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    O juiz Marcelo Krás Borges, da Vara Federal Ambiental, ordenou a demolição de um hotel de luxo e de cinco beach clubs em Jurerê Internacional, um dos metros quadrados mais caros de Florianópolis (SC) e uma das praias mais badaladas do país, que atrai celebridades nacionais e internacionais.
    Todos os empreendimentos são ligados à empresa do setor imobiliário Habitasul, investigada na Operação Moeda Verde. Deflagrada pela Polícia Federal em 2006, a ação revelou esquema entre empresários e servidores públicos que, em troca de propina, liberavam licenças ambientais em áreas de preservação permanente. Após investigação do Ministério Público Federal, 39 pessoas foram denunciadas, das quais 16 foram condenadas pela Justiça nesta quarta-feira.
    Ainda cabe recurso contra as decisões no Tribunal Regional Federal (TRF). Caso a sentença não seja alterada, serão demolidos o resort Il Campanário Villaggio e os beach clubs El DivinoTaikôCafe de La Musique300 Cosmos e AquaPlage.
    De acordo com Krás Borges, a empresa Habitasul, que tinha uma rede de contatos com funcionários públicos, conseguia, mediante suborno, as liberações em Jurerê Internacional. O juiz afirma ainda que Péricles de Freitas Druck, executivo da Habitasul, era o líder da quadrilha. Ele recebeu a pena mais alta, 28 anos de prisão em regime fechado, multa e prestação de serviços comunitários.

    Defesa

    O advogado de Druck, Antônio Tovo Loureiro, informou que vai recorrer no TRF. Em nota, a Habitasul disse que “recebeu com surpresa a sentença” e que vai recorrer da decisão já em primeira instância. “As elevadas condenações, bem como a determinação de demolição de empreendimentos totalmente regularizados e consolidados em Florianópolis, indicam ausência de razoabilidade da sentença e podem representar um grande retrocesso na busca pelo desenvolvimento sustentável no Estado”.
    (Com Estadão Conteúdo)

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    Existem fatos políticos no ar que os analistas da imprensa gaúcha nem de longe estão farejando.

    Tarso Genro, ex-governador do Estado, ex-Ministro de Estado, homem íntegro e que passou ileso neste processo de corrupção toda, nome limpo, não se maculou, dá claros indicativos de que está saindo do PT. 

    A pedra foi cantada em São Paulo, pela jornalista Cátia Seabra, da Folha de São Paulo. 

    Tarso não participou a reunião do coletivo petista e, no entanto, participou de um debate onde a pauta é a construção de uma frente de esquerda no país, PSOL, PSTU, PCB e imagino o próprio PCO, não sei nada sobre os verdes e Rede.

    Na esteira, outra manchete da Folha de São Paulo, aduz: "articulação de petistas com o PSOL irrita Lula". O Professor da UFRGS, Nubem Medeiros, pai do delegado Vladimir, em seu facebook, ironiza, dizendo para Lula: "fala aí, dono do partido". 

    Troquei ideias sobre o assunto com o Desembargador Ruy Gessinger. 

    E conversei, agora a noite, com o Engenheiro Civil Guilherme Giodano, ex-presidente do PCO, partido pelo qual concorreu ao governo do Estado. Guilherme me confirmou em detalhes as articulações. 

    Sei que é precipitada minha avaliação. Mas tudo indica que Tarso esteja saindo do PT. Se Jairo Jorge costurar bem com Lupi, não é descartado que ele esteja entrando para o PDT, juntamente com a frente de esquerda. Não sei como seria negociada a questão com Ciro Gomes. Por outro lado, pode ser que Tarso saia candidato a presidente apenas por uma frente de esquerda, sem o PDT. Por fim, na remotíssima hipótese dele ficar no PT, é claro, é potencial candidato ao governo do Estado, o único capaz de fazer frente a Sartori.

    Mas, sinto que sua intenção não é concorrer ao governo no Estado e - sim - a presidência da república. 

    Não falei com Tarso, não quis perguntar-lhe sobre o assunto. Prefiro especular. 

    Acho que ele sai do PT. Resta saber que rumo tomará.



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    Presidente da Câmara, Edite Lisboa, PSB, acaba de ser presa em São Leopoldo

    Já está na cadeia a presidente da Câmara de Vereadores, Edite Rodrigues Lisboa, PSB, atingida por decisão judicial que aceitou denúncia de coação exercida por ela contra eleitores que a testemunham em ação sobre compra de votos em postos de saúde de São Leopoldo nas eleições de 2016.

    Edite, conhecida como cigana, teve prisão preventiva decidida por 90 dias. Ela foi flagrada no escritório do procurador da Câmara, Jeferson Soares, que é presidente do PSB.

    Em São Leopoldo, Grande Porto Alegre, ninguém sabe como ficará a linha de sucessão municipal, já que o prefeito Ary Vannazi, PT, poderá ser cassado a qualquer momento pelo TSE.

    A vaga de Lisboa será preenchida pelo vice, Armando Mota, PRB.

    Matéria extraída do blog de Políbio Braga
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    NOTA DO BLOG

    Esta notícia é para todos aqueles que andam com a leitura positivista da lei eleitoral, da oposição e situação locais. 

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    Aproveitei a noite passada para manter meus contatos e analisar os desdobramentos do futuro das candidaturas a presidência do país.

    Existe um quadro sombrio e até certo ponto confuso.

    Troquei ideias com a jornalista Cátia Seabra, da Folha de São Paulo; ela leu o meu blog, até fez uma referência elogiosa a minha análise. Um pouco mais cedo, Rosâni de Oliveira, do Jornal Zero Hora, me relatou suas impressões da última entrevista que fez com o ex-governador gaúcho Tarso Genro. 

