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Telefones: 99901.0414 / 98123.5945E-mail: oab.rs.advogadoprates@gmail.comBarão do Ladário 1836 - Santiago -RS

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    Existe uma nova realidade na educação nacional, negar isso é não entender a evolução e a dinâmica dos fatos sociais e dos acontecimentos político/educacionais. Mudanças de concepções e de paradigmas, por exemplo, envolvendo a questão da educação pública e privada, ensino técnico e a implantação de critérios seletivos, entre eles, o IDEB, ENEM, ENADE, OAB e – agora – também, ao que tudo indica, o exame de proficiência para os contadores e médicos, estão no epicentro das mudanças e transformações. 



    Em alguns municípios mais avançados, onde a sociedade é crítica e de vanguarda, esse debate sobre a qualidade do ensino é altamente fomentada, especialmente após as divulgações das notas do IDEB e do ENEM, ENADE. OAB ... 



    Esses critérios seletivos foram implantados dentro de uma visão que visa assegurar e resguardar bons rendimentos do processo educacional, modificar o que precisa ser mudado, e manter a qualidade, onde assim verificados. 



    Mais dias, menos dias, esse debate sobre a formação nas licenciaturas se refletirá fortemente nas notas do ENEM, ENADE e do IDEB e a qualidade do ensino das licenciaturas ministradas em Santiago, a exemplo do que está ocorrendo com a OAB,  deverá ocupar o centro das atenções das autoridades, políticos, imprensa e sociedade civil. Bons professores, formam bons alunos e quem forma os professores?



    Da palmatória, ao IDEB, muita coisa mudou. A pedagogia evoluiu e as técnicas pedagógicas cada vez mais se aperfeiçoam. 

    Santiago, nossa cidade, está perdida nesse debate e estamos sendo engolidos por uma realidade cruel. Se de um lado, é incipiente e quase inexistente à crítica ao baixo rendimento local nas notas do IDEB, por outro, essa falta de debate, ausência de reflexões, ausência de teses e de textos críticos, são indicativos explícitos das nossas limitações teóricas e acadêmicas, afinal, sequer sabemos fazer o debate. 

    Pior que não fazer o debate, é a postura retrógrada de abafar o debate, pois grassa uma escola chauvinista que vive de auto-elogios, segurando o florescimento de qualquer reflexão mais profunda. A essência do chauvinismo local insiste em mascarar a realidade, criar um conjunto de fatos ilusórios e estabelecer uma relação “saber x sociedade” totalmente mascarada, para não ser mais duro, pois o que se coloca é uma grande ilusão. Frear o debate é uma atitude anti-científica, embora entidades reacionárias e conservadoras tentem, de todas as formas, manter sua hegemonia reafirmando velhos dogmas e insistindo em teses que já se demonstraram engolidas pela emergência de uma nova realidade educacional, social, política e econômica (atenção, não quero aqui discutir categorias de níveis estruturais e superestruturais, ou infraestruturais, por isso mesmo não precisa ser tudo necessariamente nessa ordem, embora sempre deixe claro que reconheço a determinação da economia). 

    Vivemos à realidade da sociedade do saber e do conhecimento e nossa cidade, Santiago, não viu isso, parou no tempo e ficou refém do atraso chauvinista. 



    O  debate sobre o exame de ordem tem ocupado a pauta das nossas preocupações , embora a intenção manifestamente explícita de alguns setores (ávidos apenas em assegurar empregos), sempre dispostos a sufocar o debate e esconder a realidade dos números e das estatísticas da própria OAB. 

    Esse texto não está condicionado à vontade de patrocinadores, quem não fechar com nossa linha de pensamento, que caia fora de uma vez e feche com as forças retrógradas até que todos afundem juntos. Nossa preocupação tem outro escopo. A vida segue, sai um e vem outro. O dinamismo social não nos permite tal condição de reféns, muito menos à emergência de uma nova realidade que nossa cidade insiste em não ver. 

    Mas, afinal, que mudanças são essas e como tudo isso se processou? 

    Começemos pelo exame de ordem e o envolvimento da comunidade jurídica. Depois vamos para outros indicadores. 

    O exame de ordem, por exemplo, para as turmas de 2005, era apenas 50 questões e o aluno que acertasse 20, isso mesmo, apenas vinte delas, já estava aprovado. Que barbada! Ademais, era um exame regionalizado e que levava em conta as particularidades de cada região, embora o direito seja um só, em tese. Hoje, mudou tudo e raciocinar em cima de estatísticas do passado é incentivar o conservadorismo retrógrado. 

    O exame é nacional e é necessário o acerto de 50% das questões para se obter a aprovação mínima. Ponto final !!! Cada lista da OAB-FGV com contendo o nome dos aprovados, um susto, um debate sufocado, novos mascaramentos e novos fingimentos. 

    O problema do IBED não é tão explícito porque as escolas acabam assumindo o ônus do despreparo docente e não existe uma cobrança mais acentuada. Boa parte da sociedade local, que têm filhos em idade escolar, sequer sabe o que é IDEB e acredita em qualquer mentira ou malversação que justifique uma má escola, apesar de termos índices piores que no norte e no nordeste (é só conferir no site do INEP).

    O primeiro grande elemento que deve e precisa ser jogado nesse debate, é acerca da cruel realidade que nos é imposta. 

