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  • 12/07/16--13:39: CCs
  • Com os anúncios vazados hoje, se tudo for verdade, está fechado o secretariado. Mara Rabelo vai para educação; Gisele Ribeiro para a saúde e Felipe Pinto segue no gabinete. Os demais, todos já foram divulgados. Embora Tiago não tenha feito a reunião prometida para hoje, o certo é que os ajustes agora são de CCs.

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    Bem, ao ler, hoje pela manhã, as críticas feitas a cocotinha da Nina na gaiola, entendi por bem retirar o vídeo de minha página no facebook.

    Antes porém, faço alguns esclarecimentos. Primeiro, tenho certeza que a Nina, em sua ingenuidade infantil, não tem a menor noção sobre gaiolas ou aprisionamento de aves. Segundo, eu sei que na casa dos progenitores dela, é hábito da tradição criarem esses pássaros, mas o fazem de forma carinhosa, incorporados como parte do amor aos animais domésticos, como fazem com os cachorrinhos e gatinhos, nunca por maldade ou crueldade. Eu conheço os avós de Nina, que a criam, seu Derli e Dona Renilda. Seu Derli é homem bom, um coração dócil, um homem honrado. Ele não é culpado pelos atos postos. Dona Renilda, da mesma forma, é uma pessoa servidora, prestativa, ambos têm princípios cristãos, são incapazes de fazerem mal a quem quer que seja, embora a ressalva de que não gostem de mim, o que eu entendo e respeito. Da mesma forma, se dependesse de mim, nunca Nina teria uma cocotinha. Concordo com as críticas, friso isso. 

    Terceiro, muitas críticas injustas pelas circunstâncias. Eu não exerço a guarda de minha filha, apenas a estava visitando. Não exercendo a guarda, perdi o direito de educá-la e de passá-la minha base de formação. Nina vive sem o convívio paterno. Portanto, é absolutamente doentia essa responsabilização que tentaram atribuir a mim, embora eu respeite muito a postura das associações de proteção aos animais. 

    Eu não digo uma coisa para o público e faço outra em minha vida privada
    Quarto, pessoalmente, sou contra gaiolas para animais. Mas isso é uma posição pessoal minha. Eu não mando na casa dos outros. Por mim, nenhum animal seria preso ou maltratado. 

    Quem me conhece sabe que fui a primeira voz solitária em Santiago que se levantou, sem medo, contra estes rodeios imbecis onde promovem espetáculos sádicos às custas do terror que provocam nos animais indefesos. Quando Nina convivia comigo eu ensinava para ela o quanto era triste e deprimente o ser humano buscar diversão às custas do sacrifício, tortura e sofrimento de um animal. 

    Em minha infância, quando era comum o uso de funda para matar passarinhos, não me lembro - até hoje - de ter matado um sequer. Minha mãe me criou sempre me ensinando a nunca matar um passarinho. 

    Minha infância também foi povoada por causos e lendas que minha falecida mãe me contava. A principal delas era a de um caçador que foi atirar numa macaca e essa levantou a filhotinha ao ver que seria morta pela espingarda cruel e impiedosa. O gesto de levantar a filhotinha era um pedido de clemência por sua vida pois tinha uma bebezinha-macaca para criar e sua eventual morte deixaria a indefesa filhinha abandonada na vida e sozinha no mundo.

    Por fim, o vídeo postado, tinha apenas um escopo. Era divertir e mostrar acerca do nosso amor, meu e de minha filhinha, separados, mas profundamente ligados por um amor inabalável e eterno, como frisei: escrito nas estrelas e que nada e ninguém apagará. Era um modesto pique-nique para festejar o amor e um pouquinho meu ao lado dela, já que estamos condenados a viver separados em vida. 

    É claro que um pai quando perde contato com a infância de um filho, a morte da identidade paterna, mesmo que não se queira, é consumada. E tudo se perde no tempo. Pai e filha vivem de lembranças e sonhos, embora o amor fique nos corações até a consumação física dos corpos, pela lógica, primeiro do pai.

    Crueldade e sadismo
    É natural que não gostem de mim. Não vivo para agradar ninguém e nem peço que gostem de mim. Mas isso que foi feito ultrapassou às raias do bom senso, por que  eu não merecia esta agressividade, cuja atribuição do fato foi todo creditado a mim.  

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    Ontem, recebi a visita de um moço, advogado, um jovem culto, lindo, amável. 