    A situação é complexa e o quadro ficará mais definido nos próximos dias. De concreto, existe a formação de um bloco de esquerda com vistas a eleição de 2018. Resta saber se este bloco fecharia com o PT ou se adotaria uma faixa própria, tendo o próprio Tarso como candidato a presidência. 

    Por outro lado, especulações fortes associam-se ao PDT e figuras como Jairo Jorge, o Nado, de São Leopoldo, que deixaram o PT e já se filiaram no PDT, são sabidamente tarsistas e isto aumenta as especulações. 

    É claro que a entrada de Tarso Genro na sucessão presidencial mudaria tudo. Excelente debatedor, trajetória impecável, nome limpíssimo, nunca se maculou com corrupções e afins, seria uma opção de voto à esquerda com muito seriedade. 

    O quadro que se cria é interessantíssimo. Pode estar surgindo uma alternativa à esquerda, com a união de pequenos partidos que não se macularam com a corrupção e - tudo é possível - até uma aliança com o PDT, que tornaria fortemente viável a candidatura Tarso. Só não sei o que se faria com Ciro. 

    Pelo sim, pelo não, resta-nos especular, do ponto jornalístico, o que a Folha de São Paulo está tendo mais tato que a própria imprensa gaúcha (no meu modesto entender). Uma candidatura de Tarso a presidência seria altamente explosiva, congestionaria tudo e daria uma opção de voto realmente à esquerda, ainda mais balizado por um programa de vários partidos de origem marxista. 

    Aguardemos pelos fatos novos e vamos acompanhar os desdobramentos. 


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                                     * João Baptista Herkenhoff
     
    A recapitulação de um episódio, protagonizado por Rubem Braga e Assis Chateaubriand, é oportuna.

    Rubem Braga protestou contra a supressão de uma frase em crônica que produziu, crônica essa a ser publicada num dos jornais dos Diários Associados.

    Rubem Braga, que não era homem de mandar recado, lavrou seu protesto à face de Assis Chateaubriand, proprietário da grande rede de jornais, emissoras e rádio e televisão.

    Ao ouvir a repulsa de Rubem à censura que lhe fora imposta, Chateaubriand respondeu:
    “Se você quiser ter liberdade plena, Rubem, compre um jornal para escrever tudo que desejar.”

    Rubem não comprou nenhum jornal e continuou produzindo suas crônicas imortais, sem dar ouvidos à descabida advertência daquele que era dono do jornal, mas não era dono de sua consciência.

    A inteligência reivindica liberdade.  Cada pessoa tem sua percepção do mundo, uma coerência interior a preservar. A invasão de outra inteligência, na expressão criativa do indivíduo, com poder de censura, quebra a unidade do ser. É uma violência. Constrange a pessoa, na expressão de seu mundo, em relação com os outros.

    É medida saudável que as matérias sejam produzidas, predominantemente,  pelos profissionais dos respectivos Estados, mesmo Estados pequenos, em vez de serem importadas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Por qual motivo temas nacionais devem ser abordados pela pena paulista e carioca, e não através da pena capixaba, paraense, alagoana, sergipana?

    Outra providência  na rota democrática, no caso da televisão, é ampliar o número de concessionários e evitar a concentração dos canais nas mãos de um limitado círculo de pessoas ou empresas.

    Dispondo da palavra impressa, falada ou visual, não pode o comunicador fugir da missão de ser porta-voz do seu povo, no seu tempo. Cabe-lhe cultivar um jornalismo a serviço da Justiça e da Verdade. É de seu dever denunciar tudo que se oponha a esses valores. Não poderá o profissional da imprensa cumprir seu papel se, ele próprio, tem pendente no seu pescoço a espada de Dâmocles. Daí que tão importante quanto a vigência de um clima de liberdade, no país, é a vigência de liberdade dentro dos veículos de comunicação.

    Desfrutamos hoje no Brasil de ampla liberdade de imprensa. Felizmente, não há mais censores do governo nos jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão. Mas ainda ocorre uma censura interna exercida pelos proprietários das empresas.
      
    *João Baptista Herkenhoff, Desembargador (ES) e escritor. E-mail: jbpherkenhoff@gmail.com
    Site: www.palestrantededireito.com.br , Membro da Confraria dos Luminares
     

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  • 06/23/17--09:08: Quer ser juíza de Direito?
  • Carolina Malta
    Juíza Federal


    Quer ser Juiz? Quer mesmo? Por que? Você tem vocação? O que exatamente faz um Juiz? Quanto trabalha? Quais são as peculiaridades da profissão? O que fazer para alcançá-la? Qual a razão da dificuldade do concurso?

    O debate aqui é exclusivo sobre a motivação que induz alguém, em um determinado momento, a querer ser Juiz. A questão sempre me causou uma inquietação muito grande e certo desconforto porque vejo inúmeros candidatos a Juiz dirigirem-se a um estudo exaustivo para alcançarem esta profissão sem possuírem qualquer ideia, sequer vaga, das atribuições do cargo e sem analisarem a vocação.

    É bom que se diga, de início, que o magistrado de hoje em dia dificilmente usa toga, exceto quando participa de sessões de julgamento nos Tribunais. Houve uma substancial mudança, ainda, na formalidade das sessões e audiências. Quem nunca viu, nos filmes americanos, todos se levantando para receberem o Juiz? Na prática, isso não existe!!!

