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Telefones: 99901.0414 / 98123.5945E-mail: oab.rs.advogadoprates@gmail.comBarão do Ladário 1836 - Santiago -RS
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    A Carla e ao Ramatiz meus votos de profunda dor; ao pai, Oracy Dornelles, nosso poeta mais, sem palavras. Deve ser uma dor incrível.

    O corpo será cremado em Fortaleza. 

    Foi uma perda para a psicologia, para a Humanidade, pois era uma mulher de fibra, corajosa, desbravadora, uma heroína.

    Está com o pai no descanso Eterno. 

    Com anos dedicada a URI, espera-se que a Universidade, se manifeste. 

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    Tarso Genro*
      
    Uma bomba atômica social que vai desabar sobre o próximo Governo, cujos efeitos ainda são imponderáveis, é a desorganização social e produtiva que será causada pela reforma trabalhista, particularmente pela aplicação desenfreada do trabalho intermitente e precário, de acordo com as regras já vigentes, de uma parte, e com a “pejotização” acelerada, de outra parte, que transformará uma boa parte da mão de obra assalariada em falsos empresários de si mesmos. A queda da arrecadação que advirá para o financiamento da Previdência Social, o sentimento de desresponsabilização do trabalhador-nômade com os destinos da empresa tomadora “eventual” dos seus serviços e a ausência de pertencimento a uma comunidade social  – aquela comunidade primária solidária que é a base de uma sociedade de convívio, como asseverara Durkheim –  vai ter severas consequências políticas e econômicas.


    Estamos tratando de uma sociedade – a brasileira –  na qual a maioria dos trabalhadores, se perderem algo, saem direto da pobreza decente para a miséria doentia, diferentemente das sociedades europeias, mais desenvolvidas em termos sociais e de organização estatal, na qual os trabalhadores que perdem alguma coisa com  reformas desta natureza, saem das suas condições de consumo – com uma certa folga para a sobrevivência –  para um padrão de consumo próximo à pobreza, mas não ainda miserável. As grandes transformações tecnológicas que ocorreram nos últimos 30 anos foram apropriadas integralmente pelos ricos e pelas classes médias altas, nos países de maior concentração de renda, cuja situação de classe permitiu uma maior influência sobre o próprio conteúdo das reformas.


    Na verdade o contrato social-democrático, que se espalhou pelo mundo, de formas dramaticamente diferentes em cada país – gerador de políticas sociais de proteção aos mais excluídos (como políticas compensatórias) ou de conquistas salariais importantes (em vastos setores das classes trabalhadoras), chegou ao seu fim. Os sujeitos políticos e sociais que compuseram as classes trabalhadoras da segunda revolução industrial e as burguesias industriais que lhe são correlatas, ao mesmo tempo que vem perdendo  a sua força política, perdem a sua capacidade negocial, para a instauração de contratos políticos “setoriais”, que não são mais tolerados  pela “sanha” da acumulação financeira. Esta, transforma toda a sociedade em refém das suas necessidades: acumulação com menos trabalho produtivo, em sentido clássico, e “rentismo” transformado em rede de interesses legitimados pela grande mídia.


    É óbvio que uma luta de resistência deve ser travada nos tribunais em defesa do sistema protetivo constitucional da CLT, que ainda poderia permitir contratos de trabalho decentes para uma grande parcela dos trabalhadores “por conta alheia”, mormente aqueles que vivem com os mínimos profissionais ou com o próprio salário mínimo, que já vem sendo corroído de forma acelerada. Mas, a hora é também de pensar num outro sistema de tutelas, a partir do Estado, para repartir, não somente o direito ao trabalho remunerado previsível  – trabalharmos menos para trabalharmos todos –  como para repartir os benefícios das transformações tecnológicas ainda em curso, que até agora só foram apropriados por uma minoria privilegiada, a saber nem um por cento da população economicamente ativa.