    Não se trata de discutir competência ou não, eficiência ou não, capacidade ou não, dedicação ou não, dos nossos professores. Se trata – sim – de discutirmos que esses novos mecanismos de análise de proficiência acabaram gerando uma realidade totalmente incongruente. Embora ninguém fale, e até é deselegante encetar esse tipo de debate (ele é necessário) mas a realidade do quadro docente da UFRGS é totalmente diferente do quadro docente da URI de Santiago ou de qualquer outra universidade pequena e média do interior do Estado. A última estatística atualizada que temos no site da OAB nacional, por exemplo, é sobre o exame de ordem deixou latente esse entendimento óbvio, mas necessário de ser jogado ao debate. 

    O quadro docente da UFRGS é formado por Doutores, PHDs, Desembargadores com Doutorado no exterior, Procuradores que formam a nata jurídica do Estado, obras publicadas, anos de pesquisa e experiência ... em suma, pessoas com esses currículos que a gente, aqui, só vê na semana acadêmica. 

    Uma universidade comunitária no interior do Estado, e peguemos o caso de Santiago como exemplo, não tem como manter uma plêiade docente no mesmo nível de uma UFRGS, ou UFSM, alimentada por altos recursos públicos, recursos abundantes para pesquisa, incentivo à qualificação e que consegue pagar elevados; e mais: ainda com a possibilidade física de aproveitar os melhores recursos humanos de dentro do próprio poder judiciário (isso explica a presença de tantos desembargadores que também são professores na UFRGS). 

    É complexo fazer esse tipo de discussão, mas ninguém é tolo em imaginar que os alunos formados por um quadro docente, todo ele com doutorado, nata do TJ ou das funções essenciais, tenham reais condições de ter a mesma formação que alunos formados em pequenas universidades do interior, sem injeção de recursos públicos, com mensalidades pagas, com titulação docente inferior, sem recursos para pesquisas, longe fisicamente dos centros das decisões e sem recursos para qualificação profissional. 

    O que acontece, e isso é cruel, é que o exame de ordem da OAB, coloca num mesmo patamar, mesmíssimo, aliás, alunos da URI, da UFRGS, da UFSM, da ULBRA ... E esses alunos recebem a mesma formação? 

    É claro que não; e o primeiro passo para começarmos a refletir sobre a mudança de mentalidade é admitirmos a vantagem que os alunos da UFRGS ou da UFSM levam sobre nós, da URI. 

    Eles são melhores que nós? Claro que não se trata disso. Eles têm melhores condições de formação que nós. Quem quiser se enganar, que se engane. 


    Se houver honestidade intelectual e acadêmica para admitirmos nossa desvantagem e também termos o diagnóstico do que está acontecendo com o ensino superior no Brasil, pós FFHH, Lula e pós Lula, o balizamento poderá ser melhor identificado. Esse papo que é necessário o aluno se esforçar também vale para o professor e não vai, nunca, o aluno da URI ter chances reais, dentro dessas regras atuais, ter como competir com o aluno de uma URFGS, formado por Doutores e PHDs, figurões que nossos alunos só conhecem pelo Jornal ou pela televisão (ou pelo xérox dos livros que ele compra em capítulos). Quem tiver dúvidas disso, que olhe as estatísticas da AJURIS sobre a origem universitária dos juízes gaúchos. 

    É claro que o quadro não vai mudar. Hoje,, curiosamente, Temer representaria a esperança das faculdades particulares com a concepção tucana de quebrar com as universidades públicas. A presença de Dilma é indicativo de que os recursos públicos vão seguir fomentando as universidades federais, que mais recursos serão carreados para o ensino e pesquisa, que o investimento em qualificação vai continuar e que as particulares vão continuar se ferrando. E os alunos das particulares vão arder cada vez que sair a lista da OAB com os resultados do exame de ordem, notas no ENEM e assim sucessivamente. 

    Admitir e saber entender a realidade que nos cerca e as que as condições econômicas que determinam essa mesma realidade, é o primeiro passo para uma reflexão que realmente seja séria. Parar com as farsas, ufanismos e a aquisição de “TOPs”, para simular qualidade de ensino escudados em prêmios comprados, é o segundo passo sério. O terceiro passo é iniciar uma guerra de guerrilha acadêmica. 

    É preciso entender que as circunstâncias econômicas, as mesmas da terceira tese sobre Feuerbach, são os fatores limitantes da realidade local. Não se trata aqui de discutir inteligências, esse quadro todo, como está colocado, tem a ver com condições materiais de acesso às informações de uma ciência. 

    Os limites materiais de acesso a educação superior são os mesmos que se refletem em todas as áreas, por exemplo, no futebol, pois se não fosse assim, Santiago teria um time de disputando pari passu com o Grêmio e o Internacional no campeonato gaúcho. E temos?

    Por outro lado, sejamos francos, tem uma elite local que não quer a emergência de uma discussão frontal, com um diagnóstico honesto da realidade, pois ela parasita desse quadro de precariedade e seus lucros são robustecidos com base no engodo acadêmico e no estelionato intelectual, expresso no comércio de diplomas, na aparência e na ausência de conteúdo. 

    Entretanto, assim como no caso que se apresenta de um exame de ordem imposto aos acadêmicos de Santiago e que lhes exige uma competição desigual com os acadêmicos da UFRGS e da UFSM, existem inúmeros exemplos, na própria história, de povos que tiveram que travar batalhas em condições altamente desiguais. É claro que o domínio científico e tecnológico se reflete na qualificação bélica de um enfrentamento entre povos, e que só a força física e a robustez não determinam a razão do enfrentamento por si só. É nessas ocasiões que deve entrar em pauta a inteligência. 