    Contou-me ele que seus pais se separaram quando ele tinha cinco anos e que a mãe deixou ele dez anos contínuos sem ver o pai. 

    Ele cresceu.

    Perdeu o contato com o pai. Mas o vínculo ficou. 

    No início, ele acreditava em tudo que mãe dele dizia contra o pai. Depois, com os anos, ele vivia das lembranças paternas. No Direito, foi descobrindo que toda a história tem dois lados e todos os fatos sociais tem duas versões. Hoje, em suma, ele não sabe quem tem razão e vive perdido num drama existencial que atormenta sua vida. Ele me contou que tem namorada, mas que teme muito em ser pai.

    Por fim, chorando, ele me disse que o pai dele está com câncer terminal e que ele não sabe como refazer e nem como agir.

    Lendo meu blog, decidiu ter uma conversa comigo e também porque somos colegas, embora não fôssemos amigos. Explicou-me da dor e do sofrimento que vive atualmente. Disse-me que precisa de um tratamento psicológico e que a proximidade da morte do pai o tornou escravo de sua consciência por todos esses 28 anos que viveu longe do pai.


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    Marco Aurélio fragiliza o Poder Judiciário

    O ministro Marco Aurélio Melo conseguiu impor uma derrota inesperada ao conjunto da magistratura, coisa que nem o PT e nem Lula tinham conseguido até agora.

    A partir de agora, oficiais de justiça poderão ser desrespeitados pelas partes de qualquer processo, invocando-se o exemplo de Renan Calheiros.

    E pior:

    Decisões liminares poderão não valer nada, invocando-se o exemplo de Renan Calheiros.

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    Talentoso e competente Delegado Brum
    Eu assumi compromisso com o delegado Brum que sairíamos cedo de Santiago para Porto Alegre. Enquanto isso, o Dr. Ruy Gessinger confirmou encontro meu com o Acadêmico Franklin Cunha e minha presença na Academia Rio-grandense de Letras, as 19 horas. 


    Perto das 7 horas da manhã de hoje, peguei no sono. Como meu celular fica ligado a noite toda, roteando sinal, whatts ligado, face ... vai-se a bateria. 

    Moral da história: o delegado Brum, tadindo do meu amigo, bateu no Escritório do Dr. Diniz e da Dra. Eloi, de lá foram para o Dr. Rossano, meu sobrinho ... e não me encontraram. 

    No final, não pude ir a POA, apenas vim para Santa Maria agora no início da noite, razões estritamente profissionais. 

    Peço desculpas formais ao meu querido amigo Delegado Brum e também ao seu irmão, o Desembargador Federal Vaz Brum, que está assumindo a Presidência do Tribunal Regional Federal da 4ª região. Pedido de desculpas extensivos ao Dr. Ruy Gessinger e a Priscila, que estava com tudo pronto para a viagem. Tadinha. De POA nós iríamos para Xangri-La. 

    To tão sentido, meu querido amigo tinha até uma receita para o churrasco ... mas não vai faltar oportunidade. 

    Ontem a tarde o Dr. Ruy conversou longamente com Guilherme Bonotto, e todos estão a par dos desdobramentos com nosso vice-governador.

    O Dr. Ruy Gessinger e família (e o Escritório) foram Punta Del Este devido ao feriadão. As novidades ele conta em seu blog, depois. 

    Um beijo em todos os corações. 


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    Estou na iminência de completar 14 anos de blog. Os acessos variam muito. Dependem do dia, dos acontecimentos, das matérias ... Tradicionalmente eu tenho mais leitores nos EEUU, incluindo o Alaska, que no Brasil. Outros dias, sempre mais no Brasil que nos Estados Unidos.

     

    Agora, tenho uma agência de publicidade, em PORTO ALEGRE, que representará meu blog, em outras palavras, arrumará anunciantes ... mas anunciantes que paguem bem. Aí, entreguei a eles a senha do meu blog, por razões óbvias. Eles precisam monitorar e mostrar para os anunciantes a quantidade de acesso. 

     

    Eles custaram a entender como um blog de Santiago, no interior do Rio Grande do Sul, consegue ter tantos acessos no Estado e em vários países, especialmente nos Estado Unidos e Alemanha.  

     

    Para mim a fórmula é simples: aplicação, metodologia, textos e persistência ... afinal 14 anos é uma vida para a internet. 

     

    Sábado e domingo são dias de baixíssimos acessos, chegando no máximo a 15, 20 mil por dias. Segunda-feira e quarta é sempre aquela explosão, passam dos 60 mil. É claro, hoje, com o acesso fácil em celulares a coisa estourou de um jeito (isso não é comigo, é com todos os colegas blogueiros)que chega ser preocupante, eis que envolve muita seriedade.  

