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Telefones: 99901.0414 / 98123.5945E-mail: oab.rs.advogadoprates@gmail.comBarão do Ladário 1836 - Santiago -RS

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    “ As mulheres não querem “chazinho” de ano em ano ...e sim, políticas públicas, querem é ser valorizadas, maior participação na política e oportunidades..."

    PORQUE por mais de 100 anos o PP de Santiago nunca teve uma candidata a Prefeita ou a vice Prefeita?


    Sérgio Marion - Vereador

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    Artigo 3º do Decreto-Lei 4.657/42 - a Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro: "Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece."

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    Isso também vale para o Direito Eleitoral.

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    Com seus amados tios Loreti e Agenor, a quem se amam reciprocamente


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  • 06/11/16--08:39: O canibalismo jurídico
  • Cuidado: o canibalismo jurídico ainda vai gerar uma constituinte

    Caricatura Lenio Luiz Streck (nova) [Spacca]Escrevo para denunciar, de novo, o perigo que corremos por estarmos devorando o nosso ferramental. Comportamo-nos como a ascídia, que é um animal marinho que devora o próprio cérebro após fixar residência num local que lhe pareça "tranquilo e favorável". A ascídia representa o suprassumo do canibal.

    Ao trabalho. Toda democracia estável depende de uma relação equilibrada entre Direito e política para impedir que a constante disputa pelo poder, entre os diversos partidos e grupos sociais, possa colocar em risco a engenharia institucional estabelecida pelo pacto constitucional. Rafael Tomás de Oliveira e eu escrevemos sobre isso semana passada. Eis o caráter compromissório de uma constituição. Quando a política passa a funcionar na condição do vale-tudo, por meio de uma guerra generalizada entre facções que instrumentalizam o direito de acordo com seus objetivos ideológicos mais prementes, a democracia é colocada numa situação preocupante, inclusive com riscos de rompimento do pacto constitucional.
    Entretanto, parece que a comunidade jurídica brasileira ainda não se atentou para esse detalhe, até porque ela não tem se preocupado muito com o direito ultimamente. A atual crise política — que há poucos dias foi responsável pelo afastamento temporário da presidente da República e teve como consequência a formação de um governo interino — ainda não levou ao rompimento constitucional, mas pode seguir este rumo, caso o direito continue a ser completamente ignorado na luta pelo poder que se instalou no país. Ou se ele for instrumentalizado ao modus da política.


    Parece que grande parte dos juristas ainda não entendeu a gravidade da situação institucional. Suas manifestações públicas se destacam principalmente por falas partidárias e opiniões ideológicas, sem o mínimo critério constitucional. É estranha essa situação, mas tudo indica que os juristas brasileiros não estão nem um pouco preocupados com o direito. É claro que existem exceções. Contudo, cada vez menos juristas falam sobre o direito. Seu interesse maior é pela política. E se comportam como torcedores. Sem esquecer os moralistas, é claro. Antes de analisarem constitucionalmente qualquer assunto, o cinismo ideológico se impõe para justificar todo tipo de violação contra o Estado de Direito, como as interceptações telefônicas ilegais; inversão do ônus da prova; vazamentos seletivos e ilegais; conduções coercitivas ilegais; a violência policial nas periferias das grandes cidades; as constantes decisões discricionárias/decisionistas do Poder Judiciário, os comportamentos ativistas do Ministério Público e da Defensoria, Tribunal de Contas, etc, promovendo uma farra estamental, para dizer pouco. Na verdade, tudo é considerado válido quando a ilegalidade atinge somente adversários políticos ou setores marginalizados da sociedade brasileira. E o mais assustador é que parte significativa dos juristas se coloca na primeira fila como principal apoiadora das medidas de exceção. Isso porque, para grande parte dos “doutores”, defender o Estado de Direito não é uma questão de princípio e sim uma questão de conveniência.

    Mas depois de todas as demonstrações de falta de apreço pelo direito — e não faltaram violações nesses vinte e sete anos da Constituição de 1988 —, alguns juristas também resolveram encampar a ideia estranha (para ser generoso) de que o Brasil necessita de uma nova Assembleia Constituinte para reformar o sistema político. Fala-se em convocar uma Constituinte exclusiva e apostam novamente na política como solução de todos males. Seria um haraquiri institucional, como já dissemos aqui.[1]

    Afinal, a Constituição de 1988 não tem nada a dizer sobre a atual crise? Por acaso ela autoriza a convocação de uma Constituinte exclusiva? Respondo: não! E assumo essa tarefa institucional porque sei o quanto a tradição do constitucionalismo moderno foi fundamental para aplacar a vontade de poder que atinge todos os segmentos da política. Direita e esquerda, quando governam sem qualquer forma de interdição jurídica, acabam caindo na tentação de usurpar o poder e exercê-lo de forma autoritária. No século XX tivemos diversas demonstrações de regimes autocráticos que instrumentalizaram o direito para seus objetivos políticos e, como consequência, instituíram um estado de exceção permanente contra opositores. Diante da falta de Constituições normativas, pelas quais a limitação do poder e a defesa das liberdades individuais e sociais sempre são garantidas pelo direito, restou a política arbitrária como forma de controle social.