    Estamos competindo em condições desiguais e não existem perspectivas de mudanças no quadro educacional do ensino jurídico superior (e nem das licenciaturas que formam professores que formam mal seus alunos e o IDEB também é um fiasco), então é necessário mudar. 

    Como?

    No caso do Direito é mais simples do que imaginam. É só rasgar os velhos currículos obsoletos e traçar um novo diagnóstico curricular. Vamos para uma área do direito, para exemplificar: Direito Constitucional. 

    Antes eu quero abrir um parêntesis. 

    Durante anos, em conversas reservadas com o Professor Clovis Brum, sempre insisti com ele que a faculdade de Direito tinha que ter qualidade e apresentar resultados. Durante muito tempo, em nossas conversas, tentei mostrar que a simples fabriqueta de diplomas acabaria estourando, mais dias, menos dias; e ele é testemunha que defendia uma dinamização do curso, agilidade, pique, cabeça de cursinho, concentração no que interessa realmente e uso de outros recursos dinamizadores que deveriam ser buscados na interdisciplinaridade, quase que se jogando de cabeça em Bárbara Freitag e seus pressupostos. Um dia, ele me jogou um balde de água fria e me disse que ninguém no Direito queria uma proposta ousada como a que eu defendia e que os professores entendiam que a função deles não era preparar para o exame de ordem e para concursos e – sim – formar bacharéis. Fiquei estarrecido e só conto isso para algumas pessoas entenderem o quanto lutei quieto para não chegássemos a esse abismo onde estamos enfiados hoje, pois no ranking que a OAB a URI aparece entre as de baixíssimo rendimento. 

    A questão – final – que se coloca é apenas em termos práticos. Nossos professores da URI/Santiago são tão inteligentes quanto os da UFRGS. Começa, que boa parte deles sabe reconhecer que a diferença existe e ela é determinada pelas circunstâncias materiais amplas. Estabelecida essa premissa, parte-se do diagnóstico para a solução. 

    A URI precisa parar de mandar dinheiro para Erechim e montar uma boa biblioteca, o atual acervo jurídico é uma piada. Precisa pensar que todas as faculdades do Brasil estão de olho no exame de ordem e que o exame é o cartão de qualquer faculdade, hoje. Os professores precisam se doar mais, por exemplo, estudando tudo sobre as áreas de maior concentração. Não tem quem não saiba que em todos os concursos de magistratura,  funções essenciais, OAB, ... seja na área do Direito que for,  existem os tópicos que mais são cobrados e existem aqueles que praticamente não são alvo de nenhuma cobrança. Exemplificando: o assunto que mais cai no exame de ordem, em direito constitucional, é o controle de constitucionalidade, e as ADIs, ADCs, ADPFs ... estão no epicentro de tudo. Depois, o segundo assunto que mais cai, são as repartições das competências constitucionais. O terceiro assunto que mais cai, são os remédios constitucionais, direito de petição, habeas, MS, MI, AP, ACP...Então eu me pergunto: se esse diagnóstico de concentração por assunto, dentro de qualquer disciplina, é amplamente conhecido, por que é que a URI não se volta para o que realmente interessa? 

    É só entrar no site do LFG que lá estão todas essas dicas em todas as disciplinas, isso que eu estou afirmando que não é nenhuma novidade. 

    Formalidades curriculares é puro fingimento para o MEC. O que importa mesmo é o domínio dos assuntos que mais caem em concursos e no exame de ordem. Eu seria capaz de fazer uma aposta com a minha escrita, que é o que eu tenho de maior valor, que se a URI de Santiago rasgasse toda essa velha baboseira jurídica e incorporasse esse dinamismo de se concentrar no que realmente conta, no que realmente importa, no que realmente cai, os índices de aprovação seriam mudados radicalmente de um exame para outro. 

    E será que ninguém desconfiou, dentro da URI, que 99% dos aprovados nos últimos exames de ordem só o foram por que foram alunos do LFG, Renato Saraiva e companhia?



    Chega de ditar matérias copiadas de livros, chega de passar esquemas prontos, chega de repetir as mesmas provas anos após anos, chega de repetir os mesmos textos, os mesmos esquemas viciados, isso tudo faliu. E imaginem como será quando estiverem em vigor os novos provimentos dos exames da OAB, quando novas disciplinas, tais como sociologia, ciência política e filosofia serão incluídas no processo seletivo? E é claro que isso vai ser ampliado, inclusive já está se manifestando em concursos para a magistratura em vários Estados.



    Acredito em Santiago, acredito na mudança e quero fomentar o debate. É a possibilidade possível, a perspectiva viável, nesse quadro, nesse momento, com os recursos que dispomos e operando com a nossa realidade. 



    O quadro local de formação docente é um caos completo, passou pela fiasqueira da URI, que praticamente quebrou com as licenciaturas, deixando um vasto contingente refém da modalidade EAD. Os alunos refletem a formação dos professores. 




    Ou mudamos tudo, ou afundamos de vez. 



    A tese está lançada. É apenas uma contribuição.