     Visualizações de página por país

    Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
    Entrada Visualizações de página
    Brasil
    16389
    Estados Unidos
    14334
    Alemanha
    652
    Rússia
    186
    Índia
    130
    Portugal
    68
    Ucrânia
    47
    França
    40
    Iêmen
    25
    Espanha
    19

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     Quem quiser ler o meu blog pelo sistema do googlewebligth, é só clicar aqui

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  • 12/08/16--13:32: Cúmulo do ridículo
  • Eu achei que já tinha visto de tudo na minha vida, mas vivo levando surpresas. Hoje, me liga uma senhora, pela voz dava para ver que não era uma moça ou uma jovem. Meu Deus, muito educada, cheia de voltas, dizendo-se daqui e dali, casada com fulano, mãe de sicrano e querendo saber isso e aquilo. 

    É só o que me falta. 

    Mandei ela buscar informações com os canais competentes, com a polícia ou com os autos processuais. 

    Quanto mais eu oro mais assombração me aparece. Parece até que eu tenho cara de bobo. 

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    Dra. Renata Gorski Damian
    Essa moça linda, Renata Gorski Bedim Damian, psicóloga, é casada com meu sobrinho, Dr. Rodolfo Prates Damian, filho de minha irmã.

    Na verdade, é minha sobrinha de aluguel, mas se fosse sobrinha de sangue, não seria tão perfeita e tão bondosa quanto a é. 

    Rodolfo foi de uma felicidade ímpar em conhecer e casar-se com a Renata. O Rodolfo é lindíssimo, um homem fino, educado, delicado, mas seria incompleto não fosse a perfeição de Renata. 

    Renata é mãe sem perder o charme e a beleza estonteante. Mas, não é só beleza. 

    Beleza é algo muito relativo ... têm mulheres parecidas com a Renata que abrem a boca e a gente sai correndo de perto ... só dizem bobagens e asneiras. Servem, quando muito, para uma transa eventual e ainda com a condição de que não falem nada.

    Renata tem um equilíbrio, passa ponderação, é dócil ao falar, sabe dirigir o lar com equilíbrio, semeia paz, tem uma bondade congênita naquela coraçãozinho dela ... é um encanto.


    Esse é o Dr. Rodolfo, marido de Renata e filho de minha irmã. Lindão demais
    Muitas vezes me aconselhou. Mas ela é dessas pessoas que sabem dar um conselho sem ser agressiva, sem impor, sabe sugerir, cotejar informações, medir, ponderar ... vou provocar o PP agora: ela é Gorski. 

    Sempre me dei muito bem com ela. É a única familiar minha que convida para ir na casa, para comer uma pizza (o que ela adora do lado dos Bedins). 

    É claro, meu amor por ela, é tão evidente, tanto quanto meu sobrinho. Só que meu sobrinho não tem aquele jeitinho de dar conselhos. Embora, às vezes, eu fique em dúvidas. Explico-me: um dia ela me disse assim: tio, o senhor a Dra. Karine são tão parecidos. 

    Até hoje não entendi o que ela quis dizer com aquela frase solta. Eu sou advogado e só lido com ciências sociais. A Karine é médica-psiquiatra e só lida com saúde. A Karine é rica e eu sou pobre. Eu e Karine somos diferentes em tudo. Não sei, acho que ela estava insinuando que nós éramos loucos ... bem, aí eu concordo, nisso eu acho Renata tem razão. É claro que a Karine não é louca, ela lida com a loucura. Eu sou louco por natureza. Mas um dia a Renata vai me explicar direitinho o que ela quis dizer. Ou ela aprendeu ser debochada com o tio. 

    Mas, enfim, essa minha sobrinha é um encanto. Minha irmã morre de amores por ela. Embora uma evangélica e a outra budista. 

    Ontem ela me encheu de conselhos  e me lembrou de comermos uma pizza. Que pessoa mais mais amável. Ela torna o mundo melhor. Essa é Renata, assim é Renata, linda, charmosa e uma exuberância protuberante. E com um interior mais maravilhoso ainda.


