e senhores do poder, dispostos a levar avante sua busca no prazer e afrontar os limites do desejo, evoluíam nas sessões de estupros, de moças a garotinhas, dessas, a crianças, de recém nascidos ao cruel estupro de um feto arrancado da barriga da mãe. Apesar da estilização cinematográfica, o exemplo sintetiza bem que a busca pelo prazer pode não ter limites, derivando facilmente para o crime.

    Tenho sustentado que a emergência dessa onda que gera pavor e assusta, é apenas produto da mídia, posto que se os fatos não fossem explorados, não se tornariam do conhecimento do grande público. Se – daqui uns anos – os defensores dos animais partirem para campanhas mais sofisticadas de combate a violência sexual contra os animais, a sociedade reagiria escandalizada ao descobrir que a zoofilia é parte dos costumes sexuais do nosso quotidiano. Todos sabem que homens e mulheres transam com animais, só que todos consentimos, convivemos com isso como uma espécie de lado obscuro aceitável do gênero humano.

    Sou céptico, sou descrente e sou pessimista...sou realista. O homem é filho do homem, tudo em nós, amores, paixões, violências, crimes, tudo são apêndices de nossas almas. Em cada situação, em cada contexto atípico e singularizado, acontece a emergência de uma explosão diferente, seja ela de violência física, sexual, ou seja a manifestação que for. Os estupros coletivos, quando envolvem guerras, são bem conhecidos, tão remotos e tão recente, da Bósnia as mulheres alemães estupradas pelos russos. Apenas existe um canal institucional que os Estados conferem aos criminosos para esconderem seus atos mais bárbaros embaixo do manto da identidade nacional. Da Bósnia a Alemanha, da Coréia ao Vietnã, dos estupros de índias e negras escravas em nosso solo, tudo são práticas derivadas dos instintos e legitimadas pela dominação.

    Quanto aos desejos violentos de pais contra filhas, de homens e mulheres contra crianças, quanto ao desejo de atração por carne nova, quanto aos impulsos de atrações homoeróticas, zoofílicas, pigmalionistas, necrófilos, ... tudo, tudo, tudo, acreditem, integram o rol das pulsões humanas e convivem bem ao nosso lado, dentro de nossos lares, no meio de nossa sociedade. Por quê? Simples, primeiro porque os segredos das mentes são indevassáveis e, segundo, porque as pulsões emergem justamente porque elas habitam nossas almas e integram nossos espíritos. É claro, editem o contraditório, sugiram teorias psicanalíticas, teoria isso, teoria aquilo. Mas nenhuma teoria conseguirá aplacar a emergência do que é parte da alma humana: a violência. O desejo de morte, quem consegue controlar o desejo de matar alguém depois de amadurecido em sua consciência?

    É possível reprimi-la, sim, é possível. Tanto que reconheço a força e o peso das instâncias morais e o respaldo em valores éticos. Mas é só. O resto é tudo humano, demasiadamente humano. Se compreendermos isso, ta feito um grande avanço em termos sociais.

    Do contrário, o cinismo grassará e continuará fazendo escola. A grande questão que se coloca é a domesticação dos instintos e a busca de uma civilização mais pacifista. E essa não será encontrada numa sociedade centrada no marketing e na publicidade, onde o apelo ao nudismo, ao sexo, estão no epicentro de tudo. A mulher, não é apresentada por suas virtudes possíveis, como o amor; mulher vale pelas ancas, pelas bundas, pelos seios, pela banalização da mulher melancia, mulher isso e mulher aquilo. Os canais de televisão, concessão pública, fazem shows com prostitutas contando com quantos homens transaram, se o fulano gosta de sexo oral, se o beltrano pega por trás, se o cicrano é mais pegador. Ora, o que é isso? Se já convivemos com esse problema cruel de emergência dos instintos, a falência das instâncias morais e ainda temos um incentivo institucional na TV, na propaganda e no marketing. Depois, não adianta falar em monstros, os monstros somos todos nós, seja por ação, seja por omissão, como omissos somos todos frente à banalização da violência e do papel da mulher, por exemplo.


    O culto ao puro, o sangue das virgens, a exploração da ingenuidade infantil, tudo continuará habitando nossos lares, nossas casas e nossas sociedades. O vampirismo é algo muito mais sério e complexo do que as estilizações pitorescas dos dentes do conde. Urgem reflexões. Leituras, são piadas. Ninguém lê, somos uma sociedade tão bestializada quanto imbecibilizada. O exemplos dos estupros coletivos na ÍNDIA, Afeganistão e Paquistão,  deveriam envergonhar a humanidade e exigir uma ação mais eficiente da ONU e dos organismos internacionais. 