    Temos que transitar de uma visão de “renda mínima obrigatória” como direito cidadão devido, independentemente de que a pessoa possa trabalhar, ou não, para uma “socialização do direito ao trabalho” com o “direito a uma renda mínima do trabalho produtivo” ou dos serviços prestados à sociedade  – seja qual for o tipo de prestação – para que a descoesão social que se aproxima, seja corrigida, desviando os rumos do desastre social a que o golpismo nos levou. Não se trata, na minha opinião, de uma revolução, mas de uma poderosa reforma neo-socialdemocrata, que capture o Estado para o povo soberano e retire a organização estatal da condição de mero gerenciador da dívida pública. O verdadeiro populismo que nos assola é o populismo do mercado perfeito, que tem sido impingido pela grande mídia, sobre setores das classes assalariadas e particularmente nos setores médios, convencendo que a saída é o “fim do Estado Social”, uma espécie de anarquismo de gosto do capital financeiro, que transforma vida num pesadelo em que a maioria vive a solidão da precariedade e do trabalho intermitente.


    (*) Tarso Genro foi Governador do Estado do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Ministro da Justiça, Ministro da Educação e Ministro das Relações Institucionais do Brasil. 




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    Fonte - Superior Tribunal Eleitoral

    Na última sexta-feira (1), o Tribunal Superior Eleitoral apresentou um relatório parcial do Teste Público de Segurança das urnas eletrônicas que serão usadas nas próximas eleições. O teste contou com a presença voluntária de equipes de especialistas em informática, que fizeram seu melhor para invadir as urnas eletrônicas e conseguir acesso aos dados armazenados.
    Segundo detalhes cedidos no relatório parcial divulgado, um dos grupos de especialistas, liderado pelo professor da Unicamp Diego Aranha, encontrou falhas sistêmicas importantes nas urnas eletrônicas, chegando a ter acesso ao conteúdo dos votos.



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  • 12/04/17--17:39: Article 1


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  • 12/04/17--18:03: Rudolf Genro Gessinger
  • Desembargador Ruy Gessinger e seu filho
    Rudolf Genro Gessinger, comemorando
    aprovação na primeira etapa do exame de
    ordem
    Cena rara. Amor de um pai e um filho. Amor incondicional e exemplo para as gerações atuais e que hão de vir.

    Acompanhei a vida do Rudolf Genro Gessinger desde tenra idade. É um menino exemplar, estudioso, amável, educado, trabalhador e dedicadíssimo aos estudos.

    Rudolf é filho do meu prezado amigo Ruy Gessinger, desembargador que marcou época em nosso Estado e - hoje - é titular de um dos mais conceituados escritórios jurídicos do nosso Estado e da Dra. Maristela Genro Gessinger, assessora especial da presidência do Tribunal de Justiça do nosso Estado. 

    Rudolf ainda está cursando Direito, tá longe de se formar. Mas como vive de desafios, decidiu medir seus conhecimentos inacabados em Direito e fez o exame de ordem. Não deu outra: aprovadíssimo na primeira etapa.

    A Dra. Maristela Genro Gessinger e o paizão Ruy Gessinger, estão felizes e eufóricos. Houve comemoração na casa em Xangri-la 

    Quando o Ruy me contou, a tarde, eu dei um sorriso largo e expansivo de alegria. Gosto muito do Rudolf, vejo-o como um exemplo, especialmente dessa geração. 

    Foi uma família que aprendi a amar. Gente correta, distinta, gente de fibra, de moral e de ética. Ainda domingo o Dr. Ruy me falava na Nina e eu não me contive, fui às lágrimas.

    O amor de um pai e de uma mãe por um filho é transcendente. É divino, mágico. Eu conheço o Dr. Ruy, é uma alma boa, emotivo, ele ama o Rudolf, que sabe retribuir o afeto dos pais ... e é um filho exemplar.

    O Rudolf, às vezes, na alta madrugada, discute comigo temas de política internacional ... coisa impensável para a atual geração ... mas o berço é sempre o berço. 

    Felicidades ao Rudolf, que fez apenas um ensaio.  

    Sucesso aos amigos desta família que muitos nos honra ...



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    Um vídeo lindo e altamente reflexivo. Vale a pena assistir.

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    Tadeu Fontanella assume como secretário de administração da Prefeitura de Unistalda. Novidades também na assistência social. Espera-se pelo comunicado do Prefeito Ribeiro. Logo mais, maiores informações...Foi ligado ao HCS. 

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    O HCS precisa de doadores de sangue urgente. A Senhora Norma Sampaio Machado, avó de Luiz Felipe, precisa urgente de doadores. Qualquer grupo sanguíneo, devido ao baixo estoque do Hospital. O pessoal da Igreja fica convocado.

