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    Gosto do jornal.  O Lemes é um cara sério.

    Mas o artigo de hoje, dizendo que " prometer fábricas é um falácia", de lavra do Denilson Cortes ( que não sei se se formou em Administração ou Economia, para ser tão professoral assim, vai correr o mundo, dado o seu ridículo atroz ).

    Esse artigo sim é uma ode  à "vanguarda do atraso".

    Ora, ora, ora. E o que a juventude da região vai fazer em Caxias, Bento, Canoas? 

    Procurar o que não existe em nossa região. A indústria.

    Talvez o sr. Denílson, costumeiro convidado para dar aconselhamentos a determinada facção política ,esteja precisando saber que o mundo não termina logo  depois  de Jaguari.

    Viaje sr. Denílson. Leia e estude um pouco que não vai lhe fazer mal.

    Mas bradar contra a modernização é de cabo de esquadra.

    Só falta pedir que os carros votem a ter manivela para dar o arranque...

    Ou a que se volte a plantar de arado puxado a boi.



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    nota do blogueiro

    Reproduzi, na íntegra, o artigo de Ruy Gessinger, porque concordo - na essência - com sua análise.

    De outro lado, li o artigo do amigo e colega Denilson Cortes e achei que ele foi de uma infelicidade tremenda. Gosto muito do Denilson, e isso é honesto. Mas sua análise vai, absolutamente, na contramão da história. A rigor, não tem nada de errado andar na contramão. Mas o momento político é de muita seriedade. Fábricas e empregos é a reivindicação número um nas pesquisas que realizei, justamente porque as pessoas não têm onde trabalhar aqui e deslocam-se para região celeira ou para a Serra. 

    Mesmo uma fábrica de médio porte, como foi a BRASPELCO, implantada por Chicão, afora os 512 empregos diretos, gerou uma gama de mais de mil empregos indiretos e fomentou um teia imensa de outros trabalhos indiretos, desde o vendedor de pastéis e sucos, cachorro-quente até bares e mercados foram fomentados. 

    Dias atrás, analisando o discurso do PP, ainda lembrei a concepção de gerenciar a cidade fechada em si, voltada para si, sem inovações relativas a novas cadeias ou arranjos produtivos. A análise do colega Denilson se enquadra nessa visão. Fecha com uma essa visão. Não deixa de ser uma visão, altamente conservadora, mas é uma visão. 

    Somente a industrialização de Santiago pode romper com o atraso, fomentar um proletariado urbano, e não gerar tanta intranquilidade e dores nas famílias, cujos filhos e filhas são obrigados a deslocaram-se para regiões distantes dos país, em busca de sobrevivência, dignidade e honradez. Decorre daí uma gama de sentimentos e dores, incertezas e instabilidades emocionais nas famílias. 

    O avanço do processo no curso da humanidade, seja na robótica, na telemática, nos processos industriais, são inexoráveis. Ninguém detém esse avanço. Faz parte das conquistas científicas e tecnológicas da humanidade, em qualquer campo, da medicina à física quântica. 

    Mas, repito, respeito essa visão de Denilson. Embora ele me lembre a célebre rebelião dos acendedores de lampiões públicos, inconformados com o advento da energia elétrica, esses saíam e quebravam os lampiões, como se fossem deter o avanço da energia elétrica. 

    Não é diferente a visão de Dom Quixote de La Mancha. 

    Santiago só tem uma saída, ou se moderniza, se industrializa, ou vai ser engolido no tempo, virando uma coisa muito estranha. E se o Projeto Temer, para o SIVAM, realmente tirar os quartéis de Santiago, como se cogita? 

    Será que já não chega termos ficado fora do mapa da UNIPAMPA, do IFEF e da UERGS?





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    Já relatei por diversas vezes nesse mesmo blog, que devido a recente capotagem do carro, fiquei com um coágulo numa veia que conduz sangue ao cérebro. Ontem, fiz mais um exame de ressonância e o quadro está estabilizado.

    Na verdade, posterguei ao máximo e agradeço a Deus por não ter tido efeitos colaterais. Não é nada não é nada, mas eu andei 32 metros de cabeça para baixo e tive duas batidas fortes, ao capotar propriamente dito e quando o carro parou, pois eu fiquei o tempo todo com as mãos segurando a Nina e senti que tive uma segunda batida forte porque tudo parou de soco, após derrubar um pequena árvore. 