    A profissão tem pouco ou quase nada do “glamour” que a ela se atribui. A pessoa, então, ao decidir abraçar esta atividade deve estar atento, desde sempre, que a solenidade de antigamente hoje corresponde a uma atuação silenciosa e quase operária, visando à diminuição da quantidade de processos e à busca pela realização dos atos processuais da forma mais rápida possível, a despeito de inúmeras dificuldades estruturais. E tudo com uma forte cobrança social e também interna…

    Para quem pensa que o trabalho do Juiz é feito por seus assessores, saibam que ser Juiz é estar abarrotado de processos quando o assessor invade sua sala com outras duas urgências. Você mantém o raciocínio para concluir a decisão que estava preparando quando é novamente interrompido porque existem advogados aguardando para falar com você. Após atender os advogados, você tenta retomar o raciocínio e aparece outra urgência. Neste momento, você é informado que todas as partes já chegaram e que as 05 (cinco) audiências marcadas para a tarde já podem começar. Além disso, existem mais de 10 (dez) minutas de sentenças na sua mesa para serem conferidas e uma centena de despachos. A atenção para cada sentença/decisão/despacho é que vai determinar o correto funcionamento da sua Vara e a manutenção da coerência dos seus posicionamentos. Nada deve passar despercebido. O erro não será perdoado!

    Como já expôs Carnelutti, “nenhum homem, se pensasse no que ocorre para julgar um outro homem, aceitaria ser Juiz”.

    Ninguém se torna um Juiz através do concurso. É você que deve investigar, de antemão, o quanto existe em você de ponderação, de equilíbrio, de compromisso com as questões relacionadas ao outro, de responsabilidade, de honestidade, entre tantas outras coisas.

    A pessoa que pretende abraçar a magistratura pensando na remuneração logo quebrará a cara! Não vale à pena do ponto de vista financeiro, em virtude do tanto de dedicação que a atividade lhe vai exigir. Assim, a pessoa que pretende abraçar a magistratura pensando em não trabalhar também deve buscar outra atividade.

    Quem pretender ser Juiz deve, primeiro, ter um processo pessoal na Justiça. Este é o primeiro passo! Deve sentir na própria pele o que é ser parte; o que é suportar os efeitos da demora de uma decisão; o que é receber uma sentença e demorar anos para executá-la; o que é ter seu direito negado através de uma sentença ou decisão padrão que não analisou corretamente o caso; o que é embargar desta decisão/sentença e receber, como resposta, que a pretensão é de mera rediscussão do julgamento; etc.

    Só assim esta pessoa ingressará nos quadros na magistratura enxergando que: há pessoas atrás dos processos; que ela assumiu, antes de tudo, um compromisso de celeridade e respeito com o jurisdicionado; que ela irá trabalhar sem buscar o reconhecimento do Tribunal a que está submetido ou de quem quer que seja, porque o trabalho é voltado para alcançar a finalidade diuturna e simples de entregar a cada um o que é seu; que irá trabalhar dias e noites a fio para cumprir da melhor forma a sua profissão; que não sossegará enquanto tiver processos na estante, que representam pessoas aguardando uma resposta; que a resposta, ainda que negativa, deve ser rápida, para propiciar à parte a possibilidade de recorrer; que cada pedido de habilitação representa uma pessoa que morreu aguardando uma resposta do Judiciário; etc. etc. etc.

    Aí eu pergunto: você está pronto para este compromisso?

    Assumir a magistratura com qualquer outra finalidade, sobretudo com a finalidade nefasta de não trabalhar ou de fazer o mínimo, chega a ser criminoso. O Juiz relapso, acomodado, preguiçoso não sabe o mal que ele faz a todo jurisdicionado que tem a infelicidade de ter um processo em suas mãos. É este o Juiz que você pretende ser? É para isso que você pretende abraçar a magistratura? São questões que merecem profunda reflexão!

    Por outro lado, todo o conhecimento cobrado no concurso é o que dará ao futuro Juiz ferramenta para trabalhar. Ninguém se aventura a proferir sentenças e conduzir audiências sem a preparação adequada. Logo ao entrar na audiência o Juiz poderá estar diante de um representante do Ministério Público e de um advogado devidamente preparados que lhe farão questionamentos para os quais você deve ter pronta resposta. É a preparação para o concurso que lhe dará as respostas.

    Então, não desrespeite o processo de aprendizado inerente ao concurso, que será fundamental para a sua atuação profissional. Seja objetivo em sua preparação e otimize o seu estudo, mas não busque atalhos ou “bizus” que proponham a desnecessidade do estudo ou pouco empenho na interpretação das matérias, das leis, da jurisprudência…

    O Juiz não deve ser um reprodutor de julgamentos proferidos anteriormente. É preciso que ele tenha conhecimento suficiente para criticar a interpretação dada anteriormente e avaliar se aquela é a melhor interpretação a ser conferida ao caso concreto. Apenas após este filtro interno é que o precedente pode ser aplicado ao caso e, posteriormente, já sem tanto esforço, aos casos idênticos, sem prejuízo das constantes reavaliações.

    Por isso, não despreze a necessidade de “preparar-se” para assumir uma profissão como esta. Assuma, de logo, o compromisso de que, uma vez aprovado, será o melhor Juiz que puder, o mais rápido, o mais trabalhador, o mais comprometido com a seriedade da profissão.

    Cabe lembrar a lição de Calamandrei: “O juiz é o direito feito homem. Só desse homem posso esperar, na vida prática, a tutela que em abstrato a lei me promete. Só se esse homem for capaz de pronunciar a meu favor a palavra da justiça, poderei perceber que o direito não é uma sombra vã”.

    Então, quer ser Juiz? Quer mesmo? Assumirás este compromisso com o outro?



    Carolina Souza Malta é blogueira, Juíza Federal em Pernambuco, foi Procuradora Federal da AGU e é mestre em Direito Constitucional pela UFPE.

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  • 06/23/17--21:54: Chegou sábado
  • Desejo a todos meus leitores, leitoras e amigos, um excelente final de semana. Estou em Itaqui, onde logo mais pego minha filhinha, Nina, e seguiremos para Santiago.

    Agradeço a todos que interagiram conosco ao longo dessa abençoada semana que se finda. 

    Foram dias ricos, férteis e marcados pela bondade divina, cada vez maior em nossas vidas. 