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    O blog teve acesso a um áudio reservado do movimento que fechará as rodovias dia 07 do corrente. Pedem para não saírem com crianças pois o bloqueio será radical e é para convulsionar o governo. O comando parte de Ijuí e pretende ser a maior e mais radical manifestação do Estado. Ainda não se sabe a posição do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e nem do Polícia Rodoviária Federal. 

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    Isso mesmo, colegas advogados, a militância na Justiça do Trabalho não foi só mudada pela reforma trabalhista, mas agora temos no que nos ligar na MP 808/2017, que muda as mudanças. Bota anarquia. 

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  • 12/06/17--12:27: GABI-BILHALVA
  • Tomando chimarrão no Escritório Prates (a foto é minha)
    Existe uma magia que aproxima e desaproxima as pessoas. Imagino uma conspiração cósmica, seja para aproximar, seja para afastar. 

    Existem relações que são breves e outras duram décadas e sobrevivem ao tempo.

    Esta moça da foto, a Gabrielli Bilhalva, é um típico caso raro de amizade que se forjou do absurdo. Ela lia meu blog, ouvia falar absurdos de mim, até que veio ver de perto se eu era mesmo tão mau quanto pintavam. 

    Gabrielli é corajosa, decidida e destemida. Joga pesadíssimo, é engajada, militante, e, ao mesmo tempo, um doce de amabilidade. 

    Ela é muito inteligente, demais. Pega até pensamento ar. Às vezes eu não falo, mas ela sabe o que eu quero. É fantástica. 

    Não sei o que será o futuro, duvido que alguém saiba. Mas vale a intensidade do momento, parafraseando Fernando Pessoa. Nosso escritório ganhou luzes com a presença da Gabrielli. Ela faz as coisas andarem, é dinâmica ao extremo, sabe organizar a bagunça e acabou botando ordem até na minha vida. 

    É claro, eu vampirizo ela de um lado e ela me vampiriza de outro. Cabala. Existe interação. Eu aprendo com ela e ela aprende comigo. 

    Estamos eufóricos porque o companheiro Giovani Diedrich, que tirou 10 no TCC acenou que pode se somar conosco. É uma fera, uma pessoa sumamente inteligente. Já descrevi ele para a Gabrielli. 

    A Gabrielli tem 22 anos, se fosse minha filha, não se daria tão bem comigo como tem se dado. No vácuo da Nina ...

      A gente se entende bem. Eu não sou um advogado, sou um aprendiz no Direito, mas sei repassar alguma coisa para ela. Tiramos horas para conversar. Eu conto minhas histórias ... claro, nunca conto tudo. 

    Ela tá cheia de idéias ... sonha em escrever um livro ... mas quer algo forte, tipo 500 tons de cinza, 50 é fichinha. Acho até que pode sair algo novo. Engraçado que ela sentia a mesma coisa que eu, romances açucarados, nada feito. 

    O radicalismo do país exige uma nova literatura. Só a docilidade dela faz verter sangue ... 

    Gabi é doce ao extremo, educada, fina, por isso mesmo sabe transitar pelos descaminhos. É um dama perfeita. Mas ela não seria personagem, ela tem o próprio protagonismo da história. 

    Gabrielli é o protagonismo em si mesma. Veste-se elegantemente, não é extravagante, tem um charme natural, mas afronta as convenções. E tudo é natural, natural mesmo. Eu a entendo. 

    Outra dia eu fui buscar a Nina e ela foi comigo. No caminho, não poderia deixar de ser, paramos no cemitério. Ela curtiu tudo, desde as lagartixas até fotos dos velhos túmulos. Ela percebeu a magia que o local encerra. A arquitetura, as velhas cruzes de ferro, os túmulos caídos, Gabi não e tola,  fotografou tudo...

    Enfim, estamos indo. A afinidade é uma coisa bem razoável ... Esta ideia de escrever um livro é demais. Eu topei.

    É a história de uma menina, estudava Direito, mas não achava um advogado que fizesse seu estilo ...daí descobriu um ...que tinha um blog, uma filha, separado, abandonado, não tomava banho, não trocava roupas, morava sozinho num velho casarão cheio de espíritos. Ela ousou decifrar.


    Enfim, na viagem, depois do passeio no velho cemitério, Gabrielli chegou na escola técnica Encruzilhada. 