    Noto que não tive alterações na memória e nem no raciocínio. O cérebro da gente é fantástico. Ontem, fui comentar, num texto para um amigo, algumas reflexões sobre a expressão ideologia e aí puxei a concepção de Chuaí, do Marx, de A Ideologia Alemã, e o antagonismo de Antônio Gramsci, com visão exposta na obra Concepção Dialética da História. O que tem me deixado preocupado mesmo, é que parece que esse acidente produziu em efeito às avessas. Livros que li e estudei há 20, 30 anos atrás, fluem como se os tivesse lido ontem. Relatei isso ao meu médico e ele levou muito a sério o meu relato, pois alguma anormalidade está surtindo ou surgindo. O coágulo que se formou em mim é simples, é a obstrução do fluxo sanguíneo, pode ser controlado, e eu viver assim até a morrer de uma outra causa, ou pode ele se converter em aneurisma, dependendo do tamanho da lesão isquêmica, obstruindo o oxigênio ao cérebro, é óbvio que aí eu posso morrer mais cedo. 

    De qualquer forma, foi um exame de rotina e depois das eleições eu vou ter que dar uma atenção melhor. 

    Nessas horas, a gente fica sensível. Todos nós temos balanços de nossas vidas. Eu sou extremamente grato a Deus pela vida maravilhosa que tenho. Sinto falta de Nina, minha vida seria diferente se tivesse ela ao meu lado. Mas, como nem tudo é como a gente quer, oro por ela e peço para que Deus lhe dê uma vida saudável e em harmonia. 

    Não adianta buscar culpados por esse acidente. Foi, para mim, que tenho longos anos de direção, o acidente mais misterioso do mundo. Capotei em baixíssima velocidade, fato que - para mim - até hoje se constitui num grande mistério, pois quando eu percebi a parte traseira do carro estava se elevando, como se alguém a levantasse. E eu percebendo tudo. São frações de segundos misteriosos. Talvez fosse o destino para eu ficar ali. Talvez Deus não permitiu que minha filha visse eu partindo. Não sei. Talvez eu me vá sem entender. 


    Eu só sei que têm pessoas que sabem. 





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  • 08/27/16--09:41: Impugnações
  • Até agora não se sabe nada de concreto, visto que o site do TSE, acreditem, está fora do ar. https://apollo.tre-rs.jus.br/mural


    As informações preliminares dão conta de impugnações em Unistalda, tanto com candidato majoritário quanto com um partido coligado. Só não temos como confirmar com grau absoluto incerteza. 

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    O Jornal Folha de São Paulo, em sua edição de ontem, trouxe uma lista inicial de 6 (seis) mil demissões na Petrobrás. 

    Analistas políticos, de esquerda e de direita, concordam com um ponto: aprovado o impeachment de Dilma, o país viverá uma nova fase. Servidores públicos celetistas, que não gozam de estabilidade, correm sérios riscos. Haverão demissões em massa e essas devem atingir as universidades e os institutos técnicos federais. Há quem aposte nos fechamento em massa dos IFETs. 

    Não sem razão, já anunciam até o fim da justiça do trabalho. É certo, ademais, que a ação de alguns juízes vai ensejar profundas mudanças no poder judiciário, para pior, pois muitas prerrogativas dos magistrados, que eram uma garantia da sociedade democrática, são alvo da fúria de esquerda e direita, de Paulo Pimenta(PT) e Bolsonaro(PSD). A Magistratura será atingida como um todo e parece que alguns juízes, ligados a AJURIS, ainda querem combater o fogo com mais gasolina.  

    A política de contingência, teses do Estado mínimo, serão postas em prática por Temer e sua equipe, tudo altamente fomentado pela grande mídia. 


    O que se desenha no horizonte é um ano de 2017 sombrio em muitos aspectos. Demissões de servidores públicos em massa, abandono da política petista para o ensino público superior, e um choque de privatizações, nunca visto. É certo que a Petrobrás será a primeira grande vítima a ser sacrificada, e o que é pior, insuflada pela mídia e com respaldo da população. Talvez não seja toda ela privatizada, mas em partes, como foi com a geração e distribuição de energia elétrica aqui no Rio Grande do Sul.

    O ensino superior público sendo sucateado, entrará em pauta o ensino superior privado e as universidades comunitárias. Isso é certo.

    O que mais angustia o establisment santiaguense é uma proposta do Ministério da Defesa de transferir quartéis da zona de fronteira sul para o Norte. A tese, a rigor, faz sentido na medida em que a concepção de guerra de fronteira mudou totalmente seu enfoque, sendo mesmo que o Norte hoje é totalmente problemático, particularmente pelo narcotráfico e tráfico de armas, até a extração de minérios, nióbio, urânio (...), que transitam livremente pelo Amazonas ancorado na Venezuela, onde encontra-se uma fachada de legalidade para exportações para Rússia, China e Emirados Árabes. Essa desproteção, mais as guerras de guerrilhas das FARCs, inquieta setores militares. Enquanto no sul, as relações entre as forças armadas da Argentina e Uruguai com as Brasileiras são excelentes. Isso é indicativo claro de que a tese de transferir os quartéis de Santiago para o Norte está no ápice de sua força. E aqui reside o nosso nó górdio.