    Foi por isso que, depois da Segunda Guerra Mundial, a concepção favorável a uma Constituição normativa, capaz de garantir a autonomia do direito frente à política, retornou com força na Alemanha. Depois de todas as atrocidades ocorridas em solo alemão — desde a unificação nacional pelas mãos de Otto Von Bismarck até o nazismo de Adolf Hitler — ficou claro que a construção de uma comunidade política democrática dependia do controle da política pelo direito.É a partir dessa nova condição institucional que Habermas se apropria (e bem) do conceito de patriotismo constitucional, cunhado por Dolf Sternberger em 1979, para dizer que o estabelecimento de uma comunidade política dependia da adesão aos princípios que orientam a formação de um Estado constitucional democrático. Ou seja, a defesa do controle da política pelo direito via Constituição.

    Constituição é norma. Não por capricho. É norma porque, no direito “Auschwitz nunca mais”, a democracia só se faz no direito e pelo direito. Política e moral (principalmente estes dois predadores) devem ser controlados. Caso contrário, o direito se transforma em política ou moral. Simples: se não há controle sobre a política, então não há mais direito. Quem acha que vale, excepcionalmente, dar um drible no direito, está dizendo que política e moral valem mais do que o direito.

    Isto tudo quer dizer que os mesmos que vibraram com as escutas ilegais feitas contra o senador Demostenes foram, depois, vítimas do mesmo drible jurídico. Quem vibrou com Protógenes, morreu do mesmo veneno. Quem lembra do Fausto De Sanctis? Vou falar com Milton Neves para ver o quadro “Por onde anda”. Ele chegou a ser ídolo.Para ele, os fins justifica(va)m os meios. Ora, direito quer dizer: contra tudo e contra todos. É uma questão de princípio. Como o cara do Tubos Tigre (ver aqui). Algo como “— Mas, e se a escuta ilegal for para derrubar o meu inimigo? Ah, se for meu inimigo...— não”! “— E se passarmos por cima da Constituição para pegar o Eduardo Cunha? Ah, neste caso, já que é o Cunha...”— não”! Como na propaganda, trata-se do “não necessário”, como dizemos Fernando Facury Scaff e eu de há muito.
    Todos os dias vemos pamprincipiologismos, mut(il)ações (in)constitucionais, rebeldia contra o CPC novo e ninguém se apercebe do ovo da serpente? Um juiz federal disse, em Juiz de Fora, há alguns dias, face to face com uma Comissão da OAB que "Nós do TRF não nos submetemos ao novo CPC." Simples assim. Com receio de contestarem (leiam a coluna sobre servidão voluntária — ler aqui), os causídicos saíram. Sem nada dizer. Uma ministra do Superior Tribunal de Justiça já disse que o CPC não se aplica aos juizados especiais. Há centenas de decisões em todo o país negando o novo CPC. Ensino jurídico de baixa densidade, cursinhos a milhão, livros cada vez mais standartizados e, me digam: quem é culpado pelo fracasso? Quem? Tempestade perfeita que está armada.

    Por isso, pergunto: Fazer uma nova Constituição resolverá essa fragilização do Direito? Quem garante que a) o novo texto será melhor do que este? b) melhor para quem? e 3) quem garante que a nova Constituição será obedecida por juízes, ministros e membros do MP? Sim, porque, atualmente, vivemos em um estado de exceção interpretativo.

    No dia em que foi feita a primeira ponderação depois da CF/88, começou o erodição (e não a erudição) do Direito. Quando aplicaram pela primeira vez um princípio ad hoc, inventado sob pretexto de que “princípios são valores” (oh, que estrago que isso fez!), ali foi dado um passo importante rumo ao...fracasso. Hoje estamos nesse estado. Tendo que dizer o óbvio: a Constituição é norma. E que ser “revolucionário” é defender a legalidade constitucional. Porque não tem Cristo que consiga fazer com que se cumpra nem mesmo um Código como o de Processo. Pior: descumprimento incentivado por professores, magistrados e outros quetais. Sim, porque no direito, hoje, ocorre algo como no futebol: todos técnicos são “professores”. É professor prá cá, professor prá lá...É o luxemburgamento da dogmática jurídica. Vê-se cada coisa escrita e falada...Como diz o professor Luxa, “temos ‘pojetos’”...!

