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    O informe da Fundação Alternativas e da Fundação Friedrich Ebert, “El Estado de La Unión Europea – Relanzar Europa”, deste ano de 2017, traz uma apresentação firmada por Nicolás Sartorius (Alternativas) e Gero Mass (Ebert), que chama a atenção para os quatro déficits do projeto Europeu, assim classificados: o déficit de estabilidade, originário do endividamento conjunto das famílias e dos orçamentos dos países integrantes da União; o déficit estrutural, decorrente da política econômica da zona do euro, que gera um custo-benefício dramático para os países mais pobres; o déficit social, causado pelas políticas de flexibilização de direitos, exigidas para implementação da moeda única, que atinge de maneira mais dura os trabalhadores dos países mais pobres; o déficit político, causado pela tomada decisões sem a legitimidade obtida nos espaços nacionais, em que essas medidas geram incidência.

    Todo o processo de reformas ou de revolução econômico-social gera um “custo”. Este custo é alocado a partir de um programa, que corresponde aos interesses, ideologia e estratégias, das  forças políticas que controlam o Estado e hegemonizam a política, numa dada conjuntura histórica. Não é difícil  localizar, no continente europeu, qual o país hegemônico, que faz a pauta européia e controla o processo de integração. Este país é a Alemanha que, de uma parte, mantém -internamente- os aspectos mais essenciais da proteção social e da legislação social-democrata e, de outra, faz as suas “reformas” moderadas, que não disseminam miséria no seu território, embora baixem a qualidade do emprego e gerem certa precarização nas relações de trabalho.

    Estas mesmas reformas, todavia, em países com pouca competitividade no cenário da União Européia e no espaço global, países onde a baixa produtividade do trabalho se combina com um sistema tributário regressivo e de desigualdades sociais extremas, semelhantes ao Brasil, -estas mesmas reformas nestes países-  criam um cenário devastador de desemprego, exclusão, ódio nacional e xenofobia, que chegam a produzir um cenário de guerra social não declarada, semelhante ao período que precedeu a 2a. Grande Guerra. O nacionalismo de caráter fascista, o ódio ao “estranho” com a inculpação e a violência  contra os imigrantes passa a integrar o cenário político, com a tendência de derrocar as instituições da democracia representativa, que há mais de 200 anos não sofreram nenhuma inovação significativa.

    Para que se perceba a devastação política que isso causa (“défict democrático”), basta lembrar que num país relativamente rico e berço da política iluminista, como a França -nas eleições recentes que elegeram Macron- as forças políticas liberal-rentistas dispensaram seus partidos políticos tradicionais e, em pouco mais de 90 dias, criaram um partido, um candidato, elegeram-no com mais de 60% dos votos e conseguiram uma maioria sem precedentes, na Assembléia Nacional. Macron, é verdade, começou a perder legitimidade no outro dia, mas isso não importa: o serviço está feito e a França, que chegou a esboçar uma tênue solidariedade à Grécia, no seu contencioso sobre as reformas exigidas pela UE, consolidou-se como um espaço controlado pelo Banco Central Alemão, através do seu correspondente europeu.

    Em alguns meses, aqui no Brasil, derrubou-se um Governo legítimo, para encaminhar as “reformas”, já que bastava “retirar o PT do Governo para o país voltar a crescer”. Era uma simplificação que, se não fosse acolhida como “mote” -expresso claramente ou de forma subliminar  pela maioria da mídia tradicional- seria apenas a manifestação de uma idiotia neoconservadora. Mas não o foi. A habilidade dos golpes de Estado correspondentes às décadas de 60 e 70, foi substituída pela esperteza de criar as simplificações marteladas de forma totalitária pelo oligopólio da mídia: era a busca de impor formas de dominação complexas, por métodos mais simples -o domínio da opinião pública-  que, na França, exigiram criar Partidos em 90 dias. 

    Cada país, porém,  tem os Macrons que merecem e o nosso é um duplo, a simbiose grotesca de Dória e Temer: o primeiro dirige um Governo que joga água fria nos pobres que dormem ao relento, sob o aplauso dos bem-nascidos das classes ricas; o segundo deixa a nação inteira ao relento, ao perverter a democracia com o seu golpismo destrutivo da República.

    Quado se opta por sair de uma crise crescendo, se escolhe  a alocação de determinados “custos”, seja redistribuindo internamente a renda através de taxações progressivas suportadas pelos mais ricos, que não vão nem para a pobreza nem para miséria. Ou se escolhe reduzir as funções públicas do Estado, para não investir nem fazer “gastos” , por mais sociais que eles sejam. No primeiro caso exige-se uma reestruturação da dívida pública, combinada com um sistema tributário que onere os ricos e muitos ricos, para o Estado funcionar com um mínimo de decência. No segundo caso, os únicos poupados são os proprietários globais da dívida pública, o “rentismo” do “primeiro mundo” que acumula sem trabalho.

    Quando inclusive as classes médias já temem sair às ruas para consumir, com seus poucos e já degradados recursos, os restaurantes noturnos e os pequenos empresários começam a fechar as suas lojas, serviços e indústrias; quando as médias empresas começam e demitir e os custos com segurança privada alcançam o seu clímax -como aqui no nosso Estado- ; e quando a equipe de Governo central, que introduziu este projeto de sociedade “reformada”  configura-se, inclusive no plano internacional, como uma Confederação de Investigados e Denunciados,  podemos chegar a conclusão que o país e o Estado -por mais que a mídia seja generosa e cúmplice- não estão saindo de nenhuma crise. Estamos é entrando numa crise mais grave, na qual a criminalização da política vai conviver com a crescente politização da criminalidade. O atalho do golpismo pode nos levar a um beco sem saída.
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    Tarso Genro foi Governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais do Brasil.