    Logo Nina estará comigo e viveremos mais um final de semana abençoado e encantador. Preparei a bike dela para passearmos, enfim, tudo reservado e tudo pronto para vivermos dias lindos e ideais, com a graça de Deus e a iluminação Divina. 

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    Um dos Temas mais emocionantes em ciência política é o que nos arremete às reflexões acerca da hegemonia e do consenso.


    Nesse breve post não me cabe incitar os pressupostos ideológicos que geram a formação da hegemonia, pois eles são múltiplos e derivam-se de leituras muitas vezes imperceptíveis.


    Da hegemonia deriva-se o consenso, embora do consenso também se derive a hegemonia. Os melhores raciocínios sobre a hegemonia foram traçados por Antônio Gramsci e tudo tem a ver com leitura que determinadas forças políticas fazem sobre os aparelhos que capitalizam as forças dentro de uma sociedade; é a ação dos aparelhos ideológicos quando controlados por um determinado bloco político.


    Lênin falava em correia de transmissão e sua leitura não era tão refinada como a de GRAMSCI, que dissecou os aparelhos ideológicos (imprensa, escolas, universidades, escritores, famílias, igrejas ...) e propôs que as idéias fossem difundidas por dentro desses mesmos aparelhos.


    Althusser deixou-nos um legado espetacular para compreendermos os aparelhos ideólógicos e - resguardadas as particularidades - da analogia althusseriana podemos ler e entender os aparelhos ideológicos no aspecto micro e macro, pois os pressupostos das leituras macro são os mesmos da leitura micro, o que vale dizer que as bases de formulações de um conceito, embora voltadas para um Estado, também valem para a leitura de uma situação municipal e regional.


    As pessoas comuns e o senso comum das pessoas não sabem entender e decifrar como se da essa relação de controle dos aparelhos ideológicos por um grupo político, não sabem entender como se dá a formação da opinião pública e nem como são jogadas as idéias dominantes num círculo social. A ingenuidade do senso comum primário sequer sabe entender as razões pelas quais um partido político tenta controlar uma universidade ou órgão de imprensa ou uma associação de moradores ou um sindicato.


    Esses órgãos fazem a transmissão e a retransmissão das idéias, daí a importância que uma simples associação de moradores, de um sindicato ou de um jornal assume no contexto político.


    Aqui no município de Santiago, por exemplo, a oposição nunca se preocupou em fazer uma leitura correta da formação da opinião pública e nunca sequer soube entender as razões do controle político do PP sobre os aparelhos ideológicos da sociedade local. Ademais, mesmo sem entender o consenso e a hegemonia reduzem tudo a uma leitura de meros nomes (nomes de pessoas). Isso é o cúmulo da burrice. O que deveria ser lido, pari passu com a interpretação das políticas públicas, é a leitura sobre as razões do consenso e a teias que geraram esse processo hegemônico quase absoluto e que se reflete e cada eleição municipal.

    Por outro lado, se aqui baixasse um cientista social que soubesse realmente ler como se dá o controle de hegemonia da sociedade santiaguense e como se formam os nossos consensos políticos, com toda certeza, ele sairia espantado, pois existe uma inversão em nossa cidade que salta os olhos. A URI é o aparelho mais significativo que  sob a influência do PP, posto que a eleição recente foi alvo de uma disputa bem acirrada e CHICÃO saiu-se o grande vencedor, leia-se PP, mas é uma instituição cuja capacidade de influenciar os rumos ideológicos locais questionável, conquanto sua razão de ser, associada ao comércio da educação, têm aberto grandes focos de descontentamentos nas bases; aliás, isso é notório na expressão dos votos dos alunos no recente pleito que optaram pelo nome de Ayda Bochi, amplamente vitoriosa dentre esses. As bases não votaram em Ayda pelas propostas ou por seu grupo direitista, votaram contra o monopólio da educação.

    Por outro lado, existem - ainda - outros focos de políticas universitárias na UNOPAR, SEG, UNINTER e ULBRA e esses são bem mais hostis ideologicamente ao PP.  Enquanto leitura ideológica da força dos aparelhos locais (ou agências) restam ainda dois grandes blocos de forças, as igrejas e a imprensa. As igrejas, a rigor, são em sua quase totalidade - sejam evangélicas ou católica - sabidamente oportunistas, salvo uma ou outra exceção. Mas o PP parece reinar mais fortemente entre os evangélicos, seja com Cláudio encomendando corpos, orando pelos doentes, pagando passagens para pregadores visitantes.

    Quanto à imprensa, sustento que esse debate é muito incipiente em Santiago, os jornais que mais influenciam a opinião pública são o Expresso Ilustrado e o Folha Regional, mas hoje não mais exercem a influência de épocas passadas, perderam força e fôlego.


    Opinativos, pautadores e formadores de opinião são os blogs.  Na blogsfera, o consenso e a hegemonia todos sabem de onde parte.


    É curioso mesmo, e volto ao assunto do cientista social, observar como as bases hegemônicas que sustentam o PP são instáveis e é uma grande contradição - mas bota grande nisso - a votação de CHICÃO/RUIVO/TIAGO em face da divergência que existe entre o partido e o controle das bases da sociedade.


    Existem duas explicações que ainda podem justificar esse controle político/partidário sem controle ideológico. A primeira delas, é que a oposição local, por ser burra, nunca questionou a linha dos investimentos públicos do governo federal. O PP joga pelas diretrizes federais, deita e rola como se petista/peemedebista fosse, e a oposição sequer sabe onde começa e onde termina essa jogada. 

