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Telefones: 99901.0414 / 98123.5945E-mail: oab.rs.advogadoprates@gmail.comBarão do Ladário 1836 - Santiago -RS

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  • 08/30/15--09:45: BUSCANDO


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  • 08/30/15--23:19: Renoivado
  • Nessa noite de domingo, eu e minha ex-noiva, decidimos noivar de novo. Nada demais, é próprio de quem ama esses desacertos, desencontros, voltas e reviravoltas. Pior mesmo é sofrer, brigar, machucar, deixar feridas, às vezes, cicatrizes que nunca se fecham. A coisa é tão simples, as pessoas é que complicam. Basta um telefonema, meia dúzia de palavras e a felicidade é reencontrada num passe de mágica. Ou num beijo. Que me perdoem os racionalistas, mas a vida é bem mais que o certo e o errado; ninguém tem o monopólio da verdade, a verdade é uma construção, cada um constrói a sua. Nós estamos construindo a nossa, sem medo, expondo o que as pessoas mais temem e escondem: seus próprios sentimentos, como se esses não existissem e não determinassem nossos atos e condutas em nossas vidas em sociedade. 

    Em amor, quem nunca ziguezagueou que atire a primeira pedra!!!

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    Na Alemanha prossegue o novo 'esporte' neo-nazista: queimar abrigos destinados aos refugiados.


    Flavio Aguiar, de Berlim.
    Fotos Públicas
    A crise financeira que se espraiou a partir da China e de sua economia que revelou suas fraquezas.
     
    O assassinato ao vivo de dois jornalistas nos EUA, reacendendo debate sobre posse de armas naquele pais.
     
    A recuperação, ainda que parcial, dos preços do petróleo no mercado internacional e a decorrente valorização das ações da Petrobras (que está longe de ser a massa alquebrada que nossa velha mídia quer que ela seja).
     
    Correu mundo e manchetes a denúncia feita pelo doleiro Alberto Yousseff na CPI, em Brasilia, sobre ter o senador Aecio Neves recebido propina de Furnas. A noticia só foi escondida pela velha mídia brasileira. Além da denúncia em si, que deve ser averiguada e provada, o ocorrido expôs a parcialidade da nossa velha mídia e a fragilidade dos vazamentos da Operação Lava Jato.
     
    Mas as manchetes principais foram para a terrível tragédia dos migrantes na Europa. Mais de 70 corpos em decomposição foram encontrados dentro de um caminhão abandonado numa auto-estrada austríaca. Inicialmente a policia estimou os corpos em 20, depois em 50 e finalmente em “mais de 70”. A imprecisão das cifras deveu-se ao adiantado estado de decomposição dos corpos. O caminhão pertencera a uma empresa transportadora de galináceos da Eslováquia, que afirmou tê-lo vendido em 2014. Estava em nome de um cidadão romeno e tinha placa da Hungria. Na manhã da sexta-feira a policia húngara afirmou ter detido o motorista suspeito, além de alguns possíveis cúmplices.
     
    Na quarta-feira foram encontrados 50 corpos no porão de um navio no Mediterrâneo, que tinha 450 pessoas a bordo.
     
    na quinta-feira mais um naufrágio neste mar, desta vez ainda perto da costa da Líbia, provocou a morte de pelo menos 200 pessoas. Outras 200 conseguiram se salvar, socorridas por navios ou conseguindo chegar à terra firme.
     
    Uma vaga de milhares de migrantes, vindos sobretudo da Síria e do Iraque, conseguiu “furar” o bloqueio do Exército da Macedônia junto à fronteira grega. A Macedônia acabou pondo trens á sua disposição, para que eles atravessassem em direção à Sérvia. Deste país eles pretendem passar à Hungria e dali para a Europa Ocidental. A Hungria está construindo um muro na fronteira com a Sérvia, mas até o momento os migrantes têm conseguido atravessar.
     
    Houve uma mudança de rota no caso de muitas destas correntes migratórias. A Líbia continua sendo a rota preferida pelos que vêm da Nigéria, da Eritreia e da Somália e tentam ingressar na Europa pela costa italiana. Mas no momento a maior massa de migrantes vêm da Síria e do Iraque, preferindo estes o caminho da Turquia ou da Grécia. 
     
    O fluxo de imigrantes provém de países desorganizados por guerras civis, em alguns casos com ajuda decisiva de potências ocidentais, como no caso da própria Líbia, do Iraque e da Síria. A emergência do Exército Islâmico na Síria e no Iraque só piorou a situação.
     