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    Procuradores do Ministério Público do Mato Grosso (MPE-MT) encontraram 18 armas de fogo nas fazendas do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de seus sócios, durante cumprimento de mandato de busca e apreensão, na operação que investiga desmatamento ilegal no Parque Estadual Serra de Ricardo Franco.
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    O MP matogrossense buscava 1.900 cabeças de gado quando se deparou com arsenal, nas propriedades Paredão, Jaturana e fazenda Shangrilá. A apreensão do gado foi determinada para cessar os danos ao meio ambiente, conforme a Lei 9.605/98 (impedir ou dificultar a regeneração de vegetação). 
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    A operação já bloqueou 108 milhões de reais em bens, determinadas pela Justiça de Mato Grosso por degradação ambiental em 51 propriedades rurais. A esposa de Padilha, Maria Eliane, também teve 3 milhões de reais bloqueados pela Justiça. Ela é sócia do ministro em uma das fazendas.

    Fonte - Brasil 247


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    Não tem precedentes, em algum Tribunal Superior, desde a República de Weimar, a intensidade do ativismo político judicial que a Suprema Corte do país está adotando neste momento de crise das instituições formais do Estado brasileiro. Uma manchete do Estadão Newsletter, aberta neste dia 7 de dezembro, sintetiza sem dramaticidade o período, o que demonstra que o impasse está naturalizado. Diz o título da matéria: Gilmar diz que liminar sobre Renan é ilegal e pede a saída de Marco Aurélio;. Dois Ministros do Supremo Tribunal Federal, ambos levados àquela Corte – segundo exige a Constituição – pelo seu saber jurídico e qualidades de cidadania, revelam um conflito aberto – fora dos autos – apartado, portanto, do devido processo legal, irradiando-o como conflito político entre Poderes e também internamente ao Poder Judiciário.
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    Não cabe examinar neste artigo quem tem, ou não, razão, até porque uma opinião sobre este embate não terá a menor influência sobre o seu desfecho. E também porque as raízes da radicalização deste ativismo estão nos solos da Primeira Instância, com as sucessivas arbitrariedades cometidas pela República de Curitiba que, mais além de combater a corrupção – o que é apoiado por qualquer cidadão de bem de qualquer partido – tem se especializado em criar normas de “exceção”, com o abuso das prisões preventivas para forçar delações premiadas, com os vazamentos selecionados e escutas ilegais, que ajudaram a criar o clima psicológico destinado dar suporte ao processo de “impeachment”. Ao golpismo, portanto. O hiper-ativismo do Judiciário é também uma peça do golpismo pós-moderno, que abateu a Presidenta Dilma.
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    Tudo ocorre no período em que se experimenta uma revogação atípica da Constituição Social de 88, através da PEC 241\55. Por esta, em combinação com a Reforma da Previdência, os recursos destinados à concreção dos direitos fundamentais e à proteção social da cidadania mais pobre, ficam congelados por vinte anos, aumenta de maneira linear o tempo de trabalho necessário para a aposentadoria e são cortados os recursos essenciais às políticas de saúde e educação. O processo de “impeachment” da Presidenta, a demonização da política e dos Partidos em abstrato, como se estes fossem a nascente da corrupção, a transformação da esfera da política numa esgrima entre honestos e desonestos – todos sendo incriminados pela mídia como bandidos “da mesma laia”- esvaziou a possibilidade de uma saída para a crise como a atual, por dentro do sistema político atual, mormente estando à testa do país um Presidente ilegítimo. O que era para fulminar o PT e a esquerda se tornou um calabouço e um patíbulo: o calabouço da política e o patíbulo da democracia representativa.
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    Os juízes se transformaram em juízes da Política e a grande mídia se transformou no Tribunal que julga a todos, inclusive a Justiça, segundo os seus interesses de momento. O pano de fundo deste processo é a adaptação perversa da Constituição de 88 à seguinte exigência básica dos nossos credores da dívida pública: nosso Sistema Jurídico deve abdicar da sua condição de ser o mediador do Estado Social, para se transformar no Sistema mediador do Estado não-social, o Estado dos nossos credores, que passam a ser absolutamente priorizados nos futuros orçamentos do Estado. Sua verdade está centrada no seguinte fato: aprovada a PEC 241/55 só o que pode aumentar, livremente, no Orçamento Geral da União são os gastos com a dívida – rolagem, juros, serviços, pagamento do principal – sendo que os demais gastos vão ficar petrificados, atingindo inclusive a própria funcionalidade do Sistema de Justiça, além das áreas vitais da saúde, educação e segurança.
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    Completa-se desta forma a captura do Estado pelo capital financeiro e aquele se torna uma mera estrutura burocrática de controle, para que as finalidades da Constituição não mais sejam o propósito das suas instituições, mas instrumentos de retomada da confiança dos “investidores”, a saber, os financiadores insaciáveis da dívida pública, que arbitram os juros, as condições de pagamento e as garantias contratuais para sua solvência. A fusão do capital bancário com o capital industrial, apontada pelos economistas mais relevantes, se realiza, assim, diretamente através do Estado, que alcança o seu grau máximo de privatização. Não se espantem com a complacência dos industriais e comerciantes fortes, com este processo, pois eles sabem fugir com seus recursos, para o mercado financeiro, onde se abrigam com seu dinheiro acumulado. Tanto aquele acumulado licitamente, dentro das normas do capitalismo vigente, como ilicitamente pelas fraudes fiscais e sonegações gigantescas.
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    O professor Joaquim Falcão escreveu no Globo, dia 7 de dezembro passado, que “é difícil o Supremo ter relação saudável com o Senado, se alguns Ministros do Supremo não tem uma relação saudável entre si”. A frase, direta e simples, apanha a centralidade da crise institucional à beira de se transformar numa crise de Estado. Ela aponta, na verdade, que os Poderes não estão se respeitando a si próprios, neste quadrante dramático que estamos vivendo, em que um Presidente ilegítimo não consegue governar, um Legislativo refém do Judiciário está impedido de legislar livremente, e o Poder Judiciário está pautado por estamentos internos, que não respeitam a independência de consciência dos seus próprios integrantes.
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    A crise é dura e a sua naturalização é um desserviço ao país. Só um Presidente e um Congresso eleitos livremente, num prazo razoável – acordado entre as distintas representações da opinião, dentro e fora dos Partidos – pode nos devolver à ordem democrática que está sendo sucateada e buscar uma saída minimamente consensual, para a crise fiscal que nos devora. Ou uma Constituinte originária, livre e soberana, se os caminhos ainda se tornarem mais estreitos. A anarquia jurídica e institucional e a anomia já começam a vencer a democracia política. É hora da esquerda e do centro progressista e democrático, se unirem acima dos seus interesses eleitorais e do imediatismo da sua sobrevivência, para apresentarem uma alternativa aos caos e à anarquia, que está vindo cada vez mais fortemente de cima. Não das ruas atônitas e sem esperança.