    O volume de recursos injetado na economia local pelos militares é significativo. Aquecem o mercado de automóveis, alugueres, comércio de roupas, alimentos, padarias e mercados. Eventual saída de dois quartéis de Santiago teria um impacto horrível em nossa economia. Já somos uma espécie de "estado de servidores públicos", considero o município um ente federado, então a nossa tendência é um caos sem precedentes. 

    Mesmo com a pauta do ensino superior privado, sem recursos para o fomento, pois é certo que as facilidades de créditos educativos, via CEF, entrará em franca decadência. Aliás, o mesmo raciocínio vale para a linha de materiais de construção e linha branca de eletrodomésticos. 

    Com os repasses do FPM comprometidos, os municípios arderão. Achei muito honesta a entrevista do prefeito Ruivo, onde ele afirma que não haverá recursos para investimentos em 2017. Eu vou mais longe: Santiago não terá como pagar a folha dos servidores públicos municipais nos dois meses que antecedem o final do ano. Ou, pelo menos, terá que haver o parcelamento. Não se trata de gestão local, são reflexos da política nacional e estadual. 

    Assim, a situação que se desenha no horizonte não é das melhores. Urge que reflitamos sobre a extensão da crise, pois afirmam os especialistas que ainda nem entramos no olho dessa. Em outras palavras: o pior ainda esta por vir. 

    E olha que eu sou realista e otimista, mas a economia não se relaciona com esses valores subjetivos. 







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    (trechos da sentença)

    Ora, caso a candidata não estivesse filiada tempestivamente ao PSD de UNISTALDA certamente teria diligenciado junto à Justiça Eleitoral. Além do mais, o art. 19 da Lei Federal nº 9.096/1995 (Lei dos Partidos Políticos) estabelece que na segunda semana dos meses de abril e outubro de cada ano o partido político deverá submeter a relação de filiados à Justiça Eleitoral. Caso a candidata realmente estivesse filiada ao partido político, o Diretório poderia ter submetido seu nome nas listas ordinárias de filiados em outubro de 2015 e abril de 2016. Não bastasse isso, a Corregedoria Geral Eleitoral do TSE todos os anos emite Provimentos para processamento de listas especiais nos meses de novembro e maio, com cronograma para submissão de listas para dezembro e junho. In casu, a candidata poderia ter sido diligente e requerido diretamente à Justiça Eleitoral a observância do envio da listagem de filiados, tanto em dezembro de 2015 (Provimento nº 14/2015 CGE/TSE) quanto em junho de 2016 (Provimento nº 09/2016 CGE/TSE), nos termos do que faculta o art. 19, §2º da Lei dos Partidos Políticos, e não o fez. Nessa época, a diligência da pretensa filiada se faria muito mais necessária na hipótese de vir a concorrer ao cargo de vereador que, com efeito, está sob análise.

    Desse modo fica corroborado o entendimento da unilateralidade da produção da prova e da ausência de fé pública dos documentos apresentados pela candidata para comprovar a filiação partidária. Não há observância de todas as condições de elegibilidade necessárias para o deferimento do processo de registro de candidatura.

    ISSO POSTO, INDEFIRO o pedido de registro de candidatura de CLERI FREITAS FERNANDES, para concorrer ao cargo de Vereador, pela COLIGAÇÃO UNIÃO DEMOCRÁTICA TRABALHISTA (UDT) de UNISTALDA sob o número 55611, com a seguinte opção de nome: CLERI FREITAS.


     Santiago, 26 de agosto de 2016.

    ANA PAULA NICHEL SANTOS

    Juíza Eleitoral da 044ª ZE



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    NOTA DO BLOG - Nossa cobertura, nesses casos, tem caráter meramente jornalístico. Eu sei que é triste esses indeferimentos, tanto do Dr. João, nosso estimado amigo, quando da Dona Cleri. A ambos, minha solidariedade.



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    Trecho final da sentença:

    (...)

    ISSO POSTO, HAJA VISTA A UNICIDADE DA CHAPA MAJORITÁRIA, INDEFIRO o pedido de registro formado pelos candidatos MOIZES SOARES GONÇALVES e JOÃO MANOEL CARVALHO DO AMARAL, aos cargos de Prefeito e Vice-prefeito do município de UNISTALDA, sob o número 12, pela coligação UDT - UNIÃO DEMOCRÁTICA TRABALHISTA (...)

    Santiago, 26 de agosto de 2016.

    ANA PAULA NICHEL SANTOS
    Juíza Eleitoral da 044 ZE



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    O assunto virou o incêndio do dia. Infelizmente, com companheiros e amigos nossos. Após ter sido anunciado o indeferimento da candidatura majoritária, devido problemas de filiação do vice Dr. João Amaral, houve também o vazamento da sentença de impugnação da Senhora Cleri.

    O assunto ganhou dimensão jornalística e correu de casa em casa em Unistalda. 

    Quando achávamos que tudo estava encerrado, já passam das 17 horas, mais duas candidaturas da União Democrática Trabalhista, do grupo de Moisés Gonçalvez e Dr. João Amaral, são anunciadas como indeferidas pela Justiça Eleitoral. 