    A chanceler Angela Merkel e o presidente François Hollande se reuniram durante a semana para concertar uma ação conjunta diante da questão. O maior problema está no convencimento de outros dirigentes em aceitar quotas de imigrantes refugiados.
     
    Há forte resistência por parte de muitos europeus em assumir a responsabilidade diante do fenômeno. Nesta semana ouvi a entrevista de uma deputada polonesa, do campo conservador, junto ao Parlamento Europeu, dizendo que a Polônia não receberá estes imigrantes, porque são indesejáveis, na maioria só querem se beneficiar das vantagens europeias, muitos são terroristas, etc. Acrescentou ela que, caso recebesse imigrantes, o país só aceitaria “aqueles que fossem cristãos”. A deputada teve sorte de não ser eu o entrevistador, porque eu perguntaria a seguir, na lata, se esta afirmação implicava também a exclusão de judeus.
     
    Na Alemanha prossegue o novo “esporte” neo-nazista: queimar abrigos presentes e futuros destinados aos refugiados. O incidente mais grave aconteceu na cidade de Heidenau, perto de Dresden, no estado da Saxônia, onde houve um confronto entre policiais e manifestantes que tentavam incediar um destes abrigos. Os manifestantes mais exaltados gritavam “Heil Hitler” e outros slogans nazistas. Também cantavam “Wir sind das Volk”, “Nós somos o povo”, slogan das manifestações que antecederam a queda do muro de Berlim em 1989, e que agora está sendo apropriado pela extrema-direita. O vice-chanceler Sigmar Gabriel, do SPD, e a chanceler Angela Merkel estiveram em Heidenau, condenando as manifestações. Depois disto a sede do SPD em Berlim recebeu uma ameaça telefônica dizendo que havia uma bomba no prédio, que foi evacuado. Além da ameaça a pessoa que telefonou também proferiu slogans racistas. Nenhuma bomba, no entanto, foi encontrada.
     
    No fim de semana estava prevista uma festa para receber os refugiados em Heidenau. Diante da ameaça, por parte de elementos da extrema-direita, de atacar a festa, o governo do estado e a prefeitura proibiram qualquer manifestação ou festa até a segunda-feira. Os partidos de oposição no plano federal (Verdes e Linke) protestaram, alegando o direito constitucional à livre manifestação. O deputado verde Cem Özdemir declarou no rádio que iria a Heidenau no fim de semana e conclamou todos os que quisessem a segui-lo.
     
    Do outro lado do Atlântico, o pré-candidato republicano Donald Trump afirmou que, se eleito, deportará dos EUA todos os imigrantes ilegais. Um jornalista perguntou como ele faria isto, uma vez que o número de “ilegais” chega a 11 milhões. Ele respondeu que tem muitas qualidades como “manager”, e que o processo de deportação seria “tranquilo” e “humanitário”. O último grande processo de deportação massiva nos EUA ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, quando 110 mil japoneses e descendentes foram confinados em casos de concentração dentro do pais, num processo que provocou traumas ainda vivos.

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    O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, tem sido uma voz de peso em defesa das prerrogativas dos advogados. Em seu pronunciamento, o ministro destacou a importância da OAB na defesa da cidadania e também dos próprios direitos e prerrogativas dos advogados.
    Asseguradas por um conjunto de dispositivos legais, pelo Estatuto da Advocacia e pela própria Constituição Federal, essas prerrogativas seriam, na verdade, garantias aos próprios cidadãos brasileiros. Nunca é demais lembrar aquilo que se contém no artigo 133 da Lei Maior: O advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos termos da lei, afirmou.
    Em um país de dimensões continentais como o nosso, os advogados enfrentariam ainda sérias dificuldades para exercer com independência sua profissão, o que torna especialmente relevante que na gestão que se inicia à frente da OAB um dos objetivos seja exatamente a luta pela recuperação da dignidade, da independência e das prerrogativas da advocacia. Tudo sem prejuízo do compromisso de dialogar com os três poderes da República, para aprofundar a cidadania e enraizar a democracia nesse país afirmou Lewandowski, sublinhando as metas traçadas pela nova gestão da OAB.
    O ministro Ricardo Lewandowski também relembrou em seu pronunciamento a importância do trabalho realizado pelo ex-presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, à frente da entidade, ressaltando em especial seu empenho em favor da implementação e da concretização da Lei da Ficha Limpa.
    FT/AR
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    Eu apoio qualquer movimento contra essa atual direção da OAB, especialmente porque a defesa das prerrogativas dos Advogados é zero. Muda OAB. Como a cúpula da OAB recebe um tratamento diferenciado, até as pedras sabem disso, eles estão se lixando para o tratamento indigno conferido aos demais colegas. Magistrados agem com desdém e absoluto desrespeito contra advogados no exercício de suas prerrogativas. Ignoram que não existe hierarquia entre ambos, a OAB sabe disso e nada faz. Por isso, eu desde já passo a solidarizar-me com o movimento MUDA OAB. Eu ainda não rasguei minha carteira da OAB e ainda não renunciei à condição de advogado por causa exclusiva da necessidade de atuar, em causa própria, em defesa dos interesses de minha filhinha. A situação além de indigna é triste.


