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    Se a morte predomina na bravura
    Do bronze, pedra, terra e imenso mar,
    Pode sobreviver a formosura, 
    Tendo da flor a força a devastar? 
    Como pode o aroma do verão
    Deter o forte assédio destes dias, 
    Se portas de aço e duras rochas não
    Podem vencer do Tempo a tirania? 
    Onde ocultar - meditação atroz -
    O ouro que o Tempo quer em sua arca? 
    Que mão pode deter seu pé veloz, 
    Ou que beleza o Tempo não demarca? 
    Nenhuma! A menos que este meu amor
    Em negra tinta guarde o seu fulgor.




    A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
    Norman Cousins















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  • 02/28/17--20:13: A maior perda da vida
  • A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.


    Norman Cousins

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    Nina, aos dois anos, no palanque com Froner, Henrique Nascimento e Elso Englaitner








     A Nina criou-se no meio político. Nessa semana, conversando com o Prefeito Froner, sua esposa, Dona MARLI, perguntou-me da Nina.

    Incrível, a Nina marcou época e o Prefeito me disse que eles consideram a Nina como "uma netinha da família", alusão carinhosa que ele encontrou para me definir o afeto que a família Froner dispensa a minha amada filhinha. 

    Na foto, em setembro de 2012, quando Nina tinha tinha dois aninhos e já andava pelos comícios e adorava carregar a bandeira do PP e ela torcia pelo "FRONIO" ... ela não dizia Froner. 

    As sementes de amor nunca morrem. O amor, quando verdadeiro, sem cinismo e sem fingimentos, supera todos os obstáculos e óbices.

    Nossas amizades, subsistiram a tudo, os princípios evangélicos de nossas vidas, mantiveram acesa a chama cristã do carinho, do amor e da solidariedade. 










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    Sem entrar no mérito, mas é extremamente louvável a decisão do Ministério Público Federal de dar ampla publicidade ao caso lava-jato, abrindo tudo na rede. 

    http://lavajato.mpf.mp.br/


    O exemplo é importante, especialmente pela forma fechada à publicidade de seus atos que reina em alguns setores do ministério público e do judiciário gaúcho. 







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    Amigos que saíam do Capão do Cipó ontem a noite e registraram as cenas de pessoas fazendo mais despachos nas imediações internas da entrada da cidade. O vídeo está comigo. E os despachos ainda lá. Agora sabemos de quem se tratam. Filmaram com a câmera da própria viatura.

    ==

    Se o PMDB estive tão mal, como falam, o que explica a vitória do Partido em São Vicente do Sul? E isto que lá é sede do IFF, onde existe o maior polo de concentração anti-Temer e anti-Sartori. Força pífia. 

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    Alta liderança do PSDB estadual me garantiu que a candidatura de Clairton Pivoto a deputado estadual é dada como certa, e frisou que não há perspectiva de desistência, pois é um plano estadual. Existe até um grupo de apoio do jovem psicólogo santiaguense dentro de Porto Alegre.

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    Engraçado; Gildo abre um bocão e ninguém valoriza o fato político. 

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    TA TUDO DOMINADO.



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    Eu tinha 7 anos quando foi obrigado a fazer a primeira comunhão. 

    Nunca ninguém me faz nada de ruim na igreja católica. 

    Mas, aos 8 anos, assisti ao primeiro culto evangélico. Era a Igreja O Brasil para Cristo, presidida pelo Pastor Aldo Antônio Dornelles. Um Pastor honrado, limpo, decente. Homem raro.

    Eu não entendia as missas. Gostei mais dos cultos. Cantava, batia palmas e tinha mais gente pobre, mais calor humano. As pessoas se abraçavam, se despediam com afeto. Domingo faziam risoto. 

    Fui ficando e nunca mais voltei na igreja católica.

    Aos 12 anos de idade, batizei-me nas águas, por livre e soberana vontade minha. 

    Fui batizado num açudezinho na vila DAER. Quem me batizou foi o Pastor João Manoel Machado.

    Naquela época, evangélico era religião de pobre. Só gente pobre mesmo. 

    Eram frequentes os deboches de quem usava a Bíblia e os crentes iam para os cultos com as mulheres na garupas das bicicletas, sentadas de lado no banco, para não abrirem as pernas. As mulheres só usavam saias. E nada de mostrar as pernas e os peitos. Havia uma outra ética e outros padrões de conduta. 