    As sentenças estão disponíveis no site do TSE, e mais dois nomes também foram indeferidos: tratam-se de Jorge Luiz Pires Ortiz, Protocolo e Renan Cardoso Andrade. 

    O assunto virou a bomba do dia em Unistalda e região. É só o que se fala nos bastidores da política local. 

    Nunca é demais reafirmar nossa solidariedade a essas pessoas e dizer que o sonho não acaba aqui. Infelizmente, problemas ocorrem, é tudo muito doído, me coloco no lugar dessas pessoas. A repercussão também aqui em Santiago é muito grande. 




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    Confesso que o curso de sociologia fez-me aplicado na didática, na explanação das idéias, conheci métodos e metodologias. Com base nessa vivência acadêmica, passei pelos manuais de "Como se faz uma Tese" do saudoso Humberto Eco, até manuais práticos aplicados às ciências humanas. 

    Aprendi as etapas do método científico e fiquei lógico (sem ser aristotélico) na formulação e apresentação de um texto, de uma construção discursiva, enfim. 

    Com base nessa experiência, notei os programas de rádios de nossos partidos, um tanto pouco explicativos, nada didáticos e até certo ponto confusos.





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  • 08/28/16--09:02: Nem sim, nem não.
  • Eu escrevi um artigo sobre uma personalidade política de nossa região. Antes, tive a delicadeza de enviar o texto para saber de sua aquiescência ou não. 

    Contudo, embora essa tenha lido o texto, silenciou. Não me disse nem sim, nem não. Uma lástima, mas entendo o silêncio como uma resposta. Nem sim, nem não. Talvez ainda esteja pensando. Pelo sim, pelo não. Abstenho-me, em silêncio. 



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    Gilmar Mendes diz que proposta defendida por Moro é coisa de 'cretino'

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    O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta terça (23) que integrantes do Ministério Público Federal devem "calçar as sandálias da humildade".
    Classificou ainda de "cretino" quem criou proposta de combate à corrupção defendida pelo juiz Sergio Moro e pelo coordenador da Lava Jato no Paraná, procurador Deltan Dallagnol.
    "É aquela coisa de delírio. Veja as dez propostas que apresentaram. Uma delas diz que prova ilícita feita de boa fé deve ser validada. Quem faz uma proposta dessa não conhece nada de sistema, é um cretino absoluto. Cretino absoluto. Imagina que amanhã eu posso justificar a tortura porque eu fiz de boa fé", disse o ministro.
    Raphael Ribeiro - 11.mai.2016/Folhapress
    Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)
    Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)
    Mendes refere-se ao pacote de projetos de lei entregue ao Congresso por integrantes do Ministério Público Federal em março com mais de dois milhões de assinaturas de apoio. O pacote propõe a adoção de novos instrumentos de investigação para combater a corrupção. Um dos principais entusiastas das chamadas "dez medidas contra a corrupção"é o procurador Deltan Dallagnol.
    Um dos tópicos do texto flexibilizaria a utilização de provas obtidas ilicitamente, desde que não haja má fé por parte do investigador que a colheu. A proposta em questão tem apoio de Sergio Moro, responsável pela Lava Jato. O magistrado saiu em defesa da medida, por exemplo, quando participou de audiência na Câmara, no último dia 4.

    Assim como disse à Folha, Mendes voltou a criticar a decisão do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de suspender as negociações de um acordo de delação premiada com ex-executivos da empreiteira OAS após vazamento de detalhes confidenciais.

    "Não acho que seja o caso suspender a delação ou prejudicar quem esteja disposto a contribuir à Justiça. Tenho impressão de que estamos vivendo momento singular[...] Depois, esses falsos heróis vão encher os cemitérios, a vida continua", afirmou o ministro.

    Na opinião de Mendes, os investigadores foram os responsáveis pelo vazamento de informações publicadas pela revista "Veja" revelando que o ministro do STF Dias Toffoli foi mencionado em depoimento de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

    "E as investigações do vazamento daquelas prisões preventivas, onde estão? Já houve conclusão? O resumo da ópera é: você não combate crime cometendo crime. Ninguém pode se achar o "o" do borogodó. Cada um vai ter seu tamanho no final da história. Um pouco mais de modéstia, calcem as sandálias da humildade", criticou Mendes, referindo-se aos investigadores.

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    A realidade
    No meio da imbecibilidade que  vivo, permito-me, com raros amigos, sonhar um mundo colorido e diferente. Um amigo, nesse sábado, conversando comigo, longamente, ao telefone, fez-me sonhar um sonho desses que tenho adormecido dentro de mim. 

    Falávamos sobre uma cidade possível. Ele é civismo e cidadania pura, incubadora de idéias, é a semente do novo, de uma nova forma de fazer política, limpa, decente, sem arranjos, sem macaquices. É a política por amor, por doação, por vontade de servir e ser útil.