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  • 07/27/17--07:33: Professor Munareto
  • Um dos nomes cogitados para ser coordenador do curso de Direito da URI, o professor Munareto foi demitido da IES. 

    A notícia caiu como uma bomba nos meios políticos, até porque existe sucessão aberta na Universidade e o professor é militante e bastante influente. No meio estudantil, é perplexidade geral o com o quadro, até porque tudo foi programado para ser nas férias.

    Foi procurador do grupo Vulmar Leite, PSDB/PMDB, e depois passou para o PP. Era ligado ao grupo dominante e ainda não está claras as razões da demissão.

    Outras demissões acontecerem. Uma delas, de peso. Vou falar nela amanhã. 

    A política local está incendiando. 









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  • 07/27/17--17:20: AOS MEUS AMIGOS E LEITORES

  • Decidi que preciso transformar meu blog em um simples órgão de comunicação, sem patrocinadores, apenas eu respondendo por ele e sem a presença de patrocínios.

    O patrocínio e a publicidade gessam a imprensa e a nós não podemos dizer o que sabemos, somos limitados eticamente pelo próprio compromisso com os anunciantes, embora não sejam todos que tenham a mesma postura.

    Embora eu vá perder muito, é a forma mais saudável de eu poder dizer tudo o que sei, sem amarras, de forma livre.

    Meu compromisso, no momento em que declarar pronto este novo blog, será apenas comigo mesmo e a Verdade não será mais represada.

    Santiago e região é dominada por máfias muito bem estruturadas. Elas cerceiam a liberdade de expressão e a livre opinião das formas mais inusitadas possíveis. Sufocam a verdade e não admitam a comunicação independente de um jornalista com a sociedade. 

    A região está dominada, seja pelo terror, pelo medo e pela covardia. 

    O momento é um só: é matar ou matar. É evidente que não estou falando em morte física, estou falando em sobrevivência ideológica. Alguém precisa fazer o embate, eu já venho fazendo e não vou recuar. 

    O que eu sei e as informações que me chegaram nas últimas duas semanas são assombrosas, até o diabo é capaz de duvidar. Existe, repito, uma verdade represada.


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  • 07/28/17--07:32: Muçulmanos vão à Justiça

  • Seguidores do Alcorão, mulçumanos, decidiram entrar em juízo contra postagens que ofende a raça árabe e viola o direito constitucional fundamental de manifestação de religião. 

    A ação é contra o facebook do Brasil e pede a identificação dos autores para posteriores processos de violação dos direitos do povo árabe.

    Na verdade, é um verdadeiro escárnio e uma violência o que têm feito nas redes sociais contra os mulçumanos. A exordial pede, inclusive, a identificação de todos que compartilharam as sementes de ódio racial. 

    Espero que Justiça reconheça os valores tutelados constitucionalmente e não permita o avanço deste tipo de intolerância racial e religiosa, desenvolvida principalmente por comunidades evangélicas de extrema direita, especialmente

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    Deu no site da Prefeitura. Ampliação de terrenos no distrito industrial é o início da industrialização de Santiago, corroborou o vereador Joel Oliveira.

    A tese dos arranjos produtivos caiu por terra.

    Eles fazem tudo que eu digo e copiam todas minhas idéias. Até as lombadas são frutos das minhas auscultações populares. Na verdade, é o programa do Guilherme que eles estão copiando.

    Agora, eu quero uma mudança no trânsito. Tá um caos. Tem que transformar a Tito Becom numa mão única. 

    Faltam as 60 casas populares e retomar a área do Jardim Botânico da URI, por inadimplência contratual na doação. Essa área não pode servir para pegar empréstimos em Bancos, dando-a como garantia real.

    E a passarela para os moradores da Bonatto e Monsenhor? Quero isso urgente, também é do nosso programa. 

    Eu já to imaginando o Dom Tiago desfilando na passarela fantasiado de gaúcho. Nosso prefeito é o máximo. Pirico produções, telão gigante, bolo para os pobres e a trilha sonora de Bryan Adams, pode ser Have You Ever Really Loved A Woman? Ninguém entende nada da letras mesmo, curtem a melodia. 

    Santiago é demais. Ou como escreve a Nina D+.






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    Está sendo preparada uma ação judicial para pleitear a identificação de todos os fakes* que atuaram na campanha eleitoral de 2016, bem como de onde foram feitos os registros, de quais IPs.

    Estes fakes atuavam em conjunto e o alvo era o candidato Guilherme Bonotto. 

    Com a URL identificada de cada um deles, será pedido ao facebook do Brasil que apresente o IP onde tais fakes fizeram os seus registros. Mesmo que tenham apagados depois da eleição, é certo que a ação foi ilegal e criminosa. 

    Na tarde de hoje, concluiu-se a relação completa de todos e a identificação da URL. Agora, o caso será entregue ao poder judiciário. Podem surgir muitas muitas muitas novidades. 

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    Fake é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário. Para isso, são usadas identidades de famosos, cantores, personagens de filme ou até mesmo outras pessoas anônimas. Aqui em Santiago, no pleito eleitoral, surgiu até o Sílvio Santos. 



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    A subjetividade é portadora dos males mais terríveis e permanentes da humanidade. A despeito disso, ela tem sido exaltada, vista como salvadora da humanidade. Sua importância é central no contexto do pensamento ocidental.Ela está no cerne da perspectiva transcendente, assim se confunde com categoria de substância. 

    A história do ocidente é a história  da subjetividade. Fez o homem fechar-se em si mesmo, acarretando o esquecimento do ser. O indivíduo tornou-se categoria fundamental do ocidente.