    Toda de preto, impecavelmente vestida, com seus óculos, peercings, todos paravam para olhá-la, ela é linda. 

    Ninguém percebeu seus segredos, os homens a olham de um jeito e as mulheres torcem a cara. Ninguém sabe ler sua alma. Como falta leitura e compreensão de uma alma como a de Gabrielli. 


    Enfim, formamos uma parceria, esperamos pelo Giovani, e nas horas de folga começamos a traçar as linhas de um livro escrito a quatro mãos. 

    Eu tenho a sensação de que a Gabrielli me estudou bem antes ... seja la o que for, eu objeto de estudo, ou não, só espero que meus amigos e amigas a
    acolham como o mesmo carinho que sempre me acolheram. 

    Agora todos querem discutir a minha sexualidade. Pode? Eu não sei bem o que eu sou, só sei que eu enchi o saco destas mulheres convencionais. Tadinha da Gabi, ocupou um espaço sem querer. 


    Somos produtos das circunstâncias. Ela me disse que idade é bobagem, nas relações entre as pessoas.  Eu brinco, mas sou um senhor recatado, do lar e pai dedicado de uma linda filhinha...e a Gabi sabe disso.

    E agora, ao terminar este artigo, vou orar para que minha namorada on line não me interprete mal e saiba entender que a relação entre advogados e estudantes de Direito é sempre profícua, rica, porém, puramente profissional e existencialista. Só o Márcio Brasil sabe entender isso. 
















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    Meu amigo Ruy Gessinger organizou um churrasco hoje ao meio dia na casa em Xangri-la. A nata da imprensa, aí esta o PREVIDI, várias vezes ganhador do Prêmio Press, de melhor jornalista do Estado. 

    Só que o Ruy me provoca. - Só falta tu aqui, pega a Nina e a Gabi e advoguem daqui ... 

    Amizades são raros exemplos do culto de valores edificantes. Eu sei o quanto o Ruy cultiva esses valores arraigados e lindos. 

    No almoço, hoje, também presente o Leofler e o Rudolf segue estudante e sendo assediado pelos amigos da família. 

    Meu desejo estar com os amigos. Mas não tenho como sair, abri mão de tanta coisa para ficar aqui perto da minha filhinha. Mas vale a grandeza do coração do Desembargador Ruy Gessinger, um jurista fabuloso e - ao mesmo tempo - uma pessoa bondosa e que exala simplicidade. 

    Na noite passada, eu fiquei até tarde conversando com o Gabrielli e contei a ela sobre o Ruy, como ele era, sua inteligência, a bondade e seu caráter reto, amigo e anfitrião. É claro, Ruy tem - certamente - o maior escritório jurídico do Estado, é altamente requisitado, são pessoas de todo o Estado querendo falar com ele, testemunho isso sempre que estou com ele. Mas ele tem o dom mágico da valorizar as coisas simples, próprias de uma grande alma. A Nina, tadinha, ela tem apenas 7 aninhos, mas o Ruy tá ali no whatts dela. Volta e meia manda uma mensagem. E o Dr. Ruy pára tudo para respondê-la.

    Ela fica feliz, tirou o Ruy e a Maristela para parceiros, como se fossem tudo da mesma geração...

    Felicidades aos meus amigos que estão desde já curtindo Xangri-la, certamente a melhor e a mais sofisticada Praia Gaúcha.




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    Jaguari viverá dois dias de avivamento espiritual raro. Com a presença de Raul Gil, do SBT, cantor Davi Lukato e famosa dupla nacional Daniel e Samuel e ainda com a presença do Pastor Filipe Daniel será o maior evento gospel do ano na região, sem a menor sombra de dúvida.

    Caravanas estão começando a se organizar em várias partes do Estado, não existe quase mais vaga na rede hoteleira de Jaguari, os preparativos são gigantescos. Tudo em nome de Jesus e para a Graça de Deus. 

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    A Escola Chico Mendes do Capão do Cipó está interditada desde o dia 1º de outubro. As crianças estão tendo aula numa igreja, sem estrutura, sequer tinham luz elétrica e estão com problemas de água.