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  • 08/31/15--12:23: AME E DE VEXAME
  • Parei nesse tarde. Procurei Roberto Freire, o psicanalista, na minha estante e resolvi dar uma relida, já que o impacto é grande.

    Segundo o psicanalista " a ideologia do sacrifício - vem da direita, da esquerda, do céu e do superego - e tem convencido o homem de que amar significa fundamentalmente perder a liberdade. Amor rima com dor. Patético. Contra isso, Freire investe contra  e preludia uma outra ordem natural: a do prazer".

    "A ideologia do prazer decorre da compreensão de que o ser humano é essencialmente lúdico, quer viver essencialmente para brincar e jogar ... se a ideologia do sacrifício aproxima amor e dor, canta e rima amar com libertar".

    Como forma de controle , a nossa sociedade, autoritária, "desenvolve no homem a noção de medo do ridículo. Esse medo confunde o ser, que, com medo de amar, de ser livre, reprime-se". Contra tudo isso, Freire propõe: o vexame. 

    Para que nunca se entregou as loucuras do amor, uma boa sugestão de leitura. 

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    Prezados Julio e Karine. Sigam o que o coração de vcs manda. Afinal de contas o que sentimos só diz respeito a nós mesmos. Abs meus queridos amigos.


    Paulo Saciloto, da Bahia.

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  • 09/01/15--09:34: Jaguari urgente
  • Informações dão conta de que o julgamento do mérito da ação de cassação do Prefeito João Mário, de Jaguari, já está na pauta do TSE. 

    Pela regra constitucional, caso ele seja cassado, deverá haver novas eleições em Jaguari. 

    É só o que se fala na cidade das belezas naturais. 

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    Quando eu fazia do blog uma atividade profissional, anterior a 2012, ainda havia tempo e dedicação. Com a mudança de rumos, com o passar dos anos, houve dois impasses enormes. De um lado, não sobra tempo mais para produzir matérias sérias e bem elaboradas, de outro lado, o público leitor aumentou e aumenta - na mesma proporção - nossa responsabilidade, em produzir matérias bem feitas, bem refletidas e que atendem aos anseios de quem busca uma leitura cotidiana eficiente. 

    Já errei várias vezes ao traçar paralelo do blog com o face. São duas ferramentas distintas. O face se presta muito para pensamentos breves, fotos e matérias afins. O blog, exige sempre matérias; contrariando tudo o que se pensa, matérias longas, bem produzidas, são sempre bem aceitas, são alvo de reflexões, discordâncias, mas sempre debatidas. 

    Confesso-me num brete. Não sei bem para que lado ir. Já decidi encerrar o blog, mas cada vez que isso acontece, fico surpreso com os apelos, pelo fato de notar o quanto as pessoas se frustram ao abrir o blog pela manhã e não encontrar nada. Afinal, desde o dia 22 de março de 2003, escrever, diariamente, tem sido minha rotina, uma sina, uma mania.

    Agora, quando tudo parece encurralado, as mesmas reflexões afloram e sempre fico me questionando sobre as pessoas, na seriedade que elas merecem, enfim, nessa interação que é o sentido de nossas vidas, tanto da minha quanto das pessoas que me leem. 

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    Agradeço a Professora Lélia e seu esposo, o Dr. Paulo Peixoto, o envio de um gentil convite para o aniversário da infante Ana Gabriela, que estará completando 7 aninhos em sua existência.  Fiquei muito emocionado quando li no convite personalizado: Nina e Júlio. Somos, eu e minha filhinha, como somos, duas vidinhas que ficaram, e como sou grato as pessoas que entendem e reconhecem isso. E não nos discriminam, pelo contrário, nos entendem.