    Shakespeare foi o primeiro a denunciar, em nível de literatura, os males da subjetividade no mundo moderno. Hegel, foi o primeiro filósofo a transcrever a sua gênese, embora sem categorizá-la de forma adequada. Hegel colocou a subjetividade como um estágio do desenvolvimento do espírito/razão – e não como o centro desse desenvolvimento.

    Aqui, ao meu ver, reside o erro da categoria de Hegel que deu origem a deformações ulteriores. De qualquer forma, sua reflexão profunda conduziu as origens diacrônicas do problema da subjetividade.

    Kant colocou a subjetividade no centro de sua meditação transcendental, no sentido de todo o conhecimento estar  bitolado por sua atividade intelectiva. Para Kant, as formas de subjetividade, sensibilidade, entendimento e razão, são estruturas ativas e condicionantes da apreensão sensível ainda que ao nível do fenômeno sem nunca atingir a coisa em si. A filosofia dos valores normativos colocou a subjetividade no âmbito do dever-ser.

    Embora a subjetividade tenha incidido em todas as formas de conduta no mundo ocidental, foi o apoliticismo o primeiro efeito desastroso dessa suscitação. Esse apoliticismo nasceu com o errefescimento do Espaço público na cidade antiga e mais precisamente com o colapso da polis.

    Simetricamente a decadência da política, o individualismo ganhava apreço desmedido. Esse fenômeno provocou o esfalecimento do Espaço Público. Hegel reporta as causas desse colapso colocando que em “Atenas e Roma certas condições objetivas como guerras vitoriosas, criaram uma aristocracia alienada que destruiu ares-pública, ocasionando a perda completa da liberdade política . O Estado foi empossado por indivíduos e o bem comum foi subtraído pelos interesses privados. A propriedade privada tornou-se o centro desse mundo  e sua segurança era a única coisa que realmente importava”.

    Esses acontecimentos engendraram, num primeiro momento, o Direito Privado, que o obrigava à tutela de prerrogativas individuais, principalmente a propriedade e o contrato. Num segundo momento, o Cristianismo que fez da transcendência o único mundo real do indivíduo, tornado o apoliticismo uma das condições necessárias da “salvação”!

    Essas duas instituições, nascidas no interior do império romano, proporcionaram a afirmação da subjetividade no mundo ocidental. O episódio fundamental foi à derrota de Marco Bruto na batalha de Felipos. Nessa batalha, as tropas cesarianas, portando os lábaros de César, ainda que morto, foi vitorioso; ele é, na política, o pai da subjetividade.

    Enfim, percebemos que a subjetividade se reestruturou no ocidente  através do cristianismo, possibilitando o individualismo na modernidade. A afirmação da subjetividade teve duas conseqüências perniciosas: 1 – o enfraquecimento da singularidade com a subtração do espaço público e 2 – a alienação do mundo, com o esquecimento do ser.

    (Texto publicado originariamente no Jornal A Hora, julho de 1997)

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  • 07/30/17--17:25: Brincadeiras em família
  • Nossa tarde de domingo foi demais. A Dra. Josiane Mallet Balbé, juntamente com a nossa querida Myrella Balbé, levaram a rigor as brincadeiras. 

    Esquetes teatrais, interpretações musicais, vestimentas a rigor. Aqui, o vestuário vermelho para interpretarem A Dama de Vermelho. 

    Os áudios estão sendo disponibilizados em nossos faces e a idéia é brincar, trazer alegria e fazer a vida um pouco mais feliz.

    Agradeço a nossa anfitriã, médica Rosa Mallet, sua filha advogada Josiane Mallet, Mestra em Direito Constitucional e grande advogada. Da mesma linha, a jovem amiguinha nossa, Myrella Balbé, 18 anos, estudante de Direito, que também integra nossa equipe jurídica. 

    Foi um domingo maravilhoso e agradeço estas pessoas amáveis e a acolhida fantástica deste domingo encantador.

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  • 07/30/17--22:00: BOM DIA
  • Recomeçando. 

    Já estamos em São Borja, onde temos compromisso com na PF. E logo mais seguiremos para Itaqui, creio que só retornando a Santiago na quarta-feira. 

    Eu a Dra. Josiane, juntamente com nossos colegas, estamos com um eixo de atuação em Santiago, e ampliando as bases dela em São Borja, onde ela milita há mais de dez anos, e Santo Ângelo. 

    Estou com meus telefones ligados, whatss e não perderei o contato com nenhum dos nossos amigos, clientes e colegas.

    Um bom início de semana para todos, que Deus esteja em todos os corações e que saibamos superar os óbices. 

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    O prefeito atual de Santiago, Tiago Lacerda, é uma pessoa despreparada para o cargo. Afora não ter programa algum para enfrentar a crise, não sabe conviver com a crítica e adotou a prática de denunciar adversários políticos na polícia e no poder judiciário. 

    Imagina, em sua fã filosofia, alimentado pelos saudosistas da ditadura militar, que perseguindo alguns, vai intimidar a todos. 

    Ontem, acompanhei na delegacia de polícia o Ronaldo Schizzi, a quem ele denunciou por um vídeo.

    Schizzi é uma pessoa pobre, humilde e que foi usada pelo Tiago e seu staff. Tenho 59 comunicações de Tiago e seu staff com Ronaldo Schizzi. Tiago usou sua igreja, batizou seu filho e Ronaldo ainda botou o nome de seu filhinho de Tiago. Depois, depois de eleitos, descartaram Ronaldo como um desprezo abjeto, que não é digno da condição humana. Por que o usaram? Os vereadores e dirigentes do PP que quiserem ter acesso aos 59 documentos de Tiago e Éldrio com Ronaldo, antes de eu entregar ao MP e ao Judiciário, é só me pedirem eu forneço as cópias. E vamos ver quem mente e quem fala e verdade. 

