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Telefones: 99901.0414 / 98123.5945E-mail: oab.rs.advogadoprates@gmail.comBarão do Ladário 1836 - Santiago -RS

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    Dr. Valério: maturidade e democracia
    Ouvi - atentamente - a entrevista do grande líder do PMDB local Valério Martins da Rosa, bravo advogado de nossa comunidade. 

    Analisando os desdobramentos da entrevista, conclui que estamos diante de um fato histórico sem precedentes, pois - pela primeira vez em Santiago - as bases partidárias serão ouvidas e a decisão sobre as coligação e a escolha do melhor nome para liderar a frente de oposições.

    Não será uma decisão tomada pela cúpula. Todos os seis partidos coligados, PPS, PDT, PSD, PSDB, PMDB e REDE, farão auscultação de seus filiados. 

    Isso é inédito e histórico. Acabou-se a era da decisão das cúpulas, agora quem decidirá serão os filiados, todos os filiados. 

    Do ponto-de-vista da ciência política isso tem uma magnitude tal, pois dará - ao escolhido - uma legitimidade como nunca se viu dentro de Santiago. A tradição local, é escolherem o nome em conchavo da cúpulas, como faz o PP, onde os filiados não têm o direito de opinar, e são chamados apenas para trabalharem na campanha e referendarem a decisão da cúpula.

    A entrevista de Valério e a decisão dos partidos coligados terá essa condão democrático, as bases assumem o compromisso e o eventual nome escolhido sairá ungido com a legitimidade de uma escolha massiva, aberta, democrática. Com isso, ademais, rompe-se a tradição do coronelismo, do cabresto, da escolha cupulista e do menosprezo aos filiados, que - agora - pela primeira vez, serão ouvidos e chamados a indicarem os rumos a tomar na sucessão municipal.

    Será dia 13 de fevereiro essa oitiva das bases, portanto, um evento que vai sacudir nossa cidade e interior. É a campanha na rua, a movimentação partidária chegou cedo e os partidos de oposição, pela primeira vez, não cometem erros tradicionais, estão fazendo tudo certinho e com admirável talento e competência, dando um show de maturidade. 

    Que me perdoem os petistas, mas até para o PT, que definiu seu nome numa escolha de cúpula e sem ouvir as bases filiadas, essa decisão dos seis coligados do espectro oposicionista, superou a todas expectativas em nossa cidade. 

    Um raro exemplo democrático e de maturidade. 

    Duvido que o PP siga esse exemplo democrático. 

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    Pertinente o debate levantado pelo amigo Promotor Barbará. Fiz-lhe uma resposta, breve resposta, para enriquecer o debate, com uma posição é um fruto de um entendimento meu, forjado ao longo dos anos e de longas e estafantes leituras. 
     
    Luiz Antonio Barbará Dias
    O Colendo STF acaba de sepultar o impeachment. Só uma frase sobre a atual situacao: Quando o Direito ignora a realidade e a vontade popular, estes se vingam ignorando o Direito. Assim, so Deus sabe o presente e futuro do Brasil. Vou continuar orando, pq e o que nos resta...

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     Julio César DE Lima PratesCaro amigo Barbará: admiro-o profundamente, nem precisa dizer isso. Entretanto, gostaria de refletir em cima de sua colocação, séria como sempre. Em tese, concordo com suas afirmações. Mas o que não é político nas decisões judiciais? Os julgadores nunca julgam pela lei ou pela constituição. Julgam sempre por suas visões de mundo, por suas ideologias, por suas crenças. Eu nunca vi um juiz julgar pela lei, e esse exemplo do STF é a melhor síntese disso que sustento. 

    A lei ou o emprego de um texto constitucional qualquer é sempre um recheio para dar uma saída legal e/ou constitucional, muito mais uma satisfação perante a sociedade.

     Roberto Lyra Filho, acompanhado por Agostinho Ramalho Marques Neto, Alberto Warat...e a própria Marilena Chauí (que não é do meio jurídico), mas foi guindada à condição de musa-filósofa da Nova Escola Jurídica, foram as pessoas mais sérias no sentido de romper com esse clássico impasse, pois bem perceberam que os juízes refletem em suas decisões - em última instância - suas próprias ideologias.

    Emprego o conceito ideologia no sentido gramsciano da expressão (não me serve o próprio conceito da Chauí exposto no seu livro O QUE É IDEOLOGIA). Com a atual composição do STF não poderíamos esperar outra decisão. Eu, pelo menos, tinha essa convicção desde o primeiro momento. Um forte abraço e boas festas junto aos seus familiares e amigos.

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    Smartphone israelense
    funciona sem o uso das mãos

    O “Sesame” - projetado por e para pessoas com deficiência - é o primeiro smartphone que não precisa do uso das mãos para funcionar, basta o usuário movimentar a cabeça para controlar o cursor na tela. A tecnologia permite que envie mensagens, e-mails, receba e faça ligações, jogue games ou desenhe. Para desbloquear, o telefone detecta o rosto do usuário e permite o uso.
    O aparelho foi criado pelo israelense Giora Livne, tetraplégico, junto com Oded Ben Dov, que já desenvolveu game para celular controlado por gestos. A tecnologia funciona no smartfone LG Nexus 5, que vem configurado de fábrica com o software. O modelo pode ser usado também por pessoas com esclerose lateral amiotrófica, paralisia cerebral, Parkinson, artrite, síndrome do túnel do carpo e esclerose múltipla; em suma, para aqueles que não têm total controle de seus movimentos. Saiba mais: acesse.
     
    Fonte - Alef News

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     A humanidade vivi um dos dramas mais estarrecedores. A pior das guerras. Campos de refugiados, miséria sem precedentes no continente africano e na américa central, oriente médio ... crianças morrendo de inanição, pais impotentes sem condições de gerar alimentos para saciar a fome de seus próprios filhos, a humanidade vive um caos.

    Bem ao contrário do que se esperava, todos os avanços científicos e tecnológicos não foram carreados para um processo de geração de alimentos em larga escala, nem a revolução verde, foram capazes de produzir o básico para uma vida digna de todos na face da terra.
    Os avanços científicos e tecnológicos, expressos na genética, na biotecnologia, na robótica e na telemática, serviram para fomentar cartéis e trustes industriais e comerciais, mas jamais houve uma preocupação concreta com a fome no mundo. 