    O que as pessoas precisam entender é que existe uma cúpula dominante da polis que se beneficia dessa situação caótica, pois vivem de comercializar sonhos de uma realidade que não existe. Nefelibatismo ideológico puro. Essência da segregação socioeconômica. A elite tosca continuará sendo elite tosca, embora casas lindas, carros luxuosos, roupagem de grifes, unhas pintadas e cabelos alisados à chapinha; somos sertanejões, nada além disso. Quem acha que o nordeste não é aqui, que analise os indicadores atuais de educação fundamental e básica, o exame da OAB como prova de avaliação do ensino superior local e nossa cultura de almanaque se manifesta como a encarnação do mito do lobo mau e chapeuzinho vermelho. 

    A crítica é sempre do lobo mau. A alienação, a pureza e o atraso estão estampados na ingenuidade enganadora da chapeuzinho vermelho.

    O lobo é e será sempre mau, até sua morte. Ele precisa ser destruído, assassinado, eis que inquieta e perturba a acomodação dos acomodados. 

    Já chapeuzinho vermelha é o retrato de nossa sociedade. Pura, ingênua, indefesa, vivendo como se não tivesse seu ponto G. 

    Eis nossa síndrome. 







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    Foi divulgado agora a noite os nomes dos coordenadores da campanha de Guilherme Bonotto.


    Mauro Burmann com José Fogaça e Pompeo de Mattos
    A coordenação majoritária ficará a cargo do Empresário e Bioquímico Mauro Burmann, líder trabalhista histórico, pessoa altamente conceituada no Estado. Pessoalmente, acredito que foi uma grande escolha. 

    A coordenação da proporcional ficará a cargo do empresário rural Frankilim Amaral, ex-secretário executivo municipal, ex-vereador e atualmente dirigente do PSD. 

    Assim, preenche-se mais uma etapa da campanha de Guilherme Bonotto com essas duas ilibadas escolhas. 

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  • 08/11/16--05:15: Felicidades aos meus amigos
  • Grande amigos aniversariam no dia de hoje. Amigos especiais, pessoas especiais. Gente do melhor quilate. 

    - João Lemes, Diretor do Jornal Expresso Ilustrado, jornalista, professor, escritor e membro da Academia Santiaguense de Letras. Um bravo, um guerreiro, exitoso, meu amigo, meu irmão. Toda a felicidade do mundo ao João, voto extensivo a sua família amada, seus colabores e amigos.

    - Lucas Figueira, um jovem revelação em nossa sociedade, aplicado, sério, estudioso, pai de família exemplar, evangélico, líder do REDE, uma pessoa solidária, prestativa, amigo. Felicidades ao Lucas, sua esposa, seu casalzinho de filhos. 

    - Delegado Vladimir Medeiros, um amigo que ganhei por força das velhas relações dos tempos do comunismo. Um bravo, destemido, trabalhador, policial sério, honesto, comprometido com a sociedade. Ademais, inteligente, estudioso e que investe com garra e perseverança em sua profissão e trajetória de vida exitosa. 

    - No dia ontem, outro leonino esteve de aniversário, Artur Vieiro, arquiteto do melhor quilate, homem de paladar refinada, crítico, adora política, urbanista, sempre preocupado com o planejamento das cidades e das casas. Ser humano raro, meu grande amigo, felicidades ao Artur. 

    - E a Elissandra Minozzo, minha querida amiga, também aniversaria no dia de hoje. Sucesso e paz a essa jovem abnegada, lutadora, exemplo de mulher. Tem ela minha admiração e meu profundo afeto. 

    A penca de leoninos é enorme, dentro ou quais me incluo eu, que nasci no dia de 12 de agosto, amanhã. 

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    Hoje, na sede do Poder Legislativo, as 20 horas, nosso querido amigo, aliás, grande e fraterno amigo, MIGUEL GARAIALDI, talentoso Advogado, ex-prefeito de Manoel Viana, Procurador-geral da URI, atual chefe de gabinete do Deputado Bianchini, está recebendo o título de CIDADÃO SANTIAGUENSE. 

    Parabéns ao Miguel, que Deus lhe dê muita felicidade, muita paz, muita harmonia e que desfrute desse título com honradez pelo restante de vida em nosso meio, o que nos enche de conforto, paz e alegria. 

    Eu conheço bem o Miguel, é um ser humano maravilhoso, excepcional, gente do melhor quilate. Bela escolha a indicação do Vereador Gavioli, meu querido amigo trabalhista. 

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    Tanto é verdade, que até meu anjinho principal, eu perdi.
     Nina, com uma hora
    de vida. No leito hospitalar. 
    Toda a pessoa tem um anjo, relativo ao dia do seu nascimento. 

    Eu, tinha que ser atravessado mesmo, nasci dia 12 de agosto. Não tenho um anjo, dizem quem os nascidos nesse dia tem todos os anjos, por isso mesmo, nenhum em particular. 

    No fundo, isso é uma droga. Quem não queria ter seu anjo? Eu queria um(a) só e não um monte voando disperso(a)s. Quem tem todos, no fundo, não tem ninguém. Essa é a grande verdade, que se reflete em minha vida pessoal.

    Já essa lorota de que os nascido em 12 de agosto são os gênios da humanidade, deixa a desejar. 


    BALELA:

    Anjos da Humanidade, nascidos em 12 de agosto
    Esta hierarquia é chamada de "Senhores do Sacrifício".

    A energia por ela utilizada é a do poder do verbo: a linguagem. 

    Foram assim denominados, porque, em outras vidas, deram um nível superior de consciência para o grupo em que viviam. Segundo Helena Blavatsky, estes seres seriam pilares de Luz, o princípio divino que está instalado na forma humana.