    Hoje, Ronaldo e sua esposa e filhos, passam fome em sua casinha e só sobrevivem graça ao apoio de alguns amigos.

    Ronaldo deu o melhor de si para a vitória de Tiago. Recebia ordens e vai ficar tudo provado quando eu entregar toda a documentação que tenho em mãos ao poder judiciário. 

    Agora, o Aleson de Melo também foi me acusar na polícia, deve ser para isso que ele ganha. Mas faz parte, assim eu vou conhecendo as pessoas. Os amigos de ocasião, que eu respeitava, como o Isaque, até por sermos evangélicos. Mas a vida segue e e vida é uma mão de duas vias. 

    O Tiago é um despreparado que precisa de elogios da imprensa. Quem o critica, ele processa, representa na polícia e acha que vai impor autoridade com o terror.

    Para mim, além de um desqualificado politicamente, totalmente despreparado para o cargo, quer cercear as críticas contra sua administração no mesmo estilo ... vcs todos sabem de quem. 

    Ele e seu cordel de puxa-sacos que se preparem. Podem entrar com mil processos contra mim, pois eu vou seguir fazendo oposição, denunciando os desmandos e exercendo meu papel de oposição, e mais: estou esperando pelo inquérito do Ministério Público pois tenho absoluta convicção que os materiais que tenho em mãos, configurarão a prática que tenho denunciado sistematicamente. 

    E mais: vou ampliar as denuncias no Ministério Público Federal, pois quero saber porque a lista cotejada do Marino Pinto, irmão do ex-reitor do IFET Caio Pinto, não fecha com o materiais que foram retirados pela URI. É meu dever cidadão, uma vez que esta emenda de 1.5 milhões de reais, de 2005, veio para o CEFET devido as minhas relações e a prefeitura de Jaguari tem um entendimento diverso da URI, e a EMBRAPA também deve se explicar. Quero ver este assunto da EMBRAPA, URI, PREFEITURA DE JAGUARI e IFF devidamente explicado e esclarecido. Por isso invoquei o Ministério Público Federal. 


    Concorri a prefeito de Santiago e estou filiado novamente a um partido político. Faço oposição e seguirei fazendo oposição, e não tenho medo de processo e nem me intimido com estas armas. 

    Vou levantar, sem medo de processos, Tiago, Isaque, Piru, cada denúncia que tenho em mãos. E não vou parar. Perdem tempo usando a repressão judiciária e policial. Assim também perdem tempo escalando vereadores, que deviam prestar serviços à comunidade, para me atacar, como eu tivesse medo de gritos histéricos. Vereadores que usam a tribuna do parlamento para atacar jornalistas, revelam que não têm o que fazer ou são paus mandados de Tiago. 

    Mas não nos apressemos. Eu ainda não nem comecei, vereador Gildo, a dizer tudo o que eu tenho a dizer sobre o PP. Ameaças não me calam. Se vocês são acostumados a ganhar no grito, vcs estão mirando no alvo errado. Eu não me intimido e só vou parar quando ver todos vocês derrubados politicamente. 

    Anotem este texto, gravem o dia de hoje. Eu estou fazendo uma afirmação, gravem bem. Ninguém é intocável em política. Ninguém é imbatível.

    E já dizia Ulysses Guimarães, em política não se pode subestimar ninguém. 

    Tenho apenas um blog, palavras, argumentos e construções de idéias. Estão são minhas armas e serão com estes armas que eu vou fazer oposição ao PP. 

    Só espero que as autoridades tenham noção de quem quer judicializar e policiziar a questão política, tentando intimidar os adversários políticos e tentando evitar a análise crítica. 

    Tenho direitos constitucionais fundamentais que me asseguram a liberdade de opinião e de expressão e não vou ceder um milímetro.  

    Eu avisei. Tentei evitar o confronto, cheguei dizer ao professor Vilmar Guerino Rosa, pessoa que eu respeito pela honradez e a dignidade. Da mesma forma, o embate com Vulmar Leite, eu lutei até o fim para não acontecer, cheguei a me humilhar pedindo pelo não confronto.

    Só que Tiago acha que pode calar uma voz como a minha, ele está profundamente enganado, será um desafio gostoso para minha vida mostrar um outro lado da política local que ninguém sabe levantar.

    Vamos ver com o vereador Gildo, gritão da tribuna da câmara, inflamou-se ao dizer que o prefeito estava certo ao correr ao agir com o senegalês e alegaram a improcedência dos produtos. Por que ele não fala nos produtos contrabandeados vendidos nas lojas dos seus pares? Existe guia de importação? Recolhimento de tributos nas alfândegas? É papel da fiscalização da prefeitura, sim, auferir a origem do produto comercializado na cidade e abrigado por um alvará municipal. Como vão fazer valer as normas do código de defesa do consumidor, se a mercadoria vendida não tem procedência? A lei é para todos, como o senhor disse, então por que só vale para o senegalês e meia dúzia de pobres? Deve valer também para o PP e familiares de vereadores do PP. 

    Quer ampliar esta discussão vereador Gildo? 

    Não precisa gritar na tribuna, ninguém escuta mesmo este programa. Melhor seria vocês começarem a escrever. 

    Eu tô sedento por um embate mais consistente. 

    Tem gente do PP brincando com fogo. Se tudo virar um fogueira, não digam que não avisei, se não sabem avaliar as consequências ... é bem irem repensando. Eu sei demais, demais.  