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    70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido

    • 8 maio 2015
    Reuters
    Image captionA estátua do soldado do Exército Vermelho presta homenagem aos soldados soviéticos mortos na tomada de Berlim, no fim da Segunda Guerra Mundial
    O papel da União Soviética na derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, há 70 anos, é visto como uma das grandes glórias da história recente da Rússia e de seu passado comunista.
    Mas existe um lado sombrio e pouco conhecido nessa história: os estupros em massa cometidos no final da guerra por soldados soviéticos contra mulheres alemãs.
    Alguns leitores poderão achar esta história perturbadora.
    O sol se põe sobre o Treptower Park, nos arredores de Berlim, e eu observo uma estátua que faz um desenho dramático contra o horizonte. Com 12 metros de altura, ela mostra um soldado soviético segurando uma espada numa mão e uma menina alemã na outra, pisando sobre uma suástica quebrada.
    A estátua marca um lugar onde estão enterrados 5 mil dos 80 mil soldados do Exército Vermelho mortos na Batalha por Berlim entre 16 de abril e 2 de maio de 1945.
    A proporção colossal do monumento reflete o sacrifício destes soldados. No entanto, para alguns, a estátua poderia ser chamada de Túmulo do Estuprador Desconhecido.
    Existem registros de que os soldados de Stálin atacaram um número bastante alto de mulheres na Alemanha e, em particular, na capital alemã, mas isto era raramente mencionado no país depois da guerra e o assunto ainda é tabu na Rússia de hoje.
    A imprensa russa rejeita o tema regularmente e diz tratar-se de um "mito espalhado pelo Ocidente".

    Diário de um tenente

    Uma das muitas fontes de informação sobre estes estupros é o diário mantido por um jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, um tenente vindo da região central da Ucrânia, que, de 1941 ao fim da Guerra, pôs no papel seus relatos, apesar de os soviéticos terem proibido diários de militares.
    Foto: Arquivo Vitaly Gelfand
    Image captionDiario de Vladimir Gelfand traz revelações polêmicas sobre conduta de soldados soviéticos
    Vitaly Gelfand
    Image captionGelfand descreveu em seu diário como andou de bicicleta pela primeira vez em Berlim
    Os manuscritos – que nunca foram publicados – mostram como a situação era difícil nos batalhões: alimentação pobre, piolhos, antissemitismo e soldados roubando botas uns dos outros.
    Em fevereiro de 1945, Gelfand estava perto da represa do rio Oder, preparando-se para a entrada em Berlim. Em seu diário, ele descreve como seus camaradas cercaram e dominaram um batalhão de mulheres militares.
    "As alemãs capturadas disseram que estavam vingando seus maridos mortos. Elas devem ser destruídas sem piedade. Nossos soldados sugeriram esfaqueamento das genitais, mas eu apenas as executaria", escreveu.
    Uma das passagens mais reveladoras do diário de Gelfand é a do dia 25 de abril, quando ele narra a chegada a Berlim. Ele estava andando de bicicleta perto do rio Spree, a primeira vez que andou de bicicleta, quando cruzou com um grupo de mulheres alemãs carregando malas e pacotes. Em seu alemão ruim, ele perguntou para onde estavam indo e a razão de terem saído de casa.
    "Com horror em seus rostos, elas me disseram o que tinha acontecido na primeira noite da chegada do Exército Vermelho", escreveu.
    "'Eles cutucaram aqui a noite toda', explicou a bela garota alemã, levantando a saia. 'Eles eram velhos, alguns estavam cobertos de espinhas e todos eles montaram em mim e me cutucaram – não menos do que 20 homens'. Ela começou a chorar."
    "'Eles estupraram minha filha na minha frente e eles ainda podem voltar e estuprá-la de novo', disse a pobre mãe. Este pensamento deixou todas aterrorizadas."
    "'Fique aqui', a garota, de repente, se atirou em cima de mim, 'durma comigo! Você pode fazer o que quiser comigo, mas só você!'"

    Proibição

    Àquela altura, já se sabia de horrores cometidos por soldados alemães na invasão da União Soviética. O próprio Gelfand tinha ouvido essas histórias.
    "Ele passou por tantos vilarejos nos quais os nazistas tinham matado todos, mesmo crianças pequenas. E ele viu provas de estupro", disse o filho do soldado, Vitaly Gelfand.
    As Forças Armadas alemãs estavam longe da imagem de força disciplinada "ariana" que não se interessaria em ter relações sexuais com Untermenschen(povos inferiores, em alemão).
    Tanto que, segundo Oleg Budnitsky, historiador da Escola Superior de Economia de Moscou, os comandantes nazistas, preocupados com o alto número de doenças venéreas entre seus soldados, estabeleceram uma cadeia de bordéis militares nos territórios ocupados.
    É difícil encontrar provas de como os soldados alemães tratavam as mulheres russas, muitas vítimas não sobreviveram. Mas no Museu Alemão-Russo de Berlim, o diretor, Jorg Morre, mostra uma foto feita na Crimeia, parte do álbum pessoal de um soldado alemão, feito durante a guerra.
    Foto: Dorothy Feaver
    Image captionRelatos revelam estupro de mulheres russas por alemães e de mulheres alemãs por russos
    Foto: Dorothy Feaver
    Image captionSoldados e oficiais não podiam escrever diários, pois eles eram considerados uma ameaça à segurança
    Na imagem, o cadáver de uma mulher é visto no chão.
    "Parece que ela foi morta no estupro ou após o estupro. A saia está puxada para cima e as mãos estão na frente do rosto. É uma foto chocante. Tivemos discussões no museu sobre se deveríamos mostras as fotos – isto é guerra, isto é violência sexual sob a política alemã na União Soviética. Estamos mostrando a guerra. Não falando sobre, mas mostrando", disse.
    Enquanto o Exército Vermelho avançava, cartazes estimulavam os soldados soviéticos a mostrarem sua raiva: "Soldado: Você agora está em solo alemão. A hora da vingança chegou!".

