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    SIDI
    Quase não acreditei. Sidi era um gênio do caricatura, fazia o diferencial e integrava a alma do Jornal Expresso Ilustrado.

    Lembro-me dele, quase 30 anos atrás. Assinava com o pseudônimo Mário. Era um talento raro. Jovem, muito jovem, aos 50 anos, deixou-nos esta noite. 

    Gostava muito do SIDI. Era uma pessoa dócil, meigo, tinha planejado pedir-lhe um desenho da Nina para eu pôr num quadro.

    Em 2006, o João Lemes e a Suzana Lemes, nossos querido a amigos e donos do Jornal, levaram um lindo quadro, numa rara moldura, de presente para a Eliziane, em nossa casa. Colocaram sobre o desenho dela uma linda e colorida borboleta. Todos, gente do melhor quilate. A arte levava a assinatura do SIDI.

    Uma perda para as artes, para a humanidade, para a imprensa ... para todos nós.

    SIDI está em paz. Descansou e vive na eternidade. Alma santa, como a sua, bondade ímpar, perdemos um gênio.

    Choro a dor de sua partida. Perdi um amigo e a Humanidade perdeu um dos mais talentosos artistas ...





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    A exemplo do que ocorre em Ijuí e Panambi (os mais conhecidos) Santiago terá seu primeiro colégio evangélico. A proposta é boa e vem tarde demais.

    Como a comunidade evangélica local é altamente desunida, imagino que as bases dessa proposta exigirá uma unidade muito bem entrelaçada do grupo das principais igrejas: a Missionária, que puxa o projeto, juntamente com a Comunidade e é imprescindível a participação da Assembléia de Deus, Quadrangular, O Brasil para Cristo e estas neopentecostais. Da mesma forma, imprescindível a participação dos Batistas, Luteranos, Adventistas, que já tiveram uma escola local.

    Não conheço bem o projeto, mas não imagino um Colégio Evangélico sem a participação do mais respeitado Pastor de Santiago, Dr Sérgio Ribeiro  e sua Igreja Comunidade. Honestamente, temo que apenas a Missionária ficando à frente, tudo vire um aparelho ideológico do PP, o que seria o crime e o sepultamento adiantado de uma excelente idéia, pois quem lê meu blog sabe que eu defendo a criação de uma escola evangélica há muitos anos. 

    Finalmente, parece que a idéia ganhou expressão e tudo toma corpo.

    ==

    Incrível, para quem conhece a Igreja Universal, em Porto Alegre, o trabalho que eles fazem nas Escolinhas enquanto os pais assistem aos cultos. É um trabalho raro, de primeiríssima qualidade, chegar a surpreender pela qualidade, organização,  investimento, professores e monitores, atividades lúdicas, merenda gratuita ... aulas de desenho, aulas de piano, violão ...coisa rara e excelente. 

    Aqui em Santiago, poucas igrejas investem nas crianças. As mais tradicionais, sequer gostam que os pais levem as crianças e veem-nas como incômodo. É patético esta visão arcaica e conservadora. A assembléia de Deus, da Vila Nova, até hoje não tem escolinha para as crianças. O Brasil para Cristo, onde eu me batizei aos 12 anos, crianças não tinham espaço. Já a Internacional da Graça, a Missionária, a Universal ...(não conheço a Comunidade) dão tratamento de alto respeito às crianças. Isso é bom, as crianças ficam entusiasmadas para os cultos, de certa forma, carregam os pais. 

    Nisso, a Universal dá um show e ganha de mil das tradicionais.  É a que melhor investe e mais aposta nas crianças. É um projeto de futuro, inteligente, pois é muito provável que estas crianças de hoje sejam futuros pregadores do evangelho do amanhã. O mesmo não se pode dizer dos pais que vão aos cultos e são forçados a deixarem seus filhos sozinhos, sob os cuidados de terceiros ou até mesmo precariamente cuidados, que é o que acontece com a maioria. 

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    Esta cena foi rara. Enquanto a Professora Darla Medeiros, tocava violão, hoje a tarde, Nina parecia viajar na música ... gestos espontâneos, livres, sem ela saber, fotografei-a, ao longo. Eis que sentado no fundo da aula. 

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    É um absurdo o que acontece, hoje, com o Capão do Cipó. Afora ser uma área conflagrada, nenhum policial na cidade e nem no município. Repito: os moradores estão à deriva. Em pânico e em pavor. Como se explica que as autoridades desloquem todo um contingente para o carnaval de Santiago e Jaguari e deixem no abandono total uma região como o Capão do Cipó?