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    Eu gosto da figura do Prefeito Ruivo, mesmo que tenhamos fortes divergências, ele sempre foi uma pessoa boa para comigo, ele me parece uma pessoa que age com um grau de pureza, não tem maldade na alma, é honesto até demais, sempre tivemos relações de cordialidade. E ele sempre soube de minhas posições contrárias, ele sabe que eu não escondo o jogo, jogo limpo, aberto, comigo não tem essa de hipocrisias, cinismos e falsidades. Sou odiado por ser assim.

    Júlio Ruivo sabe bem da história daquele dia em que ele me procurou disposto a implodir com a campanha do Chicão, na qual ele era vice. Fui eu quem o ouvi, fui eu quem intercedi em nome dele junto ao Chicão e ao staff desse e a solução para as inquietações do jovem Júlio partiram de mim, que fui seu amigo, seu advogado e leal às suas angústias. 

    Dia 04 de julho de 2014, nesse mesmo blog, já escrevi sobre esse assunto: 

    Lembrei-me, então, da segunda eleição de Chicão, sendo que naquela ocasião Ruivo concorria a vice prefeito.

    Ele disse que precisava conversar comigo. Fomos para sua sala, ele chaveou-a, certamente para impedir outras entradas, e começou a fazer-me uma análise do autoritarismo com que o grupo de Chicão conduzia a campanha; as críticas eram duras e pesadas, sem medir as palavras. Coronelismo, autoritarismo, personalismo, eram palavras dóceis. Lembro-me que o ônibus do formigão tinha sido todo decorado e o nome CHICÃO era o epicentro de tudo; o nome Júlio Ruivo aparecia de forma muito reduzida, mas muito mesmo. 

    Eu sabia que se configurava, nos bastidores, uma disputa pela sucessão de Chicão, especialmente porque o nome que se apresentava, Guilherme Bonotto, era muito ligado ao staff da campanha, especialmente Otávio Biermann Pinto e Jorge Machado. Os 3 já eram conhecidos como o triunvirato. 

    Ruivo, naquele contexto, estava mesmo um tanto isolado e certamente, não reagisse, seria engolido pela articulação de Guilherme Bonotto.

    No mesmo dia, contei para Tavinho e Chicão acerca da inquietação e das críticas pesadas que Ruivo arremetera contra a coordenação da campanha. Eles chegaram até a duvidar de algumas expressões empregadas.

    Na dúvida, na mesma noite daquele dia, reuniram-se na casa de Chicão. 

    Perto da meia noite, Chicão liga para o meu celular. Mesmo por telefone, começa a traçar uma análise das críticas de Ruivo, ele acha que o problema é a disputa de espaços com Guilherme, mas diz-me que o Júlio está entre amigos e companheiros e que todos entenderam suas críticas. 

    Pelo sim, pelo não, as mudanças foram imediatas. 

    Nunca mais conversei com Ruivo sobre o assunto. Sequer  sei porque ele escolheu-me como interlocutor. Sei apenas que foi ali, com aquela atitude forte, que o campo dele com Guilherme Bonotto começou a ser fortemente demarcado e estendeu-se até a nova convenção, 4 anos depois. 

    Por tudo, sinto-me a vontade para criticar o atual governo do PP. Não sei de quem foi essa ideia imbecil de colocar câmeras para vigiar os passos dos servidores. Isso é de uma estupidez sem precedentes, uma insensatez, que só tem paradigma na história se relembrarmos Geoge Orwell, autor do clássico O GRANDE IRMÃO, onde previu, em 1984, que na sociedade do futuro as pessoas seriam vigiadas e controladas por câmeras. 

    O GRANDE IRMÃO
    Isso é uma espécie de controle que beira às raias do absurdo, parece até que saímos da ficção de Orwell e entramos na realidade de Ruivo. Imagino como se sentem as pessoas, vigiadas, controladas em seus passos, em seus gestos, em seus atos. Que tristeza - para mim - como santiaguense, assistir a tudo isso, e, ademais, que tristeza a acriticidade de uma sociedade medíocre, que ainda vive da auto-apologia.

    E nem estou falando no dinheiro público mal empregado, muito mal empregado, pois o contrato e a manutenção dessas câmeras sai do dinheiro público, do dinheiro dos contribuintes de Santiago e até dos próprios servidores, pobres servidores. E ainda tem coragem de falarem em crise, se manter câmeras de vigilância é prioridade? 