    Por incrível que pareça, que tenho um carinho muito grande pela saudosa lembrança do Chicão, digo isso do fundo do meu coração; não quero prejudicar o Ruivo, gosto dele, acho-o um político sério, estudado, preparado, tem tantas pessoas que eu gosto no PP, isso ainda tem me segurado, pois quando eu começar a falar/escrever, tenho até pena do tamanho do tombo. Mas que fique bem claro que quem tem provocado tudo isto é Tiago, com o advogado Isaque, do escritório do Dr. Dionísio, o mesmo que o PP mandou fazer 5 mil cópias de documentos e distribuir na cidade contra ele (esquecem-se que eu sei de tudo???) quando ele concorreu a vice-prefeito de Burmann. E mais: não é meu áudio aquele foi vazado, como ele tem contado. Ele tem representado sistematicamente, contra vídeos e postagens críticas e analíticas. Como toda ação tem uma reação, pela terceira lei de Newton, eu não vou parar e se atingir inocentes neste embate, Tiago é o único responsável. 













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  • 07/21/17--06:54: Vereadores de Santiago
  • Por que os vereadores de Santiago não debatem a área do Jardim Botânico? 

    Aliás, os vereadores sabem quais áreas pertencem ao município, tem o inventário de tudo?

    Segunda-feira, o Deputado Bianchini, que foi um vereador atuante, esteve aqui e me disse que aquela doação feita pelo município a URI, pelo não cumprimento das cláusulas, já deveria ter sido devolvida ao município. 

    É uma área nobre, em frente ao Comando da Brigada Militar e excelente local para criar um Porto Seco. 

    Vou deixar a documentação que eu tenho para o Ministério Público. Honestamente, se a doação caducou há décadas, onde está o parlamento de Santiago e sua atribuições de fiscalizar os atos do Executivo? 

    O Jardim Botânico de Santiago, hoje, serve para ali guardarem alguns cavalos e ponto de uso de drogas na madrugada. 



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    Reitor Bruno, atual reitor Spinelli e este advogado. Ocasião em fui negociar, em nome de Chicão, o cargo de pró-reitor de ensino da URI
    O alcaide Tiago Lacerda se notabilizou por judicializar às críticas. Imagina ele, com seus conselheiros medíocres, que eu vou me intimidar com processos.

    Ele intimida covardes. Eu critico, vou continuar criticando e só espero pela cumprimento da decisão interlocutória da Dra. Juíza para entregar ao MP as provas que tenho em mãos.

    Ontem, perante as autoridades, reafirmei que mantenho todas as críticas, não faço conciliação e vou provar cada linha do que afirmo.

    Por outro lado, quero deixar bem claro, tanto ao incompetente prefeito municipal e sua legião de asseclas, que não nasci de medo. 

    Vaidoso paga para receber elogios, emprega em CCs da prefeitura filha de dono de jornal para não ser criticado e achar que bota medo em alguém, por estar abrigado nas abas de jornais. 

    Tiago Gorski é o pior prefeito da história de Santiago de todos os tempos. Medíocre político, vive de factóides, tirando fotos para simular que trabalha, e ainda usa a procuradoria do município para para representar contra quem não o bajula. Autoritário, pedante e arrogante, só aceita subserviência e submissão da cidadania. Afora não admitir a crítica, age contra, pois representa na polícia e no poder judiciário, se dizendo vítima. 

    De índole totalitária,  cercado de bajuladores, e um séquito saudosista de filhotes da ditadura, não responde às críticas em nível político.

    Já disse e repito: podem representar mil vezes contra mim, mas mil vezes não me farão calar e nem me intimidarão. 

    Sou jornalista, sou político e vou liderar uma cruzada para cassar o mandato de Tiago. As provas que eu tenho em mãos são contundentes e só espero ser chamado pelas autoridades para entregar uma a uma. 

    Eu tenho em minhas mãos um vídeo, gravado na campanha eleitoral, onde o diretor-geral da URI, Chico Gorski, assegura que Tiago é estudado, pois "tem mestrado e doutorado". Vou publicar o vídeo. Mas antes quero que ele me desminta na Polícia, pois eu asseguro que ele não tem mestrado, e o que realizou na Argentina não foi validado pelas autoridades brasileiras. Então, durante todo o período em que se dizia Mestre e coordenava o curso na URI, não só mentia, como a universidade praticava um estelionato acadêmico, pois os alunos imaginavam estar diante de um Mestre. Mestre??? 

    E a Reitoria URI, por que este silêncio?

    Por que não me desmentem sobre a área do Jardim Botânico? Querem abafar que deram a área como garantia de empréstimo junto a instituição bancária local?

    Me desmintam. Venham para o debate!!! Me processem.

    Por que a URI não me processa?


    Reitor Bruno, atual Reitor Spinelli e Eliziane Mello
    Por que não contam que o PP me autorizou negociar o cargo de pró-reitor de ensino e a cúpula de Erechim não aceitou Clóvis Brum e indicaram Salete Reelon e Clovis preferiu indicar a saudosa Rosâni Vontobel? 

    Quem negociou a formação da chapa fui eu. 

    Temos muitos acertos para fazer "Mestre" Tiago Lacerda. 

    Eu tenho a ata do Marino Pinto, indicado pela direção do IFFs, irmão do ex-reitor Caio Pinto, e torno público que a lista dos materiais retirados do IFET-Chapadão para dentro da URI, pertencem ao governo federal, ao IFET e não a URI. A emenda de 1.5 milhões de reais, em 2005, que arrumou fui eu, o dinheiro veio para Jaguari porque a emenda foi um pedido meu. E eu quero saber a Verdade de tudo, onde estão os esquipamentos comprados, as duas camionetas, os tratores, de quem era o gado que equipe do IFET encontrou nas pastagens do então CEFET e porque as listas não batem. Este esclarecimento a reitoria da URI deve fazer à sociedade, assim como a EMBRAPA. 