    A sintonia do diálogo ganhou vida pela força que encontrei num magnífico arranjo da natureza.


    Recentemente, fiz uma descoberta virtual, mas nem por isso, menos que uma descoberta.


    Desde que eu encontrei uma fantástica árvore frondosa naquela cidade dos sonhos, vivo pensando em um dia repousar em suas sombras, tocar seus galhos e acariciar suas folhas.  


    Quem sabe um dia repouse nas sombras dessa árvore cuidada por Deus.  É a maldição do fatalismo, creio, Garaudy.  Basta acreditar nele para ele se torne real. Então, nem tudo está perdido, e nem é um desperdício, como sentenciou o sábio jurista.


    Mas também pensei numa espécie de New Beat, à Ginsberg, incorporando Bukowiski, Solomon e (é claro) Jack Kerouac, uma anti-política, como foi à contracultura desses doces malditos, e partir para desconstrução de tudo, já que ando de saco cheio de ver a extensão precária de como tratamos a normalidade e a anormalidade. Política tosca. Mediocridade, troca de favores. Política. Economia, psicologia ...


    ... O mundo jurídico é tosco. Sábios, são raros. Eu que li toda a obra de Foucault, que estudei anti-psiquiatria e sei quase tudo de Cooper e Laing, tenho que ficar ouvindo aspectos dessa medíocre psicometria americana. Só a docilidade de minha psicóloga me mantém vivo e me faz a ponte da construção do sonho.


    Andando saturado, só essa maravilha da natureza me faz sonhar. Ali me sinto em paz com meu panteísmo, vôo até mais perto de Nina. Mas também quero algo diferente. Fora do convencional.


    Anti-política, anti-psiquatria, contracultura. Eu sou um pouco Cooper, mas com uns traços do velho Bukowski, que é um perigo ... razão e loucura. 


    Sartre já sentenciou: Qualquer classificação de alguém sem seu consentimento é uma violação de sua integridade.


    Eu fico pensando na pretensão de certos imbecis que usam a psicologia para forjarem laudos, e penso ainda em juízes e promotores que querem encaixar as pessoas dentro de um esquema lógico-formal aristotélico, como se tudo fosse suscetível de ser padronizado, até o comportamento e as almas.


    Quando eu lia Bukowiski, muito jovem ainda, pensava numa sociedade de luzes, no futuro; e o que encontro é meu desgosto. Retrocesso, atraso, fundamentalismo, preconceito, mediocridade que grassa.


    Já passei a fase da Roland Barthes, agora estou mesmo é para Bukowiski. E o meio ambiente não me sai da cabeça, passei a amar uma árvore, com um sonho de nela repousar...tocar seu caule, acariciar suas folhas, usufruir da mansidão de sua sombra.


    O sonho
    Discutir normalidade e anormalidade. De que interessa se encantei-me por uma árvore. Os “normais”, diriam que enlouqueci mais ainda. Os raros, cabalistas, que leem Harold Bloom, sabem o que escrevo. Nem sei se os moesistas, que deveriam também ser cabalistas, me entendem. São raros. O corpo hermético bíblico não os permite voarem além de suas verdades sacrossantas e leituras óbvias do que é como está.  


    Eu vôo. Solitário, num domingo chuvoso. Sinto tanto a falta de minha filha. Repouso dentro de mim mesmo. Fujo, crio uma atmosfera de verão, abandonei o cenário londrino e a atmosfera de Nosferatu. Penso em flores coloridas, nos canteiros e nessa árvore linda e frondosa, presente da mãe natureza ...



    Sonhar, vale a pena. Sempre me ocorre Fernando Pessoa: tudo vale á pena quando a alma não é pequena. Por que não? 


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    Após a impugnação do Dr. João Amaral, recebo um comunicado do próprio Moisés, que foi escolhido um novo vice para si. Trata-se do jovem José Luiz Rodrigues, mais conhecido pelo apelido de "bombacha", da Serrinha do Tio Dico. 



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    Recebi do amigo Fernando Oliveira, exatamente assim.

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  • 08/29/16--07:20: Estouro eleitoral
  • Eu tenho fontes e boas informações. O estouro eleitoral vai ser grande e pega gente de todos os partidos e mais de uma cidade. Facilitaram demais. Deixaram na reta. 

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    Eu sou um observador dos valores e talentos que afluem ao meu redor. Contrapondo-me ao globalismo, sou um apologista do localismo, que, aliás, é um tendência sociológica que surge com muita força em diversos países e redutos dentro de Estados. 

    Existem servidores públicos que prestam um excelente serviço e esse morre no anonimato. A sociedade sequer sabe o que ele fez ou deixou de fazer. Existem servidores, que são mais marqueteiros, que eficientes em si mesmos. E existem, ainda, aqueles que são eficientíssimos e ainda sabem divulgar seu trabalho, o que contagia a sociedade positivamente. 