    Sei que houve uma ligação, agora a noite, para o secretário estadual de segurança. Alguém será cobrado por isto?

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    Que o carro de Alacir Dessoe foi deixado em frente a um aras, na rua Flores da Cunha, isso não é segredo para mim. A rigor, o carro nunca esteve abandonado. Estava em frente a casa da cunhada do cara que andava no carro de Alacir. Eu tenho nomes, datas, fichas destas pessoas, tudo, desde os familiares que estão no presídio, até os que estão em regime diferenciado ... Incrível, este cara é chave para muita coisa. Ele tanto podia estar na cena do crime, como pode ter recebido o carro que, segundo o assassino confesso, vendeu numa boca de fumo, na pedreira, por 20 reais e 30 em maconha. Esta pessoa que estava com o carro é uma peça-chave neste intrincado quebra cabeça. Inclusive, parece que ele sabe demais sobre um outro crime que ocorreu no Capão do Cipó, tempos atrás. 

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    Na tarde deste sábado, estava indo no mercado GUASSO, quando encontrei o Prefeito Tiago, que parou, nos cumprimentamos e eu o apresentei a Nina. Foi um diálogo rápido. 

    Nina o cumprimentou com elegância e Tiago se foi.

    Mas minha filha é bem singular. Madura demais para seus seis anos. Ela me veio com uma pergunta, própria das grandes intrincadas questões jurídicas. 

    - Paiê, se prendem o Prefeito quem fica no lugar dele?

    Respondi: - o vice.

    - E se prendem o vice junto?

    - Aí assume o presidente da câmara de vereadores. 

    - E se prendem os 3, paiê, quem é que fica de prefeito?

    Putz, que guria chata. Vou ter que explicar-lhe a linha sucessória no parlamento municipal. Aí já é demais. Mandei ela se preocupar com suas bonecas. 

    Contando, ninguém acredita. Só quem convive com a Nina na intimidade é que sabe disso. O Dr. Ruy Gessinger foi um dos que achou que eu exagerava, mas quando pode sabatinar, com calma, Nina, admitiu que eu não exagerava. 

    Não entendo, juro que não entendo, de onde vem esta curiosidade dela ... é claro que ela se criou dentro da câmara, da prefeitura, sempre nos FORUNS por aí comigo ... mas não é fácil uma criança entender esta questão dos poderes ... Nina é genial, superdotada, madura e - ao mesmo tempo - um criança, infantil ... sofrida, calejada, madura demais.  

    Ela ainda não entendeu bem o que é um promotor e nem a defensoria pública. Mas ela se lembra bem do promotor Sérgio, com quem ela conversou certa vez, aqui na Promotoria de Santiago. Também, não é fácil. O certo, é que ela vai se encaminhar para o Direito ... se esta for a vontade de Deus. 



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    Espero que a zoeira desta noite seja menor. Hoje, sai cedo para levar a Nina. Ela pediu-me para ir mais cedo para fazer um bolo para o avô dela que estava de aniversário. Sai de casa as 6 horas da manhã. Antecipei em duas horas o horário normal da entrega.


    Meu Deus, que loucura. Este horário ainda está com as estradas cheias de motoristas bêbados. Risco permanente. Mal entendo esta irracionalidade, esta loucura ... mas, enfim, é o Brasil e é o nosso carnaval. 

    Minha filhinha passa a semana em Maçambará e só a devo pegar dia 03, a tarde. Ela ficou bem, fez cartões para o avô e para a mãe dela, presentes para ambos, seus quadros. E desceu feliz com todo seu material e apetrechos. 

    Eu começo a semana quarta-feira, com duas audiências na justiça do trabalho, com a Dra. Josiane Mallet, as 10.45 da manhã e as 11 horas. Não sei quando pára e nem onde vai parar. 

    Trabalhei neste domingo. Li e estudei tudo as ações e as audiências que teremos. As 4 horas da tarde ela tem outra em São Borja. E eu, PF.

    Desejo a todos um bom domingo, uma excelente segunda-feira e um abençoado recomeçar. Pelo menos a profecia maluca de corpos estirados no calçadão cobertos de lençóis não aconteceu. E nem vai acontecer. 

    Existe uma sensação de frustração no ar; as pessoas gastaram tudo o que não tinham. Quarta-feira começa a pedinchama. Carnaval não é só alegoria. É bebedeira, brigas,frustrações e sensação de desilução. É choro, lágrimas e todos caindo na realidade. 