    Sempre se soube que para a manutenção do estado de bem estar social europeu e americano havia a espoliação dos países pobres, com exploração direta da mão-de-obra barata e desqualificada, com a extração de minerais e matéria-prima que abundasse na Europa e gerasse uma vida decente para esses países ditos do primeiro mundo. 


    Marx já dizia que a História se repetia: como farsa e como tragédia. É o que estamos assistindo hoje, com a rebelião dos oprimidos, lançando-se ao mar em busca de alimentos e um canto para morar na Europa, ou com a reação dos povos palestinos, ainda mais oprimidos e barbarizados que os primeiros. Apresentados como terroristas, pouco se sabe acerca da espoliação e da miséria que grassa no oriente médio. Se o terrorismo e a matança de inocentes não é a resposta mais civilizada, também nada justifica a matança e a espoliação cristã-ocidental, aliada a setores do judaísmo, contra esses. A reação islâmica têm raízes históricas e ela não vai cessar, basta ler os Malès, de Décio Freitas, e veremos que mesmo no período colonial e imperial do Brasil a revolta dos negros escravos, que voltavam para se vingar e matar os brancos que os escravizavam, têm raízes e influência do Islã. Ignorar isso é ignorar a História e - nesse contexto - o discurso de Obama é um discurso para imbecis, pois enquanto o oriente médio e países da África seguirem sendo espoliados, a reação vai continuar. De que adiantou mataram Saddan ou matarem Osama?  Isso não adianta, matam um, surgem novas lideranças, o problema está na reação propugnada pelo Islã e guerra continuada, o terrorismo de Estado, fomentado pelos imperialismos.

    Creio que o Papa Francisco teve a lúcida percepção que esses conflitos são mais sérios do que imaginam e suas raízes mais profundas do que aparentam, razão pela qual levantou esse debate com Maestria, ao invés de fomentar ainda mais o conflito como fazem os discursos messiânicos e fundamentalistas dos evangélicos e setores católicos, especialmente da TFP.

    É um cinismo sem precedentes falarmos em cristianismo e seguirmos fomentando ou ignorando o que acontece com nossos irmãos no planeta terra.

    A fome de nossos irmãos de coabitação planetária, seja da vila pobre de nossa cidade, seja do continente africano, do Oriente Médio ou da América Central, é problema nosso, é problema de nossas consciências perante Deus, o Eterno, o criador. Ignorar o drama desses que passam fome, é rasgar a mensagem de Cristo, é ignorar a Bíblia, é ser anti-cristão.

    Apesar de estar vivendo em profunda dificuldade financeira, reúni meus parcos recursos e comprei um rancho para as doze família da Vila Bonatto, as quais eu tirei para ajudar, para dar a minha parte, meu exemplo, não perante a sociedade, mas perante Jesus Cristo, sua mensagem e, sobretudo, perante Deus. E faço isso e digo isso para todos que me leem entendam que a fome do outro é um problema de todos nós. É meu, é seu. E ser cristão, na acepção da palavra, é viver em harmonia com o Cosmos e entender o sentido da solidariedade humana, da fraternidade e do amor que devemos ter entre nós.


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    Perdoem-me meus leitores e leitoras. Mas hoje não tenho assunto. Exceto um balanço.

    Sei bem claramente os dez piores episódios de minha vida. Desses dez, sei bem os 3 piores. Porém, o que nunca esperava é que hoje fosse o dia mais terrível de minha vida de todos os tempos. 

    Estou com minha filha. 

    O que soube é apavorante. Dividi apenas com uma pessoa amiga. Estou vivendo um misto de perplexidade com tortura, pesadelo, incerteza, não sei - exatamente - como começar a agir. 

    Já tinha me passado tudo pela cabeça, menos o que ouvi hoje pela manhã. É algo assustador. Revela uma inconsequência, uma imoralidade sem precedentes, um crime bárbaro. Mas me cercarei de todas as garantias. 

    Peço desculpas a todos, mas quando o quadro é sombrio demais, a melhor coisa a fazer é calar, por hora. Na hora de agir, o melhor é o silêncio. 

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  • 12/21/15--04:55: BOM DIA
  • Meu dia de ontem foi sombrio. Tenho orado muito, tenho procurado entender os fatos à luz do poder de Deus. A razão e a Justiça, eu já abandonei. 

    Deus deve ter algum propósito. O que estou passando é muito triste. Ainda, cumulou-se dois episódios no dia de ontem. 

    Contudo, estou tranquilo, sereno diante da Vida e colocando tudo nas mãos de Deus. Não dei causa aos acontecimentos, embora a perplexidade e o pavor da impotência diante de mentes doentias e criminosas. 

    Desejo um bom dia para todos os meus leitores e amigos, boas festas para todos. 
     

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    Finalmente, a imprensa está acordando para a ação nefasta, perniciosa do abuso de poder de membros integrantes dos conselhos tutelares. A quinta reportagem da TV Record, Programa Balanço Geral, finalmente, está corroborando com aquilo que eu vinha denunciando sistematicamente e solitariamente.

    Peço desculpas aos Conselheiros aqui de Santiago, pois sei da idoneidade e da seriedade de  todos. Mas a ação de conselheiras de Maçambará, contra mim, estão todas com o Ministério Público e nos autos dos processos que envolvem meu nome na Comarca de Itaqui. Primeiro, que agem sempre politicamente, não buscam a verdade real dos fatos, segundo, agem sem ouvir os dois lados envolvidos, sem edição do contraditório de ampla defesa. Terceiro, atuam em conluio com redutos eleitorais e sempre no sentido de proteger aliados políticos. 

    A foto quando eu capotei meu carro, foi tirada por Eliziane Mello, que repassou para o conselho e eles se encarregaram do serviço. Já quando Eliziane Mello, cortou uma transversal em São Borja, bateu numa Kombi escolar, com a infante Nina Mello Prates dentro do carro, eles simplesmente ignoraram o fato. Por que esse tratamento desigual? Por que a perseguição só contra mim. Poderia dar outros tantos exemplos da atuação do conselho tutelar de Maçambará, mas estou preparando um libelo mais amplo e logo todos saberão a verdade real e como se manipulam fatos, como se distorcem informações e como agem no sentido de fomentar a alienação parental e incriminar um pai.