    E, com tudo isso, vêm me falar em constituinte “exclusiva”? Só se for uma Constituição que será aplicada por juízes alemães. Ou norte-americanos. Por que com o que temos hoje, desculpem-me... Prefiro ficar com esta e lutar para que os juristas a levem a sério e parem de canibalizar o direito. Ou alguém acha que um novo texto constitucional fará com que os juízes o cumpram? No dia seguinte começa tudo de novo. Quem tiver dúvida, veja o que está ocorrendo com o novo CPC.

    Quem sabe, começamos de novo — pelo menos metaforicamente? A lição número um poderia ser: onde está escrito x, por favor, pelo amor de Deus, leia-se...x. Isso para começar. Na lição número dois, poderemos já ler coisas que vem depois do século XIX. Mas bem devagarinho. Folha por folha. E quem disser que “o juiz boca da lei morreu porque agora o que vale é o juiz dos princípios”, ficará de castigo. Porque foi esse mantra que ajudou a chegarmos a esse estado de coisas. E terá de fazer ficha de leitura da Teoria Pura do Direito. E do Conceito de Direito. E do Levando os Direitos a Sério. Também terá de fazer ficha de leitura do modelo 2 (alô, querido Professor Cesar Pasold). Até do conto “a Sereníssima República”, de Machado de Assis. E de Alice Através do Espelho. E do Círculo de Giz Caucasiano. E da peça de Brecht “Santa Joana dos Matadouros” (que nos proteja do canibalismo jurídico! E dos néscios!).
    Numa palavra final: com tantos vazamentos, a República está fazendo água. Parece que tem gente que acha que a política é dispensável. Claro que a política não se ajuda muito. Entretanto, cabe um aviso aos navegantes: uma crise na Itália, por exemplo, é uma crise...na Itália. Milhares de anos de história, uma das maiores economias do mundo, base social sólida, educação, saúde, rodovias, muito turismo, etc. Outra coisa é uma crise no esgualepado país chamado Pindorama, em que... bem, todos sabemos. Vou dizer algo que aqui já disse: no caos, não há direito. Se o direito é predado pela política e/ou se o direito preda a política, sempre sobra para a patuleia. Ou quando o direito se transforma em política e, em uma fagocitose, captura a política. E sabem quem se aproveita? O moralismo. Lá vem o novo, gritam alguns; mas, por debaixo das roupas do novo, esconde-se o velho. Parece que isso é de Brecht. Que também escreveu Santa Joana dos Matadouros. Rogai por nós!


    1 Obviamente não quero comprometer, nesta Coluna, os meus co-signatários deste texto publicado em 26.08.2014.. Esta coluna reflete, apenas, neste momento, a minha ideia e a de Marcelo Cattoni. Ambos mantemos essa posição.
     é jurista, professor de direito constitucional e pós-doutor em Direito. Sócio do Escritório Streck, Trindade e Rosenfield Advogados Associados: www.streckadvogados.com.br.
    Revista Consultor Jurídico

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  • 06/11/16--08:55: Osmar Terra
  • Conversei - agora pela manhã - com um amigo do Ministro Osmar Terra, internado desde quinta-feira no Hospital Sírio Libanês e as informações sobre seu estado de saúde são preocupantes.

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    REPORTAGEM ESPECIAL
    NÃO HÁ VENTO QUE RESOLVA

    INVESTIMENTO DE R$ 300 MILHÕES em parques eólicos de Livramento fracassou devido a uma sucessão de equívocos administrativos, má gestão de recursos e até um temporal que derrubou oito de 27 torres projetadas para funcionar com a força do vento

    No interior de Santana do Livramento, na região da Fronteira Oeste, quatro parques eólicos deixaram de produzir energia e se converteram em monumentos ao desperdício de cerca de R$ 300 milhões. Imobilizadas há um ano e meio, desde que um temporal botou abaixo oito das 27 torres projetadas justamente para funcionar à base de vento, as usinas não têm previsão de voltar a operar. Os detalhes da história por trás da desativação dos cata-ventos indicam que equívocos administrativos e impasses legais foram mais determinantes do que o mau tempo para sucatear o projeto.