    Que bom que antecipassem esta catarse para amanhã. Mas não. Sei que será na quarta-feira. 

    Oremos. O estét teat ainda não chegou. Purgaremos nossa pouca vergonha. 

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  • 02/27/17--05:18: Desabafo necessário
  • Sei que todos os atos de nossas vidas geram responsabilização. Seja pela ação, seja pela omissão.

    Estou vivendo uma situação que me inquieta. Muito.

    Tenho bem consciência do que é responsabilidade e dos limites éticos do jornalismo. Tenho bem consciência das consequências, quando escrevo uma matéria.

    Tenho bem consciência quando existem jogos e corpos moles. Para tolo, eu não sirvo. 

    Não tomem por estranheza se eu fizer uma postagem bomba, dando nomes e arcando com todas as consequências e responsabilizações. Azar. Tenho bem claro os limites do estrago. Mas há dias estou incomodado ... e não beijo a mão de ninguém, não me submeto a ninguém, não tenho o rabo preso com ninguém, não faço conchavo com ninguém. Apenas busco a Verdade. 

    Medo é um palavra que não existe no meu vocabulário. 

    Não estão lidando com um covarde. 
      



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  • 02/27/17--07:13: Mais um amigo que se vai
  • Levei um susto quando li sobre a morte do Claudinho; era meu amigo de longos anos e sempre que passava por Santa Maria o visitava. Lastimável a morte do Claudinei Vargas, santiaguense, irmão de todos nós, morreu vítima de um choque elétrico, no balneário verde, em Santa Maria.

    Aos familiares, amigos, meus sentimentos. 

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    ​​
    João Baptista Herkenhoff *
    A advocacia e a magistratura têm códigos de ética diferentes.
    Há deveres comuns aos dois encargos como, por exemplo, o amor ao trabalho, a pontualidade, a urbanidade, a honestidade.

    Quanto à pontualidade, os advogados são ciosos de que não podem dormir no ponto. Sabem das consequências nefastas de eventuais atrasos. Os clientes podem ser condenados à revelia se os respectivos defensores não atendem ao pregão.

    Já relativamente aos juízes, nem sempre compreendem que devem ser atentos aos prazos. Fazem tabula rasa da advertência do grande baiano Rui Barbosa: “Justiça tardia não é Justiça, senão injustiça qualificada.”

    Vamos agora aos pontos nos quais deveres de advogados e juízes não são coincidentes.


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    O juiz deve ser imparcial. É seu mais importante dever, pois é o fiel da balança. Se o juiz de futebol deve ser criterioso ao marcar faltas, ou anular gols, quão mais criterioso deve ser o Juiz de Direito que decide sobre vida, honra, família, bens.

    Já o advogado é sempre parcial, daí que se chama “advogado da parte”. Deve ser fiel a seu cliente e leal na relação com o adversário. O juiz deve ser humilde. A virtude da humildade só faz engrandecê-lo. Não é pela petulância que o juiz conquista o respeito da comunidade. Angaria respeito e estima na medida em que é digno, reto, probo. A toga tem um simbolismo, mas a toga, por si só, de nada vale. Uma toga moralmente manchada envergonha, em vez de enaltecer.

    O juiz deve ser humano, cordial, fraterno. Deve compreender que a palavra pode mudar a rota de uma vida. Diante do juiz, o cidadão comum sente-se pequeno. O humanismo pode diminuir esse abismo, de modo que o cidadão se sinta pessoa, tão pessoa e ser humano quanto o próprio juiz.

    A função de ser juiz não é um emprego. Julgar é missão, é empréstimo de um poder divino. Tenha o juiz consciência de sua pequenez diante da tarefa que lhe cabe. A rigor, o juiz deveria sentenciar de joelhos.

    As decisões dos juízes devem ser compreendidas pelas partes e pela coletividade. É perfeitamente possível decidir as causas, por mais complexas que sejam, com um linguajar que não roube dos cidadãos o direito de compreender as razões que justificam as conclusões.

    Juízes e advogados devem ser respeitosos no seu relacionamento. Compreendam os juízes que os advogados são indispensáveis à prática da Justiça. É totalmente inaceitável que um magistrado expulse da sala de julgamento um advogado, ainda que esse advogado seja impertinente nas suas alegações, desarrazoado nos seus pedidos. Em algumas situações, a impertinência do advogado não é defeito, mas virtude. Valha-nos a sabedoria popular: “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura". 