    Pesquisa

    Museu Alemão-Russo
    Image captionOs soldados soviéticos também distribuíram alimentos para os moradores de Berlim
    Enquanto pesquisava para o livro que lançou em 2002 sobre a queda de Berlim, o historiador Antony Beevor encontrou, no arquivo estatal da Federação Russa, documentos que detalham a violência sexual. Eles tinham sido enviados pela então polícia secreta, a NKVD, para o chefe desta polícia, Lavrentiy Beria, no final de 1944.
    "Eles foram passados para Stálin. Você pode até ver se eles foram lidos ou não – e eles relatam estupros em massa no leste da Prússia e a forma como as mulheres alemãs tentavam matar os filhos e se matar, para evitar os estupros", disse.
    Outro diário escrito durante a guerra, deste vez o da noiva de um soldado alemão ausente, mostra que algumas mulheres se adaptaram a estas circunstâncias horríveis para tentar sobreviver.
    O diário, anônimo, começou a ser escrito no dia 20 de abril de 1945, dez dias antes do suicídio de Hitler. Como no diário de Gelfand, a honestidade é brutal, o poder de observação é grande e há até demonstrações ocasionais de humor.
    Se descrevendo como uma "loira pálida que está sempre com o mesmo casaco de inverno", a autora do diário descreve a vida dos vizinhos no abrigo contra bombas logo abaixo do prédio de apartamentos onde ela morava em Berlim, incluindo "um jovem em calças cinzas e óculos de armação de chifre que, em uma observação mais atenta, é, na verdade, uma jovem", e três irmãs mais velhas, "espremidas, juntas, como um grande pudim".
    Enquanto aguardam a chegada do Exército Vermelho, elas fazem piada dizendo "melhor um russo em cima do que um ianque sobre nossas cabeças". Estupro é considerado melhor do que ser pulverizada por bombas. Mas quando os soldados chegam ao porão onde elas moram, as mulheres imploram para a autora do diário usar suas habilidades no idioma russo para reclamar ao comando soviético.
    Ela consegue encontrar um oficial no ambiente caótico da cidade, mas ele não toma providência alguma, apesar do decreto de Stálin proibindo a violência contra civis. "Vai acontecer de qualquer jeito", diz.
    Ao tentar voltar para seu apartamento, a autora do diário é estuprada no corredor e quase estrangulada; as mulheres que vivem no porão não abrem as portas durante o estupro, apenas depois que tudo acaba.
    Getty
    Image captionEm meio às ruínas de Berlim e para evitar estupros coletivos, muitas alemãs fizeram acordos com altos oficiais soviéticos
    "Minhas meias estão caídas em cima dos meus sapatos, ainda estou segurando o que sobrou da minha cinta-liga. Começo a gritar 'Suas porcas! Eles me estupraram duas vezes aqui e vocês me deixaram largada como lixo!'"
    Com o passar do tempo, ela percebe que precisa achar um "lobo-chefe" que ponha fim aos estupros da "alcateia". A relação entre agressor e vítima fica menos violenta, mais ambígua. Ela divide a cama com um oficial mais importante, vindo de Leningrado, com quem ela conversa sobre literatura e o sentido da vida.
    "Não posso falar, de maneira nenhuma, que o major está me estuprando. Estou fazendo isto por bacon, manteiga, açúcar, velas, carne enlatada.... Além do mais, gosto do major e, quanto menos ele quer de mim como homem, mais gosto dele como pessoa", escreveu.
    Muitas de suas vizinhas fizeram acordos parecidos com os conquistadores.
    Este diário só foi publicado em 1959, depois da morte da autora, com o título Uma Mulher em Berlim, e foi criticado por "macular a honra das mulheres alemãs".