    Dentro desse quadro, a quinta reportagem da Rede Record de Televisão, demonstrando os abusos praticados por conselheiros em conluio com outros setores, serve de alerta para as autoridades, pois o cargo de conselheiro tutelar, na medida em envolve interesses de menor, devia ser bem mais criterioso, não ocupado por pessoas despreparadas, sem qualificações, ávidas por vingança e sem equilíbrio para dosar os interesses dos dois lados, pois nem sempre uma mãe ou um pai detém a verdade absoluta, uma vez instado um conflito familiar. O ideal seria ouvir os dois lados, não mentirem em seus relatórios para os Juizados da Infância e da Juventude, pois os juízes e promotores, alheios aos fatos, acreditam apenas naquilo que está no papel. Não culpo os juízes e nem os promotores, eles são tão vítimas da malversação quanto o pai vítima de mentiras, engodos e jogos políticos. 

    O conselho tutelar de Maçambára fez de tudo para me afastar de minha filha, até hoje pago o preço dessa separação e tudo foi uma ação orquestrada, fraudulenta. Dou um exemplo: quando nossa casa estava vazia, eles vieram e me disseram que queriam fazer uma entrevista comigo. Na boa fé, achando que se tratavam de pessoas sérias, os recebi na casa. Mas eu não estava na casa e nem Nina. Apenas tinha ficado um colchaozinho velho e uma bonequinha de pano que Eliziane deixou para descarte. A despeito de Nina ter dezenas, quiça centenas de brinquedos, no relatório para a juíza eles botaram que Nina dormia apenas naquele colchão para descarte e que tinha apenas uma boneca. Só que em nenhum momento eles me perguntaram onde estavam as coisas de Nina e nem as minhas. E fizeram um relatório e encaminharam para a juíza do JIJ de Itaqui. Isso é responsabilidade? Ou isso é intenção real e objetiva de afastar um pai de uma filha?

    Dou mais exemplos: desde que eu namorei uma pessoa que desagradava aos interesses de Eliziane Mello, todas as tardes, nos domingos, quando eu entregava Nina na casa dos avós, Eliziane Mello ligava para o Conselho Tutelar, a maior parte das vezes de Santa Maria, (pois ela mentiu para o Juiz RAFAEL PEIXOTO e para o Promotor Diego Prux que morava em Maçambará, mas deixou a criança sozinha com os avós e foi para Santa Maria) e me acusava: ele entregou a Nina suja, ele não trocou as calcinhas da Nina...denúncias todas nesse sentido. Ao invés de me ouvirem, afinal a CRFB/88 assegura aos acusados em geral o contraditório e a ampla defesa, os conselheiros tutelares de Maçambará simplesmente tomavam como verdadeiras as acusações, sem ao menos checarem a veracidade das denúncias contra mim e entregavam tudo para a Juíza e para o promotor. 

    Isso é de uma seriedade singular. Eu estou numa luta sem tréguas pelo direito de conviver com minha filha. Por isso não cedo diante de denúncias mentirosas, não cedo diante de quem quer que seja, pois tenho consciência do meu papel de pai, sei bem que está mentindo na história e sei bem de coisas muito graves que estão acontecendo e vou relatar tudo aqui nesse blog como sempre fiz. 

    A família de Eliziane, que tanto me acusa, ignora que andam e viajam com Nina, desde os 3 anos, numa Montana, sem cadeirinha, no colo do passageiro. Isso o conselho tutelar de Maçambará sabe, a Brigada Militar de Maçambará sabe e não fazem nada, embora eu seja acusado de tudo, aí de mim se não tiver o banquinho para carregar minha filha. 

    Dentro deste contexto saúdo a série de reportagem da REDE RECORD DE TELEVISÃO, PROGRAMA BALANÇO GERAL. Esse é um papel de grande utilidade social e certamente vai abrir um debate mais amplo e outros casos vão aparecer. Embora eu ache que os exemplos positivos, como é o caso do Conselho Tutelar de Santiago/RS, também devesse ser mostrado. 


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    Domingo com o papai, Nina brincando na Pracinha de Brinquedos

    Comendo algodão doce no Ginasião Ruben Lang

    Brincando no aviaozinho

    Imitando o papai, com meus óculos

    Na sorveteria, sempre sorvete de chocolate


    Minha filha, que segundo o relatório da psicóloga não gosta muito de ficar comigo .... a sociedade santiaguense e regional sempre soube do péssimo pai que eu fui ... eu vou morrer e não vou ver tudo.


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    As armações, engodos e mentiras afastaram minha filha de mim. Fiquei mais de cem dias sem ver minha filha. Agora, com muita luta, ganhei o direito de ficar o domingo com ela. Tenho que pegá-la domingo, às 9 horas da manhã, em Maçambará e devolvê-la às 21 horas. Preciso rodar 412 km por dia. São 206 para buscá-la e 206 para devolvê-la. São 84 km nessas estradas, peço aos leitores que observem as fotos abaixo. Até hoje não sei do sou acusado, das acusações, montagens e armações, aqui em Santiago,  fui inocentado em todas, sem exceções.Minha filha foi desmatriculada do 3º ano infantil da Escola da URI e matriculada no colégio  Marechal Rondon, no interior, do interior de Maçambará, enquanto a mãe dela mentia na Justiça para a Juíza Ana Paula Nikel que morava em Maçambará e que ía e voltava todos os dias de Maçambará a Camobi/Santa Maria, somente quintas e sextas-feiras. Entrei com uma Ação na Justiça Federal de Santa Maria em face do Reitor da UFSM. Desmascarei a mentira. Quando a Justiça devia reparar o erro, usando uma brecha do ECA, deprecaram tudo para a comarca de Itaqui e sigo sendo tratado como o bandido da História












    Para ver minha filha, nesse domingo, rodei 84 km nessas estradas.





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    Santiago tem muito podre escondido embaixo dos tapetes; as mini-máfias são uma realidade que saltam os olhos de quem enxerga além do óbvio. Onde menos se espera existem cambalachos. Até o sistema consultas integradas é usado para uso das máfias, para intrigas e até para repassarem informações em lojas maçônicas. Parar para pensar, é assustador. 