    *Desembargador Aposentado no ES, Advogado Militante, Mestre, Doutor, Professor, Conferencista Internacional, Escritor e Membro da Confraria dos Luminares.

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  • 02/27/17--19:12: Fotos ... passado
  • Nina, seriedade ... com o paiê ... em nossa ex-casa. quando éramos uma família
    Seriedade para uma foto ... que não resistiu a segunda foto


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    Cantora gospel largou marido pastor para se casar com pastora - "SOU+EU"


    Eu estava em cima do altar da igreja quando vi a Lanna pela primeira vez. Nunca vou esquecer a cena: uma mulher entrando pelo corredor, vindo em direção ao palco com uma saia rodada que cobria os pés, um enorme coque na cabeça e segurando um bebê no colo. Naquele momento alguma coisa mudou dentro de mim. Eu nunca tinha tocado uma mulher antes e até então essa nem era uma questão para mim. Eu não sabia, mas aquela missionária que se dizia ex-lésbica se tornaria o meu grande amor, fazendo com que eu largasse um marido pastor para ficar com ela!


    Conheci meu marido nos Estados Unidos

    Eu nasci em Mantenópolis, uma cidadezinha no interior de Minas. Cresci numa família evangélica, o que me fez começar a cantar na igreja muito cedo, aos cinco aninhos. Tive meus momentos de “desvio” na época da adolescência, mas voltei de vez aos 17 anos. Experimentei Deus de maneiras muito especiais e íntimas. Decidi dedicar minha vida ao ministério na igreja.

    Quando completei 20 anos fui visitar meus irmãos que moravam nos Estados Unidos. Imagine só! Eu mal tinha saído de Mantenópolis e fui direto para Boston, uma grande cidade americana. Nem preciso dizer que fiquei por lá de vez, né? Comecei a trabalhar como ajudante de garçom, pegava no batente o dia inteiro. À noite, mesmo cansada, eu corria para a igreja. Encontrei muitos brasileiros ali que, assim como eu e os meus irmãos, saíram do Brasil para tentar ganhar a vida no estrangeiro. Era um ambiente muito acolhedor, uma grande família na qual eu pude pôr em prática o meu dom: cantar para Deus. Foi nessa igreja, nos Estados Unidos, que eu conheci o João.


    Eu não o amava de verdade

    João era um rapaz muito bom. Era alto, moreno e bastante bonito, tinha os seus 21 anos. Tão logo a gente se conheceu, virou amigo. De amigo, ele passou para melhor amigo. Andávamos sempre juntos e estudamos a Bíblia. Eu já sentia um interesse dele por mim. Sendo bem honesta, eu não estava tão a fim dele, mas todas as minhas colegas estavam se casando. Crente namora pouco e casa cedo, disso eu sabia, e sentia que estava chegando a minha hora de servir ao Senhor como esposa e mãe. Quem melhor para ser meu marido do que o João? Nossos amigos já estavam pressionando, eu não via motivos para não ceder. Eu lembro que estávamos num carro com vários amigos. Ele chegou, se pendurou pela janela e disse uma data para o nosso noivado. Um ano e meio depois já estávamos casados. Na sequência engravidei e dei à luz o Caleb, nosso filho, que hoje tem 20 anos.
    Eu nunca amei o João de verdade. Não romanticamente, pelo menos. Claro que havia amor, mas era amor de amigo, sabe? Éramos muito parceiros, crescemos juntos e nos respeitamos bastante. Mas se eu dissesse que sentia atração por ele, mentiria. De toda forma, o sexo nunca foi uma questão para mim. Durante um tempo pensei até em procurar um médico porque eu simplesmente não tinha vontade, não me interessava, e me sentia muito mal porque eu não conseguia corresponder a ele. Apesar disso eu não podia reclamar da vida. A gente tinha conseguido estabilidade financeira, um filho lindo, muitos amigos e um ministério sólido. Mesmo assim, essa questão do sexo me incomodava. O que estava errado comigo?


    Conheci a Lanna, uma “ex-lésbica”

    Eu achava que parte dos problemas do meu casamento se dava ao fato de eu viajar muito. Eu percorria muitas igrejas para cantar e meu marido, que já havia se tornado pastor, pregava. Mas nossas agendas não batiam e a gente passava muito tempo distante.