    Filme

    Foto: Dorothy Feaver
    Image captionIngeborg Bullert hoje vive em Hamburgo e nunca falou sobre quando foi estuprada por soviéticos
    Foto: arquivo pessoal
    Image captionCom 20 anos na época, Ingeborg foi violentada quando voltava para o apartamento em Berlim
    Setenta anos depois do fim da guerra, pesquisas ainda revelam a dimensão da violência sexual sofrida pelas alemãs nas mãos não apenas dos soviéticos, mas também de americanos, dos britânicos e dos franceses.
    Em 2008, o diário da berlinense foi transformado em um filme, chamado deAnonyma, com uma atriz alemã conhecida, Nina Hoss. O filme teve um efeito catártico na Alemanha e estimulou muitas mulheres a falarem sobre suas experiências.
    Entre elas estava Ingeborg Bullert, hoje com 90 anos. Ela mora em Hamburgo, no norte da Alemanha. Em 1945, ela tinha 20 anos, sonhava em ser atriz e vivia com a mãe em Berlim.
    Quando o ataque soviético começou, ela se refugiou no porão do prédio – assim como a mulher no diário.
    "De repente havia tanques em nossa rua e, em toda parte, corpos de soldados russos e alemães", disse.
    Durante uma pausa nos ataques aéreos, Ingeborg saiu do porão para pegar um pedaço de fio no apartamento, para montar um pavio para uma lâmpada.
    "De repente, havia dois soldados soviéticos apontando revólveres para mim. Um deles me obrigou a me expor e me estuprou, então eles trocaram de lugar e o outro me estuprou. Pensei que ia morrer, que eles iam me matar."
    Ingeborg passou décadas sem falar sobre o crime.
    Os estupros afetaram mulheres em toda Berlim. Ingeborg lembra que as mulheres entre 15 e 55 anos tinham que fazer exames para doenças sexualmente transmissíveis.
    "Você precisava do atestado médico para conseguir os cupons de comida e lembro que todos os médicos faziam estes atestados e que as salas de espera estavam cheias de mulheres."

    Número

    Vitaly Gelfand
    Image captionVitaly Gelfand, filho de Vladimir, luta para ter diário do pai publicado na Rússia
    Ninguém sabe exatamente quantas mulheres foram vítimas de violência sexual de combatentes estrangeiros na Alemanha. O número mais citado estima em 100 mil as mulheres estupradas apenas em Berlim – e em dois milhões no território alemão.
    Há documentos que expõem um alto número de pedidos de aborto – contra a lei na época –, devido à "situação especial".
    É provável que nunca se saiba o número real. Tribunais militares soviéticos e outras fontes continuam secretas.
    O Parlamento russo aprovou recentemente uma lei que afirma que qualquer pessoa que deprecie a história da Rússia na Segunda Guerra Mundial pode ter que pagar multas ou ser preso por até cinco anos.
    Uma jovem historiadora da Universidade de Humanidades de Moscou, Vera Dubina, só descobriu sobre os estupros depois de ir para Berlim devido a uma bolsa de estudos. Ela escreveu um estudo sobre o assunto, mas enfrentou dificuldades para publicá-lo.
    Vitaly Gelfand, filho do autor do diário, Vladimir Gelfand, não nega que muitos soldados soviéticos demonstraram bravura e sacrifício durante a guerra, mas, segundo ele, esta não é a única história.
    Getty
    Image captionRússia aprovou nova lei para evitar difamação de soldados soviéticos
    Recentemente, Vitaly deu uma entrevista em uma rádio russa que desencadeou uma onda de "trollagem" antissemita em redes sociais. Muitos disseram que o diário é falso e que Vitaly deveria emigrar para Israel.
    Mesmo assim, Vitaly espera que o diário seja publicado na Rússia ainda neste ano. Partes dele já foram traduzidas para o alemão e para o sueco.
    "Se as pessoas não querem saber a verdade, estão apenas se iludindo. O mundo todo entende (que ocorreram estupros), a Rússia entende e as pessoas por trás das novas leis sobre difamar o passado, até elas entendem. Não podemos avançar sem olhar para o passado", disse.

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    Todos tomaram conhecimento, essa semana, de um Estudo sobre a família SOARES DE LIMA , a partir do livro de José Élvio Simões. Trata-se de uma família da Bandeirantes, paulistas, que compraram terras na região do Rincão dos Soares e ali se estabeleceram. Para a pessoa que me me desmentiu, aí está minha certidão, LEODINA SOARES DE LIMA é minha avó e minha certidão original de 13 de agosto é prova irrefutável. Desmintam agora. Todos os registros da associação de brasileira de judeus perseguidos da inquisição citam o nome dela e da família Lima. O certo, e nisso concordo com o livro de Simões, que somos todos paulistas. imagino que de uma família violenta, mas isso é outra história. O próprio autor do livro deixa isso claro.Minha mãe morreu em 2003, aos 83 anos, lá se vão 96 anos, e Dona Leodina foi mãe aos 32 anos, são 128 anos passado. As datas coincidem integralmente. 