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    Tarso Genro foi Governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais do Brasil.

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    Hoje pela manhã na minha mesa de trabalho
    Com esta manifestação, saúdo a todos os meus leitores e leitoras, amigos e amigas. Estou bem e em plena atividade. Um pouco sumido, é verdade. Mas sempre na trincheira. 

    Como todos sabem, eu não tenho vida social, é muito raro eu sair. E, nos últimos dias, enfrentei um problema de doença, que, felizmente, agora estou bem melhor. São resquícios da capotagem do meu carro e uma lesão numa veia que conduz sangue ao cérebro. 

    Contudo, graças da Deus, não me faltou assistência médica particular, tanto em Santa Maria quanto em Porto Alegre. Com medicamentos de ultíssima geração pude realizar um tratamento bem eficiente e retornar minha vida ao rumo normal. 

    Agradeço, é claro, aquelas pessoas que sempre estiveram ao meu lado, com a presença necessária e indispensável, sem a qual o campo afetivo e a carência familiar, tornariam tudo difícil. Refiro-me ao meu amigo de todas as horas, Desembargador Ruy Gessinger, amigo e companheiro, e Kamarada, agradecimento extensivo a sua família amada. 

    Ao Ruderson, sempre em contato, sempre presente, sempre amigo, sempre bravo. 

    O meu querido amigo Luciano Cardoso Vieira, sempre presente, providente, um raro amigo. Gente de grande quilate. O mesmo raciocínio vale ao advogado e querido amigo Dr. Diego Juliane.

    A Dra. Camila Cogoy, minha amada psicóloga, sempre incentivando, querendo saber notícias, enfim, uma presença mental séria, relevante e confortante. Uma pessoa que me surpreende mesmo.

    O amigo Wilson Soares, pelas viagens a Santa Maria, grande amigo, trabalhador, bravo. 

    Eu queria agradecer, de muito coração, uma pessoa ligada a PM, que compreendeu toda a extensão do meu drama, foi a fundo, não ficou na superficialidade e nem caiu em papinhos furado. Não o faço por razões éticas. Mas ela sabe da minha gratidão.