    Os quatro parques eólicos paralisados, chamados Cerro Chato 4, 5, 6 e Cerro dos Trindade, tinham capacidade instalada de 54 megawatts (MW), o suficiente para abastecer cerca de 100 mil casas. Em vez de transformar vento em eletricidade, as pás das duas dezenas de geradores que resistiram ao vendaval de dezembro de 2014 permanecem estáticas. Um dos gigantes de metal, fibra e plástico destruídos ainda se encontra espalhado no campo à espera de remoção. Os outros sete já foram recolhidos como sucata de luxo.

    A ventania apenas antecipou o fim das atividades nos quatro parques da empresa Eólicas do Sul, que tem a estatal Eletrosul na composição societária e, como resultado, também é um mau exemplo de gestão de recursos públicos. A Eletrosul tem 49% de participação nos projetos, que foram financiados pelo BNDES.

    EMPRESA ARGENTINA ENTROU EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

    As unidades já enfrentavam dificuldades para funcionar devido à quebra da companhia fornecedora dos aerogeradores – coração do sistema responsável por converter energia mecânica em elétrica – e única capaz de fazer a manutenção e a operação dos mecanismos vendidos à Eólicas do Sul.

    A Wind Power Energia (WPE), nome do poderoso conglomerado argentino Impsa no Brasil, encerrou as atividades no país e entrou em recuperação judicial sob alegação de falta de pagamento por parte da Eletrobras de um empreendimento bilionário construído em Santa Catarina. A Eletrobras, por ironia, é a controladora da Eletrosul – prejudicada pela quebra da Impsa no país.

    Possíveis soluções esbarraram em impasses envolvendo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Eletrobras e a Justiça. Confira, a seguir, os principais capítulos da insólita história de como R$ 300 milhões investidos no Estado foram jogados ao vento.
     

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    A Cartilha de Divórcio para Pais, desenvolvida pelo CNJ e pelo Ministério da Justiça, dá dicas de como lidar com os efeitos negativos dos conflitos mal resolvidos nos filhos e o que se pode fazer para estabelecer boa parceria parental para que suas crianças e seus adolescentes vivam em um ambiente tranquilo e se tornem pessoas emocionalmente saudáveis. Saiba mais aqui: http://bit.ly/1Kl6zpi

    Descrição da ilustração #PraCegoVer: imagem de um coração de papel rasgado ao meio com bonecos de papel recortados em cima, dando a entender q são uma família, homem, mulher e criança. Texto: Família. É comum encontrar pais que falam mal um do outro para os filhos, discutem na frente deles e os induzem a tomar partido. Essas condutas prejudicam o desenvolvimento emocional de seus filhos. Conheça a cartilha do divórcio do CNJ para pais e filhos. Fb.com/cnj.oficialtwitter.com/cnj_oficial



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    MKT PUB eleitoral é uma técnica de malandragem que consiste na frequente citação do nome de um candidato, ou marca, ou produto ou serviço, sem as características explícitas relativas a um anúncio publicitário formal, numa emissora de rádio.Trata-se de uma fórmula para burlar a lei eleitoral com constantes citações do nome do candidato.

    Hoje pela manhã, fui acordado com mais uma gravação da equipe que está me subsidiando com informações. 

    O radialista mandava abraços ao TIAGO GORSKI LACARDA, (candidato do PP a prefeito de Santiago, grifo meu) que estava desde cedo no Bairro Ana Bonatto tomando mate na casa da dona ...
    É claro que isso é crime eleitoral, é campanha eleitoral antecipada e abuso de poder econômico.
    Com tantas pessoas para citar, por que o ênfase ao nome do candidato a prefeito do PP? E por que os detalhes? Que ele estava no bairro Ana Bonatto, desde cedo, tomando mate na cada da dona ...?
    Alguns falam em merchandesing, mas o marketing político mais atualizado, especialmente no Rio e São Paulo, tem denominado esse golpe de incutir o nome de um candidato nos ouvintes daquela emissora de MKT PUB eleitoral.  

    Só que a coisa aqui em Santiago tomou um vulto tal que enseja uma urgente intervenção do Ministério Público Eleitoral Federal, afinal as rádios são concessões públicas e não podem se prestar para privilegiar somente o nome de um candidato, tomando todas as pessoas e os agentes políticos locais por bobos, otários. Não se falando que estão afrontando claramente a Lei Eleitoral e ferindo o princípio da isonomia de tratamento que deve ser dado aos pré-candidatos.