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    HISTÓRIA E VERDADE DOCUMENTANDA NÃO DE DESMANCHAM COM CONVERSAS 

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  • 10/11/15--14:53: FECOARTI
  • Burrice asnal é coisa de gente fina. Bastava consultar o clima tempo e até as crianças sabiam da quantidade de chuva que se abateria sobre nossa cidade e região nesse final de semana. Ignorar os recursos tecnológicos da meteorologia, em plena era da telemática, da rebotócica e dessa quantidade de satélites em cima de nossas cabeças, pelo amor de Deus, rasguem esse epíteto CIDADE EDUCADORA. 

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  • 10/11/15--21:39: Vai ter virada
  • Depois de um dia maravilhoso, eu e minha namorada fomos até o culto, onde ganhei esse livro com o proposital título: vai ter virada. Eu sei que será no Tribunal de Justiça. 



    Hoje é o dia da criança e eu sequer posso ligar para minha filha. Mas vai dar virada. Estamos orando nesse sentido, nossa articulação é forte e espiritual. Que saudades de minha filhinha. A virada será no Tribunal de Justiça. 

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    Sem emitir juízos de caráter teológico, apenas faço uma constatação sociológica, foi criado em Santiago um fato social e religioso de caráter totalmente complexo.

    O Pastor Cláudio Cardoso, é por demais conhecido da cidade e região, juntamente com seu corpo teológico de diáconos e pastores, inaugurou o maior a mais suntuoso prédio evangélico de Santiago, fato que sempre dei cobertura de forma altamente respeitosa e valorativa do trabalho. 

    Entretanto, o Bispo David, da Igreja do Evangelho Quadrangular, exatamente de onde Cláudio Cardoso saiu com os seus para criarem a Igreja Missionária, alugou uma enorme garagem em frente a Igreja de Cláudio e ontem fez seu primeiro culto. 

    O que eu tenho a dizer é que está formada uma salutar disputa pelas almas, agora, opinião minha, esse Bispo David é um homem poderoso, tem uma erudição completamente anormal, tal é seu preparo, consegue operar milagres que deixa um leigo de boca aberta. Ele passa a mão em fileira nas pessoas, a quem supostamente estão possuídas pelo demônio, e essas caem em massa, em fileira mesmo, algo perturbador de se assistir, tal é a força de seus milagres. Ademais, ele próprio anuncia operações espirituais, curas divinas, extirpação de cânceres na hora, sei lá, é algo - teologicamente falando - complexo. Bispo David conhece os segredos da Cabala, domina a Toráh como poucos, o homem é um fenômeno. Conhece o hebreu antigo, os manuscritos do mar morto, conhece os essênios (origem da tribo de Jesus) e como teólogo conhece até os segredos de alta magia.  

    Agora, o que ele quis ao estabelecer-se exatamente na frente da Igreja de Cláudio, isso é um segredo que ele jamais vai revelar, mas que ele tem um plano, isso ele tem.  

    ==

    Por fim, eu a minha namorada fomos até o culto da Igreja Missionária, ontem. Não sabíamos da mudança dos horários. O senhor que nos atendeu na Porta apenas disse que a Igreja está fechada, não nos convidou para entrar, mesmo que ao longo percebêssemos que o Pastor e todos estava lá na frente. Na verdade fomos barrados, na chuva, com uma criança,  e minha namorada é uma pessoa sabidamente culta, uma mulher erudita, me disse: bá, que recepção, ele poderia ao menos ter nos permitido saído da chuva. Ela queria pedir uma oração ao Pastor Cláudio devido a um problema de saúde. Apenas isso.   

    Se nós soubéssemos da mudança de horário jamais teríamos cometido esse deslize. Mas sempre fomos nos cultos e esses eram as 19 h e 30 mim. Eu que sou jornalista e recebo release das Igrejas, nunca recebi um aviso. 



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    ISABEL CLEMENTE- REVISTA ÉPOCA

    Crianças na fogueira do divórcio

    Em livro infantil, a advogada Alexandra Ullmann narra histórias verídicas de um sofrimento sem fim: alienação parental.