    E o cavalo árabe que o ex-reitor da UFSM, Sarkis, mandou para cá, onde será que anda? 

    Por todas estas dúvidas, por ser parte, pelo meu exercício cidadão, por ser jornalista, quero saber a Verdade, apenas a Verdade.

    O então vereador Eudo Tâmbara denunciou da Tribuna do Parlamento de Jaguari que tais equipamentos não poderiam ter sido carregados pelo URI, pois o único vínculo que a universidade tinha conosco (prefeitura de Jaguari) era uma cessão de área. Terminado o contrato, estabeleceu-se um impasse: quem fica os materiais, veículos, duas camionetas com banco de couro (uma eu localizei e está com a EMBRAPA), dois tratores, máquina para analisar glicose e sacarose da cana, máquina para analisar a acidez da uva. Como quem arrumou a emenda fui eu, quero saber onde está todo este material, que foi comprado com recursos públicos!!! Já sustentei para o Ministério Público Federal que todos estes materiais são públicos, comprados com recursos públicos e eu exijo uma explicação sobre onde estão, se estão sendo usado, onde, por quem? E quero uma definição jurídica sobre a propriedade de tudo, uma vez que a pose está com a URI.

    O Chico e o Clovis se esqueceram que pediram para eu ameaçar o vereador Eudo e o envolvimento deles num caso jurídico de madeiras caso eles seguissem abrindo a boca sobre os materiais e equipamentos do CEFET/IFET/IFF que  URI trouxe para dentro do campi de Santiago?

    Já que o alcaide municipal quer judicilizar as relações políticas, eu aceito e já ofertei denúncia ao Ministério Público Federal, pois assim como Tiago se sente ofendido, eu também me sinto ofendido e agora que quer ver tudo esclarecido sou eu. Se há transparência, então que a URI prove que ela comprou tudo com recursos dela. Eu sustento que tudo foi comprado com dinheiro público e tudo deve ser devolvido ao IFET ou a prefeitura de Jaguari, pois quem repassou um milhão e meio de reais para URI, foi o Amir que repassou para mim, pela EMBRAPA de Pelotas e eu mandei repassarem todo o dinheiro para URI. 

    Comigo o furo é mais embaixo, alcaide municipal.













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  • 08/03/17--05:21: Iogurteira
  • Tenho todas as informações de uma iogurteira que é fruto de uma emenda parlamentar e repousa numa propriedade privada.

    Vou denunciar a Polícia Federal, pois é bem público e não pode estar numa propriedade particular e nem dada em pagamento para terceiros. 

    Como cidadão santiaguense, quero saber onde está a iogurteira, com quem está e que autorizou transacionarem um bem que deveria ser público?

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  • 08/03/17--05:31: Poço artesiano
  • Nada como um poço artesiano dentro da Centro-oeste, afinal se gasta muita água para lavar os ônibus. 

    É uma ideia inteligente. 

    Eu fico só pensando.

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    O Juiz de Direito Carlos Alberto Ely Fontela, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Santa Maria, julgou improcedente ação ajuizada por Promotor aposentado e o filho dele, Advogado, contra a mãe de uma das vítimas da boate Kiss. Ricardo Luís Schultz Adede Y Castro e João Marcos Adede Y Castro pediam reparação de danos morais de Irá Mourão Beuren devido ao conteúdo de um artigo escrito por ela no jornal Diário de Santa Maria. Ela é mãe de uma das 242 vítimas fatais do incêndio ocorrido no estabelecimento, em 27/01/13. Para o magistrado, a mãe exerceu do seu direito fundamental de liberdade de expressão, e por isso não pode ser penalizada.

    Os autores da ação alegaram que a ré sugeriu que Ricardo teria sido beneficiado, enquanto Advogado da boate, da condição de filho de João Marcos, então Promotor de Justiça atuante na Comarca.Mas o magistrado entendeu a publicação está dentro do âmbito de proteção do direito constitucional de liberdade de expressão e de pensamento da ré.

    Em sua decisão, ressaltou ainda que Irá, na condição de mãe de uma das vítimas da tragédia, com abalo emocional imensurável, viu-se no seu direito garantido pela Carta Magna, de expressar sua opinião frente a um artigo publicado no mesmo jornal local, no dia 29/4/14, de autoria do então Procurador-Geral de Justiça. "Com efeito, no presente caso, também há que ter em mente que tais palavras vieram de uma mãe que viu seu filho com tão pouca idade, ter a vida ceifada, em razão de um fato lamentável, sem precedentes na história deste país, que tomou repercussão mundial", considerou o magistrado.
    Caso
    Segundo os autores, Irá sugeriu que eles teriam participado de suposto beneficiamento ilícito, em razão do corporativismo e tráfico de influência. Disseram que o texto intitulado "A boate Kiss e o MP" (Diário de Santa Maria, 6/5/15, pág 4) repercutiu de forma muito negativa, com alterações significativas no seu cotidiano e vida pessoal, a ponto de Ricardo ser parado nos corredores do Fórum por colegas que lhe indagavam a respeito dos fatos e insinuações feitas pela ré. João Marcos também afirmou que ficou profundamente abalado, já que enquanto Promotor de Justiça, sempre pautou sua atuação nos estritos limites da lei e da ética. Mencionaram que, no dia 8/5/15, publicaram no mesmo jornal local uma espécie de "Direito de Resposta", com o intuito de esclarecer à comunidade a realidade dos fatos.
    Já Irá Beuren relatou que, por ser mãe de uma das vítimas da tragédia, fato de grande repercussão na imprensa nacional e mundial, e consternada com a perda de seu filho mais novo, começou a utilizar o "espaço do leitor", na imprensa local para manifestar seus anseios, dúvidas e indagações. Sustentou que o texto apenas exprime dúvidas de uma mãe que perdeu o filho e anseia por respostas concretas da justiça, jamais tendo imputado crime, ou ferido a honra de alguém.
    Decisão
    O Juiz Carlos Alberto Ely Fontela afirmou que a liberdade de pensamento e expressão é direito fundamental assegurado pela Constituição Federal de 1988, ao mesmo tempo em que a Carta Magna também protege a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, prevendo a indenização por danos materiais ou morais, quando ocorrer a violação. Mas que, no caso concreto, lendo com atenção o artigo, a publicação está dentro do âmbito de proteção do direito constitucional de liberdade de expressão e de pensamento da ré.
    O magistrado exemplificou, citando o primeiro parágrafo do texto: "Para esclarecimento geral: o procurador da boate Kiss era Ricardo Luis Schultz Y Castro (Kümmel & Kümmel Advogados Associados).O mesmo filho do promotor de Justiça à época. Após a aposentadoria, outro promotor assumiu (Ricardo Lozza)."
    Para ele, o que foi escrito por Irá "mostra-se rente à realidade, à verdade, pois efetivamente o autor Ricardo passou a atuar como advogado da 'boate Kiss' depois que o seu pai (autor João Marcos) deixou de exercer as suas funções no inquérito civil que instaurara, em razão da redistribuição das atribuições das promotorias de justiça de Santa Maria".