    Como nossa oposição é majoritariamente direitista e reacionária, anti-PT, contra tudo em Lula e Dilma, acaba cometendo as maiores ignomínias políticas, pois age como mosca tonta, se entender nada, apenas presa a uma crítica estéril e improdutiva. Pois enquanto vociferam, o PP anda mil anos luzes na frente, governando com tudo de bom que o PT/PMDB oferece e sabendo tirar um saldo político e eleitoral disso tudo como nunca se viu na história de Santiago. A segunda delas, é que existe algo de matafísico na produção teórica de Santiago, pois apenas uma entidade segura todas as demais, pauta tudo, bate todos juntos e é a última e principal síntese de saberes acumulados dentro de Santiago. E essa, está com as pessoas do PP. Embora, ninguém saiba ler o peso de uma intervenção superestrutural - fortemente ideológica - produzindo todos os dias.


    Eu respeito demais as pessoas da oposição local, mas o bloco das oposições, a quem chamo reiteradamente de burro, e mantenho as mesmas críticas, deveria ter um rasgo de lucidez se quiser voltar a respirar, depois do desastre que foi a eleição de Guilherme Bonotto, onde tentaram fazer – outra vez – uma guerra de nomes, ignorando o controle da sociedade civil pelo PP e a implementação dos programas do governo federal.


    Consenso se forma na esteira da hegemonia. Em Santiago, tudo isso é discutível, inclusive as bases das raízes dos consensos, que estão sendo criadas (algumas) de cima para baixo, e, aí, portanto, nada mais frágeis. Os consensos assim se desfazem com a mesma facilidade com que se fazem.


    O pior governo do PP, sem dúvidas, é o de Tiago Gorski, um staff fraco, medíocre, cercado de bajuladores, vive de factóides, fotos sensacionalistas, exploração política e malversação da realidade dos fatos. O controle quase absoluto da imprensa, desperta nas pessoas da sociedade a leitura que algo está errado. Começa a brotar uma crítica por dentro da sociedade civil, nunca antes vista, fugindo ao controle dos donos do poder e dos que se arrogam manipularem com a opinião pública de Santiago.


    Ademais, rachas internos, descontentamentos setorizados, apontam a quebra. Porém, de tudo, o mais grave, é que se as respostas não forem dadas no campo da economia, e os pobres continuarem cada vez mais pobres e as vilas de Santiago depositárias de mão-de-obra barata e desqualificada, onde campeia a miséria, com a fome batendo às portas e o desemprego assoviando fortemente, ainda mais engrossados pelo êxodo às avessas, que são as multidões que voltam de Caxias, Bento, Metropolitana de Porto Alegre e região celeira, estará quebrada a hegemonia e o PP perderá o controle da sociedade santiaguense.


    Basta a oposição não fazer nada ou fazer o que sempre fez, nada, que por si só a aberração gerará o monstro de 7 cabeças que destruirá o PP e engolirá Ruivo e Tiago, URI e todos que ficarem no mesmo barco.

    É a maior de todas as contradições e a resposta será dada na não eleição de Ruivo a deputado estadual, se concorrer, até porque eu duvido que Ruivo seja louco se jogar numa aventura isolado e cercado de todos os lados pelos próprios aliados de outros municípios, que souberam ocupar a lacuna pós Marco e Chicão.


    Eu que sempre garanti e previ as vitórias do PP, estou prevendo grandes derrotas daqui para frente. A primeira será a de Ruivo, em 2018.


    A grande massa, produto do êxodo às avessas, tomará proporções de milhares. São críticos, vem de outros lugares, não são facilmente engambelados pelo show midiático do circo e pão, tem demandas específicas, seja no campo da habitação, infra-estrutura urbana, médicos e remédios, e tudo já indica que foge ao controle. É só ver que a promessa das 60 casas populares ano, feita por Tiago, nem de longe responderá a demanda que ultrapassa aos 3 mil pleitos.

    A crise sócio-econômica do país, deverá trazer, de volta, para Santiago, em torno de 10 mil pessoas (MUITO POR BAIXO), ávida por trabalho, emprego e rendas alternativas. O PP não está preparado para atender esta demanda. 

    Viveremos um situação idêntica a era Vulmar, quando houve o grande fluxo migratório do campo para cidade, início dos anos 90, onde os bairros foram inchados, na esteira da onda Collor e abertura da economia do pais. Hoje, já existe o fluxo migratório urbano, não é do campo, mas é de milhares de santiaguenses que voltam das regiões onde a crise bateu, Canoas, Bento, Caxias e região celeira. É um público politizado, não suscetível de ser influenciado pelos supostos formadores de opinião local e que vão convulsionar o setor público municipal, revolucionando os modos tradicionais de geração de emprego e renda, ampliando a criminalidade e instando à rebeldia nas vilas. 

    Numa terra de cegos, ninguém está percebendo isto. 

    O pior nem começou. 

    Anotem. 