    Veio o primeiro temporal e arrancou o telhado. A Comunidade arrumou tudo. Veio um segundo temporal e foi tudo novamente castigados. Só que a comunidade, com apoio da prefeitura, da câmara, refizeram tudo de novo. Arquiteta e engenheiro da prefeitura deram laudos atestando as boas condições. Eletricista da prefeitura refez toda a parte elétrica.

    Só que as crianças continuam em situação lastimável. O Estado ignora o drama destas crianças. Patética a situação da burocracia estatal. A Escola está recuperada e em plenas condições de funcionamento. Eu espero que o Deputado Heinze ou o Bianchini entendam este drama. E, é claro, o Ministério Público, em suas atribuições constitucionais poderia interceder, afinal são 60 crianças em condições precárias e passando por uma situação insustentável.

    A coordenadoria regional de obras e planejamento do governo do Estado orçou a recuperação da Escola em 180 mil reais. Um exagero para repor apenas 70 folhas de brasilit. Como está tudo pronto e restaurado por conta do município, o Estado não levanta a interdição e as crianças estão sendo violadas em sua Dignidade.  






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    No caminho para Maçambará, onde busco minha filha, tem um velho cemitério. Túmulos antiquíssimos, arquitetura rara, traços e formas fantásticos. Coabitam, galeria recentes. Mas de tudo, extraem-se lições. De um lado, o arrojo da arte, das cruzes detalhadas em ferro, de outro, o terrível abandono, sepulturas abertas, pedaços de esqueletos expostos ao relento, caixões e fragmentos funerários em aberta exposição e um matagal bem apreciável. Não sei exatamente o que destrói os túmulos, se eles caem pelo tempo, se são raios, mas me parece que alguma atitude precisa ser tomada em respeito aos ancestrais e particularmente aos restos mortuários. Fazia tempo que eu não parava no cemitério, fiquei triste com a anatomia da destruição. A Gabrielli Bilhalva, que estava comigo, tirou estas fotos com seu toque artístico genial. Todas são de sua autoria...Outra reflexão supletiva que merece destaque é a importância da cremação ... a cremação me parece um ato mais humano, mais fraterno, mais higiênico e libera a pessoa daquela exposição, muitas vezes, centenária.  



    A Gabrielli tirou dezenas de fotos. Muitas delas, raríssimas ... vamos guardá-las. Tempos atrás, não havia tanta destruição das sepulturas como notei agora. 

    p.s.: a Nina não estava junto, estava na aula e só a pegamos depois da visita ao campo santo. 

    É uma reflexão acerca da realidade da vida. Nosso destino, inexorável, por enquanto, é a morte e a decomposição dos nossos corpos. A opção, cremar ou deixar apodrecer, é de cada um de nós, assim como o destino das almas, se eterna, reencarnada ou só o breu, como sustenta Stephen William Hawking.

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    Aproveitando o assunto, a despeito de eu sempre sustentar que o inquérito de Ronaldo Schizzi estava ainda em aberto, na Polícia Federal de São Borja, a Promotoria Eleitoral decidiu prosseguir com o caso, oferecendo a denúncia, o que foi recepcionado pela talentosa representante da Justiça Eleitoral, ambas investidas de atribuições de promotoria pública federal e juíza eleitoral federal. 

    Não vou dar maiores detalhes, mas já houve manifestação da coordenação da campanha que teve a autoria da representação, da própria parte e a exibição de uma fartura incrível de documentos, com pedido de perícia por parte da Polícia Federal nos diálogos de whattsapp. Evidentemente, se existiu a prática de crime eleitoral, é evidente que houve mandantes e mais envolvidos. É o que se desdobrará no horizonte, num futuro próximo, uma investigação séria, responsabilizando todos os envolvidos nos crimes, agora acolhidos como tais pela Doutora Juíza Eleitoral da 44ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Sul. 

    Eu - particularmente - gostei muito da lucidez da promotoria em não dar o caso por encerrado, ouvir as partes e permitir o contraditório e a ampla defesa...

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    Imagino que o foco da questão eleitoral entre em pauta, tendo desdobramentos do Capão do Cipó e Unistalda, ainda ... 






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    O próprio Sérgio Cabral declarou ao juiz federal Marcelo Bretas, operação RATATOUILLE, que gastou 100 milhões em campanha paralela. 

    A notícia está em todos os grandes jornais do país.