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    Advogada especializada em Direito de Família, Alexandra Ullmann acompanha, há dez anos, histórias de divórcios que não caminham bem. Sem acordo, viram uma batalha e os filhos, armas a serem manipuladas. Carioca, mãe de uma moça de 21 anos, divorciada e amiga do ex-marido e sua atual companheira, Alexandra lança, no dia 3 de março, no Rio, um livro infantil em que retrata, com belas ilustrações de Gregório Medeiros, as angústias contadas por crianças vítimas da disputa dos pais. Em Tudo em dobro ou pela metade (Cassará Editora), a voz infantil ganha força e recorre à imaginação para encenar, num teatrinho, a mensagem perfeita para uma família que se dividiu: no coração de uma criança cabe tudo em dobro. Crueldade é exigir que ela fique só com metade. Formada também em Psicologia, a advogada conversou sobre o tema do livro. Seguem os principais trechos.
    A advogada Alexandra Ullmann: ""O ódio do casal se transforma na lenha da fogueira em que o filho vai arder". (Foto: Divulgação)
    ÉPOCA – Crianças sempre sofrem no divórcio dos pais?
    Alexandra Ullmann
     – Lidamos com muitos litígios. Raros são os casos de acordo consensual e as crianças sempre sofrem. Os pais, na grande maioria dos litígios, não poupam as crianças. Acham que a dor vai passar, que elas vão esquecer, ou pior, que elas têm que conhecer os defeitos do pai e da mãe. São frases muito comuns. Comecei a ver que não adiantava aconselhar, sugerir terapia, algo que a maioria até faz, porque, no fundo, essas pessoas não conseguem elaborar de forma racional a separação, sobretudo quando há briga, traição e partilha de bens. Num litígio, até os mais sensatos perdem a sensatez. Eu costumo chamar a família para um papo e escutar a criança, que sempre fala claramente o que acontece. O livro traz exemplos da realidade. As crianças dizem assim "meus pais acham que eu não sei de nada. Eu prefiro mentir para minha mãe dizendo que é ruim ficar com meu pai". Eu aviso ao pai e à mãe que a criança, para sobreviver, é obrigada a viver numa mentira. Uma criança me disse certa vez que o pai tirava o chip do celular para a mãe não poder telefonar quando ele estava com ela (essa história está no livro). Ouvi aqui o relato de um pai que recebeu o telefonema da filha de sete anos perguntando se ele tinha postado o vídeo da apresentação do balé dela e quantos likes o vídeo tinha recebido. A conversa acabou mas, como a menina não desligou o telefone, ele ouviu o diálogo que se seguiu com a mãe dizendo para a criança "tá vendo como seu pai não tem amigos? Ninguém gosta dele."
    ÉPOCA – A criança é a maior vítima da alienação. Ela pode fazer algo para estancar esse processo?
    Alexandra – Algumas crianças conseguem. Uma juíza do Mato Grosso me contou um lance que me emocionou. Ela leu o livro para uma menina que estava desesperada durante uma audiência. A menina foi se acalmando e disse "tia, eu achava que era só eu que passava por isso". Conheço um caso de alienação grave, que começou quando os gêmeos tinham seis meses. Aos seis, o menino não falava com o pai. Hoje, aos 12, numa nova tentativa da mãe de reduzir o tempo das crianças com o pai, o menino colocou de forma bem direta: "Minha mãe fala mal do meu pai o tempo inteiro, e ela quer que eu faça isso, mas não dá, não vou falar mal do meu pai porque gosto dele." Firme assim. Mas tem criança que não suporta a pressão, e aí a história fica triste demais. Teve criança que tentou se matar com uma facada na barriga aos sete e, aos 12, ameaçou pular do parapeito. Isso aconteceu numa família abastada, em que os pais não se entendem. Outra criança, de 12 anos, cortou os pulsos. Perdi muita a fé em tudo. Lido com o pior do ser humano todos os dias, são pessoas que não se importam com uma criança. O bullying é um tema que vem se popularizando no ambiente escolar. A alienação parental, não.
    ÉPOCA – As escolas estão preparadas para tratar do assunto?
    Alexandra – A maioria das escolas não está preparada para lidar com essas questões. São poucas as que promovem debates sobre esse assunto. Há mais de cinco anos, falo com os pais sobre responsabilidade civil pelos atos dos filhos e com a garotada também. Com esse livro, minha ideia é montar uma peça para levar às escolas porque a mensagem principal é para os pais mesmo. Além do mais, a nova lei da guarda compartilhada, aprovada em dezembro, prevê multa para todo estabelecimento, público e privado, que não fornecer aos genitores - independentemente de quem tem a guarda - informações sobre o filho. A grande maioria das escolas desconhece isso porque a lei é muito nova ainda.
    Tudo em Dobro - ou pela metade? (Foto: Divulgação)
    ÉPOCA – Como a senhora lida com clientes que incidem em alienação parental?
    Alexandra – Se eu perceber que há alienação, não entro no processo. Eu me recuso. Mas se eu não souber e vir que meu cliente está fazendo isso, oriento porque muitos não percebem, fazem por raiva ou vingança, mas exijo "ou enquadra, ou eu não continuo". E já mandei vários embora.  Somos humanos, todos erramos, mas é preciso se dar conta do dano causado à criança. Existem inúmeros casais que alienam enquanto casais com aquela história do "seu pai não presta para nada" ou "sua mãe parece não gostar tanto de você assim". Quando vem a separação, aquela estrutura rui porque as pessoas não separam o casamento da parentalidade. Os casais que conseguem manter os filhos longe da separação certamente terão adolescentes mais tranquilos e adultos sem problema de relacionamento no futuro. Filho é 50% um e outro, ao anular a outra metade, o alienador está destruindo metade da origem de uma criança.
    ÉPOCA – O que o pai ou a mãe consciente, que não chantageia o filho, pode fazer para atenuar o sofrimento imposto pelo outro genitor?
    Alexandra – 
    É muito complicado. Tentamos mostrar ao juízo que a situação exige terapia e laudos que comprovem a alienação. O problema é que o tempo do Judiciário não é o tempo da criança. Para o alienador, quanto mais tempo demorar, melhor. E um advogado mal intencionado pode esticar um processo de um para dez anos.
    ÉPOCA – É possível dizer a partir de que idade a criança consegue romper com a manipulação?
    Alexandra – 
    Não dá. Depende do laço estabelecido antes entre o filho e o genitor alienado. Crianças muito pequenas com ótimos laços são menos esponjas. Outras passam a crer na mentira. É tão fácil implantar memórias em crianças. Elas repetem tudo, como se lembrassem de histórias que lhes foram contadas. Se o pai ou a mãe estabelecer alguma relação com uma ponta de verdade, basta. Acabou a verdade e ficou a mentira.