    Certa vez, eu tinha uma companheira. Um PM destrinchou para a esposa dela todos os meus "crimes", que ele sabia isso e aquilo de minha vida. A esposa dele veio até minha companheira, assustada com o relato pavoroso que seu marido havia lhe dado. É patético como isso pode acontecer e ficar impune numa sociedade democrática e no Estado de Direito. Uma pessoa responder a um processo, é a coisa mais normal do mundo. Até hoje não conheço um jornalista que não colecione processos, de Santiago a Brasília.  A menos que seja uma merdinha, esses não passam de cocô, esses agradam e são agradados. 

    Inobstante ter respondido a dezenas de processos, só no Expresso Ilustrado, numa perseguição implacável contra nós, foram 19, inclusos os de caráter eleitoral. Contudo, até hoje não foi condenado em nada, por nada. Chego onde cheguei sem ter uma condenação em minha vida. 

    Então fico pensando: como uma pessoa assim, como esse PM, arroga-se no direito de destruir minha vida, de tentar arruinar minha relação, de prejudicar meu trabalho?

    Eu cheguei num limite de minha vida que estou convencido que 2016 e meu próximo ano só terão sentido se eu mudar de postura ... é certo que vão me pegar, talvez até mandem me matar, mas estou decidido a passar a limpo o que eu sei ... e não é pouca coisas. Tem muito bandido pintando de bom moço e tem muita gente boa passando por bandido. A ferida está aberta, exposta, só ninguém tem coragem de meter o dedo nela. 

     Entrar numa briga para mim só tem sentido se eu for até o fim, para contar a história. Entrar numa briga e ficar no meio do caminho, não faz minha cabeça. Tenho meu blog desde o dia 22 de março de 2003 e estou na imprensa digital, com o Jornal A Hora on line, desde março de 2000 (saiu da net quando abri meu blog). Meu blog é o mais antigo de Santiago e um dos mais antigos do Estado. Hoje mesmo, recebi de uma importante revista de Porto Alegre, vou divulgar isso depois, que eu estou entre os 36 blogs mais influentes do Estado, sendo o único que há seis meses tenho mais leitores nos Estados Unidos que no Brasil. 

    Nunca ataquei ninguém sem provas e se eu fizer isso, podem ter certeza, que virei cercado de provas. Acusações fúteis, inúteis e sem provas, não fazem meu estilo. Só faço o que o tenho certeza e só digo algo que posso provar. Assim, em 2016, estou pensando seriamente em dar minha contribuição para cidadania santiaguense, e darei revelando o que sei, provando o que afirmo e passando a limpo um capítulo de nossa história. Pode ser minha última contribuição cidadã, mas - nessas alturas - pouquíssimas coisas me importam. 

    Que venha 2016, a hora é agora, todos devem se perguntar: Por que nunca ninguém teve coragem de passar Santiago a limpo?




     

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    Pelo calendário oficial, estamos entrando no verão. É tudo tão diferente. Faz frio, noite chuvosa, sensação de um cenário apocalíptico no ar. O clima natalino, as compras, o cenário festivo que se via em outras épocas, é muito diferente. A atmosfera é sombria, não existem sorrisos estampados nos rostos, paira um ar de inquietação, um misto de perplexidade com temor (um temor desconhecido). O clima, as ameaças constantes de temporais,  a contabilidade das perdas, tudo pesa e tudo soa ameaça. 

    Não foram poucas as casas atingidas, pessoas que perderam desde parte de suas casas até mobilias. Some-se a isso, a instabilidade econômica do país, a disparada assustadora dos preços das mercadorias, a bandalheira política patrocinada pela mídia e a impunidade que grassa no Estado nacional, contribui para a desilusão. A fé e a crença foram atingidos. O cepticismo ganhou muita força, infelizmente. 

    Assim, estamos encerrando o ano de 2015 com resultados altamente nefastos, seja no campo econômico, seja no campo existencial, onde a contribuição climática tem assustado e gerado o temor nas pessoas. 

    O momento é de necessidade e de crença redobrada. Nessas condições, o papel dos Padres e Pastores e demais líderes religiosos devia ser redobrado, ampliado, com a busca forte na fé, na semeadura da esperança e - nem que seja - na semeadura da ilusão. 

     

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    Vanderlei Almeida, líder atual do PP
    A argumentação do amigo Vanderlei Almeida, pessoa estimada, ex-PT, ex PV e atualmente filiado ao PP, ignora um ponto crucial em seu texto, qual seja, que o PP, partido local ao qual ele é filiado e agora defende, integra o governo federal, participa das mesmas roubalheiras, que o Diretor Costa, da Petrobrás, foi bancado pelo PP e que - aqui no Rio Grande do Sul - o PP também integra o governo Sartori. Aliás, os verdes locais também não deviam escamotear o fato deles terem apoiado Vieira da Cunha para o governo do Estado e esse, com reiterado apoio dos verdes, virou secretário de Educação do Governo Sartori e é um dos seus mais ardorosos defensores.

    A sopa de letrinhas é mais ampla. Se quisermos sermos honestos em nossa linha raciocínio todos precisam ser contextualizados, principalmente o PP de Janene do Mensalão, de Paulo Maluf, de Severino Cavalcânti ( aquele que criou o mensalinho na câmara federal), do PP, que integra o governo federal, do PP, que integra o governo Sartori, do PP que é o velho PDS e ARENA, que deu sustentação à ditadura militar ...  que prendeu e matou, que não permitia a liberdade de expressão e de opinião. Bem ou mal, foram e são os peemedebistas, tucanos, petistas, verdes, ... dentre outros, que instaram a resistência e lutaram pela redemocratização do país. 

    De qualquer forma, eu saúdo fraternalmente ao Vanderlei, pois agora o PP tem um teórico para suas defesas e certamente, com sua bela retórica, é um jovem curioso e inteligente, vai contribuir muito com o debate na sucessão municipal. Espero o engajamento de outros jovens ligados aos verdes, todos bem conhecidos da sociedade santiaguense, pois esse engajamento faz o debate fluir e todos ganham com a riqueza e qualidade das argumentações. 