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    Gilmar Mendes diz que milhares de votos foram fraudados e pede que PF investigue a fundo

    Se for bem investigado, esses milhares de votos fraudados se tornarão milhões...

    Desde 2012 vimos denunciando e postando um caminhão de coisas sobre fraudes eleitorais no Brasil.
    REVEJA: Ainda tem o seríssimo problema das urnas venezuelanas e o sistema eleitoral fraudado
    Parece que agora, antes tarde do que nunca, o TSE começa a mexer no vespeiro. Pela tangente, lento demais, mas já é um começo. Resta saber se vai adiante essas apurações.
    Contudo, nessa ocasião, o TSE do Ministro Gilmar Mendes, fala em apenas 77 mil votos fraudados. E pede que a biometria seja feita nas cidades onde ocorreram as fraudes, além de pedir uma investigação profunda da PF, PGR e demais õrgãos.

    AS PERGUNTAS FICAM:

    Como é que vão fazer com as tais urnas venezuelanas?
    Como vão fazer para evitarem novas fraudes?
    O povo vai confiar nesse sistema depois de mais essa constatação feita pelo TSE?

    FRAUDES ELEITORAIS

    ***O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para investigar falhas em 77 mil registros de voto durante as eleições de 2014.
    Os indícios são de que pode ter havido fraude no momento da votação.

    O tribunal havia divulgado inicialmente que o ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte Eleitoral, iria determinar trocar todos os mesários do país para o pleito de 2016 por causa das irregularidades.
    A assessoria corrigiu a informação e as substituições ocorrerão apenas nas sessões eleitorais em que o problema foi identificado.

    O gabinete do presidente do TSE também divulgou que o número de irregularidades aparecia em 40 mil votos, mas este dado só abrange o primeiro turno.

    A informação também foi corrigida horas depois para constar os números do segundo turno, que somam 37 mil. As irregularidades foram constatadas após um cruzamento preparatório para as eleições deste ano. Os casos envolvem, por exemplo, frequência em uma mesma urna de registro de voto associado a eleitor que justificou ausência nas eleições passadas.

    O maior número de falhas foi constado em municípios do interior do Maranhão e da Bahia. Gilmar também determinou que as cidades em que os problemas foram mais frequentes deverão adotar em regime de urgência o sistema biométrico de votação para prevenir possíveis fraudes nas próximas eleições. ***(Via Gazeta do Povo)
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  • 06/11/16--13:57: Dirigente Sindical
  • O dirigente sindical deve se afastar do cargo até o dia 1º de abril de 2016, se candidato a vereador. Artigo 1º, II, g, IV, a, e VII,a.Resolução TSE 18.019-92.

    Um dirigente sindical que comparece em audiência como preposto do Sindicato, assina ata, após esse período, está inelegível. 

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    Jantei e vim para meu escritório. Nunca tinha visto o centro tão lotado. É o amor em alta incentivando o comércio. O amor é lindo e é tão bonito ver os casais apaixonados, flores, velas, jantares, romantismo. 

    Eu sou um sujeito engraçado. Só consigo me mover dentro de minha sala. Revirando meus textos, revendo minhas anotações e compartilhando velhos sentimentos.

    Passar o dia dos namorados sozinho, para mim, não está sendo nenhum transtorno. Já passei o natal, ano novo, carnaval, páscoa, o aniversário de minha filha ...com o tempo a gente acostuma. É como a prisão e o estrangeiro dentro de si mesmo.

    Acredito que o universo tenha uma conexão lógica. Certas pessoas se encontram, se dão bem, constroem uma família e são felizes. 

    É claro que o amor é a base da família. E é claro que tudo começa com os namoros. Daí a importância simbólica da data desse domingo. 

    A conexão lógica universal tem a ver com o destino das pessoas. Mas, hoje, não estou propício a reflexões maiores. Tenho que sair as 6 horas da manhã, apanhar minha filhinha nesse frio para, enfim, poder exercer minha paternidade. É tudo tão doído para mim e para Nina, mas haverá o dia em que será diferente. O que não posso é desistir, ser morto pelo cansaço. Nem quero frustrar minha pobre filhinha, ela me espera tão ansiosamente. Nossa conexão cósmico é perfeita. Sei sentir suas dores e suas emoções pelo seu tom de voz. É incrível, mas sei. 
    Nascer. Arte de Renata Medeiros.