    Foi num desses compromissos como cantora gospel que eu conheci a Lanna. Era junho de 2002 e ela estava muito famosa no meio evangélico da época. Percorria o Brasil pregando que Deus a havia “curado” da homossexualidade. Ela se definia claramente como uma ex-lésbica, e já tinha um marido e um filhinho, ainda bebê. O sucesso da Lanna era tanto que ela foi convidada para pregar nos Estados Unidos também, justo na minha igreja. Muitas celebridades evangélicas pregavam por lá e eu conheci muita gente importante. O Pastor Marcos Feliciano, que hoje é deputado e vive discursando contra a homoafetividade, dormiu várias vezes na minha casa, como hóspede. Que ironia!


    Ela mexeu comigo como nenhuma outra pessoa

    Logo que eu conheci a Lanna, senti algo diferente. Demorei para entender o que era. Ficamos muito amigas, nossos maridos se conheceram, nossos filhos brincaram juntos. Dei até um banho de loja nela! Soltei aquele cabelão, mandei ver numas unhas postiças, cílios e maquiagem. Ela ficou irreconhecível! Nossa amizade foi ficando cada vez mais íntima e acabamos formando uma dupla e tanto: onde a missionária Lanna pregava, a cantora Rosania dava seu show. As pessoas dizem que a gente se apaixonou porque os maridos deram mole, não nos afastaram enquanto era tempo, mas isso é bobagem! Eu e a Lanna nos admirávamos muito, compartilhávamos nossos problemas e confessávamos nossos pecados.


    Um dia, numa viagem de carro para Nova York, em 2003, eu estava dirigindo. No carro ia, além de mim, a Lanna e outras duas missionárias. Lembro dela sentada no banco de trás quando nossos olhares se cruzaram pelo retrovisor. Ali eu me senti atraída e percebi que tinha sentimentos por ela, mais do que só amizade. E, ao que tudo indicava, ela correspondia! Me perdi em mil pensamentos, fiquei com o coração na boca. O que estava acontecendo comigo? Quando paramos o carro e as outras missionárias desceram, fiquei com a Lanna ali, tomei coragem e disse: “Lanna, eu acho que estou gostando de você de uma forma diferente”. Ela mandou na lata: “eu também!”. Foi aí que tudo começou.


    O primeiro beijo trouxe a certeza de que era meu grande amor

    Aquela viagem foi muito difícil. Quando a gente se olhava rolava uma tensão no ar, era bem perceptível. Nós duas estávamos nervosas. Ela fugindo desse sentimento que já era conhecido e eu sentindo pela primeira vez o que era gostar de uma mulher. Comecei a me perguntar “o que está acontecendo comigo?”. Meu coração estava agitado e foi assim que aconteceu: em um quarto de hotel, enquanto uma das missionárias dormia, a outra tomava banho e eu estava sentada na minha cama, perdida nos meus pensamentos. A Lanna estava passando roupa quando, de repente, começou a vir na minha direção. Eu fiquei muito nervosa, sem saber o que ia acontecer. Ela se aproximou, me olhou com carinho e beijou.
    Depois desse beijo a gente passou a se evitar. Mas sempre acontecia da gente se encontrar em algum compromisso da igreja e acabava que nenhuma conseguia resistir. Era um misto terrível de culpa e carinho. Eu não acredito que Deus aprovava o que gente fazia, afinal, as duas eram casadas! Mas eu sei que Deus conhecia nosso coração e que era amor verdadeiro. Quando nos relacionamos intimamente pela primeira vez eu senti que tinha me encontrado. Descobri um prazer que eu nunca tinha experimentado e foi tudo muito natural. Ao mesmo tempo, eu sabia que aquele era o começo de um processo de muito sofrimento para mim e para todos aqueles que me amavam.

    A aceitação foi o passo mais difícil

    A partir daí eu comecei a ler muitos livros e a aprofundar minhas experiências de oração. Eu não conseguia me sentir errada por amar outra mulher, mas me sentia em pecado por causa da traição. Juntas, buscamos a Deus e, cada uma a seu tempo, largamos os maridos. Era o certo a fazer. Primeiro porque Deus não abençoa traição, segundo porque esse amor verdadeiro precisava ser vivido. Ter um grande amor não é algo obrigatório na vida de todo mundo. Nunca tinha acontecido comigo e quando aconteceu foi com uma pessoa incrível chamada Lanna. O fato de ela ser mulher é um detalhe menor. Eu sabia que decepcionaria muita gente, frustraria expectativas e teria que reinventar totalmente a minha vida, mas também sabia que ia valer a pena!