    Aos 15 anos fui batizado com o Espírito Santo. 

    Fiquei anos estudando a bíblia.

    A minha igreja sofreu vários cismas. Hoje, sei que existe o prédio, mas não vejo mais nada. 

    Guardei e carrego até hoje os valores evangélicos. Quando fui casado, tentei passá-los para minha mulher, mas ela nunca aceitou...também, nunca impus nada. Quando tive uma filha, tentei passar a ela a ética evangélica. Hoje, que ela está crescidinha, apesar de amá-la profundamente, senti que ela abandonou de vez a identidade com os evangélicos. Constatei isto com tristeza. Mas, também, jamais vou impor-lhe uma religião, uma crença, uma fé e uma identidade. É o tal jogo que eu senti, num dado momento, que eu perdi. Prevaleceu a força de outros ensinamentos que não os meus. 

    Oro todas as noites pela minha filha. Eu mesmo a batizei e eu mesmo a consagrei com óleo. Minha decisão é deixá-la livre. Eu, com a idade dela, já sabia bem o que queria. 

    Andei por tantos vales das sombras da morte. Só que Deus nunca me abandonou. Tenho consciência de tudo, muito clara, muito clara ... do pai que eu fui e continuarei sendo. Meu amor, não muda um milímetro, mas sei que o que é Deus é de Deus e pronto. 

    Há meses venho pressentindo alguma coisa muito brusca no ar. Meus sonhos revelam tudo. 

    Sexta para sábado, tive um outro sonho extremamente revelador. É preciso interpretá-lo.

    Anos atrás, conheci uma menininha, idade da Nina, que viveu uma grande tragédia, o pai dela suicidou-se em sua frente ... (não vou dar detalhes).

    Passados os anos, reencontro-a. Somos amigos. Ela me compreende e eu a compreendo. Nos falamos raramente. 

    Ela mora bem perto de minha casa. Somos vizinhos. 

    No meu sonho, esse de sexta-feira, eu estava em minha casa, com a Eliziane e a Nina. Nisso, minha amiguinha, que hoje é uma moça, chegou com seu filhinho. 

    Ela ficou conversando com a Eliziane e eu sai com a Nina e seu filhinho, fomos caminhar na praça da Bandeira, em frente ao QG. 

    A gente sonha em fragmentos.

    Ela e a Eliziane sequer se conhecem. 

    Mas no meu sonho, após caminhar com as crianças, Nina e o filhinho dela, eu volto para nossa casa. 

    Aí eu olho as casas ao lado da nossa e noto que todas eram capelinhas, eram azuis e todas tinha o exato formato do túmulo do russo, ali em nosso cemitério local. 

    Aí impressiono-me e questiono-me, mentalmente, como pode estarmos morando dentro de um cemitério. Penso, mas não falo nada.

    Olho para o interior da casa e vejo minha amiga, radiante, seus olhos verdes brilhavam, ela estava linda demais. Logo em seguida olho para a Eliziane. Nesse momento, fito meus olhos nos olhos da Eliziane, que já estava com a Nina no colo e noto que ela me observava. Mas não era esta Eliziane agressiva, que me odeia, que me denuncia, que fez o diabo de nossas vidas, ela estava mansa, terna, dócil, o olhar dela era tão meigo que eu senti penetrar em minha alma. 

    Vivi no sonho um misto de sentimentos. Pensei nos ódios, mas ali só sobrava o afeto e a meiguice daquele olhar fixo e irreconhecível.

    Então desvio o olhar. Volto a olhar para fora e contemplo todas as capelas e aí não tenho mais a menor dúvida que morávamos mesmo dentro de um cemitério. 

    Fazia um esforço mental incrível para entender aquilo no meu próprio sonho. Pensava: será que eu estou morto? Será que vivemos realidades paralelas? Mas e as crianças e onde entra minha amiga?

    Quando acordei, gravei tudo num app e mandei para minha amiga. 

    Desde então tenho quebrado cabeça para tentar decifrar o significado deste sonho. 

    Por alguma razão, Deus está me revelando alguma coisa. Por absoluta ignorância, não estou conseguindo entender. 


    Coloco tudo nas mãos de Deus, inclusive minha ignorância. 

    Sei que meus leitores vão estranhar esta crônica absurda. Mas eu tenho tantas experiências com sonhos e revelações. Não gosto de revelar. 