    Eu tenho critérios para valorar um fato, uma pessoa ou uma atividade. Avalio a trabalho, o caráter, a eficiência, a bravura, a coragem, a altivez, o despreendimento cívico ... por aí.


    Eu nasci homem, mas tenho certeza que minha alma é de uma mulher. E é esse meu lado feminino que me fez observar, primeiramente distante, depois ... um pouco mais de perto e por fim, rendido ajoelhei-me aos pés de Camila Canterle Jornada. Essa moça é fenomenal. É demais, É contagiante. Tem uma veia poética e um traço literário ímpares. É uma personalidade rara, um caráter reto, de um dignidade extremada ... é a bióloga que cuida do meio ambiente de Unistalta. 

    Escritora e poetisa, posições claras, ama o meio ambiente, doa-se para a causa ambiental, é uma mulher completa. Estudiosa, conhece o metier, entrou pela porta da frente no poder público, é um encanto. 

    Tudo onde ela coloca as mão fica mais lindo. Unistalda já era linda, agora com ela e o trabalho dela, meu Deus. Unistalda já era conhecida nacional e internacionalmente pela Pecuária Gessinger, Ruy Gessinger e Maristela Genro Gessinger, mas agora será conhecida também como a Terra de Camila Canterle. 

    Até acho que tinham que botar um placa na entrada da cidade: UNISTALDA, TERRA DE CAMILA CANTERLE. Vou fazer essa sugestão para a Maristela, lá por fevereiro de 2017, e eu mesmo vou descerrar a placa. 

    Babaca? 

    Que não conhece aquela baita placa: Terra do Mano Lima. E aí? Quem é o Mano Lima, eu acho que é um músico não é? O Garaialdi é que é amigo dele. 

    Eu faria a justificativa do Projeto: Poetisa rara, talento ímpar. sem medo de assumir uma identidade, brava militante dos direitos civis e dos animais, defensora do bioma pampa e das minorias. 

    É claro, na hora, la na Prefeitura eu escrevo mais coisas. Pobre da Maristela, vai a loucura comigo. Mas eu vou justificar para ela que é importante valorizar os talentos locais. Aqui em Santiago só cultuam macho: o Nenito, o Miguel Marques, o Bianchini, o Tiago, o Guilherme, Ruderson, seu Bonotto, seu Sagrillo ... Eu gosto do Nenito, já disse para o Guilherme que ele deve ser o nosso secretário de Cultura, mas eu prefiro cultuar uma mulher, que tenha tenho cheiro de mulher, que seja sábia, que seja inteligente, trabalhadora, abnegada, que tenha uma causa e lute por esse causa. Camila tem uma causa, encarna essa causa, ela o meio ambiente se confundem. 


    Raro exemplo de servidora pública que pega na pá e trabalha na Terra para todos terem um ambiente lindo e sadio
    Imaginei Unistalda daqui um ano. Pujante, com uma Prefeita aguerrida e brava e aquela entrada da cidade bonita, sem essa buraqueira de hoje, e com jardins verdejantes, flores coloridas, arco-ires resplandecendo em harmonia com a Natureza e todos sabendo que o meio ambiente ali é cuidado pelas mãos de Camila Canterle. Tudo vira poesia. E a culpa é do Ruy que me deu um estoque de vinho e estou um tanto quanto inspirado. 

    Mas quem não se inspira ao ver um trabalho tão sério, tão eficiente, tão lindo, tão exemplar e - convenhamos - tão perturbador.  

    Perturbador? Foda-se a normalidade. É claro que ela em si mesma é a síntese mais perfeita da anormalidade. É a mulher-mãe que amamenta a própria natureza com seu toque mágico, com seu dom divino de proteger o desprotegido e de abrigar o desabrigado. É a mulher-mãe que se preocupa com o cachorrinho desamparado jogado as margens da rodovia. É mulher-mãe cuidando o florescimento de uma plantinha, de uma flor, de uma folhagem, de uma árvore. 

    E se não bastasse nada disso, Camila sabe traduzir sentimentos, afeições e sensações, para o emaranhado das letras e até faz poesia dizendo que tudo começa depois do café da manhã, deixando o véu obscuro sobre a noite para as mentes que divagam. Da mesma forma, como ambientalista e ocupante de um honrado cargo público, sabe se comunicar com a sociedade. O blog que ela criou sobre o Meio Ambiente é perfeito, didático, explicativo, de fácil manuseio e entendimento. 

    Hoje eu chorei bastante por causa da falta de minha filhinha. Mas depois, lendo um pouco, lendo a Renatinha, outro encanto de mulher, melhorei um pouco e - finalmente - decidi escrever, valorar um trabalho público e exaltar o papel de um mulher de fibra, que para mim é um exemplo. Eu imagino como o mundo seria diferente se tivéssemos mais Camilas, e mais Camilas e mais Camilas. Tudo seria harmonia, natureza e poesia. 