    Câmera para vigilância de segurança é uma coisa, agora, controle é outra coisa, bem diferente. Não podemos misturar alhos com bugalhos e nem partir do pressuposto de que todos os servidores sejam matadores de serviço, desleais. Não é nada disso, os servidores são, em sua totalidade, pessoas de caráter reto, gente que honra o município, são pessoas boas, decentes, limpas, idônea. Não podemos partir do pressuposto da má-fé como regra. 

    Por tudo, Prefeito Ruivo, meu prezado amigo, não manche seu nome com um exemplo administrativo abominável desses. Mande retirar essas câmeras, rescinda esse contrato absurdo, não importa os outros, o que importa somos nós, é Santiago, nossa Terra, nossa gente, nossos Princípios, nossos valores. 



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  • 09/02/15--22:34: Da vida em Santiago
  • Minha tarde nessa quarta-feira foi totalmente dedicada a escrita, consegui produzir um monte, coisa que há muito tempo eu não conseguia. Karine atendeu seu último paciente e convidou-me para comermos mandioquinhas fritas num bar aqui ao nosso redor. Ambiente agradável, casais, pais com suas crianças, acabamos ficando mais do que planejado inicialmente. Marcos estava num aniversário infantil e aos cuidados das babás. Ficamos despreocupados. Ka sempre gosta muito de conversar comigo, refletimos sobre a crise mundial, mas nosso assunto principal sempre é a questão da fé, das religiões, da busca das pessoas, da construção da esperança, do vazio existencial, do estado islâmico, judaísmo ... e fomos até o xisto betuminoso e a redefinição de uma matriz energética mundial. Nossas conversas são sempre ricas e proveitosas. 

    Também, ao final da tarde, conversei por telefone com minha amada filhinha. Sei lá, senti a Nina bastante freada, economizando palavras, não é bem minha guriazinha espoleta e alegre. Mas logo mais saberei o que realmente está havendo. É verdade que estou agindo, mas tudo o que eu faço é rigorosamente dentro da lei e da ordem, usando o aparato legal e constitucional do Estado. 

    Nossa foto foi tirada nessa noite. Karine, afora ser médica e pianista, adora fotografia e sempre rouba as melhores cenas de nossas vidas. Não sem razão. 

    E assim vamos vivendo, nossas vidas simples, sem grandes complexidades, acertando o que precisa ser ajustado, caminhando pelas ruas, curtindo nossa praça, amando nossos amigos e amigas...

    É a vida que Deus nos deu. É a vida possível. 

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    Procuro sorrir para as pessoas. Procuro passar alegria. Sei que a minha caminhada está começando e sei que Deus jamais vai me perdoar se eu recuar na formação, no carinho e no amor a minha filhinha. Ela é fruto de um lar destruído, e por isso mesmo minha obrigação é redobrada. Vou caminhar com ela enquanto Deus der-me vida e iluminar meus passos, para que eu possa lhe prover o básico da vida, com a mesma humildade de Cristo. Meus dias têm sido pesados, amargos e para ela também, pois ela sofre ao meu lado. Mas, oremos, e peço aos meus amigos e amigas que orem por nós.

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  • 08/21/15--21:22: Article 23


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    Bom dia meu amigo!

    É assim que o considera, aliás, um grande amigo, que passei a cada vez mais admirá-lo.
    Hoje de manhã retornei a Porto Alegre, tinha ido à Uruguaiana, saí domingo às 22h.30min, chegando em Uruguaiana por volta das 7 horas,

    Trabalhei o dia inteiro na Prefeitura, e ontem saímos às 10 horas, para chegar em Porto Alegre, por volta das 7 horas. Foi um verdadeiro bate e volta formalizamos um contrato com o Município de Uruguaiana e temos a certeza de que em pouco tempo iremos recuperar no sentido de diminuir as parcelas de parcelas parcelada de INSS, de FGTS, extinção do pagamento de INSS, para funcionário em férias, enfim, uma série de medidas que trarão uma significativa parcela de economia para o Município.

    Ultimamente, temos que matar no mínimo dois leões por dia.

    Mas trabalhamos com grande satisfação. O nosso escritório, hoje conta com 6 excelentes advogados colaboradores, aliás, 5 advogadas guerreiras e um advogado. E se tivéssemos você na nossa equipe?