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    Considerada pelo Ministério Público Federal a maior operação contra a corrupção no Brasil, a Lava Jato já dura mais de três anos e, em um dos seus últimos balanços, registrou 1.434 procedimentos, 767 buscas e apreensões, 207 conduções coercitivas, 94 prisões preventivas, 103 prisões temporárias,155 acordos de delação premiada e 139 condenações, cujas penas ultrapassam 1400 anos de prisão.
    O que era para ser um ato normal do Poder Judiciário na rotina de um país democrático se transformou em uma operação que os brasileiros acompanham como se fosse uma novela ou o Big Brother.
    Num dos eventos transmitidos pela TV, o Ministério Público Federal informou que suas denúncias descrevem o pagamento de 6,4 bilhões de reais em propina e que conseguiu repatriar 756 milhões de reais.
    Diante de números tão impressionantes, soa como piada que o homem apontado pelo Ministério Público Federal como chefe da quadrilha que assaltou os cofres públicos tenha recebido como propina nada além de um tríplex no balneário do Guarujá -- imóvel que é comparado a três apartamentos do Minha Casa Minha Vida sobrepostos --, e a reforma de um sítio em Atibaia.
    Também é estranho que, ao tomar o depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva, o juiz Sérgio Moro, que conduz o processo, não tenha apresentado uma única mísera prova de que o apartamento do balneário pertença ao ex-presidente da República. E considere-se que já faz mais de três anos que a força tarefa existe.
    Nessa novela, com roteiro construído pela mídia corporativa, Moro é apresentado como herói e Lula, vilão.
    E assim que é mostrado no Jornal Nacional, em quase todas as grandes revistas, nos jornais e nos livros.
    Nessa narrativa, não há lugar para o contraponto ou o ponto de vista independente. 
    Comparativamente, muito pouca coisa publicada se propõe a buscar a fundo respostas para perguntas como:
    - Quem são de verdade as autoridades da Lava Jato tratadas como heróis?
    - Como uma operação que diz combater a corrupção se tornou o alicerce de um golpe que colocou no poder políticos corruptos?
    - Qual a relação da Lava Jato com o Banestado, o bilionário esquema de lavagem de dinheiro descoberto ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso?
    - Qual a relação da Lava Jato com a queda de um governo democraticamente eleito?
    - Qual a relação da Lava Jato com a mudança na política de exploração do petróleo brasileiro?
    - Há ingerência externa – dos Estados Unidos principalmente -- na origem e desdobramento da Operação Lava Jato?
    - Como a Lava Jato evoluiu para se tornar uma caçada ao ex-presidente Lula?
    - Por que as instâncias superiores não frearam os abusos das autoridades de Curitiba?
    - Como se dá o apoio de banqueiros e empresários à Operação Lava Jato?
    - Que instituições sustentam politica e ideologicamente a força tarefa de Curitiba?
    - Como se constrói uma delação premiada?
    - Quais os reflexos da Lava Jato para o Direito?
    - Como se deu a conexão entre a Lava Jato os grupos mais reacionários do Brasil?
    - Como se construiu, na prática, a aliança entre a Lava Jato e os veículos de comunicação?
    - Qual será seu legado?
    -- Depois da Lava Jato, será possível firmar (ou reafirmar) o pacto social, com uma população dividindo, além do território, um projeto de Nação? 
    Enfim, a Lava Jato desperta muitas indagações.
    Mas uma certeza existe, e ela ficou evidente com o depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro: falta imparcialidade na 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba.
    A operação Lava Jato se tornou uma disputa entre setores do Judiciário e do aparelho de Estado e as lideranças políticas mais conectadas a movimentos sociais. É só observar quem são os seguidores de Sérgio Moro e compará-los aos de Lula.
    O combate à corrupção é só um pretexto.
    Há densa escuridão neste processo jurídico-midiático e cabe ao jornalismo iluminar o debate.
    A mídia corporativa assumiu um lado nessa contenda --  que, em última análise, é uma disputa de ricos, aliados à burocracia privilegiada do Estado, contra quem faz política conectados a pobres, disputa que pode ser definida também como a direita contra a esquerda.
    Assim como falta juiz para arbitrar a disputa, falta jornalismo para contar a história. 
    Por isso, o Diário do Centro do Mundo lançou mais este projeto de crowdfunding, que será conduzido por mim. 
    Mais uma vez, conto com a sua colaboração.
    Muito obrigado.
    Joaquim de Carvalho

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    A noite de sábado para domingo foi explosiva no Capão do Cipó. 

    Começou com uma batida policial e culminou com pichações nos muros, referindo-se a autoridades municipais. 

    Giovani Diedrich mandou-me cópia das fotos. A política, a despeito já ter passado a eleição, está no auge do movimento. 

    Por um lado, isto revela um nível elevado de politização (sem entrar no mérito das práticas), coisa que não se vê em Santiago e Cipó demonstra ser mais politizado que a água parada de Santiago.

    Foram feitos registros policiais, câmeras de segurança requisitadas, a polícia vai colocar o  setor de inteligência em atividade, pois pretendem descobrir onde foram compradas as tintas.

    Imagens preliminares analisadas já apontam alguns suspeitos. 

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    - CONTRA OS PROJETOS DE LEIS DA "ESCOLA SEM PARTIDO"!

    O PL “Escola sem partido” representa uma afronta autoritária às liberdades democráticas. É uma reedição do AI-5 na escola, com o objetivo de cercear o direito dos professores e estudantes de debaterem questões políticas livremente, determinando o que a escola deve ou não fazer. O objetivo do PL é manter os estudantes alienados e acríticos das questões sociais, alijando-os de uma reflexão política acerca da sua realidade. Além de penalizar judicialmente o professor e a escola que oportunizar tal reflexão, o PL quer evitar qualquer tipo de mobilização em defesa da educação pública.
     — com Nononúcleo Santo Ângelo Cpers Sindicato.


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    Os aprovados da URI saíram no listão de Santa Maria. Como não houve aprovados mínimos para ocorrer a prova em Santiago, foram agrupados todos com os bacharéis da grande Santa Maria. O listão:

    23.11. SANTA MARIA 770085593, Adriana Ribeiro Rodrigues / 770041791, Alice Reichembach Gelatti / 770059617, Aline Barbieri / 770005189, Anays Martins Finger / 770052109, André Adolfo Kork Adriazola / 771002496, Andréa Silveira De Souza / 770040636, Andressa De Medeiros Venturini / 771008371, Andressa Teixeira Moreira Machado / 770022031, Aritana Da Silveira Machado / 770042036, Augusta Fração Santos / 770068418, Bárbara Fensterseifer Kommers / 770154763, Bárbara Nunes Moura / 770092109, Bernardo De Melo Rodrigues / 771000914, Bibiana Felix Da Silva / 770023786, Bruna Schmitt Parcianello / 770151443, Bruno Maciel Torbes / 770175679, Camila Da Silva Xavier / 770073416, Camila Ferneda Dossin / 770029772, Camila Morás Da Silva / 770028425, Cândida Amélia Prestes Matiuzzi / 770098881, Carine Dos Santos Ribeiro / 770092544, Carlo Mateo Porporatti Angeli / 770083999, Caroline Afonso Pinheiro / 770112047, Caroline Avozani Dalmolin / 770127619, Caroline Brondani Campos / 770006004, Caroline Brum Dreher / 770025540, Caroline Caldeira Da Silva / 770023162, Caroline Ramires Moreira / 770128319, Cassio Tambara Richter / 770175185, Claudia Renata De Souza Quadro / 770154665, Daniel Vizzotto Pinheiro / 770054007, Daniela Favaretto Mattos / 770050953, Débora Teixeira Dos Santos / 771007157, Diego Nunes Lopes / 771002416, Diéssica Vargas De Oliveira / 771008423, Djenifer Bencke Da Silva / 771003209, Eglay Brum Leães / 771002637, Eliane Lopes Bussato / 770106187, Emanuele Alice Hoerlle Franco / 770016943, Enzo Rebelatto / 770001979, Érica Rodrigues Dutra / 771007114, Eusebio Natalicio Paz Vieira / 770002556, Évelin Aires Da Silva / 770130567, Everton Deodoro De Paula / 770062049, Eylen Delazeri / 770135624, Fabiano Bibiano Darin / 771005469, Fabricio Dorneles Souza / 770184061, Fabricio Fernando Paulata / 770030059, Felipe Albiere Porto / 771008076, Felipe Nunes Gonçalves Dias / 771006150, Felipe Santos Dos Santos / 770138336, Fernando Gabriel Mallmann / 770081151, Gabriel Dias Da Silva / 770096600, Gabriel Silveira Pistóia / 770112727, Gasparino Siqueira Corrêa / 771004969, Giovanni Barbosa Riccordi / 770177345,Gláucia Pinheiro Serafini / 771003094, Guilherme Miranda Dos Santos / 770114640, Guilherme Nunes Felix / 770101262, Gustavo Frizon Auler / 770162342, Hailon Teodósio Lagemann / 770020008, Helena Leonardi De Franceschi / 770009226, Humberto Ramos Zweibrücker / 770120084, Isabella Machado Corrêa / 771005513, Isadora Gonçalves Avila / 771006275, Ishmael Vieira Da Silva / 771005149, Iuri Sihe Dacorso / 770161084, Iury Cortes Frescura / 770065882, Janina Minetti Sturza / 770050038, Jéssika Pires Quadrado / 770079204, João Vithor Ribeiro Ribas / 770066669, Jordana Mori De Castilhos / 770019413, Josias Davi Barcelos Cigaran / 770067369, Juliani Melo Dias / 770004000, Kelin Oliveira / 770056035, Ketellin De Moraes / 770126367, Laís Horn Morini / 770183066, Larissa Zappe Buzatti / 770090255, Laura Fagundes Patias / 770137909, Laura Oliveira Buss / 770038828, Laurence El Ters Tors / 771003440, Lauro Clós Marcal / 770106125, Leander Costa De Oliveira / 770112852, Leonel Paz Bombach / 770094253, Letícia Brum Kabbas / 770135242, Letícia Seibel Siqueira / 770017980, Liege Chaves Linhares / 770003125, Lorenzo Rebelatto / 770008768, Luana Santos Da Cruz / 770146457, Lucas De Almeida / 770172359, Lucas Saccol Meyne / 770162142, Luciano Rosa Pavanatto / 770119827, Luís Augusto Bittencourt Minchola / 771003294, Luis Giovani Da Silva Oliveira / 770113224, Luis Roberto Garcia Da Silva / 770003835, Luiz Eduardo Casarin Antonello / 770079952, Luiz Henrique Silveira Dos Santos / 770021375, Luiza Del Fabro Ceccim / 771008127, Maira Verao Dagios / 771001642, Manuela Canabarro Mario / 770051861, Marcos Wachholz Dummel / 770009808, Maria Eduarda Pereira Rodrigues / 770131780, Mariana Dos Santos Bertoncelli / 770030216, Mariana Flores Tambara / 770105362, Mariana Mazzuco De Souza / 770052743, Mariane Salgado Sarturi / 770002682, Marina Chaves Teikowski / 770119263, Marisa Machado Veiga / 770081344, Maura Peixoto Xavier Rodrigues / 770117456, Melissa Gonçalves De Lima / 770077755, Natália Fernandes Passamani / 770105994, Natália Flores Dalla Pozza / 770024715, Nathallya Agnes Manta E Silva / 770133584, Nestor Augusto Cardoso De Medeiros / 770007644, Newmara Haas Lazzery / 770068183, Patricia Pinton / 770085439, Paulo Henrique Dellaméa / 770123680, Pedro Afonso Da Silva Kelbouscas / 770113521, Pedro Roberto Baldissera Junior / 770071415, Quesia Edinice De Souza Pereira Vieira / 770133031, Rafael Bathelt Fleig / 770069963, Rafael Scariotti / 770088878, Ranielle Sauzem Cruz / 770130853, Raquel Frescura Ceolin / 770161737, Rayane De Melo Corrêa / 770042631, Rebeca Lírio De Souza / 771004982, Ritielle Brasil De Oliveira / 770014181, Rodrigo Dos Santos Mathias / 771007312, Rodrigo Figueira Jobim / 770092356, Rodrigo Missau Carlos / 770011842, Ruandro Caceres Sacardi / 770143191, Sergio Luiz Maydana Piccoli / 771002254, Silvana Dicetti Guarda Azevedo / 770076821, Tamine Goergen Bronzatti / 770162734, Thomas Araujo Lacerda / 770126731, Valquíria De Mello Pilar / 771001559, Vanessa Dos Santos Medeiros / 770069930, Victor Krug Masiero / 770119723, Vinícius Teixeira Dias / 770108179, Vitor Mateus Martins Sarmento / 770005539, Waldir Da Silva Lima Abreu / 771001352, Willian Soares De Lima.