    Por fim, não queria tocar neste assunto. Mas a Dra. Karine Peixoto é uma amiga minha. Nossa relação é contraditória, gosto demais dela, mas também temos um campo de mundo, valores e ideias que nos afastam. Ela, como médica, se ofereceu para me ajudar, como é praxe em sua bondade. Esteve longamente com minha irmã, que esteve me visitando, no auge da crise. Mas a vida nos reserva destinos, que é bom nem tocar. Apenas quero dizer que sou grato a ambas e que tudo é bom e vale a pena. 

    O amor a Nina, os breves minutinhos num telefonema diário ajudam. O resto, todos sabem, é destino cruel. Mas Deus sabe o que faz. 

    A perseguição cruel e caluniosa, eu sei bem que são os falsos amigos, aqueles que pensam em tirar proveito e sei bem quem realmente é amigo. Não sou tolo. O dia em que o vice-governador Cairole estava ali no Batista, eu não podia dirigir, levantei-me da cama e pedi carona para um amigo. Ele me mentiu estava viajando. Quando lá chego, o primeiro que me defronto é com ele. E depois não entendem porque eu não entro para dentro de certas rodas de escarnecedores. 


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    É patético o silêncio da sociedade da cidade educadora. Promover rodeios, gerar diversão humana, às custas da crueldade em indefesos animais é o cúmulo do sadismo.

    Como santiaguense, me sinto envergonhado com esse rodeio. Não sei como podem sentir prazer em ver um terneirinho amordaçado, violentado, sendo ferido ante os olhos de uma sociedade que se diverte com a dor e a desgraça dos animais.

    Crueldade e sadismo. Isso é esporte?

    Estava na hora de o Ministério Público fazer valer suas prerrogativas legais e constitucionais e entrar urgente com uma representação em face dessa aberração, desse espetáculo grotesco de sadismo explícito e coletivo.

    Pobres animais. Estupidez e insensatez. Acriticidade de uma sociedade medíocre, que se alimenta da barbárie.



    Fotos ilustrativas que sintetizam a barbárie dos rodeios. 

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    Fonte . Jornal do Brasil

    Executivo que trabalhou por 12 anos na empreiteira Odebrecht, o ex-diretor de Relações Institucionais da empresa Claudio Melo Filho disse, em delação premiada, que o presidente Michel Temer pediu R$ 10 milhões. Ainda de acordo com o delator, o valor foi pago em espécie ao braço direito de Temer, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. A informação da revista Veja que chega às bancas neste fim de semana.
    A revista teve acesso à íntegra dos anexos do depoimento de Claudio Melo Filho. Em 82 páginas, ele conta como a maior empreiteira do país comprou, com propinas milionárias, integrantes da cúpula dos poderes Executivo e Legislativo. Além de atingir Padilha e Temer, que pediu o dinheiro a Marcelo Odebrecht em 2014, segundo o depoimento, a delação cita também José Yunes, amigo de Temer há 50 anos e assessor especial do presidente da República.
    Executivo da empreiteira afirma em delação que presidente pediu dinheiro a Marcelo Odebrecht
    Executivo da empreiteira afirma em delação que presidente pediu dinheiro a Marcelo Odebrecht
    A revista também publica a lista dos que, segundo Melo Filho, receberam propina da empreiteira. São deputados, senadores, ministros, ex-ministros e assessores da ex-presidente Dilma Rousseff.  A clientela é suprapartidária, informa a reportagem. Para provar o que disse, o delator apresentou e-mail, planilhas e extratos telefônicos. Uma das mensagens mostra Marcelo Odebrecht, o dono da empresa, combinando pagamentos a políticos importantes. Eles estão identificados por valores e apelidos como “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo” e “Botafogo”.

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    De acordo com a delação, os valores não teriam sido repassados diretamente ao governador, mas a duas pessoas próximas a ele, que atuaram como intermediárias na transação. O dinheiro teria sido repassado ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin.
    Alckmin foi eleito no primeiro turno em 2010, vencendo o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT). Em 2014, na reeleição de Alckmin, um dos operadores foi o atual secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro. Monteiro é político de confiança do governador.
    José Serra e Geraldo Alckmin teriam recebido dinheiro de caixa 2 da Odebrecht
    José Serra e Geraldo Alckmin teriam recebido dinheiro de caixa 2 da Odebrecht
    No período em que as negociações foram feitas, o secretário era chamado de MM pelos funcionários da Odebrecht. Os valores da reeleição não foram apurados pela Folha.
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    Carlos Armando Pascoal, o CAP, foi um dos executivos que delataram o caixa dois de Alckmin. CAP, como é conhecido, era ex-diretor da Odebrecht em São Paulo, e um dos responsáveis por negociar doações para políticos. Ele também afirmou que teria repassado R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 do atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).
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    CAP faz parte do grupo de 77 funcionários da empreiteira que assinaram há duas semanas um acordo de delação premiada com investigadores da Lava Jato. Os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que não há nenhuma doação direta da Odebrecht à conta da candidatura de Alckmin em 2010 e 2014. Há apenas uma doação oficial de R$ 100 mil da Braskem, braço petroquímico da empresa, à direção do PSDB em São Paulo, repassado à conta da candidatura do tucano, em 2010.