    Estamos em intensas atividades para a realiza do TERCEIRO CONGRESSO NACIONAL DE DIREITO ELEITORAL, nos dias 27 a 29 de abril de 2015.

    Dias 1º e 2 de setembro estaremos em Brasília para confirmar as presenças como palestrantes: Min. Henrique Neves, convidar Min. Paulo de Tarso Sanseverino e outros.

    Mas na realidade, o que eu queria te dizer é que não deves desistir do teu blog, um dos primeiros acessos que faço diariamente é ele.

    Através dele ficou atualizado de tua vida pessoal, informações da NINA, de tua linda noiva, enfim, de tua vida, que acho que pertence aos teus amigos.

    As tuas colunas são de uma leveza emocionante e nos mantêm todos informados dos assuntos de SANTIAGO, região, Estado e País.

    A ausência de tua coluna para mim seria muito lamentável.

    Solicito em nome da nossa amizade que dentro do possível, revise esta tua disposição, evidentemente, que desde que não venha te prejudicar. Afinal de contas antes de  
    tudo queremos que seja muito feliz.
    Um grande abraço do amigo.



    Att.

    Décio Itiberê

    DÉCIO ITIBERÊ ADVOGADOS ASSOCIADOS
    Rua Bento Martins, 24, conj. 1.004 - Porto Alegre - RS
    Tel./Fax (51) 3028-1525 (51) 3028-1513
    E-mail: escritorio@decioitibere.com.br
    Site: http://www.decioitibere.com.br

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  • 09/03/15--19:47: Oração paterna
  •  Está tudo nas mãos de Deus. Por isso, oro por minha filhinha e por sua felicidade. 

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    Agnes Patias*,

    Falar deste sentimento chamado AMOR é um tanto estranho devido à complexidade e tamanha dificuldade em conceituá-lo, pois além de envolver inúmeras emoções, influências, comportamentos e move a nossa existência humana.  

    Vimos atualmente, rupturas muito evidentes nas relações amorosas que permeiam as questões de gênero. Há um certo imediatismo em suprir faltas internas, como se o outro pudesse assumir a possibilidade de completude. Ao tomarmos o outro como garantia para a nossa felicidade, poderemos nos tornar mais vulneráveis frente ao sofrimento além de não mais desejar, buscar, experimentar, sorver, sonhar, condições estas básicas para nos manter vivos, sem preencher nossos vazios existenciais.  
         

    A relação vai depender de como os parceiros irão elaborar as expectativas e diferenças entre os dois, respeitando as singularidades e limitações do outro. O amor será favorecido ou não conforme as vivências afetivas, as relações pessoais, a personalidade de cada sujeito e o que este considera como significativo em sua vida.



    Se tomarmos o outro como nosso objeto de posse, submetendo-o, também estaremos fadados ao fracasso e aí o amor passa a assumir um processo de total anulação, com a perda da identidade própria.

    Ideias tecnológicas de idealizações e consumismo desenfreado multiplicam-se com seus apelos midiáticos e recorrentes, transformando os homens em seres frustrados e impotentes para lidar com as faltas. Porém este sentimento não pode ser medido, quantificado, aprisionado. Amor sente-se, extrai-se da essência humana, conquista-se por ações e modos de ser, obtêm-se pelo olhar, pelos gestos de solidariedade, de respeito, de humanidade e pela possibilidade de incompletude.  



    Um pouco mais de amor, por favor! O mundo está a precisar deste sentimento povoado de maior acolhimento, entusiasmo, envolvimento e vínculos afetivos a fim de resgatá-lo em sua forma mais pura na simplicidade, na essência, nos diferentes modos de produções de vida. Felizes os que conhecem o amor, pois deixam de ter explicação lógica perante a racionalidade.                

    Portanto, para que entender, se podemos apenas e tão somente sentir.



    “Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós”.


                                                                       Clarice Lispector


    * Psicóloga, Professora, Foi Primeira-Dama do Município de Jaguari, esposa do ex-Prefeito Ivo Patias.

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    Caro Dr.Júlio Prates:
    Na segunda-feira (31), demos um importante passo na campanha pela redução dos homicídios decorrentes de intervenção policial no Brasil. Em audiência pública realizada na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) sobre homicídios cometidos pela polícia, as denúncias e recomendações do relatório “Você matou meu filho”,lançado pela Anistia Internacional, foram reconhecidas como importantes contribuições  para mudar esta realidade.
    Ajude a mobilizar outras pessoas para que possamos pressionar ainda mais. Compartilhe a petição agora!