    As oposições de Santiago sempre foram famosas, nisso Vanderlei tem razão. Mas isso não quer dizer que - agora - não estejam jogando com as premissas corretas.  Ninguém sabe e ninguém pode precisar - com exatidão - os desdobramentos do pleito que se avizinha. Só aí saberemos quem estava com a razão. 

    Meu forte abraço ao amigo Vanderlei. 

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    Nessa terça-feira vivi um dia singular em minha vida; acordei atormentado, peito sufocado, desiquilibrado pelas revelações chocantes que minha filha me fez no último domingo. 
     
    Mal consigo entender os desígnios. Natal e eu sequer posso dar um presente para minha filha; não é meu dia de direito à visitação.  Uma situação caótica. 

    Embora sem família, eu sempre busquei uma, quando tive uma, fiz o possível e o impossível para manter o vínculo e a unicidade familiar. Em vão. 

    Existe uma música gaúcha que conta a história de um passarinho que levou meses edificando seu ninho, juntando pedacinhos de galhos e folhas secas; certo dia, quando o ninho estava pronto, com seus filhotinhos, eis que surge uma tropa de gado, correndo freneticamente, atinge a árvore e o seu ninho, que ele levou meses e meses construindo. Tudo foi levado na ponta da aspa de uma vaca. 

    Do alto, o passarinho viu tudo, viu a destruição do seu ninho, o massacre impiedoso dos seus filhotes. E ficou desolado, sem rumo, sem força para recomeçar ... a história da música é mais ou menos assim.

    Na manhã dessa terça-feira, lembrei-me da história desse passarinho. 

    Minhas derrotas não são poucas. Pago um preço altíssimo por ser como sou, mas sou filho de Deus, Deus fez-me assim, Deus foi bondoso, divino e maravilhoso com minha vida. Deus deu-me uma filha abençoada, uma divindida, um amor de criança, ademais, Deus permitiu-me que eu entrasse para dentro de complexos sistemas do pensamento humano, da sociologia, filosofia, ciência política, antropologia, lógica, psicanálise, direito, enfim, os grandes paradigmas dessas ciências e seus penduricalhos, por exemplo, a anti-psiquiatria. 

    Nina, minha filhinha
    Foi também nessa tarde de terça-feira que tive um encontro maravilhoso com Deus. Conversei longamente com o Pastor Rodrigo, da Igreja Semeando a Palavra, oramos juntos, ele orou por mim, pregou somente para mim. Foi um momento maravilhoso, pois pude me reencontrar em plenitude com Deus, como há muitos anos eu não conseguia. 

    Uma coisa é certa, Deus permitiu que eu sofresse e passasse por todo esse pavor que passei. Deus, contudo, ouviu minhas súplicas, minhas lágrimas, e consolou meu coração e minha alma. A mansidão dos céus vieram sobre mim. Pedi a Deus proteção divina para minha filha. 

    Chove torrencialmente em Santiago, aqui na fronteira-oeste do Brasil com a Argentina. Passam da meia-noite, estou em paz, sereno, experimentando a graça divina em minha vida. A angústia que atormentava meu peito, realmente dissipou-se; é tão bom chorar aos pés de Deus, no altar da divindade.

    Hoje tomei ciência, consciência, de que minha vida depende essencialmente de Deus. Por isso, firmei um propósito de consagrar-me cada vez mais no altar divino. 

    Por alguma razão Deus fez-me complexo, mas Deus sempre zelou por mim, poucas pessoas viveram as experiências de quase morte, como eu. Várias vezes, andei pela sombra do vale da morte, creio até que mergulhei no outro lado. Mas estou aqui. 

    Pastor Rodrigo falou-me do tesouro que representa minha filha. E Nina é uma criança fantástica, paga um preço caríssimo pela inconsequência materna, mas tenho certeza que Deus, com seu poder e sua graça, abrandará seu sofrimento, dar-lhe-a maturidade e compreensão e operará o Milagre, pois eu acredito em milagre, na Justiça Divina e no poder sobrenatural. Fiz isso, às vésperas do nascimento de Nina, quando Eliziane sofreu uma paralisia facial e a bebê corria riscos. Desesperado, dobrei meus joelhos e pedi pela Vida de Eliziane e da bebê, prestes a vir ao mundo. Deus foi tão bom e misericordioso que Nina nasceu saudável e Eliziane ficou totalmente recuperada, sem sequer seqüelas.

    Deus, misericordioso, dar-me-á forças para recuperar minha saúde, para afastar a depressão, o sufoco do meu coração e restaurar a paz em minha alma, pois sofro muito longe de minha filha.

    O meu propósito é a dedicação às coisas divinas, como já vinha fazendo nos últimos anos, especialmente após o nascimento de minha filha e o relato dessa oração quando a mãe da criança sofreu uma paralisia facial. 

    Romanos, 13, 12, diz: "Vai alta a noite e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e armamo-nos com as armas da luz. 13 - Andemos, dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedeiras, não em imundícies e dissoluções, não em contendas e ciúmes; 14 - mas revesti-vos do Senhor, e nada disponhais para a carne, no tocante às suas concupiscências".

    Esse Advogado e o propósito cada vez maior com Deus
    Essa é minha primeira manifestação pública de abandono das coisas materiais desse mundo e dedicação doravante as coisas divinas, pois embora eu já viesse ao longo dos tempos buscando a consagração, me faltava algo, me faltava um encontro real com Deus, um milagre, uma prova em minha vida, e isso eu experenciei na tarde dessa terça-feira, dia 22 de dezembro de 2015. 

    Sou um jornalista, um sociólogo e um advogado, entretanto, sou também um homem crente e temente a Deus, a quem entrego os rumos de minha vida e de minha filhinha. 

    Aqui há um fim e um início.




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  • 12/23/15--14:17: Article 0


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  • 12/26/15--04:20: Do pós Natal


  • Finalmente, o Natal de 2015 aportou em nossas portas. As horas que antecederam a chegada foram marcadas por muitos foguetes, rojões, gritos e bebedeiras. Até hoje não entendo o significado disso tudo. Nem dos foguetes e nem dos estampidos. Talvez tenha lá um significado que minha capacidade não me permite entender. Deve ser uma satisfação subjetiva de euforia ou algo similar. 