    ÉPOCA - Pessoas de fora do núcleo familiar, como avós, tios, amigos muito chegados, aprofundam a alienação?
    Alexandra – Na grande maioria dos litígios, acontece um apartheid dos amigos porque as partes entram numa de dizer "se você é amigo dele não pode ser meu". Não tem mais os "nossos amigos". O alienador busca respaldo, daí espalha que está ficando sem pensão, fala mal do ex-cônjuge, reclama, e o amigo acaba ficando com raiva também e começa a repetir isso. A alienação fora da esfera familiar é comum, e vem do entorno da criança.
    ÉPOCA - Como essas mesmas pessoas poderiam ajudar uma criança em conflito?
    Alexandra – Já teve avó me procurando para dizer que a filha está praticando alienação e não sabe mais o que fazer. A gente pode encaminhar para tratamento psicológico, chamar para conversas. Cabe aos amigos também chamar a pessoa à realidade, caso ela esteja cega pela raiva porque é bom avisar que, se for brigar na Justiça, vai acabar perdendo a guarda do filho. As pessoas perdem a noção. Tivemos um caso em que um pai acusou a mãe de praticar swing e que, por isso, ela não poderia ser uma boa mãe. Ele tinha fotos e estava no meio. Ué, ela não pode mas ele podia? Como é isso? O comportamento que era mútuo ou aceito vira combustível para a alienação. O ódio se transforma na lenha da fogueira em que o filho vai arder. E a criança queima, ciente de tudo que se passa.
    ÉPOCA - Alienação parental não é um fenômeno novo, sempre existiu, mas discutir o problema nos tribunais é recente, não?
    Alexandra – Quando o pai deixa de ser provedor e quer assumir o papel na educação do filho é que esse drama veio à tona. Não existe mais a visita do pai. A palavra é convivência.  É um entendimento arcaico partir do pressuposto de que a mãe é melhor.  Pessoas são pessoas, têm defeitos e qualidades. Pais querem conviver mais. Antes, eles pegavam as crianças limpas, levavam para passear e pronto. Devolviam. Hoje os pais querem dividir responsabilidades, participar das reuniões da escola, das decisões, pegar e levar, conviver.  Eles têm um papel. Pela ótica freudiana, o pai é o limite, é quem chega para mostrar ao filho que a mãe não é a extensão dele.
    ÉPOCA - A senhora consegue distinguir um perfil mais propenso a usar o filho como cabo de guerra?
    Alexandra –
     Não tem perfil, classe social, nada. Pessoas acima de qualquer suspeita piram igual a qualquer um. As pessoas estão cada vez mais difíceis de lidar. Há muita falsa acusação de abuso sexual, que é o último degrau da alienação. Existe claramente um caminho seguido por quase todos os acusadores. O pai ganha mais tempo com o filho, entra o pernoite, a mãe começa a dificultar esse encontro, aí surge uma namorada do pai, a mãe complica mais ainda a aproximação, daí o pai entra com uma ação para reconquistar o que está perdendo e, na resposta, a ex-mulher aparece com uma acusação de abuso sexual, alegando que era uma desconfiança antiga que aumentou com o tempo. Tenho um cliente que ficou uma semana detido acusado de abusar do próprio filho, sem prova alguma, com todos os laudos dando negativo. Bastou a palavra da ex-mulher. Há um ano não conseguimos nem convivência vigiada para ele ver o filho. O tempo passa e, à medida que ele perde nos pleitos, reforça a falsa memória implantada na criança com o discurso do "tá vendo? Tanto é verdade que o juiz não deixou mais você estar com ele".
    ÉPOCA - O que é mais difícil para um pai ou mãe que sofre alienação parental?
    Alexandra - Educar, dizer não. Eles acham que não podem mais contrariar os filhos, temendo que eles não queiram voltar. Eu digo que, até os 18 anos, a responsabilidade é dele sim, é o pai e a mãe que tomam decisões. O genitor alienado fica fragilizado. Eu tenho um cliente que passou por isso. Disse não e a filha não quis mais voltar. É muito comum o alienador jogar a decisão no filho com um "eu deixo, ele é que não quer". Educar é dizer não e permitir que o outro diga também.