    Já andei tanto nessa jornada para vê-la. Enfrentei temporais, estradas lamaçentas, poeiras de verões, capotagem, agressões, calúnias, acusações, fundi o motor de um carro, quebrei o carburador num buraco ... vivemos horas de apreensão e pavor. Mas, enfim, não posso deixar o amor morrer, nem frustrar minha filhinha. 

    É um capítulo amargo que Deus reservou em nossas vidas. Mas, creio, firmemente, que o desfecho desse capítulo, que Deus legou-nos, Deus mesmo dará um desfecho, seja ele qual for. Sinto isso tão perto de mim, tão dentro de meu coração, convivo com isso. Estranhamente, sem lógica, mas eu sinto isso. Sei que logo ali adiante haverá um capítulo novo a ser escrito.

    Desejo felicidades aos que se amam. É bom e bonito ver tanta festa, tanta gente apaixonada, tanta fluição nos lares, nos olhares, nas jantas, nas flores.

    Um feliz dia dos namorados para todos. 

    Poderia ser cálido?

     

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    O dia da Nina está sendo muito divertido. A nossa estimada amiga Renata Medeiros, artista plástica santiaguense, filha do conceituado Médico Renato Medeiros, pessoas altamente estimadas na comunidade, hoje usou em seu perfil a foto da FROZEN. (Todos sabem da paixão da Nina pela Frozen).
    Nina e a Frozen


    Quando eu disse para Nina que estava falando com a FROZEN, ela foi a loucura. Ficou feliz e cheia de dúvidas. - Mas ela não existe pai. - Mas eu estou falando com ela, olha aqui. 

    Renata Medeiros
    Enfim, são pessoas assim, com a grandeza e o amor da Renata, que compreendem o que a Nina está passando, que tornam nossas vidas mais divertidas e alegres. 

    Isso é próprio de corações abertos, mentes limpas, sãs e sadias. Renata sintetiza esse espectro do ser humano e mesmo longe, lá de Caxias do Sul, proporcionou a Nina esta alegria indescritível. 
    É assim que vivem os amigos. Ontem a noite, conversei longamente com o Amigo Ruy Gessinger, trocamos impressões sobre o poder judiciário, o valor das amizades, o afeto das relações e a cordialidade humana. 


     
    A fantástica obra de Renata Medeiros, o Nascer, o recomeçar, a vinda ao mundo, a fecundação, a divindade






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    Hoje cedo na estrada limítrofe entre Maçambará e Itaqui. Saio de Santiago as 6 horas da manhã para poder passar algumas horinhas com minha filha.
    Campos e vegetação do Bioma Pampa simplesmente brancos pela geada.

    Esse é o maior pé de cactus que eu já conheci em minha vida.




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  • 06/12/16--19:28: A força motriz do amor



  • Tempos atrás, moviam uma perseguição implacável contra mim e minha filha. É que nós adorávamos parar no cemitério, um velho cemitério semi-abandonado, onde havia velhos túmulos, catacumbas e centenas de lagartixas. Longe da guerra movida contra nós, ali havia paz, um silêncio reinante e também ali eu contava os mais lindos contos para minha filhinha. 

    O cenário é bucólico, a arquitetura arrojada ... e sabemos que o cemitério é um campo santo, onde repousam restos cadavéricos, nada mais. A Nina adorava andar sobre as cercas de pedras. Nunca nos passou pela cabeça alguma coisa mística ou tétrica. Era apenas um lugar de paragem, onde conversávamos, trocávamos ideias e sorríamos para a vida.

    Tudo ía parar no poder judiciário e nas mãos do ministério público, como se o que cometíamos era um crime. A perseguição era implacável. 

    Então, sugeri a minha filha que procurássemos diamantes e pedras preciosas. Achei um lugar, enfim, que substituia o cemitério. A Nina denominou covil das pedras preciosas


    Durante a tarde, em nossa viagem de volta, parávamos procurar pedras, diamantes, esmeraldas ... hoje, todas elas decoram a entrada no meu escritório. Incrível, mas a Nina até hoje quer caçar pedras preciosas. 

    Foi numa dessas caçadas, numa tarde quente, que um senhor aproximou-se de nós. Era o Roberto, esse moço aí da foto, com o filhinho dele, o Cauã. 

    Conversamos e a Nina aceitou o convite de tomarmos água em sua casa. Lá conhecemos sua esposa, Dona Vera. 

    Fizemos uma amizade tão dócil, tão amável e tão afetuosa que marcariam nossas vidas para sempre. 

    Eles moravam numa casinha na estrada de chão que vai para a casa dos avós da Nina. Então, nossa rotina era ver nossos amigos. 