    Andei pelas ruas ainda a noite, visitei dois amigos e depois me recolhi. Apesar da crise econômica, as festividades sempre encontram um sentido e uma razão de ser, talvez menos carne, mas nunca menos cervejas e outras bebidas. Esse é o espírito natalino na grande maioria da população. Já na comunidade as evangélica, é tudo diferente. Embora não exista congraçamento coletivo, o que realmente faria sentido, as famílias tendem a se isolar, num legítimo cada qual por si, enterrando o verdadeiro significado do cristianismo, que é a solidariedade, a amizade coletiva e o congraçamento.

    Pensei em mandar uma mensagem para minha filha, senti muito a falta dela. Mas sei das proibições judiciais, sei que uma simples mensagem dela enseja uma ocorrência policial da Eliziane contra mim, alegando que estou quebrando o sossego delas. Triste minha sina. Mas é a vida. 

    Agradeço a Deus pela minha vida, pela saúde, apesar dos problemas, agradeço pelos amigos, pelas amigas, pelo trabalho, pela minha filhinha, divina e maravilhosa, enfim, a solidão é parte do processo, é parte da vida, basta a gente acostumar-se com ela. Até em Alcatraz se acostuma. 

    O dia de natal propriamente dito, a manhã, também sai pelas ruas. Um chuvisqueiro próprio dos dias de inverno, as raras pessoas que transitam estão bem vestidas; no mais, reina um clima de cidade fantasma, todos recônditos, casas fechadas, quase ninguém fazendo os tradicionais churrascos, pouca fumaça de fogo e quando  pelas ruas andei já passavam das 10 horas e 30 minutos. 

    A sensação que temos é que tudo parou, embora saibamos que o hospital, presídio, pessoal da segurança, área médica, serviços de água e luz, estejam todos atentos a eventuais anormalidades afins às suas funções.
    Diz a Bíblia Sagrada, em João, capítulo 4, versículo 8, " Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor". 

    Com essa reflexão bíblica, encerro minha manifestação nesse dia de Natal, desejando Amor em todos os corações, afeto nos lares e união nas famílias. Para mim, uma família é tudo, é sentido, é razão, é união, é solidariedade, é afeição, é expressão do amor, é a base para um ser humano sair e trilhar os caminhos da vida. Distante, em pensamento, beijo a alma de minha filha, o que restou de minha família e ainda assim afastada de mim. Mas consola-me saber que o amor nos uniu continua intacto, inabalável, apesar da investidas cruéis do demônio destruidor. 

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    Eu tinha 2100 amigos no meu face. Confesso que desconhecia grande parte e não fazia mais sentido operar com tanta gente. Peço desculpas por alguma falha involuntária, mas preferi ficar com apenas 720, dei uma boa peneirada e fiquei com quem eu conheço.



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    Quarta-feira, quando eu tenho o direito de falar com minha filha, pelo telefone, a tardinha, recebi dela um pedido de Natal. Estranhamente, não me pediu presentes, roupas, calçados, nada disso. 

    Ela me pediu um bolo de chocolate, numa mesa decorada. Um pedido tão singelo, mas marcado de simbologias. Tadinha, não sei o que se passa em sua cabeça. Não pude ligar para ela no dia do Natal, nosso Natal será amanhã, domingo, quando ela passa o dia comigo e vai comer o bolo pedido. 

    Estranhos os desígnios de nossas vidas. Só eu sei o que está acontecendo. Só eu sei como ela viaja comigo. A necessidade que ela sente de ficar abraçada em mim. Para comer qualquer coisa, eu tenho que sentar ao lado dela, ficar bem juntinho. Antes, ela corria na minha frente. Agora, ela só quer andar de mãos comigo, no meu colo, ou agarrada em minhas pernas. É claro que o furo psicológico é visível, só a insensatez não permite que vislumbrem esse crime virulento de alienação parental, justo contra nós que tínhamos e vivíamos um amor tão sólido e tão marcante. 

    Deus deve saber dos desígnios e dos propósitos, embora em certas ocasiões eu tenha vacilado muito, tamanho é o desgaste, a tristeza e o pavor de viver a situação que me foi imposta.

    E o que é pior, o mais grave, é que a partir de mim, acabei descobrindo uma infinidade de casos de pais que enfrentam o mesmo problema. A mãe decide sair de casa, arruma outro homem, arrasta os filhos consigo e começa a guerra da alienação parental, e isso não tem uma lógica, atinge pessoas de todos os níveis, de todas as classes sociais, indistintamente. As crianças, impotentes, incapazes de compreender tudo isso, se tornam as maiores vítimas, pois vivem a resignação, sentem uma dor que sequer sabem a origem ... é tudo muito triste. 

    Noto na minha filha, quando digo para ela se arrumar, juntar as coisinhas dela, pois está na hora de eu levá-la, no final de tarde. Ela muda completamente o semblante, um ar de melancolia invade-a, tristeza, sei lá, eu noto que ela transcende da euforia para um estado de depressão...sei que ela queria ficar um pouco mais comigo. A viagem de volta é uma tortura para ela ... e também para mim, que ainda tenho mais consciência do crime que estamos praticando, assassinando suas infância, podando-a do convívio paterno, privando-a dos seus amiguinhos e dos locais que ela ama e curtiu desde que nasceu e deu seus primeiros passos. 

    Sei que as consequências disso tudo vão estourar, mais dias, menos dias. Ela já está traumatizada, marcada e com sequelas irreversíveis, pois está assimilando todo esse quadro caótico justamente na fase de formação. 

    Sempre lembro-me do Pastor Cláudio Cardoso, o líder religioso que mais defende a necessidade de os filhos serem criados com amor e num ambiente de fraternidade e afeto. Sua mensagem, assim como a da Pastora Ana Maria, apostam na geração de crianças sadias, em famílias bem estruturadas e alicerçadas em bases morais de fundamente ético, avessos a traições, malandragens, mentiras e despudores. 

    Conheço mães sem nenhum plano ético, desprovidas de bom senso, de discernimento, pessoas totalmente doentes, que ainda levam suas filhas e seus filhos a dormirem no mesmo quarto na casa de amantes e sem pudor, até mantém relações sexuais com estranhos na frente dos filhos e filhas. Isso, afora ser crime tipificado no código penal, é um crime bárbaro com a cabeça da criança, pois o estrago nunca mais terá volta para o resto da vida dessa criança. Só Deus mesmo serve de consolo nesses casos, pois a impotência humana e a justiça cega, apenas corroboram com a angústia e o mar de infelicidade das vítimas inocentes. 