    Sob o ponto de vista legal, afirmou o magistrado, "não havia óbice para que o autor Ricardo fosse constituído como advogado da boate Kiss no inquérito civil nº 00864.00145/2009, já que quando começou a patrocinar os interesses do seu cliente, o seu pai já não mais tinha atribuição no aludido expediente, não havendo, de rigor, nada que, legalmente, o tornasse impedido de atuar". Já do aspecto moral, apesar da alegada expertise do autor Ricardo em matéria ambiental, "o que os autores forcejaram para comprovar, haja vista os inúmeros documentos juntados para tal fim, talvez não fosse recomendável a sua atuação como advogado em inquérito civil no qual o seu pai deu o pontapé inicial, ainda mais estando ele ainda na ativa nesta cidade, a fim de não dar margem a qualquer discussão ou ilação".

    Assim, na avaliação do julgador, se o que Irá disse sobre os autores é verdadeiro e dentro do seu direito fundamental de liberdade de expressão, ela não pode ser penalizada pelo fato de os leitores do artigo jornalístico ou da publicação do texto no Facebook terem tido interpretação ou interpretações que eventualmente viesse a fustigar a honra ou a imagem dos autores.

    "A leitura do artigo revela que em nenhuma passagem do seu texto a ré utilizou palavras com o intuito de ferir a honra ou a imagem pública dos autores, mormente se contextualizarmos o artigo escrito pela requerida, o que, aliás, sempre deve ser feito para evitar incompreensões e desinteligências", afirmou.

    "As dimensões do evento - uma tragédia com consequências de gravidade sem precedentes - acarretaram dores e traumas indiscutíveis a todos que dele participaram direta ou indiretamente, e indiscutivelmente maiores a uma mãe que viu seu amado filho ser tirado da sua convivência de forma tão trágica e inesperada. É do instinto do ser humano buscar respostas ou um "culpado" por um fato que tira um ente tão querido do seu convívio", asseverou.

    SITE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA/RS

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  • 08/03/17--13:45: REFLEXÃO


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  • 08/03/17--15:14: Como pensa e age a máfia
  • Lições da Máfia, extraídas do livro The Manager Mafia
    -Se não der para ganhar uma luta honesta, use golpes baixos ou mande outra pessoa lutar por você.

    - Quando o pântano está cheio de jacarés, drene o pântano.

    - Se tiver que bater em alguém quando ficar zangado, cuidado para que esse alguém não seja você mesmo.

    - É muito melhor que seus inimigos pensem que você é maluco do que o achem razoável e racional.

    - A oportunidade faz o larápio: quem não tem a oportunidade de roubar se diz um homem honesto.

    - Nada pesa menos que uma promessa.

    - Se tiver de machucar alguém, faça-o tão brutalmente que não haja risco de uma vingança.

    - Se permitir que seus inimigos – ou amigos – pensem que são iguais a você, eles imediatamente se sentirão superiores a você.

    - Sempre tire a cobra do buraco com a mão de outra pessoa.

    - Nunca faça um inimigo sem necessidade.

    - É preferível que seu inimigo superestime a sua estupidez do que sua esperteza.

    - Não tente mudar seus inimigos, tente controlá-los. Saiba onde estão, o que pensam e em quem confiam.

    - De vez em quando agüente um idiota; você pode descobrir algo de valor. Mas nunca discuta com ele.

    - A única maneira de guardar um segredo é não falar nada.


    - Em qualquer empreendimento, multiplique os aspectos negativos de suas perspectivas por dois. Divida os aspectos positivos pela metade.

    - Se tiver de mentir, seja breve.

    - Abra a boca e a carteira com cautela.

    - A melhor defesa contra os traidores é a traição.


    - Algumas derrotas são melhores que a vitória; infelizmente, algumas vitórias são piores que as derrotas.


    - Nenhum crédito vale tanto quanto o dinheiro vivo.

    - Muitas vezes, perde-se a isca ao fisgar o peixe. É uma perda necessária.

    - A melhor proteção é ficar fora do alcance do perigo.

    - Um chefe de gangue esperto, faz ele mesmo uma parte do trabalho sujo e se assegura de que seus soldados saibam disto.