    Se você faz parte dessa categoria deve estar se perguntando: "Então eu não tenho anjo?". A princípio não, pois você já tem uma essência angelical muito forte, em decorrência de atos humanitários, através dos quais sua própria vida foi doada em benefício de um grupo.
     


    Fonte: Site de Portugal - Exotérico V&A

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  • 08/11/16--07:35: DIA DO ADVOGADO
  • Nossas sinceras homenagens aos defensores da justiça e da liberdade que garantem o pleno exercício dos direitos fundamentais da cidadania em nosso Estado Democrático de Direito! Parabéns, advogado e advogada!


    DIREÇÃO DA OAB-RS

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    Fiquei profundamente orgulho por mais esse importante passo na vida do nosso Estimado Amigo, justo hoje, dia do seu aniversário, ele brinda-nos essa fantástica notícia. Vencedor na vida, foi superando óbices, desafios, perseguições (e quanto perseguição, só eu sei) . Será um grande Mestre e logo logo estará no Doutorado. Parabéns ao João, sucesso a ele e sua família amada e querida. 


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    Foi extremamente lindo o aniversário de Lucas Figueiras, na noite de 11 de agosto, no salão comunitário da Vila Gaspar Dutra. Lucas Figueira, executivo do Grupo Nicola, ex-oficial do Exército, graduado em tecnologia da informação, presidente do REDE (partido de Marina Silva), evangélico, líder carismático, eficiente e amável, reuniu familiares, amigos, colegas do grupo Nicola, membros do REDE, irmãos da Igreja, mais esse Advogado, Guilherme Bonotto e Nice Viera, para uma comemoração bem ao seu estilo: singela, porém, complexa e abençoada. 


    Lucas cantou e deu o tom que seguiu, somente com hinos e louvores evangélicos. No meio de famílias decentes, nada de músicas profanas e de cabarés. Um ambiente agradável, a gente sai de lá sentindo a alma aliviada e a forte presença de Deus.

    Guilherme Bonotto chegou quieto, pelos fundos. Não anda apertando mãos de mesa em mesa. Porém, deu um discurso que agradou em cheio. Falou na importância da família e dos valores morais que norteiam os evangélicos. Elogiou as virtudes de Lucas e reconheceu nele a força de uma liderança jovem emergente. Fala mansa, dócil, foi muito aplaudido. Nice Viero, a vice de Guilherme, também ressaltou muito em seu discurso a importância da família como sustentáculo de tudo em nossas vidas. Demonstraram sensibilidade e habilidade. 





    Lucas com seu filho e sua filhinha, cantora gospel, Karen. Lucas conheceu sua esposa quando ela tinha 15 anos, estão juntos há 17 anos, tem um casal de filhos e constituem-se em exemplo de família unidas, abençoada e harmoniosa. 

    Juventude evangélica afluiu com suas principais lideranças. Houve um delicioso risoto, refris (sem beberagens de cervejas), oração e muita paz e harmonia. 

    Colegas do Grupo Nicola ressaltaram o peso, a importância e a liderança de Lucas.

    Karem, a filha de Lucas, cantando e tocando violão. A menina já ganhou um concurso de música gospel infantil. É uma grande revelação. 


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    Embora eu viva sozinho, não posso negar o quanto tenho amigos amáveis e sinceros. São tantas manifestações de carinho e afeto que tenho recebido nesse dia do meu aniversário. 

    Nós programamos um churrasco entre amigos, mas, obviamente com a participação da Nina. O Escritório Gessinger, por intermédio de seu titular Desembargador aposentado Ruy Armando Gessinger entrou com um pedido, em regime de plantão, para tentarmos conseguir o direito de minha filha passar o dia do meu aniversário comigo. Ainda nessa madrugada, o processo está com a promotoria de Uruguaiana, que responde pela vara de Itaqui, sendo que ainda não temos uma manifestação do Douto Juiz Thiago Dias, que responde - interinamente - pelo Juizado da Infância de Itaqui, que está sem juíza titular, desde a saída da Doutora Cristiana Acosta Machado. 


    Na verdade, fizemos a nossa parte, e é desejo de todos nós que Nina esteja aqui em nosso meio. Entretanto, não temos mais certeza de que isso seja possível. Com isso, respondo aos amigos que me perguntam sobre onde será nossa eventual comemoração. 

    Infelizmente, nossa posição ainda é de espera. 

    De qualquer forma, Deus deu-nos a vida, estou muito bem com meus queridos e amáveis amigos. Agora a noite mesmo, Guilherme Bonotto, ligou-me, ansioso, perguntando se havíamos conseguido uma definição ou não do poder judiciário. 

    Também, agradeço ao meu amigo Deputado Bianchini, ao Advogado Doutor Romeu Karnikowiski,  que viria a Santiago, ao Lucas Figueira, que me mandou o primeiro torpedo logo após a meia noite...Enfim, é o dia em que eu nasci, é meu aniversário ... e como tudo na minha vida é sempre muito guerreado, estou sereno, orei a Deus agradecendo a vida maravilhosa que tenho, a saúde, a paz interna do meu coração, a liberdade de poder trabalhar e produzir, o discernimento e a lucidez. 

    Quero dizer a todos que estou muito bem, muito sereno, muito em paz e confiante de fiz tudo certo, faria tudo de novo, repetiria tudo outra vez, porque agi sempre com amor, com o coração e com bondade na alma. 