    Até eu rimei agora. 


    Valeu Camila. Você é muito massa, é tri. Que Deus a abençoe e você siga em nosso meio, brindando-nos com sua obra: seja literária, seja ambiental. Você é muito mocinha ainda, mas - incrível - como marca nossas vidas de forma tão exuberante e positiva. 

    Embora eu trabalhasse em Porto Alegre, com casa ali no Bairro Lindóia, passava mesmo no Vale do Sinos, em São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom...Num grupo de estudos freudianos, tínhamos um médico, Dr. Adroaldo Diesel, pessoa muito humanista e sensata, mas que tinha uma tese sobre o então Prefeito de São Leopoldo, o também médico Dr. Albrechet. 

    Segundo Diesel, Albrechet tinha um magnestismo tão grande que os doentes só de verem sua presença já melhoravam. 

    Refletores em Unistalda.

    Imaginem Camila secretária de saúde. Ela chega, os doentes olham para ela e melhoram, sem remédio, sem nada. Deu pro Ribeiro. 

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    Em minha vida solitária, muito mais presa a rumos fictos do que a um rumo propriamente dito,  forjei grandes amizades virtuais. 

    Deus reserva-me, sempre, grandes contradições e aprendi conviver no trânsito entre o céu e o inferno. 

    Chego no escritório depois do meio dia. Meu escritório é um pouco um laboratório de sociologia, mais uma redação de jornal, e eu, várias coisas. 

    Dias atrás, cai-me nas mãos o drama de uma pobre mãe, ex-drogada, afastada dos filhos, uma vida miserável, paupérrima. Como eu sou um jornalista e um sociólogo, prefiro sentir as coisas. A realidade social é palpável, o mundo jurídico só em cima de papeis, nunca nos dá a exata dimensão da tragédia humana. Embora os juízes estejam pleiteando um engajamento mais ideológico em temas políticos, ainda assim insisto que falta ao Direito a relação com a Sociologia, com as Ciências Sociais, e aí eu incluo a antropologia, a psicanálise (odeio falar em psicologia, pois logo emerge essa babaquice forense da psicometria americana). 

    Então, após ouvir, ler e estudar o caso dessa pobre mãe, fui até ela, numa vila miserável de nossa cidade. O drama humano é horrível. O sofrimento. Ela me contou que foi muito humilhada. Mas está fazendo tratamento no CAPS e todas as quintas-feiras, pela manhã, passa no lar dos meninos, dá um beijo em seus filhos, as crianças ficam bem, ficam todos em harmonia e ela segue sua luta para ressocialização e reintegração na vida em sociedade. 

    Aconselhei-a firmar-se na Igreja Evangélica. É o lado moral da escolástica que eu defendo, o freio moral necessário para a vida em sociedade. O freio nos nossos instintos. 

    É claro, eu não tenho retorno financeiro nenhum com esse perfil de clientes. Faço tudo por amor e compreensão dos dramas humanos. 

    Alô Prefeito Júlio Ruivo:


    Que mal faz ela passar no lar dos meninos, pela manhã, antes de ir para o tratamento psicológico e dar um beijo nos filhinhos dela?

    Pessoalmente, Prefeito Ruivo, Tiago, Cláudio Cardoso, eu acho que só ajuda na estabilidade psíquica dela e das crianças.

    Só que a monitora do lar, proibiu ela desse simples gesto. Um gesto humanitário, edificante, amoroso, que gera estabilidade, afeto e pode incidir positivamente em seu processo de ressocialização. 

    Estou pedindo, publicamente, ao Prefeito Ruivo que interfira nesse caso, nessa tragédia humana e me apoie nessa reconstrução de uma vida e de um lar. 


    REFLETORES PARA UNISTALDA


    Eu pessoalmente sou sempre pelo diálogo e não gosto de litigar em juízo em coisas que a gente resolve com uma boa conversa. 

    Há dias estou com um impasse num terreno da servidora Jocelaine Soares. O pessoal, abrindo uma rua, desbarrancou um terreno dela, não obedeceram os limites e engoliram quase um metro para dentro de suas terrinhas. 

    Ela peticiona, administrativamente, desde maio, sem uma solução. Pessoa fina, educada, não quer nada, exceto a solução do drama que o poder público, com o uso de seu maquinário, provocou em seu terreno. 

    Vamos lá meu amigo Prefeito Ribeiro. Vamos resolver esse problema da Jocelaine, basta carinho, boa vontade, afeto e chegarmos a um consenso, sem necessidade de eu levar uma questão tão simples para o poder judiciário. 

    Eu aposto no diálogo. 


    O assunto foi capa de VEJA
    Voltando para Santiago:

    Transitando entre o céu e o inferno, Deus sempre reserva-me grandes surpresas. Sou uma contradição enorme dentro de outra contradição maior ainda. 