    Mas é assustador sonhar que a casa da gente é dentro de um cemitério. Não foi apenas um sonho com cemitério. No meu sonho, morávamos dentro de um túmulo, dentro de um cemitério. Isso me assustou muito. 

    Eu sei bem  que é sonhar com cemitérios. 

    Mas daí morar dentro de um túmulo, receber visitas, olhar os demais túmulos. E o porquê de misturar as duas famílias, uma conexão que não existe? E a inocência das crianças? Por que elas entram no sonho? 

    Pela lógica, eu vou morrer primeiro. Sei bem disso. 

    Se for a minha morte, nada de preocupação, é apenas a sequência lógica dos fatos. Mas e se não for? 

    Daí minha angústia e minha preocupação. 

    Aceito sugestões de interpretações.


    oab.rs.advogadoprates@gmail.com

















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    Este emblemático caso do goleiro Bruno, devido a repercussão do episódio, do ator social envolvido, do fenômeno de massas, que é o futebol, colhi diversas manifestações na vida empírica, opiniões que sintetizam o pensamento das pessoas, no caso, do sexo masculino. 

    O que me choca é que as manifestações que ouço dão razão ao goleiro, entendem que "matar", "eliminar", "fritar", "uma vadia", é uma grande solução. Em resumo, aparentemente estas pessoas não viram crime e sim uma solução no assassinato, esquartejamento e sumiço do corpo, cujos pedaços, ao que tudo indica, foram dados como carne para cachorros. 

    Também ouvi manifestações no sentido de que manter o cara preso "não vai trazer a mulher de volta", "fez tá feito".


    O caso Brumo é a síntese da barbárie a que chegamos e da legitimidade que a sociedade está dando a um assassino frio, cruel, que comandou a morte, o esquartejamento do corpo e o sumiço dos pedaços de um corpo humano. O caso é a banalização da vida, um exemplo de legitimidade arrogante de um prática desportiva que transforma monstros em heróis. 

    Eu li na Folha de São Paulo o fascínio de torcedores querendo fazendo selfies com Bruno, colhendo seu autógrafo, após a decisão de um Ministro do STF. 

    É evidente a doença no tecido social. Quando uma sociedade chega a este ponto, é claro que estamos atolados na pior charneca de imoralidade e da amoralidade. 

    O que eu não suporto é a justificativa do voto do ministro. Agora, quem matar e conseguir consumir com um corpo, o que não é difícil, terá sempre a presunção da inocência, embora a exposição notória das evidências.

    Chegamos no fim do túnel. Este exemplo é uma síntese que expressa muito bem a intolerância, a prepotência, o absurdo dos absurdos. 

    A doença social, a ausência de consciência, é a mais pura manifestação do niilismo imperceptível que grassa em nosso meio. Esta é a pior doença. 

    Sugiro uma releitura de A PESTE, de Albert Camus. 

    É inacreditável o que estamos assistindo em nosso país. 

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    Chuvas, temporais, alagamentos urbanos ... nada disso é novo. 

    Contudo, mesmo o observador mais empírico, nota um fenômeno crescente no Rio Grande do Sul, que são os tornados, agora admitidos pelos especialistas, dado a visibilidade que o município de São Francisco de Paula, na serra gaúcha, deu ao caso. 

    Nossa região já foi vítima do mesmo fenômeno climático ... se olharmos o acervo de fotos de Unistalda, Maçambará, Jaguari ... em nada se difere desse último.

    As residências das pessoas de poder aquisitivo menor, são, em média, construídas para resistir ventos entre 90 até 120 km por hora. 


    Entretanto, já se tornou expediente corriqueiro os ventos acima de 120 km por hora em nosso Estado. 

    Diversas casas de alto padrão, com vidros inteiros, como nas casas de ricos aqui de nossa região, não resistiram a pressão dos ventos e estouraram. A média de resistência aos ventos, nas residências de alto padrão, é de 150 km p/hora. Tudo que se sabe e que se lê é que o tornado explosivo que atingiu São Francisco de Paula é de superior a 150 km por hora.

    Dia 30 de janeiro de 2016, Porto Alegre foi atingida por ventos de 120 km por hora. Não foram poucas as casas que tiveram vidros estourados. Os estragos estão presentes em nossas lembranças.

    Santiago, por exemplo, enfrentou um temporal de granizos gigantes que expôs a limitação das atuais telhas e os demais tipos de cobertura que usamos.