    E agora, será que me entendem, quando eu sustento que campanha eleitoral, com contas aprovada pela justiça, virou piada nacional. Todo os corruptos e ladrões do povo têm, do senado a câmara, tiveram suas contas aprovadíssimas. E agora, Cabral escracha tudo ... 

    Toda campanha tem duas contabilidades. Uma faz de contas, com ingressos, receitas e despesas, tudo bonitinho, para a justiça eleitoral. Outra, por fora, com caixa dois, onde rola de tudo, jantares, patrocínios de bolas de futebol e fardamentos, pagamentos de cabos eleitorais não registados e pagos por fora, pagamento de contas de água e luz, pagamento de receitas e exames médicos, isso até as pedras sabem. 





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  • 12/10/17--17:22: Poderá faltar gasolina?
  • Em Ijuí, caminhões não passam e têm apoio dos agricultores
    É grande a corrida silenciosa de pessoas fazendo estoques de gasolina em Santiago. Embora ainda não esteja sendo admitido - oficialmente - se os caminhões tanques não chegarem até quarta-feira corre-se o risco de o abastecimento e fornecimento aos consumidores ficarem comprometidos. Em Santiago, garante-se que os estoques estão regulares e que não faltará combustíveis. Já o comando da greve, em Ijuí, garante que "não existe prazo de terminar o movimento" e isso deixará todas as cidades comprometidas.

    Diversas cidades gaúchas já estão com problemas de abastecimento. 

    Leia mais:

    http://blogdocaminhoneiro.com/palavras-chave/greve/

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  • 12/11/17--06:03: Processar verbo infinitivo
  • Entrar com ações é fácil ... saber como começa, todos sabem...

    Difícil mesmo é segurar a bronca, pois ninguém sabe as armas do adversário e ao terminar, ninguém sabe como poderá ser o desfecho. 

    Quem tem telhado de vidro, deve pensar mil vezes antes de simular o que não é. E já dizia Ulysses Guimarães: "em política não se pode subestimar ninguém". Nem os bastidores das lides forenses.



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  • 12/12/17--21:39: As últimas
  • Não suporto idiotices. Criticar um Policial Militar porque este estava se refrescando, num calor nauseante, por chupar um picolé, é não ter o que fazer. É falta de respeito com o trabalho sério, abnegado e honrado de nossa Polícia. Já virou doença essa mania de atacar os policiais. Só em Santiago mesmo. A relação da polícia comunitária com a cidadania pressupõe justamente este tipo de aproximação e relação solidária. 

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    Unistalda tomada pelas autoridades sanitárias e policiais. Pelo jeito foi a operação dois em um. 

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    Estive no Capão do Cipó  ontem. Povo feliz com a boa vontade e a recepção da Promotora Sílvia, no MP da Infância local. Eram só elogios a Promotora que entendeu a luta das crianças da Escola Chico Mendes, estudando precariamente numa Igreja.

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    Recebi uma copia do escandaloso dossiê envolvendo um igreja local. Se 10% do que consta ali for verdade, o inferno não terá mais lugar. Não vou divulgar agora. Mas que coisa mais interessante. Quem não conhece, compra. 

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    Enquanto os municípios reduzem o número de CCs, o alcaide municipal Tiago Gorski quer inchar mais ainda. Mandou para câmara, linha auxiliar do PP, enviou o processo 083/17 criando mais cargo ...o tal de coordenador de serviço de inspeção municipal. 

    Este projeto contém graves erros. Não adianta ficar batendo boca, é só levar para a Promotoria Especializada, que o Ministério Público, que atua com muita seriedade e lucidez, dá um jeito nessa meleca. Se a oposição não sabe fazer, tragam aqui no meu escritório que eu faço. Afinal, aqui é escoadouro dos oprimidos e das oprimidas. 

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    Tem gente tomando 4 revotris por noite ...