     Veja a reportagem na íntegra

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    Reportagem exibida nesta noite no Jornal Nacional praticamente decreta a morte do governo Temer; o jornal teve acesso às delações da Odebrecht, que revelam que Michel Temer e seus dois principais assessores, Eliseu Padilha e Moreira Franco, estão no bolso da Odebrecht; JN também citou as propinas pagas aos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; golpe dos corruptos contra a democracia e o povo brasileiro começa a desmoronar; empreiteira deixou claro que as doações via caixa dois tinham como objetivo favores governamentais, ou seja, eram propinas; um dos mais ativos arrecadadores foi Romero Jucá, com R$ 22 milhões; Temer pediu e levou US$ 10 milhões, dos quais US$ 4 milhões teriam sido entregues, em dinheiro, a seu amigo José Yunes, que é tido como seu sócio.
    Brasil 247


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  • 12/09/16--20:17: Exemplo, fragmentos
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    Obrigada tio Júlio!
    Quanto a Karine, não tive o privilégio de trocar idéias com ela, porém falei em semelhança no que se diz a características, a beleza dos dois juntos enquanto casal. Um dia eu disse para o Rodolfo, que filho lindo vcs teriam? E ainda, ela e o tio, os dois inteligentes, que genética.  Neste sentido! 😉
    rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
    Até traços fisionômicos, a pele branca, vcs tem o tom de pele muito semelhante. Os dois tem gostos refinados e por coisas boas. A família do Dr. Paulo predomina os olhos azuis, na tua, os verdes.  Foi nesse sentido que eu falei que vcs eram muito semelhantes.  
    E continuam sendo. É só voltarem agora no Natal. 

    (...)



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    Em meu livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA levanto um debate que sempre achei terrivelmente ruim na grande imprensa nacional.

    O jornalista, para fazer cobertura política ou jurídica, tem que ter conhecimentos mínimos. Hoje, eu fico estarrecido com a quantidade de bobagens proferidas. Confusões entre senado e congresso, atribuições e representações dos deputados e senadores ... os jornalistas sequer sabem o que é separação e harmonia entre os poderes constituídos da república. E formos levar o debate para o lado de entes federados ... meu Deus ... a zorra é total.

    Da mesma forma, regras são claras na CRFB-88 sobre sucessão presidencial; agora, nos dois últimos anos a eleição presidencial, no caso de eventual impedimento de Temer, é indireta e as regras são transparentes e escorreitas. Vice, como não tem vice, é o presidente da câmara, depois o presidente do STF e, por fim, o presidente do Senado. Existe uma linha sucessória clara. Ainda ontem eu ouvia uma jovem repórter de uma TV nacional (não vou citar nome para criar constrangimentos) afirmando que se passasse o impeachment de Temer seriam convocadas eleições diretas. 

    Falar em Assembleia Nacional Constituinte livre, soberana, exclusiva e independente recai no mesmo impasse. Ninguém sabe o que é. Ninguém estuda, ninguém lê e todo mundo chuta para todo os lados. 

    Nem estou falando nas imperfeições técnico-processuais que grassam. Não sabem a diferença entre estado e nação, entre cidade e município, entre federação e confederação, entre lei escrita e consuetudinada, entre roubo e furto ... meu Deus, tenho mais 300 exemplos no meu livro. 

    Data Venia, que lixo essa cobertura dos fatos atuais. Que despreparo existe em nossa imprensa. 

    Pior que isso só aquele programa local famoso, de Porto Alegre, onde apresentaram Jacob Gorender como o mais famoso filósofo alemão. Ele pode ser famoso, adoro ele, li e tenho suas obras, só que ele é brasileiro.   

    Cada vez eu me sinto mais deslocado de tudo nessa vida. Não sei que castigo eu ainda tenho para pagar. Senão eu iria plantar batatas, tomar banho de sanga, e comer peixes fritos ...