    Um dia, descobrimos que eles estavam mal, e compramos um monte de coisas para eles. 

    Ao chegarmos, a casa estava fechada. Não havia ninguém.

    A Nina chorou pelo Cauã, que tem 3 aninhos. E eu senti a falta do meu querido amigo Roberto e sua esposa. 

    O tempo passou.

    Passou.

    Passou.

    Cada vez que passava pelo local, ainda tentava encontrar um deles. E nada. 

    Tendo perdido nosso amigo, buscamos numa abandonada tapera um local para nossas conversas, histórias e troca de ideias. A Nina é muito detalhista em tudo que me conta. E extremamente sincera. 

    E incorporamos a tapera como parte de nossa rotina.

    Hoje, domingo, pela manhã, adentramos no local, sentamos num murinho, no sol e ficamos conversando. 

    De repente, surge o Roberto e o Cauã correndo atrás de nós. Sorriso estampado, foi um reencontro marcado por emoções, alegrias e festas.

    Creio que tanto eu quanto a Nina vibramos felizes por reencontrar nossos amigos. Ele nos convidou para conhecermos onde ele está morando e trabalhando. 

    Incrível coincidência. Ele trabalha exatamente em frente a tapera onde paramos para contar histórias e descansar. 

    Foi só alegria.

    Prometemos que - na volta - lá passaríamos. A Nina compra salgadinhos, docinhos, enfim, faz ao seu estilo às compras para o Cauã. 

    Saímos de Santiago por volta das 17 horas. 

    Nossos amigos estavam com um fogo na lareira. Foi uma festa, uma alegria só. 

    Fiquei imensamente feliz, grato a Deus por ter reencontrado meus amigos amados. A Nina também ficou feliz pelo Cauã, brincou com ele até a hora judicial apressar nossas vidas. 

    O Roberto, a esposa dele, dona Vera, e o Cauã, povoam minha vida desde as caçadas de pedras preciosas. São raros para mim. Os amo tanto, fiquei tão feliz em reencontrá-los. 

    Minha felicidade foi tanta que nem a tradicional nostalgia das despedidas emergiram. Emergiu a força de uma amizade tão pura, tão bonita e tão fraterna. 

    Comemos com eles, jantamos juntos, um jantar abençoado, uma divina santa seia. 

    Obrigado meu Deus pelos amigos que reencontrei, pelo significado que eles têm em nossas vidas. Pela vida, pelas vidas, pelo amor, pelos amores. Pela pureza, pela fraternidade, pela amizade e pelos momentos dóceis e de tanta paz e harmonia que passamos juntos.  

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    Eu sou um existencialista, meu blog reflete meu existencialismo. Talvez muitas pessoas não compreendam bem o existencialismo, certamente não leram Sartre e os botecos de Paris, as prostitutas, os amores, as traições. 



    O existencialista fala de si, sem medo, dos seus medos, angústias, incertezas, alegrias, amores, dores, desconfortos ... O existencialista é sempre na primeira pessoa. 


     Quando eu falo na Nina, quando eu conto de suas dores, de minhas dores, quando eu falo em amores,  solidão, medo, depressão, enfim, quando coloco no blog essa interação digital com as pessoas, nada mais estou fazendo que dar vazão ao existencialismo que habita em minha alma. É claro, existem pessoa no nosso meio, profundamente existencialistas, mas que, sequer, sabem ou tem consciência do existencialismo. 
     existencialismo
    z/
    1. substantivo masculino
      fil conjunto de teorias formuladas no sXX, com forte influência do pensamento de Kierkegaard, que se caracterizam pela inclusão da realidade concreta do indivíduo (sua mundanidade, angústia, morte etc.) no centro da especulação filosófica, em polêmica com doutrinas racionalistas que dissolvem a subjetividade individual em sistemas conceituais abstratos e universalistas.
    Origem
    ⊙ ETIM al. Existentialismus, pelo fr. existentialisme 'id.' ou ing. existentialism 'id.'
    Meu blog reflete minhas convicções ideológicas, minha formação, e, é claro, escrevo sobre Direito, sobre Sociologia e Filosofia Política, mas também não me restrinjo a isso apenas. Também escrevo e  muito sobre o Existencialismo. E e aí que falo de minhas paixões, amores, acertos, desencontros, vinhos...Não sem razão, dia 22 de março desse ano completei 13 anos de blog e 16 anos de atuação em jornal on line
    Meu público é não somente de Santiago. Longe disso. Tenho mais leitores diários nos Estados Unidos que no Brasil. Tenho mais leitores na Alemanha que em Porto Alegre. Estranho, mas é assim mesmo.
    É claro que as pessoas que me leem na Alemanha, na China, na Índia, Rússia, Ucrania, Polônia ... não estão ligados na escolha do vice do PP, para eles, Marco e Cláudio, tanto faz. As milhares de pessoas que me acessam pelo mundo afora, querem é saber do desfecho do caso da Nina, da minha batalha com o poder judiciário pela guarda, como foi nosso domingo, se estou namorando com a Karine ou se tenho outra, se eu sou homossexual ou não, por que a Karine postou sobre o vinho e a outra lá curtiu ... os links é o que o pessoal mais adora. Inferir uma maldade, dessas maldades boas, só eu sei o que rende. 
    É claro, sempre trago debates curiosas, porque eu não me manteria na internet por tantos anos se não tivesse público. E tenho. E mais:eu e qualquer blogueiro sabemos que assuntos rendem mais acessos e que assuntos o público mais adora. 
    Eu sei que políticos me leem, secretários, deputados, sei bem dos meus acessos entre juízes, promotores, dentro do TJ, prefeitos, assessorias, mas eu não direciono meu blog nunca somente para esses. O forte do meu blog é o existencialismo. Sou eu e minha filha. 