    Cheguei até aqui marcado por vivências. Experenciei experências, o diabo tirou-me tudo que era material, mas noto que Deus encheu-me de coisas espirituais e a sabedoria divina é certeira. Deriva-se daí a certeza que estou vivendo um momento tranquilo e de mansidão profunda. 

    Não tenho nada a lamentar da vida. Só motivos para comemorar. As barreiras e os óbices que se atravessam no meu caminho ... é rotina. Nem seria seria diferente, nem eu seria eu, não fossem elas. 

    Eu tenho um sonho de ter uma família. Se Deus der-me, ficarei feliz. Se não der-me, ficarei feliz, igualmente. Os grandes sonhos meus sempre foram concretizados. A busca pelo saber, os estudos, as leituras ... no fundo, isso me realizou e sou tão feliz. A compreensão que tive do que queria entender ... da lógica dialética a cabala e as construções discursivas. 

    No bairro pobre onde eu nasci, havia uma lenda que agosto era o mês do cachorro louco. E adágios populares: nasceu em agosto, mês do desgosto. E depois que conheci um pouco do lado exotérico, ficou tudo mais complicado ainda: nascidos em 12 de agosto são pra la de complicados. Começa que não temos um anjo, então inventaram que somos de todos os anjos, quer dizer, temos todos e não temos nenhum ... mas é tudo tão relativo. 

    Tão relativo mesmo...mas tão relativo, que até eu não sei mais o que quero ... é complicado quando chega aquele momento em que a gente está satisfeito com tudo...é meu caso. 

    Comemoremos, pois. 


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  • 08/12/16--07:24: O discurso de Diniz Cogo
  • Na semana passada, em janta dos candidatos da frente Todos por Santiago, o que mais me chamou a atenção foi o discurso do Advogado Diniz Cogo.

    Primeiro, falou num tom sóbrio, pausado ... muito diferente do seu tradicional estilo de falar breve e rápido. Segundo, o conteúdo de sua fala foi muito profundo. Lembrou que eleição engana, que não se deve subestimar os adversários e fez sérias reflexões acerca da vitória e da derrota em nossas vidas. 

    Por fim, ao anunciar que não mais concorreria, deu um exemplo de extrema grandeza. Anunciou que estaria entrando em férias, justamente para poder se dedicar e ajudar na campanha. É claro, Diniz poderia tirar sua férias - vencidas - em janeiro, fevereiro, curtir uma praia ... mas não, preferiu dedicar seu período de descanso para alavancar as candidaturas que ele apóia e acredita. 

    O exemplo dele, ao meu ver, foi raro. Demonstrou uma grandeza ímpar, demonstrou lealdade, companheirismo, fraternidade e solidariedade. 


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    "Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes".

    Odeio os indiferentes.  Como Friederich Hegel, acredito que “viver significa tomar partido”. Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade.

    Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário.

    Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida.

    Por isso odeio os indiferentes.

    A indiferença é o peso morto da história. É a bala de chumbo para o inovador e a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, o fosso que circunda a velha cidade e a defende melhor do que o peito de seus guerreiros, porque engole nos sorvedouros de lama os assaltantes, os dizima e desencoraja e, às vezes, os leva a desistir da gesta heróica. (...)

    Odeio os indiferentes também porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes.

    Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe cotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas.

    Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura, que estamos a construir (...)

    Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes.

    Antonio Gramsci – La Cittá Futura – 11.02.1917

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    Eu tenho partido. Em Santiago, sou Guilherme, em Unistalda, sou Maristela.

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    O reconhecido radialista Marcelo Brum, do Programa "A VOZ DO CAMPO", um dos programas de rádio em cadeia nacional, abordando assuntos ligados ao setor agropecuário e afins, posa em foto histórica, postada - originariamente  - no blog do Desembargador Ruy Gessinger, ao lado dos candidatos a prefeito de Santiago, Guilherme Bonotto e Maristela Genro Gessinger, candidata a prefeita de Unistalda. 

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    1 Tessalonicenses 5:18. O título de matéria é bíblico. 

    Hoje é o dia do meu aniversário. Dou graças a Deus pela vida, pelos amigos e amigas, pelas grandes oportunidades que a vida me deu. 

    Tenho ciência que nem tudo é como a gente quer. Existe, no comando invisível do mundo espiritual, a vontade soberana de Deus.


    Dos grandes sonhos da minha vida, certamente realizei todos. Eram sonhos simples, nada quadriloquente e nisso sou tão grato a Deus. 

    Minha ânsia pela descoberta do saber, pela compreensão de certas arqueologias, pela manifestação escrita, em suma, o que eu elenquei como sonho dominante em minha vida, creio - certamente - que Deus permitiu-me a realização de todos eles.



    Vou deitar, dormir e sonhar. Amanhã é um novo dia. Meu dia, o dia do meu aniversário, encerra-se aqui, com essa postagem de profundo agradecimento a todos os meus amigos e amigas. 

    Dou graças. 




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    Poucas vezes voltamos nossas reflexões ao sentido da divindade em nossas vidas. O próprio debate acerca do conceito é impreciso, envolve campos e saberes distintos, envolve de Deus à própria natureza humana em sua acepção biológico-carnal. 