    Contudo, o mais paradoxal, é que nem a indústria, nem nossos engenheiros, tenham encetado uma reflexão maior com a sociedade diante dos novos fenômenos metereológicos.

    Continuamos usando as mesmas coberturas e as casas continuam sendo construídas para o mesmo o mesmo limite de velocidade dos ventos. 

    Não existe política de precaução, especialmente quando envolve as residências de pobres, de pessoas de baixo e médio poder aquisitivo. 

    O nosso Estado foi desfigurado ambientalmente, isto não é novidade. Novidade é que nenhuma providência foi tomada, eis que para manter os custos baixos das construções, continuamos adotando os mesmos padrões.

    Por enquanto, a fé leva as pessoas apelarem a Deus. Sei de um monte de gente reaprendendo simpatias para acalmar tornados. Em plena era da telemática, nos avanços notáveis na robótica e na cibernética, parece que a engenharia parou no tempo. Ou sou muito desinformado, ou o assunto é muito pouco discutido.





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  • 03/13/17--19:27: As primeiras
  • Vereador Batista relata que, oficialmente, temos 700 casos de portadores de HIV em Santiago. 

    Se, oficialmente, reconhece-se 700, podem ter certeza que temos mais de mil casos locais. Muito mais.

    Diária dos integrantes do POE local, que podem ir para Porto Alegre, é de 150 reais/dia. 

    A tendência é a despolicialização de pequenas e médias cidades e a transferência de contigentes para os grandes centros, especialmente região metropolitana de POA, grande Caxias e grande Pelotas. 









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    É impossível a cidadania manter boas relações com o poder municipal. 

    Primeiro, tratam todo mundo como se fossem um bando de jumentos. Digo isso, não só na condição de advogado, técnico em contabilidade e porque conheço orçamento. Uma das poucas pessoas que o Chicão discutia a LOA era comigo. Depois, com o Bianchini, cansávamos de sentar e analisar e remetido para a câmara. Em suma, eu conheço orçamento, conheço um pouco contabilidade e conheço muito bem o direito orçamentário, tributário e fiscal, estas cadeiras eu fiz no curso de Direito em Porto Alegre. Gosto do direito tributário e fiscal. Trabalhei dez anos e quatro meses dentro da secretaria estadual da fazenda...

    Por outro lado, eu sei do site transparência ... pelo amor de Deus, é inacreditável ... 

    A informação técnica que eu precisava não era de acesso ao conteúdo. 

    Fui na câmara ... cheguei lá e tinha um seminário...

    Fui na secretária de educação, lixo de atendimento. Não tem ordem, não tem critério, fiquei espantado. Fiquei sentado. Ninguém dizia nada com nada. Depois que terminei de ler o jornal Letras Santiaguenses, levantei e fui embora.

    Aliás, dias atrás, estive num ESF, o Maria Alice Gomes, não fui para consultar, apenas pegar um documento com uma médica ... não tem atendimento. Daí perguntei para um servidor e ele me disse que não adotam atendimento. As pessoas sentam, ficam lá esperando e certamente os servidores devem advinhar o que os cidadãos e as cidadãs querem. Nunca tinha visto isto numa repartição pública.

    Não adianta e gente querer edificar e ter boa vontade, e nem ir dentro do horário que anunciam para a imprensa.

    Eu desisti da questão técnica que eu precisava. 

    Vou ligar direto para o Presidente do Tribunal de Contas, que ele é muito prestativo, e tenho certeza que ele me passa para algum auditor e consigo a informação que eu preciso. 

    É um pena Prefeito Tiago Gorski.  


    E no Hospital?

    Dias atrás, precisei falar direto com o Dr. Ruderson Mesquita. Não queria falar por telefone e nem por face ou app. Fui.

    Cheguei lá. Portaria: educação, fineza, encaminhamento correto. Fui até a sala da Paula. Cortesia, caputtino, podendo escolher café com chocolate ...  ambiente climatizado. Em poucos minutos, Ruderson me atendeu com a maior cordialidade e fineza de mundo. E ainda mandou um presente para a Nina ... É outro mundo. 

    Não sei, acho que poderiam fazer um curso de etiqueta com o pessoal do Ruderson.

    Eu vivo aqui e acho que tem alguma coisa errada na gestão do prefeito Tiago.