    Meu marido reagiu de forma caótica, foi horrível. Meu irmão teve um surto e ameaçou a Lanna, queria machucá-la fisicamente porque achava que a “culpa” era dela. Tive que escondê-la numa cidade vizinha por alguns dias até que a poeira baixasse e ela pudesse aparecer em público novamente. O marido dela, ao contrário, foi tranquilo. Na prática, ela já não tinha um casamento há tempos. Não havia intimidade e carinho e era tudo uma relação de fachada. Isso tornou o divórcio dela mais fácil e rápido que o meu.

    Foi tudo muito difícil e doloroso. Deixar para trás o meu casamento, o meu ministério, encarar a vida como uma lésbica evangélica! Eu sei que para muita gente isso pode parecer absurdo, mas para Deus não é! Me dediquei aos estudos, fui conhecer a Bíblia mais a fundo e descobri que Deus também ama os homossexuais e abençoa o amor entre pessoas do mesmo sexo. Tem muita gente por aí que distorce trechos da Palavra de Deus ou que não estuda adequadamente e acaba usando versículos fora de contexto para condenar as pessoas, ao invés de amá-las como Jesus ensinou. Quando entendi isso fiquei ainda mais convicta do que queria para mim. Naquele contexto, a única pessoa que importava para mim era o Caleb, meu filho. Eu ainda fiquei um tempo com ele, mas preferi deixá-lo nos Estados Unidos para que ele tivesse uma educação melhor. Ele gosta muito da Lanna e sempre vem para o Brasil nos visitar. O amor dele é tamanho que agora veio para morar com a gente! Deus é bom!




    Criamos uma igreja aberta para gays
    Ainda nos Estados Unidos, surgiu no nosso coração o desejo de criar uma comunidade que acolhesse gays, lésbicas, transexuais, todos! Na época, a gente pensava em abrir essa igreja por lá mesmo, mas acabou que a Lanna teve que voltar para o Brasil sem mim! Tive problemas burocráticos e não conseguia sair dos Estados Unidos. Foram dois anos de teste para o nosso amor. Eu já tinha me divorciado e me mudado, ganhava a vida fazendo de tudo, de produção musical a faxina e conseguia levantar um bom dinheiro. Na época eu vivia a tensão de poder reencontrar a Lanna novamente. Eu confesso que foi muito sofrido, pensei que não ia mais dar certo. Dois anos é muito tempo e eu já nem tinha certeza se a pessoa por quem eu havia me apaixonado ainda existia.

    Um dia, a surpresa: minha situação com o visto foi resolvida e eu poderia, enfim, viajar para o Brasil e rever a Lanna. Meu coração estava pela boca quando a reencontrei no aeroporto. Naquele momento eu já não tinha mais dúvidas: eu amava aquela mulher e seria feliz com ela. Eu nunca pensei que voltaria para o Brasil, mas foi aqui, na cidade de São Paulo, que Deus realizou a promessa de abençoar pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) por meio do nosso ministério. Há seis anos, abrimos uma igreja em SP. Somos pastoras, continuo servindo a Deus com a minha voz e levamos o amor de Jesus a todos, sem distinção.

    Rosania Rocha, 43 anos anos, pastora e cantora evangélica, São Paulo, SP.

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    Criamos uma igreja aberta para gays
    Ainda nos Estados Unidos, surgiu no nosso coração o desejo de criar uma comunidade que acolhesse gays, lésbicas, transexuais, todos! Na época, a gente pensava em abrir essa igreja por lá mesmo, mas acabou que a Lanna teve que voltar para o Brasil sem mim! Tive problemas burocráticos e não conseguia sair dos Estados Unidos. Foram dois anos de teste para o nosso amor. Eu já tinha me divorciado e me mudado, ganhava a vida fazendo de tudo, de produção musical a faxina e conseguia levantar um bom dinheiro. Na época eu vivia a tensão de poder reencontrar a Lanna novamente. Eu confesso que foi muito sofrido, pensei que não ia mais dar certo. Dois anos é muito tempo e eu já nem tinha certeza se a pessoa por quem eu havia me apaixonado ainda existia.
    Um dia, a surpresa: minha situação com o visto foi resolvida e eu poderia, enfim, viajar para o Brasil e rever a Lanna. Meu coração estava pela boca quando a reencontrei no aeroporto. Naquele momento eu já não tinha mais dúvidas: eu amava aquela mulher e seria feliz com ela. Eu nunca pensei que voltaria para o Brasil, mas foi aqui, na cidade de São Paulo, que Deus realizou a promessa de abençoar pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) por meio do nosso ministério. Há seis anos, abrimos uma igreja em SP. Somos pastoras, continuo servindo a Deus com a minha voz e levamos o amor de Jesus a todos, sem distinção.