    Não tenho um lar, propriamente dito. Mas vivo embaixo dos céus do senhor. Não sou um pobre, bem pobre, mas também não me falta dinheiro para meu estilo de vida. Sou simples. Não tenho uma mulher fixa, mas tenho várias amigas. Algumas mais especiais que as outras. Tenho vários amores, mas nenhum em particular. 


    E também foi capa da ISTO É
    O facebook permite esse tipo de relações. Estranhas relações. É aquela traidinha que não chega ser uma traição propriamente dita. Quase toda mulher adora uma escapadinha, então nada melhor que uma escapadinha virtual...afinal, o ato nunca se consome em si. Exceto, às vezes... 

    Eu nunca trai minha mulher, quando casado. E eu não tinha nem facebook. Sei que sou o homem mais fiel do mundo, embora um amiga minha, difamou minha imagem, segundo ela, definição dela: "o Júlio é um baita galinha". É claro, brincando ...


    Que erro. Duvido que exista um homem mais fiel que eu. Quando eu tinha minha família, minha casa, minha esposa, eu vivia somente e tão somente para minha casa, para minha esposa e para minha família. É assim que eu acho que deve ser o homem. Um homem honrado. Eu nunca admiti, nem sob hipótese, trair minha esposa. 


    Ainda sozinho, não sou um traidor virtual. 
    Agora, hoje eu vivo sozinho, não tenho ninguém, nem lar, nem família, nem mulher, nem filha, então eu converso com as pessoas. É claro, eu não vou ficar de frescuras com um homem. E como sou um alma feminina num corpo de homem, então me acerto com algumas mulheres. Mas - como sociólogo - estudando, analisando e vendo o comportamento das pessoas que usam a rede, especialmente o face, é incrível como rola fácil a infidelidade conjugal de ambos os lados. É claro, o homem, em si, é mais despudorado para assediar uma mulher. Mas, assombra, o despudor que tomou conta, de ambos os lados. 


    DIÁLOGO DE HOJE. FACEBOOK SEM TRAIÇÕES. Uma amiga fantástica que eu tenho. Todos os dias, pelo menos - um pouquinho - a gente conversa. Palavras de amor, de sabedoria e que confortam. Esse é o lado edificante do facebook. É claro, lá no fundo, no fundo, no fundo, tem um amorzinhozinhozinhozinho. 

    Julinho, estás melhor?

    e a Nina?

    - Tristeza. Saudades, distância.
    Eu acho que esta distância é feita pra deixar o amor mais poderoso e imortal
    A Nina é tua
    ponto
    não tem distância galáctica que te separe dela





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  • 08/30/16--20:43: Psicólogos e Psicólogas
  • Atendendo ao apelo de um amigo, está circulando - em nível nacional - uma Pesquisa que avalia a hipótese de o psicólogo dar consulta on line. É um simples questionário, pedindo opinião das pessoas que são psicólogos ou psicólogas, ou pessoas que já foram ou são pacientes destes profissionais. 

    Eu respondi a Pesquisa por razões bem singelas. É uma contribuição cidadã importantíssima, sou visceralmente inimigo do CRP do Rio Grande do Sul enquanto não me derem uma satisfação sobre uma Representação minha contra uma psicóloga que fez um libelo contra mim sem me conhecer.

    Mas, enfim, cada qual pensa de um jeito. O importante é contribuir com a pesquisa do Dr. Raul Oliveira. Há, detalhe, eu também sou paciente de uma talentosa Psicóloga, Dra. Camila Gogoy, essa sim, uma grande profissional e que tem me ajudado muito a me contextualizar no drama da minha separação, a saudade da minha filha ... 

    É bem bacana colaborar com essa Pesquisa.  

    Para participar: clique no link abaixo:

    http://bit.ly/PesqPsi

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  • 08/30/16--20:56: DEPUTADO BIANCHINI
  • Foto: Marcelo Bertanide
    Eu recebi uma ligação e conversei longamente na tarde de ontem com meu prezado amigo Deputado Bianchini. 

    Ele me fez uma série de esclarecimentos sobre o uso de suas fotos, relatou-me aspectos importantíssimos de seu trabalho relativo a alvarás e determinadas exigências que praticamente inviabilizavam pequenos e médios investimentos.

    Aliás, a sociedade santiaguense precisa se ligar na importância e na magnitude dessa luta que Bianchini encampou com sua visão de bombeiro, prático e desburocratizante. E, sobretudo, pensando em viabilizar a produção e flexibilizar os empreendimentos. 

    Com calma, vou escrever uma boa matéria sobre isso e fazer os devidos esclarecimentos, em nome do Deputado, já que ele me autorizou, inclusive me abriu em que votará. 

    É disparadamente o melhor e o mais eficiente Deputado do nosso Parlamento. Ademais, o mais honesto, o mais íntegro e o mais sério. Boto minha mão no fogo pelo Bianchini. 

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