    Eu chego para falar com os delegados, juízes, promotores ... nunca deixei de ser recebido. Mas o que eu ouço de críticas das pessoas, dos cidadãos da polis contra o pessoal da prefeitura, não é pouca coisa e agora senti na pele. É a voz de Deus fazendo escola. Tem coisa errada aí, para que tantos cursos de atualizações e seminários se sequer sabem lidar com o público?



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    Tramita no poder legislativo municipal a maior revolução tributária de todos os tempos. Durante anos, o PP segurou tal reforma. Mas, agora, Tiago e Cláudio decidiram bancar o projeto, cuja repercussão tributária no bolso do contribuinte será a maior na história de Santiago.

    De um lado, a reforma é necessária. De outro, é elogiável a coragem e não populismo de Tiago. Contudo, ele pagará - politicamente - um preço altíssimo. Não sei até onde os reflexos atingirão o PP e mesmo a candidatura Júlio Ruivo, aliás, que mandou o projeto o ano passado e retirou, temendo o impacto na eleição.


    Lançar o projeto agora, em plena era do adormecimento geral e coletivo, sem a discussão com a sociedade, é um tática correta. Quando a imbecibilidade do povo acordar, será tarde, o projeto já terá sido aprovado e será tarde demais. 

    Como a sociedade santiaguense é acrítica, a imprensa não sabe analisar o projeto, a oposição não existe, os petistas são uns corporativistas que só pensam nos seus umbigos, ninguém é capaz sequer de levantar as violações aos princípios constitucionais e levar o assunto ao ministério público. 

    Eu não me meto mais. De um lado, sei que Tiago está tendo um coragem incrível, pois este desgaste político nem Chicão e nem Ruivo tiveram coragem de enfrentar. Contraditoriamente, apoio Tiago nessa.  De outro lado, se eu já tinha asco da oposição, agora este é multiplicado por dez. A oposição é burra. Bem fez o Rafael que diz que não vai seguir partido e nem orientação de coronéis. Vai seguir a cabeça dele. E dela só sai notícias ... Rafael ainda não se definiu se vai ser político ou jornalista. Como jornalista, quer concorrer com a imprensa, Como político, quer ser jornalista. Quer até um programa de rádio para mobilizar a população .. para si. Rafael é esperto, trabalhador, ágil, dá um show midiático em todos os demais vereadores reunidos. Mas é aquilo, não é oposição e estou convencido que tem mais futuro dentro do PP que fora dele. É um potencial candidato a deputado ... tem tudo, só não vai se não quiser. 

    Tecnicamente, depois de Bianchini e Diniz a oposição não existe mais. Os vereadores são bonzinhos, bonitinhos, docinhos, honestinhos, mas só servem para dizer amém ao executivo. Fazem churrascos, levam um lambidinha aqui e outra acolá e acham que tá tudo bem. E tá mesmo, para eles, que só trabalham duas horas por semana. Fazem da atividade parlamentar, um emprego. São honestos, não roubam, mas são inofensivos. São uma moças delicadas. São capazes até de limpar o ânus defecado com confete sem sujar os dedos, tal a delicadeza. 

    Enquanto isso, este povo otário, que se exploda. 

    A repercussão tributária será posta de mansinho ... aos poucos ... sem dor, com uma boa dose de gel lubrificante ideológico ... a idiotice é tão grande que são capazes até de atingirem o clímax, pois Tiago e Cláudio sabem chegar no ponto G. E não é difícil, aí está a versão nos cinemas da Bela e a Fera. 

    A história de amor, linda, sinal, é só o recheio. A Bela quer mesmo é ser comida pela Fera, no final, tudo é sexo. 



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  • 03/16/17--12:16: Agrotóxicos
  • A prisão de uma pessoa da nossa sociedade, ligada ao tráfico de agrotóxicos, revelou um outro lado cruel dessa situação: a quantidade de cheques de compradores encontrados em poder do mesmo. 

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    Eu andava revoltado, todas as manhãs aquela frescura de pentear cabelo. Radicalizei, raspei a cabeça. Minha filha vai adorar, ela gosta de passar a mão na cabeça raspada. Pretendo não deixar mais o cabelo crescer. Incrivelmente, me sinto bem. É liberdade, me sinto despojado de vaidades...bem como recomenda a Bíblia. 

    Mas, enfim, a correria não pára. Estamos envolvidos com trabalhos na região e em outros estados. Eu e a Dra. Josiane assumimos um caso em São Paulo, de um línea que pegou fogo.