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  • 10/12/15--12:32: Ser pai
  • A foto é velha e detonada. Achei-a hoje nos meus arquivos. Mas sou eu aos 23 anos. 
    Eu que sempre vivi mergulhado no mundo da literatura, certas vezes fico perplexo diante da vida e das surpresas que essa tem me reservado. Fui pai da Nina, por acaso, uma fatalidade. Mas, enfim, desdize tudo o que havia dito sobre ser pai, pois jurei para mim mesmo, ainda quando criança, pré-adolescente, que jamais seria pai.

    Mas ser pai é algo divino, é um delegação de Deus para conosco, assim como para as mães. Nunca imaginei-me pai de um irmão da Nina, isso nunca me passou pela cabeça. Hoje, é um dia totalmente singular em minha vida, penso como seria um filhinho e ontem conversava com uma divindade como seriam os cabelinhos, a cor dos olhos, o tom da pele, a mistura de inclinações. 

    Especulações, especulações, especulações. Deus é Pai e está no comando de tudo.

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  • 10/12/15--14:03: Deus está no comando
  • Hoje tive a honra e grata satisfação de receber em meu escritório, por duas vezes, o Advogado Miguel Garaialdi, Grande Professor de Direito Administrativo, Procurador-geral da URI, um dos juristas mais respeitados do nosso Estado, ex-prefeito de Manoel Viana e - atualmente - sem aparecer - um dos homens mais ricos de nossa região, humilde, não é de ostentar, mas eu sei bem de sua situação. Tínhamos marcado um dia de  trabalho ... sem querer ele ligou cedo para o celular da minha namorada atrás de mim; mas ele não imaginou que eu já estivesse no Escritório naquela hora da manhã. Grande figura humana, meu melhor amigo, não sem razão tem o nome de um anjo. Agradeço a ele e outras pessoas, umas que eu não posso citar o nome, mas estamos todos juntos numa pegada que Vai dar tudo certo, Deus está no Comando. Miguel é um desses corações raros, bondade pura, um estirpe em extinção.  Sou grato a Deus pelo Miguel e todos os grande amigos que tenho. A Verdade, ao final, triunfará. 


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    Repousa minha. Existe uma legião de anjos e arcanjos ao teu redor. A investida dos anjos, hoje, no Tribunal de Justiça foi precedida de preces de Meneses. Estamos todos unidos, o Pai tem seus amigos e seus anjos. No final, o Bem sempre vence. O pai está contigo em cada momento, em cada ato de sua vida, nosso amor é Eterno. O pai sempre foi Amor, Amor, Amor. E AMOR, pode sofrer eventuais derrotas, mas no final - sempre GANHA. 

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  • 10/14/15--07:58: Article 4


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    Essa madrugada passada, assistia a TV Senado, cujo reprise dos trabalhos do dia permitem aquele deliciosa curtição noturna, sem correrias e na mais santa calma, diria até, na paz dos cemitérios. 

    Acuados pelas denúncias da imprensa, os senadores querem passar o parlamento no Brasil a limpo e fazer ressurgir a Fênix das cinzas da corrupção e da imoralidade.


    De todas as intervenções, a que mais me chamou a atenção foi a de um senador, disse ele: quem representa a sociedade, os senadores que são eleitos ou a mídia? É claro que talvez ele saiba que os senadores representam os Estados e os deputados, o povo. Mas ele usou – genericamente – a expressão sociedade, talvez como força de argumento.
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    Essa é uma bela discussão. Eu – pessoalmente – acho que quem representa a sociedade é a imprensa e essa tem sintonia com seus leitores. Já os eleitores, não têm sintonia com os eleitos e esses não têm relação harmônica e nem devem satisfação para o povo. O povo vota porque é o obrigado a votar, só alguém muito idiota para acreditar que políticos representam o povo.
    .
    Agora, outro lado importante desse debate nacional acerca da imprensa, é que ela está pautando os políticos e isso é muito bom. Os políticos andam conforme os ditames da imprensa e que não anda na linha, que se cuide.
    .
    Imprensa é isso, como representa o povo, precisa pautar os políticos. Lamentável é que por aqui nós não tenhamos conseguido pautar nossos políticos. E pior, muito deles andam nos pautando. A rigor, andamos na contramão da política nacional.
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    Não estava na hora de repensar tudo?

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    Quem pode se tornar israelense?
    JULIO CESAR , Shalom de Jerusalém,

    A questão dos refugiados e cidadania está sendo discutida com maior intensidade por causa de eventos globais recentes. Mas você sabia que a posição única de Israel com relação à cidadania foi motivo de debate ao redor do mundo? Vamos falar sobre esse debate, que lida com o coração da vida em Israel, a "Lei do Retorno" ("Chok Hashvut"): Israel é mais democrático ou mais judaico?

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