    Entretanto, desde muito jovem, mesmo ao sabor do empirismo puro, sempre entendi que esse dom que Deus nos deu de gerar outro ser é o que existe de mais divino em nossas realidades concretas. É claro que somos escravos dos desejos, a atração carnal é fator complicado em nossas vidas, mas somos forçados, gostemos ou não, a refletir sobre isso, pois é justamente daí, que Deus deu-nos essa dimensão mágica de gerar uma vida e isso é precioso demais. 

    Sempre imaginei que ser pai era equivalente ao exercício da divindade por delegação do Criador. Assim, encarei o ato de paternidade como o ato mais sério na vida de um homem. Durante 50 anos, neguei-me a ser pai, justamente pela seriedade com que sempre encarei o ato de criação e geração de uma nova vida.



    Todos os filhos são produtos de um dom divino, o difícil é entendermos isso e encararmos a seriedade que esse assunto encara, pois ser pai é muito além da consumação de um ato sexual ou de pagar uma pensão mensal. Ser pai, é estar ao lado, é orientar os passos, é ser o anjo do próprio filho, é acariciar-lhe o rostinho, é dar-lhe comida, é ensinar os hábitos da cultura onde vivemos, é repassar valores éticos e morais, é abrigar do frio, é orientar ao atravessar uma rua, é consolar na dor, é preparar para a vida, em suma.

    O que aconteceu comigo, acontece diariamente com os casais que simplesmente decidem se separar e esquecem-se que foram eles quem usaram a delegação da divindade para gerar aquela vida e que agora, ficará sem rumo, ou, como os rumos divididos.



    Os filhos, as crianças são os que mais sofrem com as decisões dos adultos. Eles não escolhem, a eles é gerada uma nova situação e pronto, eles não têm escolha. São arrancados do lar, do convívio com os pais, a eles são impostas novas pessoas, pessoas que lhes são estranhas, hábitos e costumes diferentes e aí começa todo o ciclo da degeneração, cujas consequências vão aparecer ao longo da vida, o desequilíbrio da família.

    Assim, paternidade e maternidade é um ato altamente sagrado e deveria ser encarado como o maior presente de DEUS para nossas vidas. Mas o que temos feito: botamos nossos desejos na frente, nossos prazeres em primeiro lugar e esquecemo-nos do presente divino, que deveria ser objeto de nossas renúncias e fruto sagrado de nossas dedicações. 

    Eu não desejaria nunca me separar de minha filhinha, queria poder cuidar dela dia e noite, todos os dias, até ela crescer e estar preparada para a vida e o mundo. Entretanto, a decisão da mãe dela precisa ser respeitada e sei também que ela não pode ser privada do carinho, do amor e do afeto materno.

    Tenho recebido centenas de ligações, e-mails e posicionamentos de pessoas que enfrentam problemas similares.

     
    Aos que ainda acreditam na família, no amor, na maternidade e na paternidade consciente, que reflitam comigo, entendam a extensão da minha dor e a razão de minhas posições em defesa da guarda compartilhada, como mal menor diante do pecado maior do assassinato da divindade de nós mesmos.


    Aos que já perderam as esperanças, aos pais com os filhos mortos mortos e aos pais com os filhos mortos vivos, a simbologia da rosa negra, como símbolo maior dessa reflexão expressas em palavras

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    Eike Batista, 60 anos, pobre e convertido numa Igreja Evangélica
    Notícia do Jornal Correio Braziliense, dá-nos conta de que o Ex-bilionário Eike Batista,  que já foi o 7º homem mais rico do mundo, e o mais rico do Brasil, em 2012, segundo a revista FORBES, agora está seguindo a igreja evangélica Assembléia de Deus, um templo pobre de subúrbio do Rio de Janeiro. 


    A Igreja divulgou um vídeo que já circula na internet, ocasião em que o Pastor fazia-lhe a oração.

    Eike Batista, hoje com 60 anos, perdeu todo seu império, perdeu o dinheiro que tinha em bancos para garantir os credores, perdeu todo seu vasto patrimônio no Brasil e no exterior,  seus bens foram todos penhorados e até seus últimos carros foram confiscados pela Justiça do Trabalho. Por fim, até os carros que estavam em nome de sua ex-esposa, Luma Oliveira, foram confiscados.


    Vale a pena conferir o vídeo.


    https://www.youtube.com/watch?v=Rqkj3acautg&feature=youtu.be

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  • 08/15/16--14:58: O JINGLE DE MARISTELA
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    Eu recebi, hoje, uma cópia do jingle de Maristela, letra, música e interpretação de Nenito Sarturi. Tá muito show. 

    A partir de amanhã, pela faculdade da lei eleitoral, estarei publicando-o, para nossos leitores e amigos, ouvirem que raridade de jingle. 

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    Santiago viverá nos próximos dias um interessante debate acerca dos rumos econômicos do município. De um lado, o discurso do PP, sempre apostando numa fórmula bem conhecida de todos nós: investir em pequenas cadeias produtivas, arranjos produtivos,  mantendo o Distrito Industrial, porém, ficando em  redes empresariais e sistemas produtivos e inovativos locais, sem pensar nos  Clusters, o que ao meu ver é erro tático, pois seria uma resposta na concepção telemática capaz de envolver os jovens em rede de computadores e smartfones. Deriva-se daí a necessidade de adoção de internet grátis no perímetro urbano.

    Trata-se uma concepção gerencial municipal, voltada para dentro de si mesma. É conservadora, conquanto não meche na matriz econômica local, mantém a mesma situação e reforça a vocação agrário-pastoril e o ênfase no setor primário.