    Incrível, mas minha sexta-feira está cheia. Desde cedo. Só do Capão do Cipo tenho 3 casos marcados para logo mais.


    Eu precisava ter uns 3 advogados a mais para vencer o volume de serviços ... e isto que estamos em dois. Nosso escritório assumiu o maior inventário da Ronda Alta. Escolha que nos honrou muito. 

    A Josiane Mallet é muito ágil. 

    A noção de operar o direito em cima da concepção de inteligentisia está pegando firme demais, agora estamos assumindo uma grande ação de investigação de paternidade. 

    Um aviso aos navegantes:

    Só atendo com hora marcada. E nosso prédio é cercado de câmeras. Até nos fundos. Ontem a tarde filmamos um movimento muito estranho ... já separamos a parte do filme, porque até provarem ao contrário todo mundo é suspeito. E estamos mexendo num vespeiro. 

    Uma boa sexta-feira para todos.






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    Coisa julgada pode ser revista se dados falsos basearam decisão
    A sentença judicial transitada em julgado, a chamada coisa julgada, pode ser flexibilizada quando a decisão teve como base dados errôneos que levaram a indenização exorbitante por desapropriação. Esse foi o entendimento da 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, ao julgar uma apelação da Fazenda paulista que questionava o valor de uma expropriação em razão da criação do Parque da Ilha do Cardoso, no litoral sul do estado. Os membros do colegiado concordaram com os argumentos do governo, que diz que o terreno foi superavaliado por causa de laudo tendencioso do perito original.
    Para o relator do caso, Marcelo Semer, a indenização fixada prejudicou o erário porque foi fixada com base em parâmetros que não condizem com a realidade. Por esse motivo, resultaram em valores irreais, incompatíveis com aquilo que, por dever constitucional, devia ser indenizado.
    Ele concluiu que o laudo desprezou todas as características que pudessem comprometer ou dificultar a exploração comercial do terreno pelos proprietários. O trabalho ocultou, por exemplo, porções significativas de morro e mangue. “Verifica-se, pois, não apenas que o laudo pericial congrega um, ou mais equívocos, mas que todos esses equívocos foram produzidos no sentido de valorizar em demasia o imóvel, dando-lhe atributos que não tinha e retirando as deficiências que lhe eram próprias, por motivações que escapam ao conhecimento deste processo”, disse.
    Por isso, Semer afirma que, nessas condições especiais, é cabível a flexibilização da coisa julgada. Na decisão, ele cita vários casos em que se admitiu essa relativização, todos relacionados a desapropriações, julgados pelo Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal. “A princípio, pois, cotejando de um lado o significativo impacto no erário, de outro, a ilicitude de sua formação, a decisão consolidada sob terreno pantanoso não deveria mesmo ser considerada impenetrável.
    A Fazenda pedia na apelação a declaração de inexistência da decisão da indenização por meio da aplicação da tese da relativização da coisa julgada com a interrupção dos pagamentos submetidos ao precatório (R$ 18,6 milhões) e a repetição dos valores já gastos pela desapropriação indireta (R$ 27,2 milhões, já levantados pelos proprietários e seus herdeiros). O governo paulista alegava que a sentença que estabeleceu a indenização é teratológica e que foi proferida em contradição aos comandos constitucionais expressos pelos princípios da justiça da indenização nas desapropriações, moralidade administrativa, razoabilidade e proporcionalidade.
    Na origem, o juízo determinou a realização de perícia e extinguiu o processo, sem apreciação do mérito, por impossibilidade jurídica do pedido. Ele argumentou que refutar cálculos e critérios previamente estabelecidos judicialmente em processo desapropriatório seria afronta ao postulado da segurança jurídica e da imutabilidade da decisão materialmente transitada em julgado. A decisão da Câmara do TJ-SP reformou em parte sentença de primeiro grau para, afastando a extinção do processo sem resolução do mérito, e julgou procedente em parte a apelação da Fazenda, dando a desapropriação por quitada, permitindo ao estado o levantamento dos valores pendentes.
    Clique aqui para ler o acórdão.
    Apelação 0000190-76.2008.8.26.029
    Fonte: Marcelo Galli - Consultor Jurídico


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    Nos últimos anos, Hollywood descobriu um novo filão: as adaptações com atores de contos de fadas famosos, muitos deles já aproveitados em clássicos na animação. Assim vieram Branca de Neve e o CaçadorMalévola e os ainda inéditos Pan e Cinderela. A França, que possui um cinema mais autoral sem deixar de lado o comercial, resolveu embarcar nesta onda com uma versão própria de A Bela e a Fera – cuja história, não por acaso, é situada em território francês. O resultado é um filme requintado visualmente e que possui diferenças consideráveis em relação à versão mais conhecida da história, a animação produzida pela Disney que foi indicada ao Oscar de melhor filme em 1992.