    Escadaria da ALERJAntes da audiência pública, posicionamos 580 flores na escadaria do Palácio Tiradentes (ALERJ), representando as 580 vítimas de homicídios decorrentes de intervenção policial no estado do Rio de Janeiro em 2014. Durante o ato, nossos ativistas coletaram mais de 500 assinaturas para a petição que pede o fim das execuções extrajudiciais pela polícia.

    Obrigado por assinar a petição! Essa conquista é suae de todas as pessoas empenhadas em acabar com as execuções extrajudiciais. Vamos continuar a pressão para que as recomendações da audiência pública sejam cumpridas.

    Desde o lançamento do relatório, no dia 3 de agosto, estamos promovendo e participando de eventos e coletando assinaturas em diferentes pontos da cidade e do estado do Rio de Janeiro. Atividades de mobilização para a campanha foram realizadas no encontro de saraus da Baixada Fluminense - Caleidoscópio -, e no Fórum Rio, em São Gonçalo, interagindo diretamente com a juventude e ampliando o debate público sobre o tema.

    Ativistas coletando assinaturasA pressão continua! Nos meses de setembro e outubro, a campanha realizará atividades e coleta de assinaturas em Ceilândia e Brasília e chegará a São Paulo para uma ampla programação temática. Rodas de conversa, cinema, exposição e shows vão chamar a atenção do público para o alto número de mortes de jovens, em especial de jovens negros, e a alta letalidade por parte da polícia. Mais detalhes em breve! :) Fique atento à nossa página do Facebook e saiba quando e onde participar dessas atividades.

    Quando trabalhamos em conjunto, somos mais fortes.Compartilhe a petição e convide mais gente a fazer parte deste movimento!

    Abraços,

    Rebeca Lerer
    Rebeca Lerer
    Coordenadora de Campanhas
    Anistia Internacional Brasil

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    Greenpeace
    Um gigante faz frente a Shell
    Olá Júlio Cesar de Lima Prates,

    Já que a petrolífera Shell invadiu o lar dos ursos polares e continua com os seus planos que ameaçam destruir o Ártico, a ursa polar Aurora foi até a sede da empresa na madrugada de terça-feira.

    Pesando três toneladas e com a altura de um ônibus de dois andares, a ursa gigante exige que a petrolífera pare de explorar o Ártico e vá embora de lá imediatamente! Seis ativistas estão dentro do boneco para garantir que Aurora não seja expulsa do local antes do fim do mês.

    Caso a Shell não dê ouvido aos protestos e a mais de 7 milhões de pessoas que lutam ao nosso lado para salvar o Ártico, o impacto de suas atividades pode ser desastroso para o planeta! O gelo da região vai derreter, não só ameaçando os ursos polares de extinção, mas também contribuindo para o aquecimento global.
    Compartilhe essa mensagem com seus amigos, colegas e familiares, para que eles também se tornem protetores dessa rica e única região.
    FacebookBotãoTwitter
    Precisamos do seu apoio agora para continuarmos pressionando a Shell. Junte-se a nós!
    Junte-se a nós

    Thiago Almeida
    Greenpeace Brasil

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    Sexta-feira maravilhosa em Santiago. A presença de minha filhinha ao meu lado torna-me mais alegre e tudo mais divertido. Estou feliz com o corre-corre, pede-pede e uma rotina intensa. Louvo a Deus por esses momentos, os quais gostaria que fossem eternos. Fui convidado para atuar, como Advogado, aqui no Rio Grande, de uma importante organização mundial, que atua no campo dos direitos humanos internacionais. No caso, envolve os imigrantes haitianos. Como estou ainda dependendo de uma série de pendências, especialmente envolvendo minha filhinha e meus processos em curso, ainda não dei a resposta definitiva e pedi dez dias para avaliar tudo e tomar a decisão definitiva. De qualquer forma, fiquei altamente satisfeito com esse convite e esse reconhecimento. (a Nina não tirou o vestidinho novo que lhe comprei, esse é o rosinha, e o outro, o branquinho, ela vai usar usar na festinha, amanhã, da Gabriela Peixoto, filha da Professora Lélia e do Doutor Paulo Peixoto).

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  • 09/04/15--21:38: Article 3



  • Desde que foi afastada de mim, quando fica comigo, um dos maiores sonhos de minha filhinha é reviver comigo os bons momentos que passamos juntos no Ginasião, onde ela sempre curtiu e viveu desde criança. 