    Nossa casa são todas as casas, nossos limites são os céus e é tudo como uma declaração de minha filha para mim: "pai, eu te amo até o infinito, além do infinito". Nossas almas são livres, aprisionam nossos corpos, mas não nossa liberdade e nem o nosso direito de sonhar e voar. 
     Esse sorriso é eterno e nenhum juiz vai matá-lo. Aí está a essência do amor, a pureza das almas, a plasticidade mais harmônica que habita na perfeição de uma relação pai e filha. 

    Como não amar nossos amigos que ontem a tarde nos receberam com sorrisos nos lábios, que nos trataram como parte de suas famílias, como se fôssemos irmãos?
     Eu louvo a vida todos os dias. Reflito e escrevo. Não escrevo só sobre política, em mim há amor e tento passar isso para a minha filha nas poucas horas que tenho direito de ficar com ela. Escrevo sobre amor. Divido com meus leitores a importância do amor, de nossas vidas, encontro e desencontros, dores e alegrias.

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    O Rio Grande do Sul, o Brasil e o Mundo vão conhecer os traços e o talento da artista plástica santiaguense Renata Medeiros. 

    Em mega-exposição. Na foto, a montagem da série Zodíacos. Logo vem maiores informações para acompanharmos esse talento local que ganha prestígio internacional e - por onde anda - carrega a identidade santiaguense

    É o maior nome - hoje - de nossa cidade, reconhecida no país, em destaque na pintura internacional. 

    Leia mais sobre Renata e sua obra, clicando aqui:

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  • 06/13/16--19:00: A rasteira
  • Toninho e - agora - Marquinhos. 

     

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  • 06/13/16--19:17: Para os tolos refletirem


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  • 06/13/16--20:30: Ghost Writer
  • Hoje pela manhã, eu e o Jornalista Cláudio Irion fomos buscar algumas informações com o pré-candidato a Prefeito Guilherme Bonotto. 

    Conversa vai e conversa vem ... surgiu uma história do anedotário político santiaguense. 

    Valério, advogado, vereador da oposição, foi para a tribuna da câmara e abriu um bocão contra um artigo assinado pelo então prefeito Chicão. 

    Desesperados, sem saber como defenderem Chicão, os vereadores do PP, liderados pelo vereador Davi, ligam para Chicão, que estava em casa, cozinhando e tomando um bom vinho. 

    - Que artigo, eu não escrevi nada sobre a oposição. 

    - Como não, Chicão, tu assinou o artigo. 

    - Parem de me encher o saco, eu já disse que não escrevi. 

    - Falem com o Júlio, foi ele quem escreveu.

    - O Ruivo ou o Prates?

    - Desde quando o Ruivo escreve artigos. Se toquem.

    Quando eu vi, Davi chegou em mim, com toda sua fineza e tradicional diplomacia. 

    A história veio a tona porque um blog de uma liderança petista mandou um questionário para o Guilherme. Ele não respondeu e então os petistas acharam que eu era o canal para furar o bloqueio. 

    Aí eu disse para o Guilherme, deixa que eu respondo, eu digo que tu é contra o golpe rsrsrsrrsrsrsrsrs.

    Guilherme saltou longe ... tá louco, não me mete em confusão com a minha base, não te lembra daquele rolo do Chicão aquela vez.

     

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