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    SUL 21 - DATAFOLHA PESQUISAS

    Após registrar forte queda durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, a popularidade do Partido dos Trabalhadores (PT) voltou a atingir o mesmo patamar registrado quando a ex-presidente tomou posse para o seu segundo mandato, em janeiro de 2015, é o que aponta pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo o levantamento, o PT é o partido preferido de 18% dos brasileiros, um crescimento de nove pontos percentuais em relação dezembro de 2016. Em segundo lugar, ficaram o PSDB e PMDB, ambos com 5%. A maioria da população, 59%, diz não ter preferência por partidos.
    Na série histórica, o PT foi isoladamente o partido preferido dos brasileiros entre 2000 e junho de 2015, quando sua popularidade chegou a 11%, empatando tecnicamente com o PSDB, que tinha 9% de preferência do eleitorado. O auge da popularidade do partido foi registrado em março de 2013, 29%, e o ponto mais baixo justamente em dezembro passado, 9%. No entanto, desde o início do ano, o quadro começou a se reverter. Em maio, 15% da população dizia ter o PT como partido preferido.
    O Datafolha ouviu 2.771 pessoas entre os dias 21 e 23 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Apenas três outros partidos chegaram a pontuar na pesquisa, PSOL, PV e PDT, todos com 1%.

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    Clique no link do site da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e baixe a cartilha:

    http://www.abraji.org.br/publicacoes/lei-de-acesso-a-informacoes-publicas-o-que-voce-precisa-saber


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    ABJI - Fonte

    Debatendo um dos temas mais inquietantes do jornalismo contemporâneo, a sessão especial “Pós-verdade, credibilidade e inteligência digital: o jornalismo no fogo cruzado” é uma das atrações do 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo neste ano. 
    Com a participação do editor-executivo da Folha de S.Paulo, Sérgio Dávila, do editor da edição brasileira da Columbia Journalism Review, Carlos Eduardo Lins da Silva, e do líder de parcerias em mídia no Facebook para a América Latina, Luis Renato Olivalves, a mesa discutirá como o jornalismo pode manter a relevância e a credibilidade sem ser “engolido” pela pós-verdade e a distribuição massiva de notícias falsas no ambiente digital. A mediação é de Angela Pimenta, presidente do Projor - Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo.
    “[O jornalismo profissional] serve como um detergente contra a intolerância, que infelizmente tende a crescer num clima de polarização política e divulgação de notícias falsas como o que vivemos no Brasil e no mundo hoje”, pontua Dávila, da Folha. 
    Popularizada em 2016, quando se tornou a palavra do ano no Dicionário Oxford, a “pós-verdade” diz respeito a “circunstâncias nas quais os fatos objetivos têm menos influência em moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais”, e sua amplitude deve-se à percepção, no último ano, de como notícias falsas no meio digital conseguiram influenciar o debate político mundial. Junto com jornalistas, plataformas como o Facebook estão tendo que repensar seus sistemas e algoritmos para evitar que vozes mal-intencionadas sejam legitimadas na rede.
    Embora as notícias falsas “não sejam algo novo”, diz Olivalves, do Facebook, “trabalhar no combate delas é responsabilidade de todos e um trabalho contínuo com o qual estamos comprometidos”. Nesse sentido, o Facebook já tomou medidas para ajudar os usuários a combater a disseminação de conteúdo falso, passou a detectar comportamentos de títulos “caça-clique”, eliminando a capacidade de se copiar domínios de sites e lançou uma ferramenta informativa com o apoio da Abraji, por exemplo. Mesmo assim, ainda há desafios a serem enfrentados, sobretudo para continuar identificando “comportamentos mal-intencionados” e acompanhar a evolução e as motivações das dinâmicas de disseminação de notícias falsas na plataforma.
    “A insistência no termo ‘fake news’, que na verdade é uma contradição, tem um efeito muito negativo sobre a credibilidade de jornalistas e empresas de mídia”, diz Guilherme Alpendre, secretário-executivo da Abraji e um dos responsáveis pela organização do Congresso. “É importante separar o joio do trigo e valorizar o que, de fato, serve ao interesse público.”
    Para Carlos Eduardo, o jornalismo só pode manter sua relevância social se continuar perseguindo, “com mais empenho do que nunca, ser fiel aos cânones essenciais da profissão”, checando obsessivamente as informações antes de publicá-las e mantendo maximamente a imparcialidade possível.
    A sessão especial ocorre no primeiro dia do Congresso, quinta-feira, 29 de junho, das 14h às 15h30.
    O 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo acontece de 29 de junho a 1º de julho na Universidade Anhembi Morumbi, unidade Vila Olímpia, em São Paulo. Com mais de 60 painéis e oficinas, o evento dura das 9h às 17h30 nos três dias. As inscrições estão abertas até 26 de junho e podem ser feitas em congresso.abraji.org.br.


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    Moro pode ter vazado condenação e sentença de Lula  ... 


    "Vazou para a revista IstoÉ, na edição deste fim de semana, a sentença do juiz Sérgio Moro condenando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A publicação é precisa no furo: 22 anos de cadeia.

    Segundo a IstoÉ, a sentença condenará Lula à prisão no caso do tríplex do Guarujá por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. “O petista vai pegar até 22 anos de cadeia – 10 anos por lavagem de dinheiro e 12 por corrupção passiva”, antecipa a reportagem assinada por Germano Oliveira".

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    NOTA DO BLOG
    O vazamento de uma sentença para um órgão da imprensa é um precedente perigosíssimo e coloca em alerta os democratas do pais. A situação é surreal. Resta saber se se confirma o teor da sentença e a aplicação antecipada da pena, pela imprensa. Pessoalmente, eu não creio na informação, pois mesmo que seja verdade o vazamento, a se manter, será o maior escândalo do poder judiciário no país. 

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