     

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    Reynaldo de Azevedo - Revista Veja


    As coisas estão começando a ficar como o diabo gosta. Já ficaram. Para onde caminhamos? Bem, perguntem aos incendiários.

    Nesta quinta, enquanto o Supremo decidia se recebia ou não a denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, membros do Ministério Público e juízes promoviam um ato em uma das entradas do tribunal. Vamos ver: MP investiga e denuncia; juiz recebe ou não a denúncia e julga. Esse tipo de militância, entendo, fere o fundamento das duas funções. E daí? Juiz que prejulga à porta de tribunal pode envergar a toga?

    Estavam lá, disseram, para protestar contra o que chamam criminalização do seu trabalho. Em Curitiba, também houve protesto. Então ficamos assim: promotores e juízes reivindicam o direito de se comportar como qualquer outra categoria profissional, inclusive na militância sindical, mas exigem uma intocabilidade única, a ninguém garantida, nem ao presidente da República.

    No domingo, estão marcados alguns protestos. A força-tarefa, que é a verdadeira organizadora da manifestação, já deu a pauta. De forma deliberada, confunde-se o destrambelhado crime de responsabilidade de juízes e promotores, aquela estrovenga aprovada na Câmara, com o bom e sensato projeto que pune abuso de autoridade. No paralelo, é bom lembrar, o que deixa a turma inflamada é a comissão que apura os supersalários. O Poder que paga os vencimentos nababescos, como se sabe, é mesmo o Judiciário.

    Promotores e juízes satanizam o Poder Legislativo e tratam todos os políticos como bandidos. Alguns movimentos de rua caem na conversa e aceitam, ora por cálculo, ora por ignorância, ser laranjas de incendiários e porras-loucas. Não fosse a coragem de uns poucos críticos, o país corria o risco de ter um pacote de medidas anticorrupção de fazer inveja à Coreia do Norte.

    Vejam o número de políticos e empresários que a Lava Jato já mandou para a cadeia ou está investigando. Em breve, vem a penca da delação da Odebrecht. Será mesmo que o Ministério Público precisa de leis de exceção? Segundo alguns de seus integrantes, sim! Querem ainda mais poder. Mas que ninguém ouse sugerir que eles podem cometer um erro.

    O Brasil está afundando. Não conseguimos sair da delegacia de polícia para fazer políticas públicas. Não! Ninguém quer impedir a Lava Jato. Esse é o mito mais cretino que os aspirantes a ditadores do bem conseguiram espalhar. A economia dava tênues sinais de recuperação, mas, na margem, a coisa já começa a engripar de novo. O estado não tem dinheiro para investir, e os recursos privados não chegam num cenário de incerteza.

    As razões da crise econômica são conhecidas. A crise política está sendo inflada artificialmente pelo destrambelhamento institucional. Os entes da República já não respeitam nem o espaço legal dos seus pares. Procuradores acham normal legislar e conseguem convencer alguns incautos de que, bem…, se o Congresso não o faz, que o façam, então, os de boa vontade. No STF, até para conceder um habeas corpus, um ministro decide afrontar o Parlamento, atuando como legislador.

    O país caminha para 13 milhões de desempregados. A PEC que estabelece o teto de gastos é apenas um esbirro, bem fraquinho, que pode sustentar por mais algum tempo um edifício que está prestes a desmoronar. É preciso cuidar de outros pilares. A reforma da Previdência é essencial. Encontrará um Parlamento conflagrado, achincalhado nas ruas — por bons, mas também por maus motivos —, talvez pouco disposto a aceitar a patrulha, aí das esquerdas.

    Os brasileiros deram aos homens da Lava Jato a tarefa de fazer valer a lei, de optar pelo caminho seguro e sereno das reformas. Mas seus extremistas querem brincar de revolução. A Câmara passou um mês debaixo de vara em razão de uma fantasia: a tal anistia, que todos sabiam ser impossível. Agora que está claro que aquilo nunca existiu nem poderia existir, então o foco é a tal “criminalização de juízes e promotores”, outra fantasia.

    No PT, os de mais aguda vista voltaram a sorrir. A direita burra está conseguindo fazer o que nem a esquerda inteligente conseguiu: tornar o PT, de novo, um partido viável.

    Um velho professor me ensinou quando eu tinha 14 anos: nada é mais reacionário do que a burrice.
    Adiante, incendiários do nada e radicais do pouco.

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