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    Eu não voto no Jairo Jorge, PDT, embora eu me sinta PDT ... Rosseto do PT e da DS é um atraso ideológico. Também to fora. Quem vai para o segundo turno mesmo é o Heinze.  A esquerda libertária - ao final - vai toda com o Leite, do PSDB. Incluem-se aí os maconheiros, cheiradores em geral, prostitutas, gays, lésbicas, simpatizantes, negros, índios ... essa eleição estadual será bem atípica. Não sei com quem os heterossexuais, machos puros, casados, irão. Imagino que com o Heinze ou o Sartori. Mas são minorias kkkkkkk



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  • 12/13/17--10:04: Santiaguense lança livro
  • Obra: Arquivos da Memória
    Autor: Kuka Pereira

    SANTIAGO
    Dia: 16/12/17 
    Horário: a partir das 20 horas
    Local: Gaúcha - Grill & Galletteria
    Rua Venâncio Aires, 1247 - Centro
    Fone: 3251.1509
    PREÇO: R$ 30,00

    Obra: Arquivos da Memória

    Autor: Kuka Pereira, nascido em Santiago-RS, em 21/03/1962, formou-se em Arquivologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é poeta, compositor e produtor.
    Na UFSM, foi o primeiro presidente do Diretório Acadêmico de Arquivologia, em 1987. Já militante e filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi Coordenador Estadual da Setorial de Cultura do partido, em 2008, em eleição direta entre os filiados. Em 2009, foi convidado pelo deputado federal Marco Maia para participar de sua gestão na Primeira Vice-Presidência e Presidência da Câmara dos Deputados e, por fim, exerceu cargo na Diretoria-Geral, até agosto de 2017.

    Em seu primeiro livro, o autor faz um apanhado das suas vivências na seara da política, fazendo um resgate dos momentos vividos desde Santiago, passando por Santa Maria e Porto Alegre, além de suas experiências na Câmara dos Deputados, em Brasília, com prefácio do ex-governador Olívio Dutra.

    Não esperem uma obra de filosofia ou sociologia, mas uma síntese, relatos e crônicas políticas. Aborda as posições políticas da família até meados da década de 1980 e, a partir daí, outros horizontes que vislumbrou: a política estudantil, a simpatia pelo Partido dos Trabalhadores, a militância e filiação na década de 1990, até um pouco dos bastidores da Câmara dos Deputados.

    Contudo, o autor não se omitiu de expressar sua visão pessoal sobre temas nevrálgicos da política como o corporativismo. A obra inclui também um trabalho de pesquisa para enriquecer os fatos através da linha do tempo.

    Em síntese, o autor fala com propriedade, pois sentiu na pele os dois gumes da espada ou, noutra definição, esteve nos dois lados do balcão ideológico da política.


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    Lutando pelos agricultores, Marcelo Brum em ação no Senado Federal. Na foto, com o senador Magno Malta. 

    Marcelo Brum com o senador Alvaro Dias

    Marcelo Brum no escritório do Jurista Ives Gandra Martins, em São Paulo


    Programa a Voz do Campo, em destaque na Revista Veja.


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    Marcelo Brum é santiaguense. Emergiu de um trabalho local e - hoje - mantém uma rede nacional de rádios com seu Programa A VOZ DO CAMPO. Intercalando apresentações nacionais e internacionais, Marcelo é um raro exemplo de santiaguense que decolou, faz um sucesso incomparável, tem talento e - sobretudo - é usado por Deus, pois afora suas atividades de imprensa, dedica-se muito a divulgar um trabalho evangélico sério, abençoado e ungido.

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    A grande mortandade de peixes é óbvio que é consequência dos agrotóxicos. Isto até as pedras sabem. 

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    Agora, o volume de água da barragem local diminui num ritmo frenético, apesar de toda as chuvas.

    A barragem não sustenta mais a população local e nem a migratória pendular. 

    Desde o que grande debate que promovemos, na URI, nenhuma providência foi tomada. Nem a construção de um muro proposto pelo vereador Bianchini e nem se cogitou a construção de outra barragem, que é o que eu defendo. Com a tendência de um verão seco, logo aí teremos problemas de abastecimento. 

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    Final de ano chegando e nem notícia das 60 populares prometidas por Tiago Lacerda para o ano de 2017. Enquanto isto, o déficit habitacional é uma realidade assustadora. Pior, só o desemprego. 

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    Outro dia eu fazia um lanche e chegou um imbecil e me disse: - o Felipe mandou botar uma placa nova no monumento em frente ao Banrisul e botou o nome do Tiago. Só imbecis mesmo, tolos, idiotas, são capazes de achar que eu caio em papo de bêbados e adeptos do pó. Conheço o Felipe, ele jamais faria isso. Mas conheço outros que instruíram o bêbado a tentar me induzir a um erro. Eu conheço a aldeia.