    - Se tiver de se curvar, curve-se muito, mas muito baixo. E guarde a lembrança amarga até poder se vingar.

    - Mil amigos não são o suficiente. Um inimigo o é. Não existe inimigo inofensivo.


    - Se não puder vencer, faça com que a vitória de seu inimigo tenha um preço exorbitante.

    - O peixe morre pela boca.

    - Quando você aceita o meio-termo, você perde. Quando você parece ter aceito o meio-termo, dá um passo para a vitória.

    - Aço ruim não dá bom fio.

    - Quando se zangar, feche a boca e abra os olhos.

    - Águias não caçam moscas.

    - Ao patinar em gelo fino, passe rapidamente.

    - Nenhum homem dá tanta importância às virtudes quanto às mulheres.

    - Dinheiro é sempre bem vindo, mesmo que seja numa sacola suja.

    - Se você não perceber o truque na primeira meia hora de jogo, desista.

    - A freira fugitiva sempre fala mal do convento.

    - Um punhado de sorte vale mais do que uma tonelada de sabedoria.

    - Tudo o que vai, volta – mas nunca a tempo.

    - Lobos perdem os dentes, mas não o instinto.


    - De cada quinze que elogiam, pelo menos quatorze mentem.

    - Lide com os fatos de uma situação ruim como se fosse pior do que o são. Não tente lidar com os fatos de uma situação boa.

    - Mulher, vento e sorte mudam rapidamente.

    - Sempre se tem o suficiente – suficiente para guardar, para recompensar, para ser roubado – se antes se abocanhou tudo.

    - Acredite no homem, não no juramento.

    - Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor.

    - Sentimento é coisa de imbecil.

    - Só se conhece o soldado quando ele vira tenente.

    - Quando tiver de cortar, convença a vítima de que você é um cirurgião.

    - O capo conta parte de seu plano para um, parte para outro, tudo para ninguém.

    - Para acabar logo, vá com calma.

    - Todo botão tem um terno no armário.

    - A sorte sorri e depois trai.

    - A mulher de um homem descuidado é quase viúva.

    - Muito depois de os outros pecados terem envelhecidos, a avareza continua jovem.

    - Se você é a bigorna, seja paciente; se é o martelo, bata.

    - A escolha errada, muitas vezes, parece a mais razoável.

    - A sorte está do lado dos fortes.

    - O silêncio não comete erros.

    - Na paz, esteja preparado para a guerra.

    - Deixe seu adversário falar. Quando ele acabar, deixe que ele fale um pouco mais.

    - Não ensine aos seus soldados todos os seus truques, ou você pode se tornar vítima de si mesmo.

    - Em casa fria, procure um corpo quente.

    - Para enganar um inimigo, finja que o teme.


    - Depois da guerra, muitos heróis se apresentam.

    - Dissabores sempre entram pela porta que lhes foi aberta.

    - Depois da vitória, afie a faca.

    - Quem nunca sai à rua, não conhece o pedaço.

    - Se os outros passam toda a vez que você tem uma boa mão, é porque lêem sua expressão.

    - Quem bate primeiro, bate por último.

    - Vitórias são temporárias, derrotas também.

    - Trate estranhos como amigos. Confie neles como num estranho.

    - Muitas divergências podem ser resolvidas entre lençóis.

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    Os santinhos da EMBRAPA UVA E VINHO tudo em cana. Quem tem rabo preso é quem teme polícia federal e ministério público federal. 

    O Rio Grande foi sacudido pela notícia das prisões envolvendo a EMBRAPA UVA E VINHO. 

    Não estranhemos mais nada daqui para frente. 


    Operação da Polícia Federal investiga fraudes na Embrapa Uva e Vinho 

    Segundo a investigação, os envolvidos no esquema criminoso fraudavam licitações para compra de matéria-prima SF Agro A Polícia Federal (PF) deflagrou na quarta-feira (02/08) a Operação Liber Pater para combater fraudes na Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves, na serra gaúcha. 


    A operação mobiliza cerca de 40 policiais federais, além de 6 servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público Federal (MPF), segundo as informações divulgadas pela Agência Brasil.   Crimes investigados Segundo a investigação, os envolvidos no esquema criminoso fraudavam licitações para compra de matéria-prima e praticavam sobrepreço na comercialização das uvas. A CGU estima que cinco obras de engenharia tenham sido superfaturadas, causando um prejuízo de mais de R$ 700 mil.   De acordo com reportagem da Agência Brasil, há suspeita de que dois servidores da Embrapa Uva e Vinho de Bento Gonçalves estejam envolvidos nos crimes. 

    O MPF conduz inquérito civil para apurar atos de improbidade administrativa por parte dos empregados públicos. Durante a Operação Liber Pater, estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão e três de condução coercitivia nas cidades de Bento Gonçalves, Farroupilha, Esteio e Vacaria, todas no Rio Grande do Sul.   

    Os crimes investigados são fraude à licitação, formação de quadrilha, peculato e falsidade ideológica. A Embrapa disse que foi informada hoje cedo sobre a operação. Por meio de nota, a empresa afirmou que os dirigentes estão “acompanhando o desenvolvimento da operação e dando amplo acesso e apoio às investigações”. 


    Fonte: Agência Brasil.  



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  • 08/03/17--22:58: Passagens aéreas
  • O Tribunal de Contas ou vai trotear comigo ou vai sair da estrada. Eu quero explicações de passagens aéreas - compradas com dinheiro público - para pastores evangélicos engrossarem eventos religiosos de uma só igreja.

    Será que os auditores externos do TC vão precisar que eu aponte tudo para eles?

    Acorda Marco Peixoto !!!

    Logo logo a sociedade vai entender as conexões. 

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