    Rosania Rocha, 43 anos anos, pastora e cantora evangélica, São Paulo, SP. 


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    Larguei o casamento com o pastor pra ficar com a pastora!
    Somos pastoras, continuo servindo a Deus com a minha voz e levamos o amor de Jesus a todos, sem distinção (Arquivo pessoal )
    16/02/2017 - 17:22

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      1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

      2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

      3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

      4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

      5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

      6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

      7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

      8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

      9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

      10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

      11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

      12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

      13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

      14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

      15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

      16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

      17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

      18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

      19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

      20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal...

      21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

      22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

      23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

      24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

      25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

      26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

      27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo."

      DO GRUPO ADVOCACIA E JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL



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      Esta é a minha opinião. São fotos que dizem muito. Traduzem um estado de espírito. Foram captadas num momento raro, para serem eternizadas.

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      Se a morte predomina na bravura
      Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
      Pode sobreviver a formosura, 
      Tendo da flor a força a devastar? 
      Como pode o aroma do verão
      Deter o forte assédio destes dias, 
      Se portas de aço e duras rochas não
      Podem vencer do Tempo a tirania? 
      Onde ocultar - meditação atroz -
      O ouro que o Tempo quer em sua arca? 
      Que mão pode deter seu pé veloz, 
      Ou que beleza o Tempo não demarca? 
      Nenhuma! A menos que este meu amor
      Em negra tinta guarde o seu fulgor.




      A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
      Norman Cousins















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    • 02/28/17--20:13: A maior perda da vida
    • A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.


      Norman Cousins

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      E a profecia do pastor com seus cadáveres estirados no calçadão, cobertos de lençóis brancos? 

      Quanto idiotice!!!

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    • 03/01/17--18:27: AMOR E MORTE
    • É muita gente morrendo em pouco tempo em Santiago e região. Não vou mais divulgar mortes, é muito triste tudo isso.

      Meus sentimentos a Dra. SÔNIA e ao ALEX. 

      O que todos se perguntam: quem será o próximo.

      ===

      Ontem, um pastor perguntou se eu estava preparado para a morte e se eu não estava preocupado com minha alma.

      Já um amigo, extremamente honesto, um jornalista conceituado, me recomendou um grande seguro de vida ... para a Nina. Ele deve estar achando que eu vou mesmo morrer. 


      Ao pastor, respondi que não tenho o menor problema com a morte. E quanto a minha alma, sei que não me pertence, fazer o quê?

      Quanto à sugestão do amigo jornalista, assessor de imprensa do município, escritor e expressivo, cujo nome não vou citar, esta, eu decidi acatar, valeu sua sugestão. Acho mesmo que estou com minha morte encomendada. É certo que vão atentar contra minha vida. Não sei se conseguirão, mas que vão, vão. 



      Adorei a xícara que ganhei de presente de um amigo que está na região. Ele sabe que eu gosto de café preto e também é bem resistente ao micro-ondas. Adorei a lembrança, tenho tantas recordações.


      Tem muita gente querendo me queimar. Vamos ver o que que dá. Enquanto isso, eu me divirto, tomo sorvete, café preto e voltei a tomar coca-cola, amo intensamente minha filhinha. 

      Os bandidos ainda não sabem exatamente quem eu sou e nem como será a reação. 

      Aliás, ninguém sabe quem eu sou, exatamente. 


      A Nina diz que eu não me visto como advogado e nem uso sapato
      social. Um dia ela vai entender os calçados que uso nos meus
      pés e os porquês dos meus tênis e botinas.
      Sou cabalista. E já escrevi sobre um Kidon que deixou seu coração enterrado nas areias do arroio de Inhacundá. Mas, é só isso.


      Tenho tantos amores. Afinal, a vida é só amor. Viver com amor, nada melhor, ser feliz. Falando em felicidade, só para irritar uma amiga minha que odeia o Augusto Cury:


      "Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência".
      Augusto Cury







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      Vou reduzir e ,em muito, minha participação na bogosfera. Estou com muitas questões pendentes, ando com muita falta de tempo para o blog e também porque mandei rescindir com alguns patrocinadores.