    Eu me filiei a um Instituto de âmbito nacional, que trata dos crimes de alienação parental, descobri que esse corriqueiro problema é cruel, é uma guerra surda que acontece no seio de todas as sociedades, e é a pior das guerras, pois essa não é alvo de manchetes de jornais, é ignorada. Só que as consequências aparecem logo ali, com adolescentes rebeldes, jogados nas drogas, cheios de problemas de ordem psico-social, traumatizados, envenenados em seus corações, já destruídos em seus sonhos na infância. 

    A partir do momento em que fui convidado para escrever um artigo sobre o drama da separação de minha filha, adveio-me a ideia de fazer algo mais amplo. Parei com todos os meus projetos de escritas, tenho uma fartura de documentos, e decidi narrar tudo em livro, colocando o meu drama, o drama de minha filha e a posição e a postura do poder judiciário. Ademais, descobri essa guerra social cega, sem face, porém real e concreta e tenho certeza que vou produzir um libelo bem sintetizado e bem fundamentado sobre o drama das crianças e pais vítimas da alienação parental. 

    Ser pai ou mãe, é antes de tudo, uma sagrada delegação divina. O respeito à infância, o tratamento correto aos filhos, a seriedade com que tudo deve ser encarado, deviam pautar nossas vidas. 

    Infelizmente, grassa a banalidade, a superficialidade, o desrespeito com os direitos de um inocente. A sociedade vive e incentiva orgias e prostituições, explícitas ou implícitas, embora essas últimas sejam as piores. Até os que apoiam revanches pessoais e incentivam a destruição de lares e famílias por vingança, por ódios pessoais, ou até por não gostarem de uma pessoa,  tornam-se cúmplices dessa ordem perversa, assassina e comprometida com o perfil satânico do destruidor. 

    Sou uma pessoa exposta, por ser escritor, por ser blogueiro, por ser jornalista, advogado ... enfim, por fazer um jornalismo opinativo e por participar da vida social com um canal de expressão e manifestação. É evidente que atraio ódios e rancores. Tenho isso bem claro. Como tenho bem claro meu papel de cidadão e do exercício de minha cidadania. Quando separei-me, quando tive minha família destruída e minha filha afastada de mim, o que não faltou foi plateia para incentivar a delinquência ... contudo, mesmo esses atores da revanche pessoal contra mim, nunca pensaram nos sentimentos de uma criança inocente, de apenas 4 anos de idade, que carregaria para o resto dos seus dias, na face da terra, as marcas de uma dor indescritível, pois os sentimentos de resignação de uma criança inocente, só elas sabem o que se passa, como se passa e como elas metabolizam tudo isso. É a tristeza de minha filha quando eu digo: "filha, te arruma, está na hora de irmos". 

     

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    Minha filhinha me pediu um bolo de chocolate. Uma senhora, amiga nossa, fez o bolo. Não entendi muito bem até agora o que Nina quer reviver e o significado desse bolo com decoração. O níver dela foi dia 04 de junho ... acho que ela quer comemorar o Natal comigo. Como eu não tenho mais casa minha, e nem utensílios domésticos, uso a antiga sala onde foi meu escritório, agora desocupado, com minha mudança do Escritório para o Shopping Ilha Bela Center. Comprei um kit com decoração e acho que ela vai gostar. É tudo muito simples, mas eivado de amor e de simbologias pelo nosso reencontro e pelo Natal que não podemos passar juntos.



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    Sai cedo de Santiago. Cerca de 6 horas da manhã estava em pé. Domingo é meu dia de ficar com minha filhinha, Nina, 5 anos. 

    Ao entrar no carro, veio dizendo: "pai, eu orei até na hora de dormir para não chover". Explico-me, avisei que se chovesse seria impossível transitar por aquela estrada e não iria. 

    Deus ajudou-nos, não choveu. 

    Fiz tudo o que ela me pediu. Arranjei o bolo, comprei-lhe algumas lembrancinhas e minha irmã presenteou-a com uma boneca enorme, assim como uma da Pastora Ana Maria. 

    Nina não é mais tão falante. Tem alguma coisa errada em sua vidinha. Porém, quando contei-lhe que a Pastora tinha mandado um recado convidado-a para brincar com seus netinhos, ela ficou feliz e vibrou eufórica. 

    No caminho, pergunto com quem ela brinca lá fora. 

     - Brinco com Duda, quando me levam lá. 

    - Mas o resto do tempo eu brinco com crianças imaginárias. 

    Ouvir aquilo de minha filhinha impressionou-me sobremaneira. Entender de crianças imaginárias é demais para seus 5 aninhos. Mas é a realidade da vida dela. Foi arrancada do meio onde vivia, da nossa companhia, dos seus coleguinhas e coleguinhas, para viver sozinha, no campo, somente em companhia dos avós, conquanto a mãe dela mentiu para a Juíza Ana Paula Nickel que estaria morando em Maçambará com a filha.Tão logo ganhou a guarda, deixou a criança sozinha em Maçambará com os avós e foi-se para Santa Maria. Deriva-se daí minha total descrença no Poder Judiciário. Não entendo como mentiras bem aplicadas colocam tão bem.

    A dor de Nina é estampada em sua face. Afora ser-lhe imposto o castigo de viver longe de pai e mãe, arrancada de sua identidade social de berço ao convívio no dia-a-dia, resta-lhe o consolo de inventar crianças e brincar com elas. 

    Fiquei engasgado com a história. Segurei minhas lágrimas até deixá-la com a Pastora e as crianças. No carro, desabei em lágrimas e uma dor terrível passou a sufocar meu peito e apertar minha alma. 

    Dói-me muito, pois lhe foi tirado tudo. Até a companhia das crianças reais e concretas do seu círculo social foram abruptamente extirpadas. 