    Essa visão de manter o quadro atual faz sentido dentro de uma visão mais urbanística, permite o foco na cidade  e administra, com relativa folga. Porém, e ignora-se o vasto contingente de desempregados, as milhares de pessoas que saem de Santiago em busca de emprego fora daqui, seja os que vão para as indústrias de Bento, Caxias e Farroupilha, dentre outras, seja do conjunto de pessoas que deslocam-se para a região celeira, e para o pólo metal-mecânico da região de Passo Fundo, chegando até Ijuí. 


    Nos debates que participei com Júlio Ruivo, sempre ficou clara essa visão pepista de governar, que  não visa incentivar uma ruptura nos padrões socioeconômicos dominantes. Não é, por exemplo, a mesma visão de Chicão, que apostou na quebra de paradigmas com o exemplo da Braspelco. Por outro lado, não  incentiva e nem tomam iniciativas de organizar uma cadeia produtiva local com outros município de região. Ignorando, que, de Santa Maria para baixo, o grande pólo regional, é justamente Santiago. Creio que aqui reside o calcanhar de Aquiles de Júlio Ruivo.


    A outra visão que emergirá nos debates, será capitaneada por Guilherme Bonotto, que - sob certos aspectos - será um confronto aberto. 



    O discurso de Guilherme Bonotto é bastante diferente do discurso do PP. Por um lado, ele diz que  manterá a linha dos arranjos produtivos locais, talvez até incremente mais. Porém, seu point forte será a proposta de formação de um polo industrial local, atuando em cima da matéria-prima local (carne, lã, couros, sementes ...), revitalizando o distrito industrial e apostando firme nos  Clusters, especialmente para dar uma resposta aos jovens da faixa etária dos 16 aos 32 anos, que formam - hoje - um contingente de mais de 30% da população votante de Santiago. 


    Guilherme tem expressado a visão de trazer fábricas de fora, ou fomentar fábricas locais a partir de redes empresariais e sistemas produtivos e inovativos locais. É uma visão endógena contrariando uma exógena.



    Existe um drama em Santiago que não se pode negar, que é o drama do desemprego. Estima-se que só em Bento e Caxias existam mais de 15  mil pessoas que fizeram a migração. Sem contar com o contingente que migrou para o polo metal-mecânico da região celeira, que sequer temos estatísticas. Assim, milhares de famílias locais são vítimas do trauma de separação afetiva entre familiares. Por quê? Simples a resposta, porque aqui em Santiago não existe emprego.



    O desemprego e a falta de oportunidades de trabalhos será a pauta dos debates. Para ambos os lados. Quem for mais exitoso no convencimento aos eleitores, Tiago ou Guilherme, certamente ganhará o debate e os votos. Pessoalmente, na conheço as propostas do candidato Bueno para a economia local, razão pela qual, deixo de abordá-las.


    Nesse enredo, é que se desenha: o confronto entre duas versões. As sucessivas vitórias do PP são indicativos de que o povo está aceitando essa visão voltada mais para dentro de si.


    Contra isso, insurge-se Guilherme ao apresentar um discurso diferente, que defende a formação de polos de fábricas ou instalação dessas, que incentivará os clusters como resposta a geração mais jovem, e que manterá os atuais arranjos produtivos. Cadeia do mel, produtos hortifrutigranjeiros, feiras livres ampliadas (a zona da Gaspar Dutra e final da Osvaldo Aranha) também reivindicam tais feiras. 



    É certo que adeptos dessa visão do PP são numerosos. Existem aquelas pessoas que acham que está visão é acertada e isso se reflete nas sucessivas vitórias do PP.


    Agora, existe também um contingente insatisfeito, que clama por emprego, e que não encontrou resposta até hoje. 


    O setor agropecuário local é uma contradição só. Pois segundo a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) ele gera apenas 3% do total dos empregos do município. Entretanto, gera uma fabulosa matéria-prima, que sai toda de Santiago, quando aqui poderia ser industrializada, do leite, a carne, couro, lã, sementes ... E aqui é que  entraria a papel do Estado (emprego Estado como sinônimo de município, enquanto ente federado), seja para fomentar os distritos industriais, os complexos de indústrias afins à matéria-prima local, bem como a geração de redes e sistemas produtivos. E também sair da atual matriz, buscando novas experiências, especialmente os clusters e médias fábricas que Santiago comporta.


    É claro, por fim, isso implica em energia e infra-estrutura logística, assim como o acabamento necessário do aeroporto.


    Por fim, não conheço exatamente a versão do candidato Tiago para o desenvolvimento de Santiago, geração de empregos e para estancar a saída de pessoas de nossa comunidade. Genericamente, contextualizei meu texto na leitura que tenho do PP

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  • 08/17/16--13:56: Tributo aos Poetas Malditos


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    Artur Accorsi Machado Martins 
    Christian Neisse Sudbrack 
    Fernanda Siqueira Lemes 
    Giovani Trindade Do Amaral 
    Jean Michel Costacurta Minhos 
    Jeferson Guilherme Loureiro Navarra 
    Jessica Adriana Colpo Golzer 
    Jose Nivaldo Maciel De Lima 
    Márcio André Flores Paz 
    Neandro Pedroso Muller
    Patric Cesario Pilar
     Paula Jordana Moreira Moraes
     Pedro Uaslen Santos Martins 
     Rogério Costa Ayres

    Esses alunos, agora, vão para a segunda etapa, que é a prova escrita. 

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