      Não estou conseguindo tempo para fazer um trabalho eficiente como jornalista noticioso e - ao mesmo tempo - estou profundamente assoberbado de trabalho, especialmente por um trabalho que estou desenvolvendo em parceria com um escritório de Porto Alegre e pelo amadurecimento da militância em um segmento pouco conhecido no direito: o campo da intelligentsia jurídica. 

      É claro, eventualmente, vou escrever, vou me posicionar e publicar algumas fotinhos da Nina, mas não vou seguir com o mesmo ritmo. 

      Quanto ao processo do assassinato do Senhor Alacir e sua esposa, o poder judiciário está esperando das autoridades policiais o envio dos laudos periciais e exames cadavéricos, os quais ainda não chegaram os autos do processo. 

      É isso. 

      Não estou abandonando e nem forçando a barra, como fazem as mulheres. Estou reduzindo ritmo por falta de tempo. Apenas isto. 

      Estou muito feliz com o convite que me foi formulado pelo Pastor Humberto, um conceituado Jurista, Presidente Estadual da Igreja Assembléia de Deus da Restauração. O Dr. Humberto foi o principal nome da equipe do Ministro Teori, recentemente falecido. É um jurista conceituado, mas também um Pastor evangélico do melhor quilate, sendo uma das maiores lideranças religiosas do nosso Estado e de alta credibilidade. 

       


       

       

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      Não é pouco o contingente acadêmico local formado pela FACINEPE, especialmente na área de pós-graduações, especializações e afins. Só eu conheço uns dez. 

      Mas que escândalo.

      Agora, uma graça mesmo são os títulos de Doutor Honoris Causa, distribuídos a personalidades kkkkkkk.

      Vejamos a lista e como alguns não tiveram discercimento:

      Claro, o Bispo Edir Macedo, é Teólogo, Mestre e Doutor em Divindades. PHD e tudo mais. Só que nunca terminou o ensino fundamental.  E recebeu da FACINEPE o título de Doutor Honoris Causa.

      Estes cursos superiores de teologia, em universidades livres são todos mais frios que bunda que pinguim. O Pastor Cláudio Cardoso anda com uma promoção para formar teólogos ... tudo frio. Não tem validade legal alguma perante as autoridades educacionais. Estes pastores hoje criam faculdades e saem formando gente em graduação, mestrado e doutorado ... há anos eu venho denunciando isto. É só vasculhar na internet ... estes cursos não tem validade legal alguma. O Paraná é campeão em formar "teólogos". Nada impede o pastor Cláudio de vender estes cursos, tenho uma amiga que me disse que ía fazer. Aí quando eu disse para ela que estes diplomas não tem validade legal ela teimou comigo .... eu acho que o pastor Cláudio, que é uma pessoa honesta, isso não se discute, então deveria se certificar antes ou avisar as pessoas que se trata de um curso livre sem validade legal.

      Este escândalo da FECINEPE, que o Fortunatti, tinha aceitado ser "reitor", revelou ao Brasil a extensão deste comércio fraudulento com a educação e com títulos acadêmicos. 

      Pasmem, Cláudio Lamáchia, Presidente Nacional da OAB e o Procurador Delan Dallgnol, da lava-jato, estão entre os agraciados, junto com o bispo Edir Macedo, aliás, o bispo Edir Macedo é doutor em divindades pela mesma universidade do mestre José de Orixá, que atua aqui em Santiago. O Mestre José também é Doutor Honoris Causa, como Lamáchia e Dallgnol.

      Acriticidade é pouco, Dr. Lamáchia e Dr. Dallgnol. O Jornal Zero Hora de ontem expôs as fotos destas personalidades agraciadas. 

      É claro, existem cursos de Teologia sérios, reconhecidos pelo MEC, como é o caso da Unisinos, da PUC de Porto Alegre, da PUC de São Paulo. Mas estes cursos são presenciais, duram 4 anos, os alunos precisam assistir aulas e o quadro de professores é todos ele de Doutores (com Doutorado quente, pelo amor de Deus, o nível a que chegamos). 

      Gente, este quadro tá tão ridículo que eu compro um título destes a hora que eu quiser. Eu conheço um cara aí que vende HONORIS CAUSA por 1.500 reais. Teve até um professor da URI que comprou um destes. 

      Estamos todos atolados em nossas vaidades. É por isso que eu vivo no meio dos cachorros e cadelas que moram na porta do meu escritório. É tudo nojento demais. 



       

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      Trabalho em plena sexta-feira me enche de satisfação. Na foto, com a Senhora Catarina Garcia do Nascimento, do Capão do Cipó. Só isto. Foto na frente do nosso FORUM.

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