    Quando Nina vivia ao meu lado, eu sempre povoei sua imaginação com a invenção de histórias. Ademais, lia-lhe livrinhos diariamente e sua vida era de uma fertilidade ímpar. Hoje, no caminho, ela quis voltar no tempo e me perguntou se eu ainda caçava monstros, alusão as histórias dos tempos das cavernas. Ponderei-lhe que não poderia caçar monstros nos dias atuais, pois isso implicaria em deixá-la. Ela cortou tudo: "não pai, tu não pode se afastar de mim, não, não".

    Eu precisava entendê-la melhor, mas ela me surpreendeu e me convidou para caçarmos monstros juntos. Ela sabe que tudo são bobagens, lendas, historiazinhas ... mas ela parece ávida para tomar uma outra forma, e voar para o incerto em busca de algo que ela perdeu e parece não mais encontrar. No seu convite, havia um recado embutido, entendi tão bem.

    Basta meia hora com minha filha e cada vez entendo menos os limites da psicologia e o perfil dos profissionais dessa área. Caos completo. 



     


     

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    O município da região mais afetado por fatores climáticos recentes, em sombra de dúvidas, foi Jaguari, seguido por Santiago, cuja "chuva de pedras" provocou grandes estragos em torno de 3 mil residências, em maior ou menor intensidade.

     Entretanto, a sucessão de fenômenos que atingiu Jaguari merece, sim, ser alvo de uma reflexão maior, pois isso tem implicações que evoluem do aspecto psicológico e terminam no político, passando pelas finanças pessoais e públicas.

    A sucessão referida  começou com a queda da ponte, passou pelo primeiro vendaval, ventos de 134 km por hora, veio um segundo e agora todos se ressentem com a cheia do rio, que acabou - da mesma forma - atingindo as populações mais perto do rio.

    Isso tudo acontece num momento de grande dificuldade da economia do Estado e do País, prejudicando repasses eventuais para o socorro. Ademais, as próprias finanças públicas municipais foram duramente atingidas em face desse óbice dos repasses públicos.

    É claro que os dirigente municipais, Prefeito, vice, vereadores governistas e secretariado são o para-choque das reivindicações populares. São os primeiros a quem o povo se dirige; e esses cobram uma resposta, pois tiveram casas destruídas, tiveram perdas nas plantações, tiveram guarnições mobiliárias residenciais atingidas e todos se ressentem, nesse período de festas e comemorações, do caos, das perdas e dos danos. Uma contabilidade, para a data horrível.

    Como jornalista, sociólogo e advogado, sou testemunha da reação do poder público municipal. O Prefeito João Mário, um homem de alta moral e conduta ilibada, um homem público de conduta exemplar, é o que mais sofre com tudo isso, na medida em vira o grande receptor da tragédia. Se fosse um malandro, um oportunista, tudo lhe seria indiferente. Mas não, ele tem sofrido barbaramente em busca de respostas e suas aflições são reais e concretas. Sei que ele está fazendo o possível e o impossível. É um raro exemplo de estadista. Com sua equipe reduzida, para contar gastos, atuando com uma seriedade sem precedentes, os que estão consigo, atuam firme, com cidadania, com presteza, com seriedade e - sobretudo - com solidariedade e dor, mimetizando o sofrimento do povo jaguariense.

    Devido minha condição de advogado, acompanho de perto a ação do Procurador Eduardo Diefembach, e não me canso de dizer que a crise revelou toda a grandeza, toda a extensão cidadã desse bravo jovem. Eduardo tem sido um artífice, um sustentáculo, sempre injetando ânimo nos companheiros, sempre atuando na linha de frente, com altivez e coragem.

    O lastimável mesmo, é horrível tocar nisso, são os que se aproveitam da tragédia, do caos, das dores e perdas, para tirarem proveito político, como se os responsáveis pelas catástrofes climáticas e até acidentes, fossem os atuais gestores públicos. Pelo contrário, esses não devem e  não podem ser responsabilizados, devem, sim é serem incentivados pela grandeza com que estão atuando na linha de frente, sem ceder, sem recuar e sem se intimidarem.

    Creio que toda a região devia se voltar para Jaguari, olhar com olhos mais atentos o que está acontecendo e medindo bem a extensão dessa tragédia natural. Orações são necessárias, muito necessárias. E o povo local,os jaguarienses, não devem cair em contos políticos e nem responsabilizar os atuais gestores públicos, pois esses, além de não serem os responsáveis pelo caos e pela tragédia, são sobrecarregados pela sucessão de desdobramentos climáticos adversos, e mesmo assim, não viraram às costas e têm feito tudo que é possível e está ao seu alcance para minimizar os efeitos dessa sucessão de desastres naturais.

    Mais do que nunca, João Mario e sua equipe precisam da nossa solidariedade, da nossa compreensão e do nosso apoio. A crítica estéril e banal é sempre mais fácil. E quando jogada em terreno fértil, como é o caso de Jaguari, das adversidades em proporções assustadoras, acabam ganhando uma extensão que se avoluma, na mesma proporção em que se explora. Por isso, todo o cuidado é pouco, toda cautela é necessária e toda lucidez política deve ser posta em prática nesse momento.





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  • 12/28/15--12:05: A razão dos fuxiqueiros
  • Os que se julgam donos da verdade, que se julgam portadores dos lábaros da auto-suficiência, que se julgam superiores as demais pessoas, certamente nunca entenderão nada de amor e nem de Deus. 

    A verdade é uma construção relativa, depende do enfoque de cada um, dos instrumentais usados para operar na formulação dos juízos. 

    Eu fui uma centelha que passou. Já fui, e a ficha ainda não caiu para muitos. Perdem tempo com revanches pessoais, com emissão de conceitos fuxicados e de juízos criados para tirar proveito da razão dos imbecis. 

    Li uma série de comentários apócrifos deixados em meu blog. Pura perda de tempo. Mudar, eu não mudarei. O que fiz, faria tudo de novo, não tenho como ser diferente do que sou. Esse é meu jeito de ser, de viver e de amar. A única coisa que difere nisso tudo, é que eu não tenho preço, não me vendo, não estou à venda e se me convenço de algo, meu convencimento se deriva da liberdade de minhas formulações.

    O mais, Deus que tudo vê, tudo sabe, que é o Pai e o Criador, sabe muito bem sobre quem sou eu, o que eu sinto, minhas dores, minhas alegrias e meus valores.  Não vejo nenhuma razão para mudar.

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    Hoje, olhei meus acessos.


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