    Brincando no Ginasião Rubem Lang

    No Ginasião, Nina sempre tem a hora da leitura, ela vai na biblioteca e revira os livrinhos.

    Comprando presentinho de recordação para o aniversário da amiguinha Gabriela

    Finalmente, depois das brincadeiras, o lanche no Batista com suco de laranja


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    Um sábado nublado. Nuvens cinzentas tomam os céus. Um certo frio torna o cálido ambiente ainda mais tristonho. As ruas estão vazias, as pessoas andam quietas, não há sorrisos estampados nos semblantes, poucos veículos se movimentam, exceto a velocidade das moto-táxis de entregas e leva e trás de pessoas. 

    Vivo uma situação singular. Acordei feliz com minha filhinha; como sempre, ela pede-se mamá com nescau.  Piedosa, sabendo de minha dor, acaricia meu rosto, esfrega sua mãozinha na minha barba rala. Ela sabe que amanhã precisa seguir o rumo do seu destino longe de mim. Sabe que temos uma viagem de volta, uma tortura, um martírio. 
    Quinta-feira participei de um culto tão abençoado na Igreja Ministério Caminhando
    com Jesus. Um apóstolo tão abençoado, um homem de Deus, usado por Deus,
    uma presença forte do Espírito Santo. Louvo a iniciativa de trazê-lo. Pedi
    orações pela Nina, acredito na cura divina, e essas bactérias que tomaram
    seu corpinho foram afastadas, creio pela fé. Hoje terá um novo e abençoado culto,
    vou com minha filhinha. Os milagres são ao vivo, a cores, no ato, todos presenciam
    à luz dos seus olhares, à luz da fé.

    Orei longamente com ela e por ela. Depois, dormimos. Meu sono, meus sonhos. Sempre as lembranças de uma passado muito distante, eu ainda era criança, as ruas, o bairro, às cenas, tudo é povoado de sonhos. Por instantes, penso que estou em casa, numa casa onde minha mãe está viva, na cozinha. Noutros, perco-me na noção exata da realidade, penso na minha própria casa, esqueço-me do  hecatombe que levou tudo para o espaço. Restou uma criança ao meu lado, ela é tão feliz, corre-corre, pula-pula, sua vida é tão alegre, penso que ela não merecia esse destino tão pesado e esse fardo tão cruel. Por fim, quando coloco todos os pensamentos em ordem, afloram as reflexões mais recentes, o absurdo das contradições, a emergência das divergências maiores que as identidades, o voltar a andar sozinho permanente, a parte integrante da vida, o eu personalizado, despersonalizado, reflexivo, lidando com pessoas que não são minhas, não pensam como eu. Resta-me, por fim, andar no Ginasião com minha filhinha, lá não existe nada de ninguém, nem ninguém é de ninguém, apenas a corrida livre e frenética dos pequeninos de brinquedos em brinquedos. 

    Noites sombrias se aproximam, o tatear incerto no universo em busca, preciso seguir. Minha filhinha tem mais um dia ao meu lado. Precisamos viver, andar por caminhos largos, estreitos, fazer amigos e despedir-se de amigos para sempre com a mesma brevidade com que se conhecemos. Ontem, ela beijou um amiguinho e chorou ao saber que o beijo era uma despedida para sempre. Mas ela é forte, encarou a rigidez de uma personalidade que se forjou nas contradições da vida. por isso pegou a dor, guardou-a dentro de si, respirou fundo, abraçou-se em mim, chorou lágrimas profundas, mas já aprendeu, aos seus 5 aninhos, que esse é o nosso fardo. 


    Ainda temos Deus como consolo. Orações, fé e crença. O passado já não é. O futuro não nos pertence. O futuro ainda não é. O futuro pertence a Deus. O que há de vir é um mistério completo, complexo, incerto. Mas precisamos avançar. Os fatos sociais não param. As tropas do mal também seguem em frente, a resistência é necessária. Vou arrumar minha filhinha, escovar seus dentinhos (ela sozinha escova-se a meia boca), passar sua roupinha, penteá-la, colocar a tiara, os sapatinhos com meia e sair para a vida em sociedade, enfrentar o que há de vir, o vir-a-ser, lutar, desafiar, não parar, lançar sementes de amor, sorrir, fingir que somos perfeitos e felizes. 

    Poderia ser diferente? 

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