    A Bela e a Fera - FotoDe imediato, o que salta aos olhos neste novo A Bela e a Fera é a qualidade técnica. Direção de arte, figurino e fotografia (com muitos cenários criados em animação computadorizada) se destacam, gerando um mundo fantasioso que mescla beleza e um certo tom sombrio. Inclusive, esta dualidade é refletida no próprio desenvolvimento da história, já que o romance entre Bela e a fera não é muito aprofundado. Há um fascínio e curiosidade um pelo outro, mas a paixão em si fica subentendida e, em certos momentos, é substituída pelo animalesco e até insinuações de erotismo. Entretanto, nada que possa impressionar os pequenos que se animarem a ver o longa-metragem, é bom ressaltar.
    As mudanças principais em relação à trama conhecida se referem à família de Bela, que ganhou irmãos praticamente inúteis à história como um todo. O passado da fera também ganhou contornos mais fantasiosos, até mesmo para ampliar a possibilidade do uso de efeitos especiais, assim como a importância da rosa tem agora outro motivo. Tirando estes detalhes, trata-se da história como a conhecemos. Outro ponto importante: a trama é narrada para duas crianças, de forma a ressaltar o lado conto de fadas e, ao mesmo tempo, brincar com a possibilidade dela ser real. Uma ideia meio manjada, mas que funciona a contento dentro da proposta do filme.

    No fim das contas, este novo A Bela e a Fera é um filme mais belo do que propriamente bom. Léa Seydoux surge apenas correta, explorando mais sua beleza do que compondo uma princesa cativante, enquanto que Vincent Cassel praticamente se esconde debaixo de tanta maquiagem e efeitos especiais – é impossível reconhecê-lo na pele da fera! Vale a pena ser visto mais pelo lado técnico, já que possui um lado artístico bem interessante.

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  • 03/17/17--15:34: BOA NOITE
  • Agora entendo os enjoos de uma grávida. Estou tomando um medicamento de nome Cilostazol...meu Deus, é enjoo o dia inteiro. Nem com oração consigo abrandar os efeitos colaterais. 

    Estou em Maçambará para apanhar minha filhinha; gosto das viagens noturnas. O Deon sempre é minha salvação. Meu carro está com um defeito na luz alta (que não baixa) e um circuito na parte eletrônica. Deixei na Agência e vim num carro alugado. Estou na fazenda da um amigo. Logo mais, retorno a Santiago.

    Desejo a todos uma boa noite e bom final de semana, volto logo mais.

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    Nina veio para Santiago comigo. No caminho, ai de mim se não pare no bar de Unistalda, onde ela adora comer coxinhas. Como está proibida e tomar refris, foi suco de uva. Felicidade completa.

    A Nina vai ter que casar com um marido muito rico. Apesar de seus seis anos, como toda mulher, é um funil para gastar. Pediu-me uma meia-calça. Fui até a loja. Daí já decidiu levar um calçado de Barbie. Tudo bem, pai é pai. 

    Como eu a prometi cada final de semana uma boneca, ela não deixou por menos. Eu, tonto, ao invés de comprar uma mais barata, deixei ela escolher. É claro: escolheu a mais cara que tinha. Pai é pai. Total, não vou ficar mais pobre e nem menos rico, por causa de uma boneca. O importante é que ela ficou feliz feliz feliz. 


    No mesmo trajeto, convidou-me para comprar seus sucos naturais, frutas, uvas, mangas, bananas, gelatinas... Minha filha passa, mas todos as mulheres são assim. Mas ela é meu amor e pouco me importo com os gastos dela, por isso procuro ganhar bem.
    No meu apartamento, ela virou a cozinheira. É claro, almoçou no Batista, mas as gelatinas é ela mesmo quem faz. Como toda mulher, adora o poder, e já se combinou com o Prefeito Froner de fazerem um peixe no próximo final de semana. O Prefeito é um alma doce, sabe entender as crianças, dá trela para a Nina ... 


    E a noite, Parque Tiaraju.




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